Áudios Novo Tempo » Encontro com as Profecias
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Áudios Novo Tempo » Encontro com as Profecias

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A voz da esperança

A voz da esperança

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A profecia para Abraão

Hoje o nome de Abraão é disputado como sendo o progenitor dos judeus, maometanos e cristãos. Antes de ser Abraão ele se chamava Abrão. Vivia em Ur dos Caldeus, com todos os seus familiares, e provavelmente nasceu em 1.950 antes de Cristo. Ali Abrão casou com Sarai. Mas o texto bíblico diz que Sarai tinha um problema, era estéril, não podia ter filhos (Gênesis 11:30). No capítulo 12:1, Deus faz um pedido especial a este homem que tinha qualidades especiais: sair de Ur.  “Sair” para um jovem não é tarefa difícil, pois os jovens gostam de viver aventuras, mas sair para um senhor de 75 anos, já não é tão fácil. Ur era a cidade onde nasceu, cresceu e onde viviam todos os seus familiares. Ur era símbolo de conforto. Mas Abrão devia sair. E o que fez Abrão diante do chamado de Deus? Juntou seus pertences e saiu com seu pai, esposa e seu sobrinho Ló. De Ur foram para Harã. Ali morreu seu pai – Gênesis 11:32. Em Harã ficaram por algum tempo, mas o destino era Canaã. Harã ficava na metade do caminho, entre a Mesopotâmia e a terra de Canaã. Alguns familiares de Abraão fixaram residência nessa cidade. Abrão saiu confiante na direção divina, e peregrinou por vários lugares tais como: Siquém, Betel, Egito, Neguebe e voltou para Betel. Nesse lugar Abraão e Ló se separaram. A promessa de descendentes havia sido feita há muitos anos. Abrão, porém, não tinha filhos. O herdeiro seria o mais antigo de seus empregados. Então Abrão questiona a Deus, em Gênesis 15:2-5: “… SENHOR Deus, que me haverás de dar, se continuo sem filhos e o herdeiro da minha casa é o damasceno Eliézer? Disse mais Abrão: A mim não me concedeste descendência, e um servo nascido na minha casa será o meu herdeiro. A isto respondeu logo o SENHOR, dizendo: Não será esse o teu herdeiro; mas aquele que será gerado de ti será o teu herdeiro. Então, conduziu-o até fora e disse: Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade.” Perceba, a promessa é repetida novamente. Mas algum tempo depois a impaciência começou a tomar conta de Abrão e Sarai. Deixaram de lado as promessas de Deus e começaram a dar uma ajudinha para Ele. Gênesis 16:1 e 2, conta o seguinte: “Ora, Sarai, mulher de Abrão, não lhe dava filhos; tendo, porém, uma serva egípcia, por nome Hagar, disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz filhos; toma, pois, a minha serva, e assim me edificarei com filhos por meio dela. E Abrão anuiu ao conselho de Sarai.” ? Na Mesopotâmia era esse o costume quando uma mulher não podia engravidar. A serva lhe dava filhos.  Ismael nasceu e começou o sofrimento, a tristeza e amargura. Hagar se julgava de forma superior a Sarai. A patroa desprezada perseguiu a empregada Hagar, que acabou fugindo. Gênesis 16:4-6. Amigo ouvinte, quanta dor, quanto sofrimento, quando nós queremos resolver do nosso jeito os desafios que são de Deus. Abrão estava vendo que o tempo racional para ter um filho estava passando. Mas Deus tem Seus planos, Deus tem Suas metas, mas, muitas vezes, queremos tomar essa função de Deus para nós realizarmos e aí nunca dará certo. Quando começamos a desconfiar que Deus não vai cumprir a parte dEle, com facilidade entramos em problemas. Mas para Deus nada é impossível. Aquele que quiser viver feliz deve parar de racionalizar as coisas espirituais. Sarai usou da lógica e concluiu que ela não poderia ter filhos e agora a “deusa” Sarai resolveria o problema. E deu tudo errado! Amigo ouvinte, nunca duvide e muito menos assuma o lugar de Deus na resolução dos problemas que são exclusivos do Senhor. Deus quando promete, cumpre. Você não precisa temer! Novamente Deus fala com Abrão, agora quando tinha 99 anos de idade, e muda o nome dele e o da mulher. Agora eram Abraão e Sara (Gênesis 17:1,5,15). No capítulo 18 temos o relato dos três anjos em forma humana que foram anunciar algo que esperaram por muito tempo. Sara teria um filho (Gênesis 18: 11-14). Deus é taxativo: “Acaso para o Senhor há coisa demasiadamente difícil? Daqui a um ano, neste mesmo tempo, voltarei a ti, e Sara terá um filho.” “Há alguma coisa demasiado difícil para o Senhor?” Amigo ouvinte, é isto que nós precisamos entender. Para o grande Deus nada é impossível. Se você está como teu coração cheio de ódio, Deus pode mudar. Se você está no mundo da prostituição, Deus pode fazer de você uma pessoa respeitável. Se você está preso por transgredir as leis do país, Deus pode dar a liberdade da alma. Creia em Deus, se envolva com as promessas dEle e nunca duvide nem tente ajudá-Lo, porque no momento que isto acontecer, a dor e a tristeza poderão tomar conta de tua vida. Com Abraão, Deus cumpriu fielmente a promessa feita.  Ele foi o pai de uma grande nação. E você, amigo ouvinte, viverá muito melhor se acreditar no Deus maravilhoso, que a Bíblia apresenta. Por isso, não esqueça da promessa de II Crônicas 20:20: “Creia no Senhor teu Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará”.
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Profecia contra Amom

A partir do programa de hoje vamos estudar algumas das profecias feitas por Ezequiel. Ezequiel, era filho de Buzi, e esteve entre aqueles que foram deportados para Babilônia. Ele é descrito como membro da comunidade dos judeus exilados que moravam próximo ao rio Quebar. É possível que sua deportação tenha ocorrido junto com o rei Jeoaquim, por volta do ano 587 AC.  Deus  o chamou para o ministério profético quando ele  tinha aproximadamente trinta anos de idade. Ezequiel começou seu ministério no quinto ano do cativeiro de Joaquim 593 a 592 AC (Ezequiel 1:2). Mas o profeta só foi para o cativeiro no ano 597 AC juntamente com mais dez mil judeus. O livro de Ezequiel pode ser dividido em duas partes. Os primeiros 24 capítulos falam da destruição de Jerusalém, e a segunda parte fala da destruição das nações vizinhas. Como já estudamos muitas profecias relacionadas com a destruição de Jerusalém, no livro de Ezequiel deixaremos de fora essas profecias e passaremos a estudar as profecias relacionadas com os povos vizinhos de Israel. A primeira profecia que abordaremos foi feita em torno do ano 590 AC. Ezequiel 25:3-5: “Dize aos filhos de Amom: ouvi a palavra do Senhor Deus: Assim diz o Senhor Deus: Visto que tu disseste: Ah! contra o meu santuário, quando foi profanado, e contra a terra de Israel, quando foi assolada, e contra a casa de Judá, quando foi para o exílio, eu te entregarei em possessão aos filhos do Oriente e estabelecerão os seus paços em ti, e porão em ti as suas moradas; eles comerão os teus frutos, e beberão o teu leite. Farei de Rabá uma estrebaria de camelos, e dos filhos de Amom um curral de ovelhas. Então sabereis que eu sou o Senhor”. Antes de analisarmos partes especificas desta profecia, preciso destacar alguns pontos muito importantes. Até aqui temos estudado muitas profecias relacionadas com o povo de Deus. Eles sofreram duras conseqüências por terem escolhido andar longe do Senhor. O castigo ou as dificuldades começaram em primeiro lugar pelo povo escolhido, mas Deus nunca poderá esquecer as demais pessoas que vivem uma vida de rebelião declarada contra Ele. Agora estava chegando a vez dos povos que desprezaram Jerusalém e o seu Deus. Há outro ponto que é bom que se entenda antes de estudarmos a profecia. Jeová, não é Deus só de uma nação.  Ele é Deus do mundo todo. Ele não faz acepção de pessoas. Todos são filhos dEle, independentemente de qual nação pertençam. O Senhor deseja salvar tantos os habitantes de uma nação como de outra. Um terceiro ponto é que estes castigos eram para a nação e não para uma pessoa especifica. As aflições preditas pelo profeta eram os únicos instrumentos que Deus possuía para levar esses povos a voltar para Ele. É curioso, mas sempre quando há uma crise maior as pessoas têm a tendência de se voltar para Deus. Há ainda um outro item que não posso deixar de analisar. Deus mantém uma estrita conta com as nações. Todas são provadas para ver se estão cumprido com os propósitos para os quais elas existem. Quando ultrapassam seus limites como nação, sofrem alguma conseqüência. Vamos então a profecia de hoje. Quem foi Amom? Amom foi um dos filhos  de Ló, com a sua filha mais nova (Gênesis 19:38). Os amonitas tomaram um território, antes ocupado por uma raça de gigantes. Quando os Israelitas estavam indo para a terra prometida foi ordenado que não os molestassem, por serem descendentes de Ló. Os amonitas, ao entrarem em contato com o povo de Israel, não demonstraram nenhuma afetividade. Sempre foram muito hostis. A religião deles era cruel e degradante. Adoravam a Moloque e esse deus exigia sacrifícios humanos. Você lembra qual foi o erro de Amom? Quando Israel foi levado cativo, os Amonitas tomaram posse das cidades pertencentes a tribo de Gade (Jeremias 49:1) e o maior pecado que cometeram foi uma coisa aparentemente simples. Se alegraram com a desgraça alheia.  O texto bíblico diz que eles vibraram quando o santuário foi profanado e a nação de Israel banida para o cativeiro. O texto hebraico que foi traduzido por “Ah”, quer dizer eles sentiram uma perversa alegria com a queda de Jerusalém. Amigo ouvinte, não foi uma coisa simples o que eles fizeram? Você vê atitudes semelhantes em nossos dias? Talvez em seu próprio lar, você já ouviu a expressão: “bem feito”. O que estas duas palavras querem dizer? Elas querem dizer algo muito simples: “eu estou feliz com o mal que te atingiu”; “eu estou feliz porque você esta sendo castigado”; “eu estou feliz com o teu sofrimento”. Aqui há uma verdade muito preciosa que eu não posso deixar de falar sobre ela. Amigo ouvinte, quando você critica, fala mal, acusa, difama, se alegra com a desgraça alheia, deseja mal ao seu irmão, você esta atingindo o próprio Deus. Deus é o nosso pai e quando você atinge um filho de Deus, você esta atingindo o próprio Deus. Este foi o pecado de Amom. Ficou feliz com a tragédia que abatia Israel. Cristo disse: “Quando fizerdes a um destes pequeninos irmãos a Mim o fizestes” (Mateus 25:40). Amom foi destruído pelas tribos nômades do Oriente. Rabá, a principal cidade, estabelecida na principal rota comercial daquela época, também desapareceu. A profecia se cumpriu mais uma vez. Amigo ouvinte, Deus não se deixa escarnecer. Por isso um dos dez mandamentos, que estão registrados em Êxodo 20:7, diz o seguinte: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão”. Nada acontece por acaso. Por isso, quando alguém estiver em dificuldade, sofrendo, e você sentir vontade de desprezá-lo, lembre-se do que aconteceu aos moradores de Amom. Eles apenas riram da tragédia de Israel e pagaram com a mesma moeda. E não esqueça: creia no Senhor Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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Profecia contra Moabe

