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Conferências do Ministério Fiel
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Livramentos tardios
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
Livramentos tardios
Versículo do dia: De repente… abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos. (Atos 16.26)
Nesta era, Deus livra o seu povo de alguns danos. Não de todos os danos. É reconfortante saber disso, porque de outra forma poderíamos concluir do nosso mal que ele nos esqueceu ou nos rejeitou.
Portanto, seja encorajado pela simples lembrança de que em Atos 16.19-24, Paulo e Silas não foram libertos, mas nos versículos 25-26, eles foram.
Primeiro, nenhuma libertação:
• “Agarrando em Paulo e Silas, os arrastaram para a praça” (versículo 19).
• “E os pretores, rasgando-lhes as vestes” (versículo 22).
• “E, depois de lhes darem muitos açoites” (versículo 23).
• O carcereiro “lhes prendeu os pés no tronco” (versículo 24).
Mas, depois, livramento:
“Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus… De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos” (versículos 25-26).
Deus poderia ter agido mais cedo. Não o fez. Ele tem suas razões. Ele ama Paulo e Silas.
Eu pergunto para você: Se traçar sua vida ao longo dessa sequência, onde você está? Está no estágio despido-e-ferido ou no estágio portas-abertas-e-liberto?
Ambos são estágios do cuidado de Deus por você.
Se você está no estágio encarcerado, não se desespere. Louve. A liberdade está a caminho. É apenas uma questão de tempo; mesmo se ela vier através da morte.
02:16
54:01
A Centralidade de Cristo na Criação
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
A Centralidade de Cristo na Criação
01:00:35
Pregação expositiva: por que?
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
Pregação expositiva: por que?
44:17
O Encanto do Conhecimento de Deus
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
O Encanto do Conhecimento de Deus
46:51
54:05
O prazer de Deus e a possibilidade de santidade
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
Se você é um cristão regenerado e salvo pela fé, então você pode realmente ser santo. Nos versos de Romanos vemos que a busca por piedade flui da graça de Deus. Você pode ver isso no verso 1: “pelas misericórdias de Deus”. Paulo está dizendo que por causa da obra de Deus em nossa vida e nossa gratidão por tal obra, nós devemos apresentar nossas vidas como sacrifícios vivos. O termo “pois” conecta com todas as bênçãos dos capítulos 1 a 11 de Romanos. É por todas essas bênçãos que devemos buscar a piedade. Os imperativos da Bíblia estão baseados nas promessas da Bíblia.
Repare que o sacrifício que deve ser oferecido preciso ser santo e agradável a Deus. Por implicação, Paulo está dizendo que podemos alcançar isso: sermos santos. Sim, nossa salvação é toda pela graça, mas com a nova posição que recebemos em Cristo, temos um novo poder para viver uma vida transformada.
É possível ser santo! Pode parecer “humilde” dizer que não conseguimos ser santos sequer um segundo de nossa vida, mas não é assim que a Bíblia fala.
Lucas 1.5-6: Zacarias e Isabel eram justos perante Deus, andando sem repreensão em todos os mandamentos e preceitos do Senhor.
Jó 1.1: Jó era íntegro, reto e temente a Deus e desviava-se do mal
Rm 16.19: a obediência da igreja de Roma era conhecida a todos
Deus espera que sejamos marcados pelo fruto do Espírito. O problema é que pensamos que achamos que Deus só pode sorrir se tivermos uma obediência perfeita, que ele não se alegra se realizarmos boas obras que não sejam perfeitas. Precisamos criar uma nova categoria de boas obras que não são meritórias, nem perfeitas. Se você é um pai, você se alegra com o esforço de seu filho, mesmo que o esforço dele não seja suficiente.
Normalmente alguns argumentam contra esse entendimento com base em Isaias 64.6: “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades, como um vento, nos arrebatam”. Contudo, precisamos entender o que Isaias está falando em contexto. Veja o verso 5: “Sais ao encontro daquele que com alegria pratica justiça”.
O texto bíblico fala, então, de dois tipos de justiça: uma justiça verdadeira e uma aparente. É como se Deus estivesse dizendo: não me importa se você vai à igreja, se você odeia seu próximo (Is 1.13-14)?
Por que isso é tão importante?
