Língua

15 Audios encontrados en Podcast: Língua
 
Língua
Canal: Gallaecia
Por: Brigo
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Descripción del podcast de Língua: Audios sobre a lingua, a ecologia, a história e o porvir da Gallaecia.



Situaçom actual da lingua - X.H. Costas González
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01:13:53 min | hace 1 año
"O passado dia 18 de Janeiro, o professor e ensaísta X.H. Costas González intervéu dentro do ciclo “Língua, Literatura, e Na çom” organizado pola Agrupaçom Cultural O Facho. A sua palestra intitulada “Situaçom actual da Língua” Na sua exposiçom o conferenciante salientou a situaçom de agressom manifesta e perversa levada a cabo pola actual administraçom da Junta contra a nossa Língua. De todas as medidas tomadas polas distintas Conselharias nom há nengumha de avanço ou protecçom a Língua Galega, senom ao invés. Levando assim a cabo o desenho integrista e etnicista auspiciado polo mais rançoso nacionalismo madrilenho, consubstanciado nas FAES, que é o extermínio de qualquer expressom cultural o lingüística galega. A sua exposiçom foi ilustrada com mostras de normas ditadas polas distintas Conselharias, em especial a de Educaçom, e das inumeráveis condutas e anedotas. Ao findar a palestra houvo um distindido colóquio com o público assistente. Ligaçom original: http://agal-gz.org/blogues/index.php/ofacho/2011/01/19/o-facho-x-h-costas-gonzalez-situacom-actual-da-lingua-2
Género: Conferencias
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Degradaçom e regeneraçom do léxico galego - Carlos Garrido
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01:52:56 min | hace 1 año
No quadro das I Jornadas de Língua realizadas nos passados meses de Março e Abril em Ourense, e, posteriormente, convidado pola associaçom Aguilhoar de Ginzo da Límia para honrar o Dia das Letras Galegas de 2008, Carlos Garrido, professor da Univesidade de Vigo e membro da Comissom Lingüística da AGAL, proferiu umha palestra sobre a natureza e a actuaçom dos factores de degradaçom lexical do galego, cujo áudio disponibilizamos agora. [+...] Durante a sua exposiçom, o professor Garrido analisou e explicou pormenorizadamente esses factores de degradaçom lexical, os quais, incidindo sobre o sistema lexical galego ao longo de um período que se estende desde o século XV até à actualidade, tenhem determinado, tanto no léxico popular como no culto, um estado de descaracterizaçom e de disfuncionalidade que hoje compromete seriamente a capacidade expressiva do galego-português da Galiza. No presente documento, que regista a intervençom do conferencista e a projecçom por ele utilizada para ilustrar os conceitos analisados, o Prof. Garrido deixa apontadas as linhas-mestras de umha estratégia encaminhada à plena regeneraçom lexical do galego. Via Agal --> http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=4406
Género: Conferencias
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Passado, presente e futuro do idioma- Martinho Montero Santalha
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13:14 min | hace 1 año
Passado, presente e futuro do nosso idioma", sob este título o Catedrático José Martinho Montero Santalha ministrou em 6 de Set embro de 2003, às 16.30 h., no Salom do Liceu, uma conferência dentro do programa das «XXVII Jornadas do Ensino de Galiza e Portugal», que decorrérom na cidade de Ourense entre os dias 1 e 9 de Setembro de 2003. Oferecemos aqui, para audiçom em linha, a conferência na íntegra que começa com uma apresentaçom que correu da mão do Prof. Estraviz. A seguir, Montero Santalha desenhou uma visom geral das duas concepções da nossa língua na Galiza e para isso explicou pormenorizadamente, acompanhando um relatório que entregou aos(às) assistentes, primeiramente as diferenças entre as duas normas (reintegracionismo e anti-reintegracionismo); logo a seguir analisou a supervivência do idioma ameaçada; e finalizou com a concepçom da identidade linguística do idioma da Galiza. Ainda, a sua exposiçom se viu acompanhada por uma audiçom de exemplos de noticiários com pronúncia portuguesa, muito interessantes para os(as) galegos(as) por serem muito próximo às falas da Galiza. Via Agal --> http://www.agal-gz.org/modules.php?op=modload&name=My_eGallery&file=index&do=showpic&pid=75&orderby=titleA