Vamos continuar nosso estudo das profecias sobre os povos vizinhos de Israel? Ezequiel 25:8-10: “Assim diz o Senhor Jeová: visto como dizem Moabe e Seir: Eis que a casa de Judá é como todas as nações; portanto, eis que eu abrirei o lado de Moabe desde as cidades fora das fronteiras, a glória da terra, Bete-Jesimote, Baal-meom e até Quiriataim . Até aos filhos do oriente, a terra dos filhos de Amom, a qual entregarei em possessão dos filhos de Amom entre as nações”. Esta profecia contra a nação de Moabe foi feita por Ezequiel em torno do ano de 590 AC. A história dos moabitas começou em torno do ano de 2.055 AC, por ocasião da destruição de Sodoma.  Ló e suas filhas fugiram para as montanhas de Zoar e ali as jovens embebedaram o próprio pai, tiveram relações sexuais com ele e cada uma gerou um filho (Gênesis 19:30-38). Moabe foi o filho que Ló teve com a sua filha mais velha. O território de Moabe era composto em sua maior parte de planalto, a uma média de 1.300 metros acima do nível do Mar Morto. De norte a sul tinha  um pouco mais de noventa e seis quilômetros de extensão. A maior parte era usada para a agricultura e criação de ovelhas. Quando o povo de Israel estava saindo do Egito e precisava atravessar o território moabita, a permissão foi negada (Números 20:19). Moisés não teve autorização de Deus para atacar os Moabitas, por considerá-los parentes (Deuteronômio 2:9). Foi Balaque, rei de Moabe, quem convocou Balaão para amaldiçoar o povo de Israel. Também foi Moabe que planejou a destruição de Israel, usando suas mulheres para atrair os homens israelitas para a prostituição e adoração de falsos deuses. Moabe foi um povo arrogante e violento. Porém, forças hostis como os Assírios e Babilônicos, poriam fim a toda essa prepotência. Israel e Moabe estiveram em confronto muitas vezes. Os moabitas foram derrotados por Saul e também por Davi e obrigados a pagar pesados tributos a Israel. Uma das mulheres de Salomão era moabita. No dia 19 de agosto de 1868, o reverendo alemão F. Klein descobriu em Dibóm, uma pedra, que recebeu o nome de pedra moabita, onde relata que Moabe foi oprimido por Onri, rei de Israel. Menciona que Mesa, rei dos moabitas, se rebelou contra Israel ficando independente, e foi mais além: anexou em seu território cidades que pertenciam a tribo de Rubem. Gravou as suas conquistas no basalto negro que hoje é conhecida como a pedra moabita. Essa pedra está em um museu em Paris. Mas qual foi o erro que Moabe cometeu para ser destruído? Vamos buscar na história bíblica a resposta a esta pergunta. O povo de Israel sempre defendeu que Jeová, o seu Deus, era superior aos deuses dos povos vizinhos. Eles recordavam as grandes conquistas dos seus antepassados. Creio que falavam da passagem dos seus antecessores pelo mar vermelho e do pão do céu que caiu por quarenta anos. Quando os vizinhos ouviam este tipo de conversa, duas reações eram inevitáveis: a primeira reação era de admiração por esse Deus extraordinário e se convertiam ao culto a Jeová. A segunda reação era de ódio, desprezo e de profunda indignação. Ninguém gosta de ver o que lhe é precioso, ser menosprezado, diminuído, colocado em segunda categoria. O povo judeu estava colocando “Camos”, o deus dos Moabitas em posição inferior a Jeová. Camos, a divindade nacional deles, era freqüentemente acalmado com o oferecimento de sacrifícios humanos. Quando Israel foi levado ao cativeiro os moabitas entenderam que o deus dos babilônicos era mais forte e fizeram a seguinte declaração: “Eis que a casa de Judá é como todas as nações”.  Ou seja, tanto eles quanto o Deus Jeová não eram melhores do que ninguém. E se alegraram com maligno deleite diante da triste situação que seus vizinhos do oeste estavam vivendo. Em outras palavras: se alegraram com a desgraça alheia. Fizeram piadas da dor e do sofrimento de Judá. Amigo ouvinte, como o ser humano é mau. Quantos por aí gostam de rir dos defeitos físicos dos outros. Tem prazer em imitar a maneira de uma pessoa caminhar ou falar, principalmente se tiver alguma deficiência. Quando você for tentado a fazer piada, imitar ou rir da desgraça alheia, lembre-se da profecia de Moabe. O grande erro deles foi se alegrar com o problema e a desgraça dos outros. Outro pecado é que, ao dizerem que Judá era igual as outras nações, estavam definitivamente dizendo que o Deus dos Israelitas, era igual a qualquer outro. Não podemos cair nesse tipo de engano. Não zombe, não menospreze a Deus. Não faça piada suja, usando o nome de Deus. A Bíblia diz: “Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7). A profecia diz também que Deus abriria o lado de Moabe, isto é, se as cidades da fronteira caíssem, todo o restante do país seria conquistado com a maior facilidade. Ao rirem da desgraça de Judá, ao dizerem que Jeová não é nada daquilo que os judeus falavam, estavam decretando o fim deles próprios como nação. Amigo ouvinte, a profecia  de Moabe nos deixa essa preciosa lição: não devemos brincar com Deus, menosprezá-Lo ou subestimá-Lo. Ele merece todo o louvor, adoração e reconhecimento. Por isso, creia no Senhor Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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Cozinhar carne humana

A profecia que estudaremos hoje, feita em torno do ano 588 AC, está registrada em Lamentações cap.4:10: “As mãos das mulheres piedosas cozeram seus próprios filhos, que lhe serviram de alimento na destruição da filha do meu povo”. Jeremias foi um dos profetas que mais tempo gastou trabalhando incansavelmente para evitar o cativeiro de Jerusalém.  Muitos dias e noites foram usados conversando, aconselhando, para que o povo entendesse que precisava mudar. O caminho que estavam percorrendo era muito perigoso. O final seria terrível. As conseqüências seriam desastrosas. Apesar de todo o empenho, não quiseram mudar. Assim, mais cedo ou mais tarde colheriam as conseqüências da decisão tomada. Jerusalém era o palco de momentos espetaculares entre o profeta, lideres e povo. Também alvo dos inimigos impiedosos. Diversas vezes fora atacada pelos povos vizinhos, entre eles os babilônicos. Só o rei Nabucodonosor a atacou três vezes. Nunca, porém, chegaram ao extremo de comerem carne humana para sobreviverem. Volto a lembrá-lo que a profecia fora feita mais de cinco séculos antes da vinda de Cristo. O tempo passou, os judeus voltaram de Babilônia e Jerusalém continuava a viver a sua rotina. Em muitos momentos enfrentaram um clima de profunda paz, em outros, tempos de agitação e o pavor de uma nova invasão, a agonia de ver o inimigo as portas. Vinha, conseqüentemente, o desespero da fome e do cativeiro, de ter que abandonar os familiares, a casa e a cidade. Vamos para os anos 69 e 70 depois de Cristo.  Nessa época era Roma quem dominava o mundo. O império Romano exerceu seu poder de 168 AC até 476 DC. Durante esse período Jesus nasceu e foi crucificado. Roma tornou-se conhecida pela forma dura e cruel que tratava os povos subjugados. Dirigia o mundo de então com mãos de ferro. Os judeus, freqüentemente, se rebelavam contra os romanos. Uma delas aconteceu por volta do mês de maio do ano de 66 DC. O general Céstio foi enviado com a missão de manter a paz na região da palestina. Os judeus estavam reunidos para a festa dos tabernáculos. Céstio, comandante romano, cercou a cidade por muito tempo, mas não a atacou. Já foi mencionei neste programa que as técnicas de guerra do passado diferenciavam muito das atuais. A tática mais usada era o cerco. Ninguém saia e ninguém entrava. Naquela ocasião os lideres judeus estavam prontos para abrirem os portões e se entregarem, porque a fome era muito grande, quando alguém trouxe a notícia que o exército inimigo estava desmontando o acampamento. Parecia ser bom demais para ser verdade. Porém, tudo foi confirmado e o inimigo batera em retirada. No ano seguinte, em 67 DC, Vespasiano invade a palestina com setenta mil homens. Neste tempo, Nero, que era o Imperador Romano se suicidou e Vespasiano foi obrigado a voltar a Roma, para assumir o trono. Mas, no ano 70 DC, o novo imperador ordenou que seu filho Tito fosse à Palestina para terminar o trabalho inacabado que ele havia começado.  No mês de abril do ano 70 DC, logo após a páscoa, Tito cercou Jerusalém. A cidade estava repleta de estrangeiros e visitantes. O cerco durou aproximadamente cinco meses. A fome era tanta que os homens roíam o couro de seus cinturões e sandálias. Escritores dessa época relatam que os que saíam da cidade à noite em busca de plantas silvestres eram quase sempre torturados e mortos pelos romanos. Os que conseguiam retornar eram roubados pelos que estavam dentro da cidade. Milhares pereceram de fome e de peste. A afeição natural desapareceu das pessoas. Marido roubava de sua esposa e ela, de seu marido. Crianças tiravam da boca dos pais e dos idosos. A fome atingiu seu auge quando se cumpriu a profecia feita 14 séculos antes: os filhos passaram a ser servidos como alimento. As cenas de horror que viviam dentro dos muros de Jerusalém foram indescritíveis. Segundo o historiador Josefo, durante o período de cerco no ano 70, sob o comando de Tito, foram mortas aproximadamente um milhão e cem mil pessoas. 97 mil foram levadas como prisioneiros de guerra. Creio que há uma pergunta que você que me ouve deve estar fazendo neste momento: se a cidade seria destruída, porque Tito esperou tanto tempo? Os historiadores dizem que Tito não queria destruir a cidade e todo este período tinha como objetivo levar o povo a se entregar pacificamente. Não haveria necessidade de tanto sofrimento. Os lideres tiveram muito tempo, porém, não souberam usá-lo. Todo aquele sofrimento poderia ter sido evitado, se apenas a liderança fosse humilde e aproveitasse a oportunidade que Deus ainda lhes concedia. “O mal que abateu ao povo de Jerusalém, foi o resultado da obstinada rejeição do amor e misericórdia divina, os judeus fizeram com que a proteção de Deus fosse deles retirada, e permitiu-se satanás dirigi-los segundo a sua vontade. As horríveis crueldades executadas na destruição de Jerusalém são uma demonstração do poder vingador de Satanás sobre os que se rendem ao seu controle” (EGW, G.C. 34-35 ed.1962). Amigo ouvinte, aproveite as oportunidades e siga as orientações de Deus em sua vida. Creia nEle e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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Choro sem consolo

A profecia que vamos analisar hoje com certeza choca aos que a estudam. Está em Jeremias 31:15. “Assim diz o Senhor: ouviu-se um clamor em Ramá, lamentação e choro amargo: Raquel chora por seus filhos e não se deixa consolar por eles, porque já não existem.” Esta profecia, feita aproximadamente no ano 606 AC, menciona que em Ramá se ouviria um grande lamento. Definir a localização exata de Ramá é muito difícil, mas isto não diminui a sua importância e nem desmerece o que aconteceu nesse lugar. É muito provável que o profeta se referiu a Ramá, que estava próxima a tumba de Raquel, no território de Benjamim. Ficava perto de Betel, ou Jerusalém. Ramá também estava na rota pela qual seriam transportados os cativos judeus em direção a Babilônia e parece ser neste lugar um ponto de encontro de todos os prisioneiros antes de iniciarem a grande viagem em direção à Babilônia. Vamos ler Jeremias 40:1: “Palavra que veio a Jeremias da parte do Senhor, depois que Nebuzeradão, comandante de guarda imperial, o deixou ir de Ramá, estando ele atado com cadeias no meio de todos os do exílio de Jerusalém e de Judá, que estavam sendo levados cativos para Babilônia”. Um dos cumprimentos dessa profecia foi quase imediato.  Foi em Ramá que Nebuzeradão reuniu todos os cativos a fim de organizá-los para a viagem. É fácil de imaginar o que aconteceu neste local. Famílias que por ocasião da invasão foram separadas e agora estavam reunidas novamente; alguns choravam pela morte de parentes; outros choravam porque estavam sozinhos. E para aumentar a tristeza, os soldados mataram muitos ali em Ramá. O cenário era o mais triste possível. O choro, o pranto, a dor eram imensuráveis. Todos tinham motivos para chorar. Ramá tornou-se símbolo de dor e sofrimento. Este foi o primeiro cumprimento desta profecia. Mas há um outro cumprimento. Mateus 2:16-18 diz o seguinte: “Então Herodes, vendo-se iludido pelos magos, irritou-se muito e mandou matar a todos os meninos de Belém, e de todos os seus arredores, de dois anos para baixo, segundo o tempo que diligentemente inquirira os magos. Então cumpriu-se o que foi dito pelo profeta Jeremias. Ouviu-se uma voz em Ramá, choro e grande lamentação, Raquel chorando por seus filhos, recusando ser consolada, porque já não existem”. Vamos conhecer um pouco mais sobre esse Herodes, chamado de “o grande”. Era idumeu ou edomita, isto é, descendente de Edom. Nasceu em 73 AC efoi rei da Judéia entre os anos 40AC e 4 DC.  Herodes, mesmo não sendo judeu de nascimento, era judeu de religião. Casou-se com Mariamne, que era membro da família de Hasmoneanos, família esta que se opunha ao seu governo. Aos poucos Herodes foi assassinando os membros da família rival, chegando ao absurdo de mandar matar a própria mulher e até os filhos que tivera com ela. Antes de morrer ordenou que o seu próprio filho, Antipater, fosse morto. Também providenciou para que, após a sua morte, todos os seus nobres fossem assassinados. Morreu de uma enfermidade fatal no estômago e intestinos. A crueldade mais famosa de Herodes, se é que podemos dizer que crueldade produz fama, foi a morte de todos os meninos de Belém de dois anos para baixo. Belém, também conhecida por Belém Efrata (Miquéias 5:2), era uma cidade pequena que estava aproximadamente a 8 quilômetros de Jerusalém. A cidade de Belém tinha recebido poucos dias antes uma família que, em cumprimento do decreto do Imperador, estivera na cidade de seus pais para um recenseamento. A cidade estava superlotada. Não havia lugar para José e Maria. O único cantinho que sobrou foi um abrigo, onde os animais também passavam a noite. Foi ali que nasceu o menino Jesus. Na noite do nascimento do Messias apareceu no céu uma luz misteriosa que persistia no lado ocidental. Os magos do Oriente – um grupo de estudiosos que pertencia a uma classe de homens influentes, ricos e de nobre nascimento  – ficaramimpressionados com o brilho, os sábios recorreram aos rolos sagrados dos hebreus e viram que a profecia estava se cumprindo. Fizeram então uma grande viagem para comprovar o que já supunham. Ao chegarem à Jerusalém procuraram o rei Herodes, pedindo informações sobre o nascimento do novo rei (Mateus 2:1-2). Imediatamente Herodes chamou os assessores que informaram que o Messias deveria nascer em Belém. Para lá foram os magos com a garantia de que voltariam para dar informações sobre o encontro com o menino. Porém, avisados por Deus, retornaram por outro caminho. Herodes, ao saber que fora enganado, mandou matar todos os meninos de Belém, de dois anos para baixo. Enquanto Jesus fugia com José e Maria, os soldados cumpriam uma profecia feita cerca de 600 anos antes. A cena foi indescritível. Filhos foram arrancados dos braços de seus pais e executados sem nenhuma piedade. O evangelista Mateus aplicou a profecia de Jeremias a este triste episódio: “Então se cumpriu o que foi dito pelo profeta Jeremias, que diz: Em Ramá se ouviu uma voz, lamentação, choro e grande pranto: Raquel chorando os seus filhos e não querendo ser consolada, porque já não existem” (Mateus 2:17-18). Amigo ouvinte, assim foi cumprida a palavra do profeta Jeremias. Raquel, símbolo da mãe dos judeus, não aceitava ser consolada. O que de mais precioso existia fora perdido. Não havia consolo. Hoje também choramos, lamentamos, sentimos tristeza, e o que nos conforta é a garantia de Deus tudo isso vai passar e em breve viveremos o novo tempo prometido por Deus. Que a palavra de Deus o console, amigo ouvinte. Creia nEle. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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Esperar 70 anos