Sem esse entendimento de que a santidade é possível:
1) desistiríamos de buscar a piedade. Se você pensa que Deus, o Pai, nunca se agradará de você como filho, você terá uma visão errada de Deus, como se ele fosse carrancudo e impossível de agradar.
2) tentaremos relativizar de que todos os pecados são iguais. Em um certo sentido, todo pecado é igual diante de Deus, pois uma violação da lei é capaz de nos enviar para o inferno (Tg). Porém, não é verdade de que todo pecado é igual ao olho de Deus. Na Lei há penalidades diferentes para diferentes pecados. Jesus disse que alguns sofreriam maior condenações que outros. Quando todo pecado é igual, podemos desistir de lutar contra qualquer pecado. Você pode acabar pensando “por que devo deixar de dormir com minha namorada se ainda pecarei em lascívia?”.
3) iremos ignorar os avisos da Bíblia contra aqueles que não buscam a santidade. Existe uma diferença entre cair em pecado e pular no pecado. Se sua vida é marcada por pecado habitual e sem arrependimento, então a Bíblia diz você não herdará o reino dos céus.
4) seremos roubados de um dos meios de nossa segurança da salvação. Há várias maneiras que Deus nos dá certeza da salvação, mas uma deles é o autoexame para ver se estamos na fé (2 Coríntios 13.5), (1 João 3.6, 10) e confirmar a nossa vocação e eleição (2 Pedro 1.10). Mas você precisa olhar para sua vida sob o foco correto. Não é perguntar se você está mais santo do que semana passada, mas se você ao longo de anos e décadas tem crescido na fé. Também é importante a confirmação da comunidade da fé, pois não somos muitas vezes os melhores juízos de nós mesmos, já que ao longo dos anos percebemos mais a nossa pecaminosidade.
5) teremos um relacionamento empobrecido com nosso Pai celeste. As pessoas normalmente dizem que não há nada que possamos fazer para que o Pai fique mais ou menos contente conosco. Por um lado, é verdade que não podemos ser mais ou menos justificados ou adotados ou unidos com Cristo. Mas há uma diferença entre nossa união com Cristo e nossa comunhão com Cristo. Assim como em um casamento, não há como ser mais ou menos casados, mas há como ter uma comunhão maior ou menor. Hebreus 12 fala que o Pai disciplina a quem ama. Efésios 4 fala sobre entristecer o Espírito. Deus pode estar maravilhosamente irado com seus filhos.
Deus continua a perdoar os pecados dos que são justificados. Embora eles nunca poderão decair do estado de justificação, poderão, contudo, incorrer no paternal desagrado de Deus. e ficar privados da luz do seu rosto, até que se humilhem, confessem os seus pecados, peçam perdão e renovem a sua fé e o seu arrependimento. (Confissão de Westminster – capítulo XI.V – Da Justificação)
Precisamos entender que nós podemos agradar a Deus se oferecemos uma sacrifício santo. Precisamos parar de nos relacionar com Deus somente como um Juiz (ou você está dentro ou fora) e entender que nos relacionamos com Deus como Juiz e como Pai.
Você não precisa ser um fracasso espiritual. Pelas misericórdias de Deus você pode apresentar a sua vida santa e agradável a Deus.
54:20
O Evangelismo na Igreja de Cristo
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Conferências do Ministério Fiel
Quando você está evangelizando, não é um método que deve estar na sua cabeça, mas o amor por aquele que lhe deu vida, aquele que o livrou das garras do Maligno. Esteja apaixonado por Cristo e pelo evangelho e a evangelização será um prazer e não um fardo.
54:07
A Trindade e a pessoa do Espírito Santo
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
Muitos hoje ou acabam ignorando o Espírito ou enfatizando-o de tal forma que o transformam em mero poder. Nesta palestra, Franklin Ferreira ensina sobre a obra e a pessoa do Espírito Santo em sua relação com a Trindade e as implicações práticas disso em nossas vidas.
53:02
Em amor, luz e sabedoria
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
O adorar se torna semelhante aquilo que adora. Assim, o adorador cristão deve ser imitador de Deus e imitamos a Deus andando, como igreja, em amor, luz e sabedoria, e assim tornando o evangelho visível.