Género: Conferencias
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Conversa com Artur Alonso Novelhe
En el Podcast  Língua  en  Política, economía y opinión
50:15 min | hace 1 año
Artur Alonso Novelhe escreve em galego umha poesia fresca e saudável, desde um pensamento humanista global mas também desde a ga leguidade. Acaba de lançar o seu segundo poemário: «Umha meixela depois a outra», editado pola AGAL. Estivemos com ele para conhecer mais um algo o pensamento e o sentir deste galego-mexicano. Via agal --> http://www.agal-gz.org/modules.php?op=modload&name=My_eGallery&file=index&do=showpic&pid=460&orderby=titleA
Género: Otros géneros
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Entrevista ao Profesor Ricardo Carvalho Calero
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58:33 min | hace 1 año
''Sobre língua, cultura e política na Galiza'', sob este título é que difundimos esta entrevista ao professor Ricardo Carvalho Calero, realizada a começos de 1990 por Pedro-Milhám Casteleiro e Antom Malde, poucas semanas antes do falecimento do professor. A entrevista fora cedida por Pedro-Milhám Casteleiro para a Çopyright pensamento, crítica e criação, que a tem disponível desde 1998 em formato Real Audio. Conforme se específica no número 53 da citada revista Çopyright, na entrevista Carvalho Calero conversa sobre língua, cultura e política e sobre os laços históricos e actuais entre a Galiza e Portugal. Uma pequena parte dela foi publicada na efémera revista ''Folhas de Cibrao'' (nº 1, 1990). A Galeria PGL reproduze-a na íntegra, graças ao contributo de Celso Álvarez Cáccamo e, claro, da própria Çopyright. Pode visitar e descargar a entrevista na íntegra, em formato Real Audio 5.0, no sítio da Çopyright pensamento, crítica e criação. Número 53. Via --> http://www.agal-gz.org/modules.php?op=modload&name=My_eGallery&file=index&do=showpic&pid=93&orderby=titleA
Género: Otros géneros
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Debate: Opções normativas a respeito do idioma
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52:39 min | hace 1 año
Rádio Kalimero, Compostela. Programa Arde Medúlio, (última edição do programa). Data: 29 Junho 2000 Lugar: Estúdios de Rá dio Kalimero, Compostela Participantes: Xosé Antonio Pena, Licenciado em Filologia Galego-Portuguesa; colaborador no Diccionario Cumio da Lingua Galega. Valentim Rodrigues Fagim, Licenciado em Filologia Galego-Portuguesa; autor do livro O galego (im)possível (Laiovento), tradutor e professor de Português Via Versão Original--> http://www.udc.es/dep/lx/cac/vo/20000629DR/index.htm
Género: Radio
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A introduçom do português no ensino galego (ano 2003)
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25:45 min | hace 1 año
Debate na Comissão 4ª de Cultura e Educação do Parlamento de Galiza sobre a proposição não de lei apresentada pola deputada Pilar Garcia Negro em nome do Grupo Parlamentar do Bloque Nacionalista Galego Ensino portugués no sistema escolar público do noso país. A proposição foi rejeitada com 8 votos em contra (PP), 2 abstenções (PSOE) e 2 votos em favor (BNG). Via Versão original--> http://www.udc.es/dep/lx/cac/vo/audiovisual.htm
Género: Otros géneros
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A caminhada para o castelhano - Eduardo Maragoto
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04:08 min | hace 1 año
O filólogo Eduardo Maragoto, com a utlização de textos reais, demonstra claramente como os processos de castelhanizaçom lingü ística acabam por distinguir a língua oral das diferentes geraçons na Galiza, participadoras de um contínuo lingüístico que evolui em direcçom ao castelhano. O professor Maragoto afirma que, se calhar, estes processos já som irreversíveis, pois o galego mais genuino é na realidade nos dias de hoje um galego marginal e mesmo residual do ponto de vista da fonética, do sotaque... Ora bem, foi o auditório que apontou, fruto das diversas questões que o professor foi colocando, a possível solução: o conhecimento do galego de muitas das pessoas presentes era devido a que assistiam a aulas de português ou, simplesmente, conheciam português.