A profecia de hoje é uma continuação da última que estudamos sobre Jeremias 25. Vamos aos versos 11 e 12: “Toda esta terra virá a ser ermo desolado, e estas nações servirão ao rei de Babilônia setenta anos. Mas quando se cumprirem os setenta anos, punirei o rei de Babilônia e a sua nação, e a terra dos caldeus, castigando a sua iniqüidade, diz o Senhor, e farei deles desolações perpétuas”. Vimos, no último programa a luta do profeta Jeremias na tentativa de impedir que Judá fosse para o cativeiro. A desobediência e o orgulho do povo foram mais fortes. Jerusalém foi destruída totalmente no ano 586 AC. A profecia que estamos estudando foi feita lá pelo ano 606 AC. Setenta anos seria o tempo de duração do cativeiro. Após este tempo, o rei de Babilônia seria punido por todos os seus atos de crueldade contra os filhos de Deus. Amigo ouvinte, de tudo o que fazemos nessa terra teremos de dar conta. Nabucodonosor dominou o mundo de sua época com toda a força possível e no tempo devido teve de prestar contas ao Rei do Universo.  A Bíblia ensina que “quem faz injustiça receberá em troco a injustiça feita, e nisto não há acepção de pessoas” (Colossenses 3:25). Deus pedirá conta de cada uma das injustiças praticadas. Babilônia não teve como escapar. No tempo devido Deus foi visitá-los. As contas seriam acertadas. Jeremias não foi ao cativeiro. Ele ficou em Jerusalém e muitas cartas foram escritas aos seus irmãos que estavam em Babilônia para que fossem submissos às autoridades, que não participassem de movimentos de rebelião, porque no devido tempo Deus iria levá-los de volta à sua terra natal. Os capítulos 27 e 29 registram os recados de Jeremias para os cativos. Jeremias apelou aos seus irmãos em Babilônia para que vivessem uma vida normal naquele período. Toda a orientação foi dada. Os anos e eventos foram acontecendo e lá em Babilônia, Daniel acompanhava tudo com muito interesse, especialmente os movimentos políticos internos e externos. Já, na conclusão do período dos setenta anos, o neto de Nabucodonosor, Belsazar, ocupava o trono. Nesse tempo o general Ciro, sobrinho de Dario, rei da Média, cercou Babilônia. Dentro de Babilônia estava Belsazar, confiante que nenhum exército poderia derrubar os muros da cidade, nem os portões de bronze. Havia ali um grande estoque de alimentos. Não tinha razões para preocupações com o exército inimigo. Enquanto Ciro estudava uma maneira de surpreender o arrogante rei, o clima dentro dos muros era de absoluta tranqüilidade. Até uma festa foi organizada. Bebida e mulheres à vontade. Orgia e também desprezo ao Deus do Céu. Belsazar mandou trazer os vasos de ouro e de prata, que Nabucodonosor tinha tirado do templo que estava em Jerusalém, para que bebessem por eles. O rei queria provar que nada era demasiado sagrado para que suas mãos tocassem. Mal imaginava Belsazar que havia uma testemunha celestial de sua idolatria; que um divino vigia incógnito olhava a cena de profanação, ouvia a zombaria, o sacrilégio e a idolatria.  Quando a orgia ia alta uma pálida mão apareceu e escreveu na parede do palácio caracteres que luziam como fogo – palavras que, embora desconhecidas ao vasto auditório, eram um presságio de condenação ao rei, agora ferido em sua consciência e seus hóspedes. Cessou a ruidosa festa, enquanto homens e mulheres, possuídos de impressionante terror, observavam a mão traçando as misteriosas palavras. Belsazar era o mais aterrorizado de todos eles. Era ele que, sobre todos os demais, tinha sido o responsável pela rebelião contra Deus, que nessa noite alcançara o seu apogeu no domínio Babilônico. A consciência finalmente despertou. (Profetas e Reis, pg. 523-527) Naquela noite Daniel foi chamado para interpretar as palavras misteriosas.  Daniel, no capítulo 5:25-28, descreve quais foram as palavras e qual era a interpretação. Mas o que quero mencionar é que o exército dos Medos e Persas estava há dias trabalhando num projeto para desviar as águas do rio Eufrates, que cortavam Babilônia, para um outro local. Foi exatamente nessa noite que o projeto foi executado. Enquanto acontecia a festa e a sentença era dada pelas palavras escritas na parede, o exército dos Medos e Persas invadia Babilônia sem nenhuma resistência. Até os portões do rio Eufrates, que deviam estar fechados não estavam. A cidade foi tomada e Belsazar foi morto nesta mesma noite. Dario assume o trono de Babilônia, e agora o velho Daniel é prestigiado pelo novo monarca.  A profecia foi cumprida no ano de 539 A.C. quando acabaram os setenta anos e Babilônia deixou de ser a grande potência mundial. Os Medos e Persas eram agora os donos do mundo. A libertação do povo de Deus estava prestes a acontecer. O Senhor mostrou a Daniel e aos demais que Ele estava e está no controle do mundo. Amigo ouvinte, a profecia de hoje nos ensina que nós precisamos com confiança esperar no Senhor. O salmista Davi disse: “Espera no Senhor, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois no Senhor” (Salmo 27:14).  O povo esperou e Deus cumpriu a palavra dEle. Espera no Senhor, e a palavra dEle e será cumprida em sua vida também. Creia nEle e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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Destruição total

A profecia que estudaremos hoje está registrada em Jeremias, no capitulo 25: 8,9,11. Foi feita pouco tempo antes da primeira invasão de Babilônia em Jerusalém. Antes de o povo ir para o cativeiro, Deus já havia revelado como e por quanto tempo duraria a permanência do povo de Judá no exílio. “Portanto assim diz o Senhor dos exércitos: Visto que não escutastes as minhas palavras, convocarei todos os povos do norte, diz o Senhor, como também a Nabucodonosor, rei de Babilônia, meu servo, e os trarei sobre esta terra, e sobre os seus moradores, e sobre todas estas nações em redor. Eu os destruirei totalmente, e os porei por objeto de espanto e de assobio, e ruínas perpétuas… Toda esta terra virá a ser ermo desolado, e estas nações servirão ao rei de Babilônia por setenta anos”. Vamos novamente relembrar a causa desta tragédia anunciada. Os versos anteriores deixam de forma bem clara a razão desta profecia ameaçadora feita por Jeremias. O povo estava afrontando ao Senhor Deus. Durante vinte e três anos o profeta Jeremias esteve anunciando a palavra do Senhor, mas eles não o escutaram. Desde os dias do rei Josias até aquele momento Jeremias desempenhou o seu papel dia e noite, mas foi em vão (Jeremias 25:3). Antes de Jeremias, outros profetas foram enviados, mas a mensagem deles também foi recebida com muito desprezo. Apelos e mais apelos foram feitos para que se desviassem dos seus maus caminhos, ninguém, porém, deu a mínima importância. Deus sempre pediu para que não adorassem outros deuses, que não se inclinassem diante deles, mas pelo contrário ao invés de pararem, mais eles se envolviam. Jeremias capitulo 25:8 e 9 diz o seguinte: “Portanto assim diz o Senhor: Visto que não escutastes as minhas palavras, convocarei todos os povos do norte”. Os habitantes de Jerusalém não escutaram as palavras do Senhor. Amigo ouvinte, como é triste uma pessoa que não quer escutar as palavras do Senhor. Quanta dor, quanto sofrimento, quantos momentos de profunda ansiedade seriam evitados se apenas tivesse escutado/ouvido a palavra do Senhor. Muitos hoje dizem que só mudarão de comportamento se receberem uma mensagem direta de Deus, se Deus falar diretamente a eles. É provável que nunca recebam. O povo de Jerusalém estava recebendo a mensagem de Deus, mas não levava a sério. É provável que o mesmo esteja acontecendo em nossos dias, Deus continua falando, insistindo, porém muitos não estão reconhecendo.  Amigo ouvinte, por favor, entenda a importância de escutar as palavras do Senhor. A profecia diz que o povo do norte seria convocado. No norte estavam os Assírios, que foram dominados pelo exército de Nabopolassar, pai de Nabucodonosor no ano de 612 AC. Esse povo estava sob o controle de Babilônia e, no ataque a Jerusalém, formaria parte de um pelotão – certamente o pelotão suicida. Do norte vinha a maioria dos ataques a Jerusalém. Babilônia de fato ficava ao leste de Judá, mas nunca veio pelo leste, porque o caminho pelo deserto era muito difícil. Eles vieram pelas principais estradas, ao norte. Na profecia feita por Jeremias, Deus chama Nabucodonosor de “meu servo”. É impressionante pensar neste fato. Como um rei pagão é chamado por Deus de meu servo? Quem é o servo do Senhor? Amigo ouvinte, o servo do Senhor é todo aquele que se dispõe a fazer a vontade dEle. Jerusalém precisava ser castigada e no devido tempo o servo do Senhor apareceu. Deus, meu amigo ouvinte, pode usar a qualquer um para ser servo dEle. Às vezes ficamos limitando a Deus. Deus nunca pode ser colocado nos moldes humanos. Se fossemos nós que tivéssemos que aplicar uma disciplina ao povo de Judá, talvez nunca trouxéssemos uma nação mais idólatra que Jerusalém, para executar essa correção. Deus fez. Deus errou? Não, não! Ele é muito sábio para errar e bom demais para fazer qualquer mal. Durante as três invasões de Nabucodonosor em Judá uma leva de pessoas era transportada e na ultima o rei Zedequias foi preso, os seus filhos foram mortos na sua presença e depois teve os olhos vazados. Foi levado para Babilônia, completamente cego. Quando Nabucodonosor invadiu Jerusalém pela primeira vez, Jeremias orientou que se humilhassem a Deus e aceitassem pagar os tributos a Babilônia, mas o orgulho da liderança era muito grande e aos poucos foram deixando de cumprir com seus compromissos. A todo o momento surgia uma nova rebelião do povo Judeu, e buscavam ajuda de povos vizinhos, mas vinha Nabucodonosor e sufocava a rebelião, trocava o rei, levava novos cativos. A paz durava pouco tempo, e começavam tudo de novo.  Quando houve a terceira invasão, Jeremias novamente insistiu para irem até o rei e se humilharem, mas o orgulho não permitiu. O exército de babilônia estava pronto para atacar e ainda era possível poupar a cidade e muitas vidas, mas Zedequias, achou que tinha ido longe demais em sua rebelião, e ficaria muito feio para ele ir até o rei de Babilônia e se entregar. Seria muita humilhação. A cidade foi destruída, quase todos foram mortos e outros foram levados cativos para Babilônia. Somente uns poucos ficaram na cidade destruída. Daniel já estava em babilônia. Eu imagino a tristeza de Daniel ao ver seus irmãos entrando como cativos por duas vezes naquela grande capital. Jeremias foi um dos que ficou em Jerusalém. Muitas cartas foram escritas pedindo que o povo em Babilônia que não se rebelasse, mas vivesse de forma pacifica. Amigo ouvinte, não vale a pena duvidar ou agarrar-se ao orgulho. Ouça a voz de Deus. Creia nEle e você estará seguro; creia nos profetas dEle e você prosperará.
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A lição do oleiro