51:20
Unidade sem perder a pureza
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
Cristo ora tanto por nossa unidade quanto nossa santidade. Nós já somos um, pois temos todos vida em Cristo e já somos santos, pois somos separados para Deus. Porém devemos buscar crescer em ambos, não em uma santidade divisiva ou um ecumenismo impuro moral e teologicamente.
52:43
Amando a igreja: expectativas e realidades
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
(1 Pedro 2.4-10) Muitas pessoas se interessam pela igreja à medida em que ela servem os seus próprios interesses: “A igreja tem sido uma benção para mim”. Porém, o foco do nosso amor deve ser este: nós amamos a igreja porque Cristo amou a igreja. Precisamos amar a igreja: (1) Pelo que ela é: Raça eleita, Sacerdócio real, Nação santa, Povo exclusivo de Deus; (2) Pelo que ela faz: anunciar as grandezas daquele que os chamou ; e (3) Pelo que ela recebeu: Misericórdia; outrora rejeitados, agora úteis.
51:22
A Igreja: onde a maldição é revertida
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
A Igreja: onde a maldição é revertida – Efésios 2
Por causa do pecado, nossas vidas estão amaldiçoadas para terminarem em morte. Contudo, a história do Cristianismo é a vida que não acaba em morte, mas em vida.
É isso que Paulo mostra em Efésios 2. Ele passa a explicar a salvação planejada pelo Pai e executada pelo Filho sobre a qual falou em Efésios 1, mostrando que Jesus Cristo reverteu a maldição para que Deus pudesse habitar conosco. Como Jesus reverteu a maldição?
1) Os mortos são vivificados em Cristo (v. 1-10)
Paulo começa mostrando quem éramos: mortos. A morte espiritual é revelada por três aspectos: o mundo, cujos caminhos seguimos; (2) a carne, cujos desejos satisfazemos; (3) o diabo, cujas influências obedecemos. Essa morte é uma total impotência e inabilidade radical de ter vida.
Contudo, as boas novas são que Cristo nos deu vida quando estávamos mortos em nossos delitos (v.5) e nos fez assentar com ele nos lugares celestiais (v.6).
A demonstração de que estamos vivos é o fato de praticamos as boas obras para as quais Deus nos preparou (v.10). Apesar de nossas obras não nos salvarem (v. 8-9), nem nos vivificarem, elas mostram que fomos, de fato, salvos e vivificados.
2) Os excluídos são aproximados em Cristo (v. 11-13)
Os cristãos gentios (não judeus – a maioria de nós), além de mortos, estavam excluídos da aliança das promessas dadas a Israel. Nós éramos forasteiros. Mas todas as promessas para Israel são cumpridas em Cristo, o verdadeiro Israel. Por estarmos no verdadeiro Israel, nós fomos aproximados e nos tornamos concidadãos dos santos e família de Deus.
3) Os divididos são reconciliados em Cristo (v. 14-18)
A forma pela qual aqueles que estavam distantes foram aproximadas foi a reconciliação que Cristo trouxe tanto para gentios quanto para judeus. Cristo morreu por ambos para que a paz fosse declarada àqueles que estavam perto e àqueles que estavam longe. Os dois, gentios e judeus, são reconciliados em uma nova raça: cristãos.
Mas por que Cristo faz tudo isso? Para que Deus pudesse habitar em nosso meio. A igreja é, em Cristo, o templo de Deus, onde ele habita (v. 19-22). Como os profetas do Antigo Testamento diziam: Deus não habita em um edifício feito por mãos humanas. Ele habita em um templo feito por mãos divinas. Os tijolos que Deus usa são pessoas. Esse templo, que é edificado sobre Cristo e sobre a mensagem apostólica, ainda está sendo construído, ao passo que pessoas de todas os povos e nações se juntam à igreja.
Sendo assim, precisamos parar de pensar na vida cristã como um esporte individual, como o tênis, e sim em algo coletivo, como um time de futebol. Então, pare de ir a igreja como um consumidor, simplesmente querendo receber, e comece a tratar como se fosse seu próprio lar, a casa de Deus, o lugar ao qual você pertence. Envolva-se. Ajude outros irmãos a lerem a Bíblia. Sirva pessoas necessitadas.