Género: Conferencias
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Mesa redonda O galego é útil e necessário
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46:05 min | hace 1 año
Participantes: Xurxo Souto (músico e escritor); José Ramom Pichel Campos (engenheiro informático da empresa Imaxin Software; então Responsável de Organização do Movimento Defesa da Língua); Xosé Ramón Barreiro Fernández (Presidente da Real Academia Galega e Catedrático de História Contemporânea da Universidade de Santiago de Compostela). Moderador/ Apresentador: Xosé Manuel Fernández Costas Características da gravação: Gravado com permissão dos participantes e organizadores. Contém a introdução, intervenções, e introdução ao colóquio. Registo em cassete de áudio, estéreo. Digitalizado e comprimido inicialmente a 128 Kbps, 44 Khz, estéreo. Convertido com dbPowerAmp (gratuíto) a 24 Kbps, 11 Khz, mono. O arquivo foi segmentado em 5 partes com MusiCutter 0.7.1 (gratuíto). Fonte: Gravação de Celso Alvarez Cáccamo http://www.udc.es/dep/lx/cac/vo/20040524D/index.htm
Género: Conferencias
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O porvir do galego - Carvalho Calero e Constantino Garcia (1989)
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31:31 min | hace 2 años
Audio do debate entre Constantino García e Ricardo Carvalho Calero: "O porvir do galego" emitido na televisom de Galiza em 1986.
Género: Documentales y TV
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A ortografia actual deixa-nos órfos de Mae e irmás-Vidam Torreira
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01:08:15 min | hace 2 años
O professor Vidám Torreira partilhou connosco umha profunda reflexom sobre o processo de normativizaçom do galego e a normativa em vigor. O histórico galeguista denunciou o caminho escolhido pola RAG e o ILGA para o nosso idioma: o isolacionismo. Facto que supom nom só o isolamento em relaçom ao português senom mesmo a sua marginaçom a respeito das línguas romances e, o que talvez seja mais grave, a separaçom violenta da sua mae, o latim. Catedrático de latim e grego na USC hoje reformado, utilizou a sua viçosa sabedoria para explicar a indignaçom que lhe provocava que alguns malintencionados tenham castigado a nossa língua deixando-a orfa de mae (o latim) e sem irmaos (as língua romances), crime que nom deveríamos permitir, sublinhou. Qualificou a renúncia à ortografia histórica de “desfeita” e de suicídio. “Nom escrever a nasal palatal com o dígrafo “nh” por ter escolhido meia dúzia palavras para representar outro som (unha(s), algunha(s), ningunha(s)) nom fai sentido nengum” opinou. Valendo-se de um projector comparou as diferentes soluçons das línguas romances para demostrar em que consiste o isolacionismo. “Havia quatro filólogos que pensavam que @s galeg@s éramos parvos e nom podíamos aprender a pronunciar o “j” e o “g” à galega” e entom inventárom essa perversidade do xis “x” para todo. “Como se pode escrever “gente” com “x”? nengumha língua romance o fai e todos pronunciam de forma diferente”, afirmou. Porém, Vidám Torreira, a pesar de zangado também deu mostras de optimismo e seguro da vitória do reintegracionismo: temos todos argumentos a favor e isso é a arma mais poderosa.