Nos últimos programas temos estudado profecias que tiveram que ver com o cativeiro de Judá pelos babilônicos. O profeta Jeremias foi o que mais profetizou sobre esse assunto. Jeremias queria evitar o cativeiro, a dor, a humilhação. Vamos conhecer um pouco mais sobre esse assunto? Jeremias 18:1-6: “Palavra que veio a Jeremias: Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá farei ouvir as minhas palavras. Desci à casa do oleiro, e vi que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas. Mas o vaso, que ele fazia de barro, se quebrou na sua mão; pelo que o oleiro tornou a fazer dele outro vaso, conforme bem lhe pareceu. Então veio a mim a palavra do senhor: Não posso fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? Diz o senhor. Como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel”. Essa profecia foi feita em torno do ano 605 AC, provavelmente no quarto ano do reinado de Jeoaquim e o grande objetivo de Deus ao enviá-la era para impressionar o povo de Judá, para dizer que ainda era possível reverter a situação. Deus tinha poder para mudá-los. O cativeiro não era obrigatório. Era apenas uma opção. Esse rei Jeoaquim recebeu muitas mensagens de Jeremias. A atitude dele, porém, foi de completo desprezo. Inclusive, numa ocasião, mandou queimar o rolo que continha as mensagens de advertência (Jeremias 36:23). Assim era o rei Jeoaquim, cheio de arrogância e presunção. Deus, no entanto, é perseverante. Continuou insistindo.  Uma nova mensagem foi enviada e, mais uma vez, era muito fácil de ser entendida. Deus mandou Jeremias descer até a casa de um oleiro e ver como este fabricava os vasos. A profissão de oleiro é muito antiga. Os primeiros vasos que se tem conhecimento são os vasos neolíticos – vasos muito simples. A cerâmica era grosseira, feita de massa misturada com palha. Com o passar do tempo as técnicas foram sendo aprimoradas. No tempo de Jeremias os oleiros produziam verdadeiras obras de arte. Jeremias foi até lá, pois iria receber a mensagem do Senhor para ser transmitida ao seu povo. Ao estar junto do oleiro, observando como ele desempenhava o seu trabalho, percebeu que algo saiu errado. O vaso que estava sendo feito, quebrou-se. Jeremias estava ali para aprender. O que o oleiro iria fazer? Jogaria fora o barro e buscaria um outro? Iria parar de fazer vasos porque um quebrou-se? Não, o oleiro simplesmente pegou o mesmo barro, e começou tudo novamente. Um novo vaso começou a surgir do trabalho perseverante daquele oleiro. Jeremias estava atento. O que será que Deus quer me ensinar desse trabalho simples, que estou observando? Após verificar o trabalho por algum tempo daquele oleiro, a mensagem do Senhor foi clara. “Não posso fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? Diz o senhor: como o barro nas mãos do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel” (Jeremias 18:6). Jeremias tinha mais uma mensagem a dar aos lideres e ao povo. A mensagem não era dirigida a pessoas especificas, mas a todos, de uma forma mais direta. Todo o trato de Deus estava baseado no chamado que fizera a Israel para que dessem testemunho da Sua vontade (Romanos 3:1-2), e para que Israel fosse um instrumento especial de Deus para a salvação do mundo (Genesis 12:1-3; Deuteronômio 4:6-9). Deus havia dito ao povo, de uma forma bem clara, que a obediência incondicional era o requisito indispensável para que pudesse conceder favores e torná-los uma benção para os outros (Deuteronômio 28:1-14). Também havia dito que a desobediência traria uma maldição e os descredenciaria como nação escolhida de Deus (Deuteronômio 28:15) Agora Ele estava confirmando, através de Jeremias, o que já havia dito através de Moisés. A desobediência do povo invalidaria as promessas de benção, porém assegura com toda a clareza que se ocorrer um arrependimento sincero, as ameaças também perderiam o efeito (Jeremias 18:7-10). O que Jeremias estava tentando mostrar é que se eles se arrependessem o cativeiro não aconteceria. O supremo Oleiro tinha poder para interferir no curso da história. Deus estava dando um caminho alternativo. O vaso poderia ser refeito. Era só querer. E o aconteceu afinal? A diferença entre o barro e as pessoas é muito grande. O barro não tem vida, não tem vontade. O homem tem vontade, tem desejos, questiona, critica, analisa e se posiciona. O supremo Oleiro gastou todo o tempo e esforço possível, porém não conseguiu reverter o quadro. O povo não quis. Como Deus não obriga o homem a tomar esta ou aquela decisão, Ele apenas lamenta e respeita. O que podemos aprender desta profecia condicional? Primeiro ponto. Deus é paciente e longânimo para com seus filhos. Ele sempre deu muito tempo para o homem pensar e refletir. Deus não vive apressado. Segundo ponto. Deus respeita a minha liberdade de escolher o meu futuro. Eu posso escolher o arrependimento ou o cativeiro.  Terceiro ponto. Deus sempre está disposto a me dar uma segunda chance, mesmo que eu tenha vivido no lixo deste mundo. Quarto ponto. Deus sempre me avisa o que vai acontecer. Cabe a mim a tarefa de escutá-lo ou não. Obedecê-lo ou não. Amigo ouvinte, vale a pena ouvir e fazer a vontade de Deus. Creia nEle e nos profetas dEle. Você estará seguro e prosperará.
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Uma nação de longe

As profecias de Jeremias foram, na sua maioria, destinadas aos moradores de Jerusalém. O grande sonho de Deus era impedir que Seu povo fosse para o cativeiro; que eles parassem de andar vivendo perigosamente, em pecado. A profecia que vamos estudar hoje é muito triste. Deus está de uma forma muito clara, dizendo o que aconteceria se Israel continuasse caminhada desenfreada. Está em Jeremias 5:15 e 17:  “Ó casa de Israel, trago sobre vós uma nação de longe, diz o Senhor, uma nação antiga e durável, nação cuja a língua ignoras, cuja a fala não entendes… comerão a tua sega e o teu pão, que haviam de comer teus filhos e tuas filhas, comerão as tuas ovelhas e as tuas vacas… as tuas cidades fortificadas, em que confiavas, destruirão a espada”. É bom lembrar que Jeremias começou a exercer o dom profético em torno de 627 AC e esta profecia foi feita lá pelo ano de 612 AC. Por quarenta anos Jeremias deveria estar diante da nação como testemunha da verdade e da justiça. O povo estava vivendo a mais profunda apostasia, e o grande desafio era exemplificar na vida e no caráter a adoração do verdadeiro Deus. A profecia fala de uma nação de longe, antiga, que não entenderiam a sua língua. Que nação era esta que Jeremias estava profetizando? O único poder que estava assustando o mundo nesta época era o império babilônico. A Assíria, que ficava ao norte de Israel, estava esquecida. Não tinha mais o prestígio e o poder dos anos anteriores. O Egito, ao sul, estava com a sua credibilidade ameaçada. Judá estava confiando nele para se defender, mas a grande verdade é que o Egito não conseguia mais nem defender a si próprio. A única nação que, de fato, era um perigo aos moradores de Jerusalém era Babilônia, os Caldeus, que viviam junto ao rio Eufrates. A profecia começa falando para a casa de Israel, mas isto deve ser entendido não para a parte norte que costumeiramente era chamada de Israel, mas a Judá, os únicos representantes de Israel, porque neste período a parte norte já não mais existia como nação. Na descrição do profeta, Babilônia era uma nação durável, forte, robusta. Isto já estava indicando que era um povo quase impossível de ser vencido.  Os babilônicos tornaram-se os maiores estrategistas militares. Por serem antigos, foram aos poucos se tornando arrogantes, cruéis e hábeis guerreiros. Em 612 AC os caldeus, liderados por Nebopolassar, destruíram a Nínive, e mais tarde, no ano 607 AC,  Nabucodonosor, filho de Nebopolassar, destruiu na batalha de Carquemis, o faraó Neco II do Egito. A profecia diz também que a língua seria desconhecida do povo judeu. Esta língua pode ter sido o Aramaico, que nessa época não era uma língua conhecida dos judeus ou poderia ser também a língua babilônica. Gostaria de ressaltar mais uma vez: esta profecia foi feita em torno do ano 612 AC. Essa data não pode ser esquecida ao estudarmos esse assunto. Nabucodonosor, após a morte do pai dele, foi coroado rei no dia 6 de setembro de  605, e reinou até o ano de 556 AC. Foi um período brilhante, de grandes conquistas para Babilônia. No dia 16 de março de 597 AC, Nabucodonosor invadiu Jerusalém. Destituiu o rei  Jeoaquim, e nomeou um novo rei com a missão de pagar um grande imposto a Babilônia. Zedequias tornou-se o novo rei e os melhores da cidade foram levados cativos. Nesse grupo estavam Daniel e seus três companheiros. No dia 16 de abril, os cativos iniciaram a sua caminhada em direção ao cativeiro. Deixando para trás as suas casas, terras, plantações, parte da família e amigos. A viagem foi longa e cansativa até a capital dos caldeus. A distância mais curta entre Jerusalém e Babilônia é de aproximadamente 500 quilômetros. Tiveram muito tempo para avaliarem o que estava acontecendo e a decisão errada que tomaram.  Acredito sinceramente que tudo ficou para trás, mas não o seu Deus. Deus estava com eles na caminhada. Deus, amigo ouvinte, não é vingativo. Tudo isto era para o aprendizado daquele povo e nosso também! Nabucodonosor, levou todos os vasos sagrados de templo de Jerusalém para o templo de Marduque. Jeoaquim e outros cativos de Judá são mencionados pelos nomes nas inscrições babilônicas. A palavra profética, cumpriu-se ao pé da letra. Tudo o que Jeremias profetizou aconteceu. Amigo ouvinte, é assim que acontece com todo aquele que deixa Deus de lado. Muitos hoje em dia continuam trocando Deus por coisas e até pessoas. Quantos que trocam o Deus criador do céu e da terra por um pouco de prazer, por uma namorada ou namorado não cristão, por um pouco de emoção, por um pouco de aventura. Alguns, para ganhar dinheiro ou ficarem famosos, vendem os princípios por muito pouco, mas muito pouco mesmo! Outros, para dizer que formam parte do grupo, vão no caminho das drogas e do vício. Encerrando, o que ainda podemos aprender da profecia de hoje? O povo de Judá não deu ouvidos à palavra do Senhor que veio através de Jeremias. Precisamos agir de forma diferente. Por isso, creia na palavra do Senhor! Envolva-se com ela! Não despreze a Deus nem por um minuto. Não troque a Deus por nada neste mundo! Aprenda com a história do povo de Judá. O segredo para estar seguro? Creia no Senhor Deus e na palavra dos profetas dEle e você prosperará.
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A vara e a panela

A partir do programa de hoje vamos conhecer algumas das profecias de Jeremias, um dos mais importantes profetas do Antigo Testamento. O seu nome significa “Jeová estabelece”. Jeremias nasceu em torno do ano 640 AC e morreu por volta do ano 570 AC. Viveu uma grande parte do seu tempo na cidade rural de Anatote, uma aldeia que ficava aproximadamente a quatro quilômetros a nordeste de Jerusalém, do outro lado do monte das oliveiras. Era filho de uma família sacerdotal (Jeremias 1:1). Seu pai foi Hilquias. Quando ainda era bem jovem recebeu o chamado para ser um profeta. Ao receber esta convocação sentiu-se incapaz diante de tamanha responsabilidade. O ministério profético de Jeremias teve início em torno do ano 627 AC, no décimo ano do rei Josias, cerca de 60 anos depois da morte de Isaías. Jeremias foi contemporâneo de Sofonias e Habacuque, na primeira parte da sua vida. Também, nos últimos anos, foi contemporâneo de Daniel. Jeremias é o autor da maior parte do livro, mas a tarefa de redação foi confiada ao seu fiel secretário Baruque (Jeremias 36:4). O profeta trabalhou mais de vinte anos tentando persuadir o povo de Judá para que se voltasse para Deus. O ministério de Jeremias abarcou os últimos quarenta anos de existência de Judá como uma nação independente. Outro ponto que merece ser destacado é que nos dias de Jeremias três grandes potências disputavam a supremacia do mundo da época: Assíria, Egito e Babilônia. A profecia que vamos estudar hoje está registrada no primeiro capítulo, versos 11 e 13: “Veio a mim a palavra do Senhor: O que é que vês, Jeremias? E eu respondi: Vejo uma vara de amendoeira. Veio a mim a palavra do Senhor segunda vez: O que é que vês? E eu respondi: Vejo uma panela a ferver, inclinada para o norte”. A visão profética de Jeremias trata de dois símbolos. Uma vara de amendoeira e uma panela fervendo. Qual o significado desta visão profética? O que podemos tirar de lições dessa profecia no século 21? A pergunta de Deus foi: o que você está vendo? Muitos líderes e liderados religiosos não querem ver o que Deus está lhes mostrando, porque aquilo que estão vendo pode estar indo contra o que pensam ou fazem. Muitos hoje em dia, inclusive líderes religiosos, lêem a Bíblia, mas praticam e ensinam o que está de acordo com o que pensam, aquilo que acham certo ou lógico. Esquecem da solene responsabilidade que têm de ensinar todas as doutrinas da Bíblia. Se você é um líder religioso, veja o que Deus está mostrando através da Bíblia, mesmo que isto contradiga as tradições de sua família ou os ensinos de sua própria igreja! Jeremias disse: “eu vejo uma vara de amendoeira”. Que significava isto para os habitantes de Judá? Segundo os teólogos, a vara de amendoeira simbolizava a ameaça ao governo de Judá pelo poder Babilônico, representado por Nabucodonosor. Como já foi dito, o profeta estava avisando mais uma vez que Israel teria problemas com os seus vizinhos. No tempo de Jeremias, os Caldeus, ou Babilônicos estavam conquistando o mundo. Os Caldeus tinham invadido a capital dos Assírios no ano 612 A.C. Nínive, fora tomada e estava sob outro governo. Sete anos mais tarde, na famosa batalha de Carquêmis, os Egípcios e  os remanescentes assírios, foram destruídos. Já a panela fervendo, inclinada para o norte, simbolizava que todas as invasões que Israel sofreria viriam do lado norte. Jeremias profetizou isto em torno do ano de 627 AC e a primeira batalha após essa profecia foi lá pelo ano de 605 AC quando os babilônicos derrotaram o Egito e a Assíria em Carquemis; e Daniel e outros judeus foram levados cativos para Babilônia. No ano de 598 AC Babilônia invadiu Jerusalém novamente e não parou por aí. Dez anos depois, em 588 AC, uma nova invasão, agora com um prolongado cerco. Um ano mais tarde, Jeremias, que orientava o povo a render-se aos Babilônicos acabou sendo preso, sob acusação de traição (Jeremias 32:1-2). Quais as lições que esta profecia pode nos ensinar? A primeira grande lição é que você não fugir diante do chamado divino. Deus, amigo ouvinte, chamou o profeta Jeremias para uma tarefa muito difícil, mas o que quero chamar a atenção neste momento é para a reação ou resposta do profeta. Ele foi firme e decidido em anunciar aquilo que Deus lhe havia mostrado. A história conta que queriam até matá-lo, porém, ficou fiel à mensagem que Deus O revelara. Amigo ouvinte, o que você está fazendo com o que Deus tem lhe mostrado ao longo de sua vida? O que você está fazendo com as verdades que você conhece da Palavra de Deus? Tem dividido essas mensagens com aqueles que ainda não sabem? Não tenha medo de fazer o que Deus está pedindo, mesmo que tudo pareça difícil ou impossível. A outra lição que precisamos tirar é de qual lado ficaremos. Hoje há muitos que conhecem a vontade de Deus, mas quando colocados diante de uma decisão ou escolha, acabam ficando do lado do povo e contra Deus, pois raciocinam que a voz do povo é a voz de Deus.  Mas quem disse que a voz do povo é a voz de Deus? Onde isto está escrito? Amigo ouvinte, a voz do povo nunca foi a voz de Deus. A voz de Deus está naquilo que Ele revelou. Ou seja, na Bíblia. De que lado você vai ficar? Fique ao lado de Deus! Creia nEle e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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Encontro semanal e mensal