59:22
A Igreja: onde o plano de Deus é revelado
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
A Igreja: onde o plano de Deus é revelado – Efésios 3
A ciência tem revelado muitas coisas sobre o universo, mas não consegue responder perguntas como “se há um plano para a história e qual é?”. Efésios 3 revela que Deus tem um plano para a história. Deus tem um plano, então seja encorajado – tudo está saindo conforme planejado!
1) O plano de Deus é revelado pelo evangelho (2-6)
Paulo afirma que a graça de Deus tem um plano, revelada pelo Espírito aos profetas e apóstolos. Ele chama isso de mistério. Contudo precisamos entender que mistério no Novo Testamento não é uma pergunta, mas uma resposta, algo que estava encoberto, mas que agora foi revelado. O plano revelado por meio do evangelho é que os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus. Ou seja, eles participam das bênçãos que foram prometidas para Israel, mas cumpridas em Cristo, o verdadeiro Israel. Podemos fazer vários planos, mas nenhum deles se compara aos de Deus. Os planos de Deus jamais falharão, então precisamos confiar mais nos planos deles do que nos nossos planos falíveis. O plano de Deus é salvar a Igreja, judeus e gentios, por intermédio de Jesus Cristo.
2) A sabedoria de Deus é revelada pela igreja (7-13)
Deus exibe sua sabedoria diante do diabo e de seus demônios através da sua obra de redenção na igreja. A sabedoria de Deus é revelada na eleição, ao Deus escolher o indigno. É revelada na salvação, na qual Deus é tanto justo como gracioso. E é revelada quando Deus vira a mesa e mostra que o povo dele não estava minguando definitivamente (um povo cada vez menor: Adão > Abraão > Davi > Jesus), mas através da aparente derrota da morte de Cristo, pessoas de todas as nações, agora, farão parte do povo de Deus.
Sendo assim, você precisa participar de uma igreja local, pois é nela que Deus está mostrando sua sabedoria (v. 10). Você precisa alinhar a sua vida com o plano de Deus para o mundo, e o plano divino é a igreja. Não estou falando de uma instituição, mas de um corpo de crentes que possuem Cristo em comum.
3) O poder de Deus cumpre os propósitos de Deus para a glória de Deus (14-21)
Primeiro, é um poder que fortalece a igreja para que Cristo possa habitar neles (o templo espiritual que é a igreja). Segundo, é um poder que enraíza e fundamenta no amor de Deus. Terceiro, é um poder para conhecer as dimensões e a imensidão incompreensível do amor de Deus: largo o suficiente para incluir todas as tribos, povos, línguas e nações; comprido o suficiente para durar por toda eternidade; profundo o suficiente para alcançar o pior dos pecadores; e alto o suficiente para nós levar para o próprio céu. Quarto, é um poder que nos enche com a plenitude de Deus, assim como a glória de Deus encheu o templo de Salomão (não uma “segunda bênção”, mas a presença de Deus em seu reino vitorioso e soberano).
Então, Paulo conclui com uma explosão de louvor a Deus, cujo poder é imensurável maior daquilo que podemos pedir e imaginar. Então, seja encorajado. Tudo está saindo conforme planejado, porque é o poder de Deus que está cumprindo o plano de Deus para a glória de Deus.
54:24
A Igreja: onde o reino de Cristo é demonstrado
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
A Igreja: onde o reino de Cristo é demonstrado – Efésios 4
De Efésios 4 em diante, Paulo passa a mostrar que por causa do nosso chamado, por causa de tudo que Deus fez para nos vivificar em Cristo, devemos andar de forma digna dessa vocação. Assim, (1) devemos manter a unidade na diversidade para nutrir maturidade (v. 2-16) e (2) não devemos viver em futilidade, mas em conformidade com a identidade que leva à pureza (v. 17-32).
Diferente de outras religiões, o Cristianismo não pode ser identificado exclusivamente com uma cultura ou etnicidade. A unidade cristã advém de uma identidade fundada em um compromisso compartilhado. Se a unidade vem de uma identidade compartilhada, então a igreja é unida em Cristo.
Como Efésios 3 mostra, um dos propósitos da igreja local é tornar Deus visível para o mundo. Então como isso se parece no dia a dia? De Efésios 4 em diante, Paulo passa a mostrar que por causa do nosso chamado, por causa de tudo que Deus fez para nos vivificar em Cristo, devemos andar de forma digna dessa vocação. Assim, (1) devemos manter a unidade na diversidade para nutrir maturidade (v. 2-16) e (2) não devemos viver em futilidade, mas em conformidade com a identidade que leva à pureza (v. 17-32).