Género: Conferencias
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Estratégias para a língua - Valentím R. Fagim
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01:13:11 min | hace 2 años
O actual presidente da Associaçom Galega da Língua, Valentim Rodrigues Fagim, ofereceu umha amena e interessante visom das estra tégias que podem ser aplicadas à língua galega. Apetrechado com um computador foi mostrando ao público diferentes imagens, gráfícas, desenhos e esquemas que contribuírom para manter a atençom e para lograr umha maior compreensom das teses reintegracionistas defendidas polo professor. Valentim começou com umha autocrítica, “o reintegracionismo sempre foi pouco pedagógico”, afirmou. Depois mostrou um texto em ILG e outro em norma reintegracionista para que o público visse as principais diferenças entre isolacionismo e reintegracionismo. “Temos que partir do facto de que fala e escrita som actos comunicativos distintos em todas as línguas” pois nengumha língua se fala como se escreve, sublinhou o activista lingüístico. Aliás, incidiu na ideia que já fora exposta polo professor Freixeiro há umhas semanas, “o castelhano tem prestígio, o galego da Galiza nom... nom é o mesmo que o galego seja falado por um marinheiro que por Amáncio Ortega, mas isso é assim na Galiza e em todo o mundo” recordou o docente viguês para ilustrar a realidade sociolingüística do País. Para seguir retratando a realidade do nosso idioma recorreu a umha cita do Compêndio de gramática galego-castelhana que o misterioso Francisco Mirás escreveu em 1864. Nele mostrava-se como um galego tentava confessar-se mas ao nom lhe entender o cura palavras como Nadal acabava por castelhanizá-la em “navidá”. Aliás, explicou como no século XVI o castelhano era um idioma estrangeiro na Galiza, “porque assim era percebido polos galegos e galegas”, e no século XVII a unidade lingüística galego-portuguesa era tal que os galegos e galegas emigrados a Madrid “se faziam passar por portugueses” para que nom se mofassem deles. “Porém, hoje já nada disto é assim” assegurou. Depois desta sucinto limiar o Fagim embrenhou o seu relatório para a delimitaçom das estratégias possíveis que tem a língua galega. Distinguiu entre a estratégia que opta por dividir a língua galega do seu ámbito lingüístico natural e reduzí-la à Galiza autonómica e às comarcas galegófonas do Eu-Návia, Vale de Íbias, o Berzo, a Cabreira e a Seabra, para além dos três territórios da estremadura espanhola de fala galego-portuguesa, ou reintegrá-lo com as falas luso-brasileiras e converter a aprendizagem do galego numha necessidade de grande utilidade pois suporia aprender a ler e escrever como “mais de 200 milhons de pessoas no mundo”, sentenciou. O Valentim defendeu umha estratégia para reivindicar a língua nom desde a identidade, como se tinha feito até hoje, senom desde a grande utilidade que tem para qualquer galego, da ideologia que for. Por último, o professor viguês resumiu quais som os objectivos prioritários que devem ser defendidos para a normalizaçom lingúística avançar: A distribuiçom na Galiza de revistas e jornais em galego-português com normalidade nos quiosques, a recepçom de TV´s e rádios lusófonas na Galiza, a introduçom do português no ensino secundário e promover a identidade galego-portuguesa com intercámbios entre ambas as cominidades lingüísticas.