A profecia de hoje é uma continuação da grande profecia que estudamos nos dois últimos programas. Vamos fazer uma pequena recapitulação? Israel, por sua desobediência, acabou sendo conquistado por vários povos. No tempo de Isaías, o problema eram os babilônicos que estavam invadindo Jerusalém. Havia uma profecia, feita por Jeremias, que após o cativeiro babilônico, que duraria setenta anos, o Senhor os visitaria. “Acontecerá, porém, que, quando se cumprirem os setenta anos, visitarei o rei de Babilônia, e esta nação…” (Jeremias 25:12). Depois desses 70 anos Deus tinha um grande projeto para Jerusalém e seus moradores. Eles iriam viver mais, a mortalidade infantil seria erradicada, ninguém morreria prematuramente, os animais seriam mansos e dóceis, o instinto selvagem desapareceria para sempre. Jerusalém seria uma miniatura do reino de Deus. Após retornarem do cativeiro, surgiram vários lideres que conduziram o povo para uma relação maior com Deus. Entre eles Esdras e Neemias. Ao lermos sobre eles temos uma idéia geral das grandes reformas que desejavam fazer, principalmente no que se refere a adoração e obediência. Depois disso podemos entrar na profecia feita por Isaías, que está no capítulo 66:23: “De uma lua nova à outra, e de um Sábado ao outro, virá toda a humanidade a adorar na minha presença, diz o Senhor”. Veja que a profecia de Isaías revela que chegaria um dia em que toda a humanidade estaria diante de Deus para adorá-lo. Se Israel não cumpriu com o propósito de Deus, quem então cumprirá? Se a profecia não se cumpriu nos dias do povo judeu, quando então se cumprirá? Vamos então buscar entender, quando esta profecia se cumprirá na sua totalidade. Gostaria que você me ouvisse sem nenhum preconceito, afinal a base de tudo que temos estudado até aqui tem sido e continuará sendo a Bíblia. Quero lembrá-lo que o grande problema desta profecia não é o Sábado, mas sim a quem adorar e, então, como conseqüência, quando adorar. O problema da adoração já é antigo. Após a rebelião de Lúcifer no céu, o grande ponto em discussão era a quem adorar e a quem obedecer. Lúcifer queria ser também objeto de adoração. Queria toda a adoração para si (Isaías 14:13-14). A segunda acusação dizia respeito à obediência. Segundo Lúcifer, era impossível que a criatura pudesse obedecer os princípios preservadores da vida estabelecidos pelo criador. Portanto, o anjo caído tentou destruir a palavra de Deus. O conflito cósmico teve inicio no céu e foi transferindo para este planeta. Foi fundamentado nestes dois pontos: adoração e obediência. Ao longo da história, o inimigo vem tentando atrair a adoração dos homens para si e, ao mesmo tempo, tem procurado desvirtuar a palavra de Deus. Para alcançar esses dois objetivos, ele usa todos os métodos possíveis: engana, fascina, mente, esconde, disfarça, e quando isso não dá certo, persegue, violenta, mata e destrói. A profecia diz que um dia toda a humanidade iria adorá-lo. Um dia Deus será reconhecido como o único Deus, o Criador, o soberano de todo o universo. Um dia o inimigo de Deus não mais existirá. Junto com ele desaparecerão para sempre todos os resquícios de pecado e maldade. Como a profecia não se cumpriu plenamente com Israel, quando terá, então, seu desfecho final? A Bíblia é clara ao dizer, tanto no Apocalipse, quanto nos evangelhos, que será quando Jesus retornar segunda vez para buscar aqueles que O escolherem. Estes passarão um período de “férias” no céu por mil anos. Depois disso a terra será purificada com fogo e recriada para ser a morada eterna dos filhos de Deus de todas as épocas (João 14:2 e Apocalipse 20:10). Nesse novo mundo, nesse novo estado de coisas, nesse novo tempo, os habitantes terão um encontro semanal com o Criador aos sábados. Repito o texto de Isaías 66:23: “De uma lua nova à outra [de mês em mês], e de um Sábado ao outro, virá toda a humanidade a adorar na minha presença, diz o Senhor”. Esse assunto do sábado é tão importante quando simples de entender. O dia para o repouso, adoração e bênção de Deus foi instituído na primeira semana da criação do planeta Terra. Depois foi observado pelos patriarcas e, anos mais tarde, pelos israelitas. Deus, inclusive, incluiu em um dos mandamentos, o quarto, a recomendação expressa de observância do sábado (Êxodo 20:8-11). Jesus, a mãe dEle, virgem Maria, todos os apóstolos e seguidores do cristianismo observavam o sábado religiosamente. Inclusive anos e anos depois da ressurreição de Jesus. O próprio Jesus chegou a declarar: “Não pensem que vim destruir a lei os profetas; não vim destruir, mas cumprir [dar o exemplo]” (Mateus 5:17). A profecia de Isaías diz que no novo céu e na nova terra, no lar que Jesus foi preparar, teremos prazer em adorar o Criador no dia de sábado. Aí essa profecia terá o seu cumprimento pleno. Hoje ela está tendo um cumprimento parcial, em breve, porém acontecerá o cumprimento total. Amigo ouvinte, Deus convida você hoje a seguir o exemplo de Jesus, da virgem Maria, dos santos apóstolos, dos grandes vencedores da Bíblia para observar o dia de sábado como dia separado para adoração, descanso e gratidão. Faça isso e saiba que ao crer em Deus e fazer a vontade dEle você estará seguro. Ao crer e seguir as orientações dos profetas, você prosperará!
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A nova terra que não aconteceu

No ultimo programa estudamos a primeira parte da profecia feita a Isaías no ano 698 AC. Continuaremos hoje estudando a respeito da resposta de Israel ao grande sonho de Deus. Vimos que no sonho de Deus as crianças não nasceriam para uma vida de poucos dias. Essa era a promessa para Israel ao voltar do cativeiro babilônico. Isto quer dizer que não haveria mortalidade infantil. Vamos rever a profecia novamente? “Vede, eu crio novos céus e nova terra. Não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão… Folgarei por causa de Jerusalém, e exultarei no meu povo; nunca mais se ouvirá nela nem voz de choro nem voz de clamor. Não haverá mais nela criança que viva poucos dias, nem velho que não cumpra os seus dias; aquele que morrer com cem anos, será tido por jovem… Edificarão casas, e nelas habitarão; plantarão vinhas e comerão do seu fruto. Não edificarão para que outros nelas habitem, nem plantarão para que outros comam… O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, e o leão comerá palha com o boi” (Isaías 65:17 a 25). Assim como não haveria crianças para durarem poucos dias, também não existiriam velhos que não cumprissem os seus dias, ou seja, as pessoas não seriam tiradas deste mundo em plena atividade. Hoje com freqüência lamentamos a morte de pessoas ainda jovens, que deixam para traz uma carreira promissora, filhos por criar e muita saudade. Nessa nova terra que Deus tencionava preparar para os filhos dEle, após voltarem do cativeiro, não haveria pessoas adultas que morreriam sem terem completado o ciclo de vida. Mas quanto tempo as pessoas viveriam? Na profecia nós encontramos a resposta. Aquele que morrer aos cem anos, será tido por jovem. O que Isaías esta tentando dizer é que nesse novo mundo, as pessoas viveriam muito mais. A pessoa quando morresse aos cem anos, seria considerado pelo grupo como um jovem. O povo judeu viveria muito mais que os outros povos. Você percebe o que iria acontecer e o tamanho dessa influência? Haveria uma curiosidade, uma procura dos outros povos pelos segredos da longevidade dos israelitas. Aqui esta a beleza desta profecia. Os habitantes de Jerusalém iriam dizer que não usavam nada de especial, e o que estava acontecendo entre eles era fruto da obediência às leis do Deus criador do céu e da terra. Outro detalhe importante na profecia de Isaías é sobre a construção de casas e sua habitação. Nos dias de Isaías os Israelitas haviam perdidos as casas, campos e plantações, devido a invasão dos povos inimigos.Plantavam, porém quem desfrutava dos frutos eram os invasores. Famílias eram separadas e espalhadas por lugares diferentes. No sonho de Deus, porém, não existiriam mais pessoas que plantassem e não pudessem aproveitar dos frutos. Não haveria mais pessoas construindo casas para outros morarem. Cada um desfrutaria do que plantou ou construiu. Invasões, nunca mais. Separações, nunca mais. Ainda dentro da grande profecia o lobo e o cordeiro viveriam juntos. O leão comeria palha com o boi. Como aconteceria isto? A cidade de Jerusalém seria, em certo sentido, o centro da atuação de Deus neste mundo. Desejava, através do povo dEle, chamar a atenção do mundo para Criador do céu e da terra. As mudanças seriam visíveis tanto nos homens quanto nos animais, que pela atuação divina seriam transformados de ferozes, carnívoros, em animais mansos, dóceis e viveriam de forma natural como tinham saído das mãos do Criador logo após a criação do mundo. A grande razão do plano de Deus não ter sido cumprido foi a atitude voluntária de rejeição por parte do povo. Infelizmente nós encontramos também em nossos dias, pessoas agindo da mesma forma com relação a verdades e promessas da Bíblia. Porém, eu tenho uma grande notícia para você. O plano de Deus continua de pé! Deus não mudou de plano! O sonho dEle foi apenas adiado.   Quando Jesus esteve aqui, foi rejeitado também. Mesmo assim, quando regressou ao Pai, deixou a promessa de um lar muito maior e melhor do que a profecia de Isaías. O apóstolo João, no Apocalipse, descreve com detalhes. Tudo é muito parecido com o que Isaías escreveu. Jesus não vai mais investir na velha Jerusalém. Ele agora promete uma nova Jerusalém, e nesta nova terra e novo céu, a profecia de Isaías vai ter o seu cumprimento total com todos aqueles que de fato aceitarem o Deus do céu e se envolverem com a palavra dEle. Amigo ouvinte, hoje você também tem a oportunidade de responder positivamente ao plano de Deus. O povo de Jerusalém falhou, rejeitou, fracassou. A você é dada a oportunidade de ser herdeiro de um lugar muito mais belo que o apresentado para Isaías. Na profecia de Isaías ainda haveria morte, porém, no lar que Jesus foi preparar, que é descrito pelo apóstolo João, a morte não mais existirá. Não seja descrente ou desobediente como foram os que ouviram a profecia de Isaías e os que conviveram com Jesus. Aceite o presente de Deus, prepare-se para o encontro com Ele vivendo os ensinamentos da Palavra que Ele deixou. Creia em Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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Nova terra para Israel