1) manter a unidade na diversidade para nutrir maturidade (v. 2-16)
Demanda gentileza, humildade e paciência, manter a unidade que Cristo já criou ao nos tornar um novo homem. Podemos ser um no Espírito, mas nossa unidade não é automática ou sentimental. Ela deve estar fundamentada na realidade de quem Deus é e fez (é isso que Paulo expõe na lista de “há um só”).
Mas como crescemos nessa unidade mesmo em nossa diversidade? Paulo celebra nossa diversidade, pois unidade não significa conformidade. Deus deu vários dons e habilidades a toda igreja para sua edificação. Um dos dons que Cristo deu à igreja foram “apóstolos, profetas, evangelistas e pastores/mestres” (ministérios de ensino da Palavra). Através do ensino da Palavra, o corpo é equipado para realizar seu próprio ministério. Você não precisa de um teste de dons para saber onde servir. Sirva onde você vê uma necessidade. O próprio corpo edifica a si mesmo e é através desse serviço, através da verdade dita em amor que a unidade cresce.
2) não viver em futilidade, mas segundo a identidade que leva à pureza (17-32)
Paulo fala sobre como era nossa vida de futilidade antes da conversão. Nosso coração era endurecido e nosso entendimento, escurecido. Paulo os lembra da mudança que o evangelho realizou na vida deles e eles devem viver de acordo com isso revestindo-se do novo homem, criado à imagem de Deus em justiça e santidade.
Muitas vezes, somos tentados a voltar a velha vida e nos sentimos impuros e é por isso que Paulo fala que precisamos renovar “o espírito do nosso entendimento”, para nos vermos e sermos como Deus nos vê, até o dia que Cristo voltar para o dia da nossa redenção.
Até lá precisamos viver uma unidade marcada pela verdade e pelo amor que mostrará ao mundo nossa verdadeira identidade: cristãos criados para serem à imagem de Deus.
56:59
Algo Mais Seguro - Inspiração e Autoridade da Palavra
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Conferências do Ministério Fiel
Pedro escreveu esta carta combatendo falsos mestres que ensinavam que a graça de Deus dá permissão para pecar. Uma das motivações para buscar a piedade é a volta de Cristo e a certeza da volta de Cristo está fundamentada em (1) testemunhas oculares (e não em mitos v.16; 2 Tm 4.3-4) e em (2) fontes autoritárias.
Essa fonte autoritária é a “palavra profética”, a Escritura, e Pedro destaca três características dela:
1) A Escritura é a Palavra de Deus.
Teólogos neo-ortodoxos normalmente tentam separar a Palavra de Deus da Escritura. Outros tentam colocar uma divisão onde não existe: ou você é um cristão do Espírito ou da “letra”, “da Bíblia”. Contudo, Pedro usa o termo “graphe”, que implica dizer que a autoridade reside no texto objetivo e não em nosso sentido subjetivo.
E se a própria Palavra de Deus contém a própria autoridade de Deus (v.20), então a própria Escritura carrega a autoridade de Deus. Pastor, quando você vai pregar, você sente que tem uma Palavra poderosa que você está pregando ou que prega uma palavra fraca? Há poder e autoridade na Palavra de Deus!
2) Esta Palavra foi registrada sob inspiração dinâmica.
Ao registrar a Escritura, Deus usou a personalidade dos seres humano, não foi algo mecânico
3) A Bíblia é inerrante
Pedro afirma que nada na Escritura foi escrito por iniciativa humana (v. 20-21). A Bíblia é um livro divino, totalmente confiável. Quando rejeitamos a Inerrância, colocamo-nos como juízes da Palavra de Deus, dizendo o que é ou não é confiável.
Tendo isso em vista, Pedro, que viu a transfiguração de nosso Senhor, coloca a “palavra profética” acima de sua experiência. Assim, mesmo uma experiência espetacular com Deus não é mais certa que a Escritura (v. 19). Você não precisa de uma revelação especial além das Escrituras.