Género: Conferencias
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Língua e transformaçom social - Francisco Rodriguez
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01:33:28 min | hace 2 años
Numha sala lotada de público e após umha sucinta apresentaçom a cargo do presidente da nossa associaçom, Rodríguez Pardo, tom ava a palavra o histórico dirigente nacionalista Francisco Rodrigues. A palestra, inserida dentro do ciclo Língua, literatura e naçom, decorreu como é habitual na sala de conferências por parte dos assistentes. Francisco Rodríguez começou por agradecer o convite ao Facho e informou de que, a seguir, ia fazer umha aproximaçom esquemática e clara sobre a situaçom da língua a nível social em ligaçom com a realidade sócio-política galega. Rodrigues assinalou que por primeira vez se estavam a produzir discursos muito agressivos contra o nosso idioma. Discursos fabricados em Madrid, exportados directamente à Galiza, e que demonstram a “involuçom democrática que está a sofrer o Estado espanhol”, sublinhou. Aliás, analisou as diferentes repercussons que estes ataques tenhem nas distintas naçons sem estado. Assim, enquanto na Catalunha os discursos fanáticos se topan com o guardachuva da classe meia catalá e de 30 anos de política linguística, na Galiza espalham-se à vontade. “Na Galiza nom houvo política linguística”, afirmou o secretário geral da UPG. Em relaçom às políticas em matéria de língua que levou avante o bipartido dixo que “o PP destruiu mais umha intençom do que umha realidade” daí que qualificara as acçons galegófobas da direita espanhola como “desproporcionadas”. “Hoje nom é possível o monolinguismo em galego, ligas a umha companhia telefónica ou de avions e nom podes falar galego. Todos temos certo comportamento diglóssico” advertiu Rodrigues com preocupaçom após fazer fincapé no alarmente retrocesso do galego, tal e como tenhem reflectido distintos organismos nacionais e internacionais como as universidades galegas ou a UNESCO. “Agora já há alguns que se atrevem a defender burradas como que o galego nom é a única língua própria da Galiza” exclamou. Tampouco se esqueceu do topónimo da Corunha. Mostrou a sua indignaçom polo facto de que personalidades que exercem cargos públicos podam desobedecer as leis, “imaginades que qualquer de nós nom obedecesse a decissom de um juiz, acusariam-nos de desacato!”. Liberdade ou imposiçom? Também dissertou o político ferrolano sobre a falsa polémica da livre escolha de língua. “Ningumha língua normal se escolhe. Um menino andaluz nom escolhe falar essa variante do castelhano, vem-lhe dada. Falar de liberdade em termos linguísticos é absurdo” reflexionou. Para além disto, salientou o facto de na Galiza estar todo determinado para que o povo fale espanhol, desde os meios de comunicaçom até a etiquetagem, todo está nessa língua. “A língua é um fenómeno social nom individual e quando há problemas linguísticos estes precisam de soluçons sociais” acrescentou. Após umha revisom rápida da história da língua galego-portuguesa, o militante do BNG sentenciou, “nos dias de hoje, umha Galiza sem galego é possível, ora bem, umha Galiza sem espanhol nom. Por tanto, qualquer democrata espanhol deveria despreocuparse pola situaçom do espanhol na Galiza”.
Género: Conferencias
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Paralelos Puerto Rico - Galiza - Mauricio Castro Lopes
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16:36 min | hace 2 años
Com um salom de expectante público, o professor e ensaísta Maurício Castro Lopes ofereceu umha interessantíssima palestra sobr e a situaçom da Língua galega dentro do Estado espanhol em parelho com a situaçom do castelá em Porto Rico O conferencista encetou a sua charla dando a conhecer uns elementais alicerces de sócio-lingüística para que os ouvintes laborasse por se mesmos a sua analise sobre a temática por ele exposta. Mostrou atravesso de um vídeo emitido pola televisom espanhola sobre a situaçom do castelám na ilha dos borícuas a existência de dous discursos por parte do reino borbónico sobre as línguas em contacto. A vez foi prova manifesta que é o poder político a ferramenta axial para o domínio de umha das línguas em conflicto. Que é o poder político quem categoriza a língua na que se desenvolverá a comunicaçom entre a Administraçom Pública e os cidadáns, que trairá como conseqüência o abocar a língua dominada ao desastre, que no nosso País é a Língua Galega
Género: Conferencias
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Normalizaçom linguística nos últimos 25 anos-Jose Manuel Sarilhe
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01:23:13 min | hace 2 años
Palestra de Jose Manuel Sarilhe o 26/03/2008 nas I Jornadas da lingua organizadas pola AGAL.
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