A profecia que estudaremos no programa de hoje vai nos fazer sonhar de uma forma muito intensa com o futuro. Está em Isaías 65:17 a 25 e, entre outras coisas, diz: “Vede, eu crio novos céus e nova terra. Não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão…Folgarei por causa de Jerusalém, e exultarei no meu povo; nunca mais se ouvirá nela nem voz de choro nem voz de clamor. Não haverá mais nela criança que viva poucos dias, nem velho que não cumpra os seus dias, aquele que morrer com cem anos, será tido por jovem… Edificarão casas, e nelas habitarão; plantarão vinhas e comerão do seu fruto. Não edificarão para que outros nelas habitem, nem plantarão para que outros comam… O lobo e o cordeiro  apascentarão juntos, e o leão comerá palha com o boi”. Essa profecia foi feita pelo profeta Isaías, aproximadamente no ano de 698 A.C. Para entendê-la corretamente é preciso um pouco mais de atenção. Por isso, vamos voltar um pouquinho na história. Deus tinha um sonho com Abrão, quando o chamou de Ur dos caldeus. Deus queria que Abrão fosse o pai de uma grande nação. Esta nação seria  representante de Deus aqui nesta terra. O nome Abrão não servia para o tamanho do sonho de Deus, e o nome foi trocado para Abraão, que significa “pai de muitas nações” (Gênesis 17:5). A família de Abraão foi crescendo, os seus descendentes foram prosperando. A família de Jacó, neto de Abraão, era grande e vivia numa região castigada pela seca e pela fome. Todos se mudaram para o Egito, pois lá já estava José. Após a morte de José os problemas começaram a surgir para os israelitas. Por fim se tornaram escravos dos egípcios. Deus, através de atos poderosos, livrou o povo do cativeiro, e no plano de Deus, os Israelitas deveriam ser referência para o mundo, a partir de então. Dizem os historiadores que Deus colocou os Israelitas na encruzilhada do mundo. Todas as grandes estradas passavam pelo território de Israel. O sonho que Deus tinha com Israel era que se tornasse uma poderosa influência para as nações vizinhas. Israel falhou e foi para o cativeiro. Deus esperava que após 70 anos no cativeiro Babilônico, aprendessem a lição. Na profecia de Isaías, ao voltarem do cativeiro, passariam a viver uma nova situação – novo céu e nova terra. O que temos que entender ao estudar esta profecia é o quê o profeta queria dizer com novo céu e nova terra. Todos os que estudam a Bíblia, ao lerem Isaías capitulo 65 crêem que o profeta esteja falando da nova terra, apresentada por João no Apocalipse. Os que crêem desta forma têm dificuldade em explicar a morte de velhos como ali é apresentado. Na nova terra que João descreve no Apocalipse, a morte não mais existirá. Essa nova terra para os judeus significava, entre outras coisas: Não teriam lembrança do seu passado de pecados, desobediência e de cativeiro. O passado seria esquecido. Todo o sofrimento da escravidão ficaria no esquecimento. Lembranças produzidas das separações não teriam mais importância. Ao voltarem para casa, em Jerusalém, o que encontrariam seria um mundo completamente diferente. O profeta estava afirmando que se eles fossem fiéis herdariam um lugar tão lindo, tão bonito, tão diferente, que eles não teriam nenhuma vontade de ficar pensando no passado. A paz e a glória da terra nova sobrepujariam os problemas e as angustias que viveram. A segunda boa notícia é que o Deus criador do céu e da terra, não é um Deus que vive apegado ao passado, Ele é um Deus do presente. O homem tende a se apegar muito ao que ficou para trás. O meu passado amigo ouvinte, é tão insignificante que o Deus todo poderoso, não tem nenhum interesse nele. O passado não nos pertence mais. Esta profecia é uma prova disto. Por isso gostaria de dizer a você: não viva preso a nenhum sentimento relativo ao seu passado. Se você cometeu algum delito, algum grande ou pequeno pecado, peça perdão a Deus e a seu semelhante, e viva em paz com a sua consciência. Não há razão para temer nenhum passado, quando no presente eu estou ao lado de Jesus. Se, em algum momento, alguém vier jogando em seu rosto o seu passado, lembre-se que isto é próprio do ser humano, mas graças a Deus é só do ser humano, não é de Deus. Na profecia de Isaías, Deus tinha um grande sonho com esta cidade. Ela seria a capital do mundo, uma referência para os outros lugares e culturas. Quando voltassem arrependidos e dispostos a servir ao Deus do céu, Jerusalém seria objeto de alegria perene de todos os seus habitantes. Nenhum morador teria razão para entristecer-se por nada! A cidade, nos dias de Isaías, sofria com a presença constante de inimigos diante de seus muros. No sonho de Deus, porém, isso também chegaria ao fim.  Na profecia é garantido que não haveria neste novo céu e nova terra, crianças de poucos dias. Isaías estava consolando os pais que, ao serem atacados, não tiveram tempo para defender aquilo que de mais precioso possuíam: os filhos. Esses, como profetizado, não durariam poucos dias, mas teriam uma infância calma, segura e feliz. No próximo programa vamos estudar a resposta de Israel a esta profecia. Antes, porém, quero encerrar com a promessa da Palavra de Deus: creia no Senhor Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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Brotando em terra seca

A profecia que estudaremos hoje está em Isaías 53:2-5 e diz o seguinte: “Ele foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca. Não tinha parecer nem formosura; e, olhando nós para ele, nenhuma beleza víamos para que o desejássemos. Era desprezado, o mais indigno entre os homens, homem de dores, e experimentado no sofrimento. Como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; contudo, nós o consideramos como aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”. Essa profecia foi feita pelo próprio Isaías em torno do ano de 712 AC. Se você estudar o livro de Isaías com atenção verá que a profecia sobre o Messias começa no capítulo 52:13 e termina no final do capítulo 53. O Messias era esperado por todos, em todas as gerações. Adão, já em seus dias aguardava o Messias prometido pelo próprio Deus. Aproximadamente 70 anos antes Isaías descreveu como seria a atuação desse tão esperado Messias. Quero neste programa fazer uma comparação entre o que foi profetizado e o que aconteceu quando Cristo veio a este mundo como um homem. A profecia diz que “Ele foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca”. Esta expressão significa que o desenvolvimento do Messias estaria em acordo com a leis naturais do desenvolvimento humano. Isto quer dizer que o Messias teria uma vida normal, como qualquer um de nós. Jesus não teria uma vida diferente das demais pessoas de sua época. Lucas 2:52 afirma que: “crescia Jesus em sabedoria e em estatura, e em graça para com Deus e para com os homens”. A outra expressão interessante no texto é como “raiz de uma terra seca”. Uma planta que nasce em terra seca, sem água, não cresce e nem é atrativa. Através dessa ilustração, o profeta Isaías está mostrando que os dirigentes não encontrariam em Jesus nada que os atraísse. Perceba, amigo ouvinte, que Cristo não chamava a atenção para si. Ele era uma pessoa normal como as demais, porém com uma grande diferença: era perfeito em Seu caráter. Hoje muita gente busca um corpo perfeito, não importando o quanto tenha que gastar em dinheiro. As clínicas de cirurgia plástica vivem com agenda lotada. Há uma obsessão pelo corpo perfeito. Quero dizer que não vejo nada de errado em buscar uma cirurgia de correção, mas o mundo não precisa de modelos apenas no corpo, mas sim de grandes modelos de caráter! A grande crise em nossos dias é de caráter.  Jesus não tinha um corpo de modelo, mas tinha um caráter modelo, e isto incomodava as pessoas da sua época. Muitos pintam quadros de um Jesus semelhante a um galã de televisão, mas a profecia já mostrava que o Messias seria uma pessoa normal, igual a qualquer outra. Não havia nenhuma beleza especial no corpo de Jesus. Ele era tão parecido fisicamente com os demais que, no momento que Judas negociava o preço da traição, deu a seguinte idéia: “Aquele que eu beijar, esse é; prendei-o e levai-o com segurança” (Marcos 14:44). Ou seja, Ele era muito parecido com as pessoas de Sua época. Isaías, ao descrever o futuro Messias, o apresenta como um homem que seria desprezado e homem de dores. Durante toda a sua vida, Jesus soube o que significa ser desprezado. Bem poucos estiveram verdadeiramente ao lado dEle. A grande maioria que esteve ao lado dEle foi apenas para usufruir de alguma coisa que os interessava. Algumas vezes era o pão, outras vezes era a cura de uma doença qualquer. Os líderes religiosos sempre estiveram numa posição de critica e de desprezo. Nunca reconheceram as obras que Cristo fazia como vindas de Deus. Na sua própria cidade, uma vez a multidão desejou matá-lo, por pensarem que Ele era um impostor (Lucas 4:29). Na noite de maior dor, de maior angustia, os seus amigos dormiam. Quando foi preso, quase todos fugiram e o que o acompanhava de longe o negou. O verso 5 diz que Ele foi ferido pelas nossas transgressões e pelas suas pisaduras fomos sarados. Ele passou por tudo isso para resgatar o homem que havia dado o domínio deste planeta ao diabo, através de Adão e Eva, lá no princípio. Era preciso pagar o preço. Isso tudo não pegou Deus de surpresa. E Ele, através de Jesus, pagou o altíssimo preço na cruz do calvário para nos salvar. Gênesis 2:17 diz que o preço dessa desobediência era a morte. E Jesus morreu essa morte eterna no lugar do homem. Venceu onde Adão fracassou e com isso pôde dizer, no alto do madeiro: “Está consumado. Está feito!” Amigo ouvinte, como você viu, Isaías profetizou tudo isso quase 700 anos antes de acontecer. Cada detalhe do Messias sofredor e o incomparável sacrifício que faria para salvar a humanidade. Você tem seu coração agradecido por tão grande e generosa salvação? Já aceitou a Jesus como salvador pessoal de sua vida? Se ainda não, aproveite esse momento. “Crê no Senhor Jesus Cristo e você será salvo”. Esta é a garantia da Bíblia! Que Deus abençoe e fortaleça sua decisão. Não desanime! Em breve Ele vai voltar para buscar os que O aceitarem. Por isso, creia nEle e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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A queda da arrogante

A profecia que estudaremos hoje foi feita pelos profeta Isaías e Jeremias. Só para nos situarmos no tempo, Isaías era profeta no reino do sul, com a capital em Jerusalém e desempenhou as suas funções como profeta por aproximadamente quarenta anos, entre 742 a 687 AC. Jeremias também era profeta no reino do sul, mas viveu na época que Judá estava enfrentando o ponto mais baixo do seu declínio como nação. Ele nasceu em 640 AC e morreu cerca do ano 570 AC. A profecia diz o seguinte: “Desce, e assenta-te no pó, ó virgem filha de Babilônia; assenta-te no chão, sem trono, ó filha dos caldeus. Nunca mais serás chamada mimosa e delicada” (Isaías 47:1). Jeremias assim profetizou: “Tomada é Babilônia, confundido está Bel, caído está Merodaque, confundido estão os seus ídolos, caídos estão os seus deuses” (Jeremias 50:2) “…E o muro de Babilônia cairá” (Jeremias 51:44). Deus revelou tanto a Isaías como a Jeremias o futuro do maior e mais arrogante império que dominou o mundo antes de Cristo. Deus mostrou o que iria acontecer com a grande e poderosa cidade de Babilônia. Mais de 200 anos após o primeiro profeta afirmar que Babilônia iria cair, ela caiu. No ano 538 AC os soldados dos Medos e Persas destruíram os caldeus e Ciro começou a reinar. Foi aí que começou a queda da cidade sanguinária e arrogante. Lembre-se que a profecia era dupla. O poder do mundo passaria para outro povo e a cidade que representava este poder também iria desaparecer. Vamos ver algumas partes da grande profecia da queda de Babilônia. Isaías, entre as muitas coisas que menciona, registra que chegaria um tempo que Babilônia estaria assentada no pó, no chão e sem trono. Volto a repetir, quando isto foi profetizado, Babilônia estava no auge de seu poder, era a capital do mundo. E como era a vida em Babilônia? O ouro era usado em abundância. O próprio Jeremias descreve a capital dos caldeus como um copo de ouro (Jeremias 51:7). Nos templos, o ouro era usado sem nenhuma economia. Babilônia chegou ao auge, na época de Nabucodonosor, que governou de 605 a 556 A.C. Só como informação, foi este rei que destruiu Jerusalém no ano 587 AC. Nabucodonosor fez de tudo para converter a cidade no maior império mundial. Havia um antigo palácio, que no seu tempo, teve o tamanho duplicado.  Esse palácio ficava na avenida das procissões, que tinha uns três quilômetros de extensão. A queda de Babilônia tem duas fases. A primeira é a queda do domínio Caldeu. Essa queda aconteceu quando os Medos e Persas se uniram para tomar posse da cidade dourada. Isto aconteceu no ano 538 AC. Após derrotarem os babilônicos, vem a segunda fase. A capital começou a entrar em declínio quando Ciro mudou a sede do governo para Susã. Assim Babilônia foi sendo deixada de lado pelos governantes e todo o seu luxo beleza, aos poucos começou a desaparecer. A cidade mimosa, como é dita por Isaías, nunca mais seria assim conhecida ou chamada. Uma outra parte da profecia de grande importância é a predição da queda de todos os deuses de Babilônia, desde o menor até o maior. Bel jazeria confundido e Merodaque estaria caído. Sabe o que tudo isso significava? Nas guerras dessa época, o que estava em jogo era a força do deus de cada povo. Cada deus era levado para o campo de batalha. Quando o exército vencedor comemorava a vitória, de fato o que estava comemorando era a vitória do seu deus. Isaías e Jeremias estavam, portanto, declarando o fim dos deuse dos caldeus. Merodaque estaria no chão. Merodaque era o principal deus do panteão babilônico e o deus patrono da cidade de Babilônia. Merodaque era tão respeitado que muitos nomes continuam esse acréscimo. Um dos exemplos é o de Merodaque-Baladã, um embaixador de Babilônia, que foi a Jerusalém visitar Ezequias quando estava doente. A profecia da queda dos muros era quase inacreditável. Os muros de Babilônia eram inigualáveis. Tinham, em algumas partes, 127 metros de altura e 27 metros de espessura. Um profundo e largo fosso com água circundava as muralhas.  A palavra do Senhor foi cumprida plenamente. Tudo aconteceu como o Deus falou. Hoje, da velha Babilônia, pouca coisa pode ser vista. O turista que for visitar o Iraque poderá ainda ver as ruínas do palácio do rei, o portão adjacente, chamado de Isthar e um pouco de ladrilhos que se desintegram cada vez mais com o passar do tempo. Que lições podemos tirar dessa profecia? A principal lição que devemos retirar é que nunca devemos duvidar da palavra do Senhor. Por mais impossível que o assunto possa parecer, confie no que Deus está dizendo. Não duvide da palavra do Senhor! A palavra do Senhor muitas vezes contradiz a lógica. A segunda lição é que Ele está no controle deste mundo. Deus não morreu como muitos já afirmaram. Ele está vivo e está no controle absoluto deste planeta. A terceira lição é que o orgulho sempre precedeu a queda. Em toda a história vamos encontrar o fim de todos os orgulhosos e arrogantes. Por isso, creia no Senhor Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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A profecia do retorno

A profecia que estudaremos está em Isaías 44:28, que diz o seguinte: “Quem diz de Ciro: É meu pastor, e cumprirá tudo o que me apraz; dizendo também a Jerusalém: Sê edificada; e ao Templo: Funda-te. Eu despertarei a Ciro na minha retidão: Endireitarei todos os seus caminhos. Ele reedificará a minha a minha cidade, e soltará os meus cativos não por preço nem por presentes, diz o Senhor dos exércitos”. Esta profecia foi feita por Isaías aproximadamente no ano de 712 AC. Esta data é muito importante porque Ciro só veio a existência 150 anos depois. Deus já havia revelado ao profeta o nome do libertador de Israel do cativeiro Babilônico um século e meio antes do próprio libertador nascer. Acredita-se que Ciro nasceu em torno do ano 600 AC. Ele é conhecido por ser o grande conquistador de Babilônia, que nessa época era o maior império do mundo.  Ciro governou Babilônia de 539 AC até a sua morte, em 530 AC. Foi o fundador do império Persa. Xenofonte, escritor moralista grego, que viveu em torno dos anos 430 a 335 AC escreveu um livro sobre Ciro que recebeu o nome de Ciropédia, onde Ciro aparece como um soberano modelo. Ciro é descrito por Xenofonte como o primeiro imperador a lançar bases para um império mundial. Há um documento conhecido como “O cilindro de Ciro”. Este cilindro foi descoberto no século 19, e retrata Ciro como um político politeísta, um homem benévolo, que tinha misericórdia dos cativos. Na profecia feita por Isaías Deus o chamou de “o meu pastor”. Por que Deus o chamou de o “meu pastor”? A Ciro cabia realizar uma grande obra, libertar o povo de Israel, que estava cativo em Babilônia e permitir que o local de adoração do verdadeiro Deus em Jerusalém fosse restaurado. Ciro estava conquistando o mundo tendo junto dele os exércitos da Média e da Pérsia. A história nos relata o seguinte: “No ano 539 a.C. Ciro II, capturou Babilônia. Ele entrou na cidade quando a população inteira, dependendo das muralhas inexpugnáveis que a cercavam, entregava-se à festividade e ao deboche, durante um período de festejos. Heródoto informa-nos que Ciro havia anteriormente feito secar o Palacopas, um canal que atravessava a cidade de Babilônia, levando as águas supérfluas do Eufrates para o lago de Nitocris, a fim de desviar o rio para ali. Assim o rio baixou de nível, e os soldados puderam penetrar na cidade através do leito quase seco” (Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia vol.1 pg.424). Numa noite Belsazar, o líder dos caldeus, estava dando uma festa e depois de beber muito vinho, ordenou que os vasos sagrados que seu avô havia trazido de Jerusalém para Babilônia fossem levados a sua presença, porque ele queria beber vinho nestes vasos. Enquanto praticava este ato profano, uma mão começou a escrever algo misterioso na parede do palácio. O riso acabou, todos pararam de beber. A mão continuava a escrever. Daniel foi chamado e a sentença foi dada. Acabara-se o reino babilônico. Foi bem aí que os soldados invadiram o palácio e Belsazar foi morto. Ciro começou a reinar em Babilônia. Daniel foi convidado a permanecer no palácio. Eu creio que num momento qualquer Daniel levou os escritos sagrados de Isaías e leu para o novo rei. Ali estava profetizada a sua ascendência ao poder, 150 anos atrás. Daniel deve ter destacado que além de na profecia mencionar o nome do rei, também indicava o que deveria fazer em favor do povo de Deus que estava preso em Babilônia e pela cidade de Jerusalém. Ciro iria proporcionar o retorno dos Judeus a Jerusalém e que criaria meios para que a cidade e o Templo fossem reconstruídos. Os judeus receberam, então, uma primeira autorização para retornarem a Palestina, mas infelizmente nessa ocasião poucos desejaram retornar. O que deve ocupar a nossa atenção com este estudo é que Deus está no controle das nações.  Se nós observarmos na história, vamos ver a queda de uma nação e o surgimento de outra. Quem está produzindo isto? Amigo ouvinte, quando o muro de Berlim caiu, não foi por acaso. O desmoronamento da União Soviética e a queda do comunismo, não falam nada a você? O objetivo desta profecia é mostrar que Deus está no comando das nações. É dado as Nações o privilégio de cumprir com os propósitos de Deus ou não. Elas existem como servas de Deus. Quando deixam de cumprir o seu papel, elas caem. Assim meu amigo, é comigo e com você. Há um propósito bem definido para cada ser humano. Ninguém vive por acaso, ninguém existe só por existir. Todos temos uma missão a cumprir. Cabe a cada um fazer uma análise criteriosa e descobrir se está ou não agindo de acordo com os propósitos de Deus. Ciro foi chamado e cumpriu plenamente com o sonho de Deus. Tudo o que foi profetizado a respeito dele, se cumpriu. Ciro foi um servo de Deus. E você, tem sido também? Creia no Senhor Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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Ciro, o pastor de Deus

A profecia de hoje foi feita lá pelo ano de 712 AC e está registrada no livro de Isaías 40:3 e 4: “Voz que clama no deserto; preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus. Todo o vale será exaltado, e todo monte e todo o outeiro serão abatidos; o que é tortuoso será endireitado, e o que é escabroso aplanado”. Com este capítulo começa uma nova seção no livro de Isaías. A primeira seção vai do capitulo 1 ao 35. Nesses capítulos são apresentadas reprovações a Israel e o anuncio de castigo iminente. Nos capítulos 36 a 39 são relatados a invasão de Senaqueribe e a enfermidade e cura de Ezequias como também a visita dos embaixadores de Babilônia. Nos capítulos 40 a 66 temos muitas promessas messiânicas. Alguns estudiosos chamam Isaías de o “Profeta evangélico”. Isaías apresenta o glorioso futuro de Israel como servo fiel de Deus, seu livramento de todos os inimigos, a vinda do Messias e o estabelecimento do reino messiânico. Por isso, a partir do programa de hoje, estudaremos as profecias feitas por Isaías que retratam de uma forma muito clara, como seria o Messias e reino dEle. O profeta falou do caráter, do ministério, de vida cheia de abnegações e da morte Jesus. Isaías também descreveu de forma detalhada e encantadora a terra renovada. Com isto em mente, vamos estudar a profecia que menciona alguém que deveria surgir em algum tempo para preparar o caminho para o Messias. Para entendermos bem esta profecia, precisamos estar atentos para a sua aplicação primária. Qual era então o plano de Deus? Quem deveria preparar a caminho para o Messias? O propósito de Deus era que no momento que Judá retornasse do cativeiro Babilônico, fizesse um preparo especial para a vinda do Messias. O processo de preparação estaria num crescente e chegaria ao ponto máximo com a vida e ministério de João Batista.  Este era o plano de Deus. É interessante notar que no plano de Deus duas coisas sempre se repetem. Deus sempre expõe os planos através dos profetas, mas deixa livre a possibilidade do homem participar ou não. Ao ser humano é dado o grande privilégio da liberdade de atuar ou não. Cabe a ele escolher envolver-se no plano de Deus ou não. Deus esperava que Judá aprendesse, após ter passado os 70 anos no cativeiro Babilônico, que o melhor é se envolver com Ele. Infelizmente isto não aconteceu. Poucos estiveram dispostos. Outro ponto importante é que na maioria dos planos de Deus o homem é convidado a participar ativamente. Quantos que hoje estudam, fazem um enorme esforço para poderem trabalhar em determinados cargos públicos de grande importância. Alguns, por exemplo, querem servir como embaixadores ou funcionários em um palácio de governo. Você já parou para pensar no privilégio que é de ser alguém que ajuda a preparar o caminho para a vinda do Rei dos Reis? Infelizmente, ainda, poucos dão a devida importância a esse privilégio. O povo de Judá falhou na missão de anunciar o Messias. Os anos passaram e veio João Batista. João era filho do sacerdote Zacarias e de Izabel. Deve ter nascido entre 8 e 4 anos antes de Cristo. Começou seu ministério entre 26 e 28 depois de Cristo. O evangelista Lucas conta que João Batista nasceu quando os pais dele eram de idade avançada. Nasceu na região montanhosa da Judéia, onde também passou os primeiros anos de sua vida. Izabel, a mãe, era prima de Maria, que foi mãe de Jesus. João vivia no deserto e vestia-se de maneira similar a Elias. A mensagem de João era muito clara. “Naqueles dias apareceu João Batista pregando no deserto da Judéia e dizendo: Arrependei-vos, pois está próximo o reino dos céus” (Mateus 3:1-2). João sabia o que deveria falar. Não só apresentava o que estava errado, mas apontava a solução. João pregava o arrependimento a pessoas simples, aos militares, religiosos e governantes. Hoje encontramos pessoas que percebem que muita coisa não esta certa por aí. Não concordam com muita coisa que está sendo feita na sociedade, na escola, na Igreja e na família, mas escolhem o caminho dos medíocres, dos covardes, dos medrosos. Não têm coragem de apresentar os erros de forma clara, baseados na palavra do Senhor. João, porém, era consciente de seu dever. Enquanto viveu condenou o erro. Ele sabia qual era a sua missão. Sabia para que viera ao mundo. Tinha objetivos bem claros e definidos. Um outro ponto que devemos analisar é que João sabia o que era e sabia o que não era. Ele sabia que era aquele que tinha de preparar o caminho para o Messias;  mas sabia que ele próprio não era o Messias. João tinha uma visão tão clara de quem ele era que um dia diante dos seus discípulos disse o seguinte, a respeito dele e de Jesus: “É necessário que Ele cresça e eu diminua” (João 3:30). Quantos problemas são causados por pessoas que não sabem se posicionar. Milhões estão perdidos por aí e sequer questionam porque existem. Vivem empurrados pela multidão. Se todos estão usando determinado produto, eu vou usar, deve ser bom. Outros quebram, destroem, só porque alguém está quebrando, destruindo. Vão com a maioria… Amigo ouvinte, viva não como mais um, mas como alguém que tem objetivos, princípios, que defenda os bons costumes, a moral, o respeito aos mais velhos e as autoridades, e que em todos os momentos leve as pessoas a se arrependerem de seus maus caminhos. Deus precisa ainda hoje de gente que aja a semelhança de João Batista. Ajude a preparar o caminho para a vinda do Senhor. Creia nEle e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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Alegria eterna

A profecia de hoje foi feita por Isaías aproximadamente no ano de 713 AC e está registrada no capítulo 35:10.  “…e os remidos do Senhor voltarão e entrarão em Sião com júbilo; alegria eterna coroará as suas cabeças. Gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido”. Esta profecia foi proferida quando os habitantes de Jerusalém viviam o pavor de uma nova invasão de Senaqueribe, rei da Assíria. O medo, a tristeza e a dor estavam às portas de Jerusalém. Nessa hora surge Isaías com um recado que era um conforto para quem o ouvia, porém o cumprimento não seria naqueles dias. Quero, porém, chamar a sua atenção para o fato de que Deus usou uma situação dramática do povo de Jerusalém para deixar uma mensagem de esperança. O temor era real, a alegria tinha fugido do rosto de todos, o pesadelo de mais uma invasão parecia iminente. Deus, porém, usou este momento de profunda ansiedade para mostrar que algo melhor os aguardava. Para entendermos melhor a profecia de hoje precisamos analisar alguns versos que antecedem o texto escolhido para este programa. O profeta inicia o capitulo 35 mencionando que chegaria o tempo que tudo seria diferente. A terra não teria deserto, as flores seriam abundantes, os animais seriam mansos… Quando aconteceria ou acontecerá essa mudança? A Bíblia diz que tudo começará a ser diferente quando Jesus retornar pela segunda vez a esta terra. “Vede, eu crio novos céus e nova terra. Não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão” (Isaías 65:17). O próprio Isaías garante que Deus criará um novo céu e nova terra, e que neste lugar não haverá lembrança do passado. Amigo ouvinte, esta profecia é a que mais nós aguardamos, pois quando ela for cumprida, todos os problemas que hoje nos afligem serão para sempre eliminados. A profecia feita por Isaías diz que os remidos entrarão em Sião com júbilo. Também afirma que o passado cheio de ansiedades e frustrações será para sempre esquecido. A luta pela sobrevivência ficará definitivamente para trás. A doença, a morte, a dor, que tanto tempo nos tomou, ficará nas teias do esquecimento. Ah! meu querido amigo ouvinte, como será maravilhoso viver nesse novo céu e nova terra. Hoje temos apenas momentos felizes. A profecia, porém, afirma que no céu e na nova terra a alegria será eterna. Todas as coisas contribuirão apenas para produzir alegria e felicidade. É muito comum encontramos grupos de pessoas que não conseguem mais sorrir. A vida lhes tirou tudo o que poderia proporcionar felicidade. Alguns perderam os bens que conquistaram numa vida inteira; outros perderam familiares e amigos para as drogas ou violência. A saúde vai mal. Doenças incuráveis e depressão afligem milhões em todos os lugares. Amigo ouvinte, o que estou descrevendo aqui não é poesia ou ficção. É a realidade que está diante de nós em cada rua, em cada esquina. Se você, por acaso, não tem nada mais que lhe dê alegria, posso dizer que você está como os habitantes de Jerusalém, quando Senaqueribe estava prestes a invadir a cidade. Para esse povo o profeta afirmou que chegaria um tempo que a alegria seria eterna. E onde podemos encontrar esta alegria eterna? Salmo 33:12 responde: “Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor..” A expressão bem-aventurada (o) significa feliz. Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor. Felicidade plena só é possível quando Deus preenche todos os espaços da vida. A fama, o dinheiro, o poder, um corpo atlético, não são os únicos ingredientes para tornarem uma pessoa feliz, como muitos defendem. A verdadeira felicidade só vem quando Deus faz parte da vida. Eu diria, ainda, as palavras de Davi desta forma: Feliz é a pessoa cujo Deus é o Senhor. A grande verdade é que uma pessoa sem Deus é vazia. Muitos passam a vida toda em busca de algo que de fato nunca encontrarão: a verdadeira felicidade. Quando Deus se torna real em nossa vida, a felicidade não dependerá apenas de coisas ou pessoas que nos cercam. O outro ponto desta profecia que precisamos atentar é para o que não mais haverá. Vimos anteriormente que a alegria eterna tomará conta de nossa vida, porém, na parte final da profecia de Isaías é apresentado que a tristeza e o gemido fugirão de todos. No lar prometido por Cristo, a dor e o sofrimento, a tristeza e o gemido não farão parte da experiência humana. O apóstolo João afirmou: “Eu vi um novo céu e uma nova terra, pois já o primeiro céu e a primeira terra passaram e o mar já não existe. Deus enxugará de seus olhos toda a lágrima. Não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, pois já as primeiras coisas são passadas” (Apocalipse 21:1,4). A profecia feita por Isaias, cerca de 713 anos antes de Cristo nascer, foi confirmada por João aproximadamente 100 anos depois de Jesus. Isto mostra a importância deste assunto. O sofrimento, a dor, a morte, o gemido são reais e o cristianismo nunca os ignorou, mas também é real a profecia e é real o seu cumprimento. Hoje vivemos num mundo de lágrimas, de dor e de sofrimento, mas cabe a nós cristãos aguardar com toda a ansiedade o cumprimento de mais esta profecia. Como é bom saber que algo melhor nos aguarda. Isto é tão forte, tão poderoso, que no momento da crise, o peso é suportado com maior coragem. Espero que o seu grande sonho também seja muito em breve estar neste lar onde a alegria reinará para sempre. Por isso, creia no Senhor e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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A estranha obra de Deus

A profecia de hoje está no livro de Isaías 28:21:“Porque o Senhor se levantará como no monte Perazim, e se irará, como no vale de Gibeão, para fazer a sua obra, a estranha obra, e para executar o seu ato, o seu estranho ato”. Esta profecia foge um pouco da linha de estudos que temos realizado até agora. É uma profecia que menciona a atuação do próprio Deus. Mas o estudo é importante para termos uma correta compreensão do Senhor. Infelizmente a maioria das pessoas tem uma visão completamente distorcida de quem seja o Deus do Universo. O texto diz que Deus iria se levantar e seria de uma forma tão visível, como é o monte Perazim, e que Deus se levantaria com indignação, com ira como a demonstrada no vale de Gibeão, para fazer algo estranho ao seu caráter, ou um estranho ato, como é dito pelo profeta. Temos que entender dois pontos nesta profecia. Primeiro: O que aconteceu no monte Perazim e no vale de Gibeão? E, segundo, que obra estranha é esta? Vamos buscar na história a compreensão desta profecia.  No livro de I Crônicas 14:8-16 encontramos o que aconteceu nestes dois lugares. Os filisteus ouviram que Davi havia sido ungido rei sobre Israel e, como diz a Bíblia, subiram em busca dele; mas não era uma busca pacífica,  era para a guerra, para o confronto, para a destruição. Davi consultou ao Senhor se teria sucesso ao atacar os filisteus. E a ordem foi a seguinte: “Sobe, porque os entregarei nas tuas mãos” (I Cronicas14:10). Ao subir contra os filisteus o exército de Davi conseguiu uma vitória esmagadora no monte Perazim e no vale de Gibeão. Os filisteus não tiveram tempo de fugir com seus deuses. Quando Davi percebeu o tamanho dessa conquista deu o nome ao lugar de Baal-Perazim. Alguns soldados filisteus, porém, conseguiram escapar do primeiro ataque. Isso motivou Davi a perguntar novamente ao Senhor se deveria sair atrás deles e o Senhor Deus deu toda a orientação de como proceder. O resultado foi este, II Reis 14:17 conta: “…Porque Deus haverá saído diante de ti, a ferir o exército dos Filisteus. E fez Davi como Deus lhe ordenara; e feriram o exército dos filisteus desde Gibeão até Gezer. Assim se espalhou o nome de Davi por todas aquelas terras; e o Senhor pôs o seu temor sobre todas aquelas gentes”. Amigo ouvinte, quando essas guerras eram travadas estava em jogo muito mais do que uma conquista de uma cidade ou um novo território. A motivação principal era saber qual Deus que tinha mais poder. Os filisteus levaram para o campo de combate os seus deuses, e quando foram destruídos ou fugiram, não tiveram tempo de recolhê-los, como é dito em I Crônicas 14:12. “Os filisteus haviam deixado ali os seus deuses, e Davi ordenou que fossem queimados a fogo”. Os filisteus eram um povo que adorava a muitos deuses pagãos. Não estavam interessados no Deus criador do Céu e da terra. Esse povo sempre esteve em oposição ao Deus verdadeiro. Deus então se levantou e produziu uma destruição tão grande, que na profecia de Isaías tinha que ser comparada com o monte Perazim. Foi uma vitória visível para todos os povos, assim como era visível o monte Perazim. Mas qual é a obra estranha, falada por Isaías? A Bíblia diz que Deus é amor (I João 4:8). Amigo, Deus não só tem amor, Ele é amor. O seu caráter é de puro amor. Ele é a fonte do puro amor. Assim é o Deus descrito nas escrituras. Mas a grande pergunta é: Como um Deus de amor pode destruir? Sabe, um dia à semelhança do que Davi fez com os filisteus e seus deuses, Jesus Cristo vai fazer com o ser humano e seus deuses modernos.  Hoje em dia é fácil encontrarmos pessoas que não adoram deuses feitos por homens, mas também são idólatras, porque adoram o próprio trabalho, a sua família, o seu dinheiro e a si mesmos. Em Mateus 6:33 encontramos o seguinte conselho de Jesus:  “Mas buscai primeiro o reino de Deus, e sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”. O primeiro lugar já tem dono, é o de Jesus Cristo. Todo aquele escolher servir a outro deus, chegará a um momento quando o Deus do céu se levantará para destruir todos esses deuses e seus adoradores. Isto na profecia de Isaías é um ato estranho para um Deus que tem como base do seu caráter o amor. Daniel diz que Miguel (Jesus) se levantará, e haverá um tempo de angustia qual nunca houve. Daniel 12:1. Esta angustia acontecerá porque um grupo de homens e mulheres escolheu outros deuses e terá que comparecer diante do juízo final para prestar contas de todos os atos e rebeldia. Muitos viveram e vivem como se não tivessem que prestar contas a ninguém; mas a vida não é assim! Eu tenho um Deus para amar e adorar e um dia  terei que comparecer diante dEle para o juízo final. Assim escreveu Paulo: “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal” (II Coríntios 5:10). Quando Cristo voltar pela segunda vez, para um grupo será o momento mais feliz e importante da vida. Para outros, porém, será o mais triste, irremediável e desesperador. Uns ganharão o premio da vida eterna; outros receberão, de acordo com a escolha voluntária que fizeram, a morte eterna – resultado da idolatria e rebeldia contra o Deus do universo. Amigo ouvinte, as escolhas e decisões que você toma ou faz hoje determinam completamente qual será o veredicto no fim da história. Por isso, escolha hoje servir ao Senhor. Coloque-O em primeiro lugar sempre. Creia nEle. Assim você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
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O fim de Babilônia

A profecia que vamos estudar hoje foi feita por Isaías aproximadamente no ano de  712 AC. Atingia uma cidade que estava surgindo como um grande destaque, mas não tinha nenhum poder sobre o mundo. Um fato importante para a compreensão desta profecia é que Isaías profetizou a queda de Babilônia, aproximadamente um século antes da Babilônia se tornar a maior potência mundial, com a ascensão da dinastia dos Caldeus ao poder. É interessante notar que os Caldeus nem tinham o domínio total do mundo de então, e Deus já estava dando orientação de como seria o seu final. O profeta, ao fazer a profecia, descreve como seria Babilônia em seu apogeu, e isto está em todo o capitulo 13 de Isaías, mas logo em seguida conta quão trágico seria o seu fim. Capítulo 13:20 diz: “Nunca mais será habitada, nem reedificada de geração em geração; o árabe não armará ali a sua tenda, nem os pastores ali farão deitar seus rebanhos”. Vamos conhecer um pouco sobre a antiga cidade de Babilônia. Ela ficava às margens do rio Eufrates e cerca de 88 quilômetros ao sul da moderna cidade de Bagdá e ao norte da cidade de Hila, no centro do atual Iraque. Heródoto, historiador grego, que nasceu em 484 AC., afirma que a cidade media quase cem quilômetros. A população era de mais de um milhão de habitantes. As muralhas contavam com cem portões de bronze, vinte e cinco de cada lado. As muralhas chegavam em alguns lugares a ter 107 metros de altura e  cerca de 27 metros de largura. Um profundo e largo fosso com água circundava as muralhas. As principais avenidas eram traçadas formando ângulos retos. Os jardins suspensos formavam um quadrado com 120 metros de cada lado, construídos em terraços. As partes mais altas dos jardins, continham árvores. Havia duzentos e cinqüenta torres nas muralhas. Numerosos canais cruzavam a região. Os maiores desses canais eram navegáveis e estavam todos ligados aos rios Eufrates e Tigre. Babilônia, começou a se tornar uma potência a partir do dia 22 de novembro de 626 AC, quando Nebopolassar, assumiu o trono. Aos poucos foi derrotando aqueles que se opunham ao seu comando. Em 612 derrotou a poderosa Assíria. Seu filho Nabucodonosor, derrotou Neco, do Egito, em Carquemis, no ano de 625 AC. Nabucodonosor, reinou de 605-556 AC e teve um longo e brilhante reinado. Foi durante o seu reinado que invadiu Jerusalém e levou o povo israelita cativo. Foi esse mesmo rei que lançou os três jovens hebreus na fornalha ardente.  Nabucodonosor transformou a cidade de Babilônia na mais esplendorosa das capitais, tornando-a a principal no mundo civilizado da época. O tempo passou e Daniel, que havia sido levado bem jovem para Babilônia, agora era um senhor já bem idoso. Assumiu o poder, nesta ocasião, um nobre de Babilônia, por nome de Nabonido, mas acabou apontando a Belsazar, seu filho, como co-regente. Nabonido foi o último rei de Babilônia. No décimo sétimo ano de Nabonido, aproximadamente 539 AC., Ciro, rei da Pérsia, invadiu Babilônia. Qual foi o ultimo ato de Belsazar, antes da cidade ser tomada? O filho de Nabonido, Belsazar, estava dando uma grande festa a mil de seus grandes (Daniel 5:1). Bebeu muito vinho na presença dos convidados. Havia uma tranqüilidade total, mesmo sabendo que os Medos e Persas estavam para atacar a qualquer momento. Belsazar, sem dar a mínima importância ao exército inimigo, ordenou que os vasos sagrados de Jerusalém, que seu avô havia trazido de Judá para Babilônia, fossem buscados para a festa porque ele queria beber vinho nesses vasos. Porém, quando estavam no auge da festa, a atenção foi atraída para uma cena aterrorizadora. Uma mão escrevia algo na parede, que ninguém conseguia entender. O terror tomou conta de todos. A música parou de ser tocada. Daniel, o velho Daniel, foi chamado e deu a interpretação do que estava acontecendo. Note qual era a mensagem que coube a Daniel transmitir. “Deus contou o teu reino e o  acabou. Pesado foste na balança e achado em falta. Dividido foi o teu reino, e dado aos Medos e Persas” (Daniel 5:26-28). O rei e seus súditos estavam confiantes nos muros inexpugnáveis de Babilônia, porém naquela noite que Belsazar dava a festa, fora dos muros, Ciro executava o seu plano para invadir a cidade.  Herodoto, conta que Ciro havia anteriormente feito secar o Palacopas, um canal que atravessava a cidade de Babilônia, levando as águas supérfluas do Eufrates para o lago Nitócris, a fim de desviar o rio para ali. Assim, o rio baixou de nível, e os soldados puderam penetrar na cidade através do leito quase seco. Num outro momento nós vamos estudar o que aconteceu com os portões de Babilônia, que estavam abertos. Ciro entrou e tomou a cidade, e mais tarde fez de Susã a capital do seu reino. Babilônia, foi entrando em declínio, ao ponto de que no ano 24 DC ela já estava em ruínas, e segundo Jerônimo, que viveu no VI século DC, Babilônia se reduzira a um local de caçadas de monarcas persas, e que, a fim de preservar a caça, as muralhas eram reparadas de vez em quando. Amigo ouvinte, o que podemos aprender da profecia da queda de Babilônia? Primeiro que só Deus conhece o futuro. Ninguém mais. Outra coisa é que segurança mesmo só existe no Senhor. Nenhuma casa ou fortaleza é suficiente para nos proteger. E, também podemos destacar que o orgulho sempre precede a queda. Não foi diferente com Babilônia e não será diferente hoje em dia também. Creia nisso. Creia no Senhor Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle você prosperará.
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