As boas novas são que cada um de nós pode ouvir a Deus hoje, agora! Deus ainda fala. E ele tem uma Palavra para nos que é certa, segura e inerrante. Você não precisa de uma revelação de Deus fora da Bíblia. Você pode ouvir a voz de Deus todos os dias. Cristo ainda fala porque o Espírito já falou. Se você quer ouvir a Deus vá para o livro que registrou somente aquilo que ele disse. Mergulhe na Palavra de Deus. Você não encontrará nada mais seguro.
Muitas vezes ficamos esperando ansiosamente ouvir a voz de Deus, mas temos a certa Palavra de Deus registrada na Bíblia. Quer ouvir o Espírito Santo? Abra a Bíblia!
48:17
O papel do Espírito Santo na nossa consciência
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Conferências do Ministério Fiel
Lutero, com sua consciência cativa à palavra de Deus, diante da Dieta de Worms, disse: “A menos que me convençam, pela Escritura ou por razões claras, de que estou errado, eu permaneço constrangido pelas Escrituras. Não posso nem quero me retratar, de vez que não é seguro nem correto agir contra a consciência. Deus me ajude. Amém”.
Podemos dizer que a história da Reforma mudou porque Lutero não fez aquilo que sabia que era errado. Ele levou a sério sua consciência. Como você trata sua consciência?
2 Coríntios 1.12, 15-17, 23 – Algumas pessoas de Corinto estavam colocando Paulo em dúvida, acusando-o por inúmeros motivos. Porém Paulo diz que tem uma consciência limpa – para ele isso era crucial (Rm 9.1, 2 Tm 1.3). A consciência pode não ser o juiz final de nossas acusações, mas é um bom indicador. Consciência é a faculdade que Deus colocou em nós para que nos conheçamos e para que possamos discernir o certo do errado. E o Espírito age através e influencia a nossa consciência. Os puritanos diziam que a consciência é o espião de Deus e o superintendente do homem.
Rm 2.14-15 – A consciência pode ser como um promotor, acusando-nos de nossos pecados. Mas a consciência também tem um papel positivo de nos defender que estamos corretos mesmo diante de acusações. A Escritura coloca a falta de uma consciência desenvolvida como um atributo infantil. Entender o papel da consciência é indispensável à maturidade cristã.
Hb 10.22 – Mas podemos ter uma consciência má, a qual nos acusa de fazer o mal, mas não nos leva a fazer nada a respeito disso.
1 Tm 4.2 – Se você ignora sua consciência por muito tempo, sua consciência má se tornará cauterizada.
Tt 1.15 – Há também uma consciência corrompida, que não consegue discernir entre o certo e errado e você começa a celebrar o que é mal e condenar o que é bom.
1Co 8.7-13 – Há também o que Escritura chama de consciência fraca, que é quando nos sentimos culpados de algo que não é inerentemente indigna. Tornamo-nos muito meticulosos com coisas que não são necessariamente errada (p.e.: bebida alcóolica, cinema).
At 17.26; Tt 3.9; 1 Pe 3.16 – Nosso objetivo é ter uma consciência boa e tranquila.
Duas coisas que devemos fazer para ter uma boa consciência:
1) Abandone o pecado quando sua consciência diz que o que você vai fazer é errado. Se você está vendo um filme e está se sentindo mal e ficaria envergonhado se alguém visse você, então simplesmente deixe de ver. Quando ignoramos a consciência nos colocamos em grande perigo. Nós nos tornamos uma pedra de tropeço diante de outros crentes quando o incentivamos a ignorar sua consciência, mesmo que não seja algo absolutamente errado.
2) Volte-se a Cristo, quando sua consciência lhe acusar de algo que você fez (1Jo 1.9; Hb 9.14). A consciência é para ser nossa amiga, pois Deus a deu para nos levar a cruz. A própria pregação deve se dirigir a consciência.
Dependendo de como você foi criado, você pode ter uma consciência muito sensível, se sentindo constantemente uma falha. Saiba que a cada vez que você olhar para si mesmo, olhe dez vezes para Cristo. Não é para isso que Deus lhe deu sua consciência. Outros já tem uma consciência cauterizada que não percebem os perigos do pecado. Você é chamado para ter uma consciência limpa e não inexistente.
Paulo vivia com uma consciência limpa (1Co 4.4). Com isso Paulo não está dizendo que não peca, mas que vive uma vida de constante arrependimento e de fé em Cristo. Ele confessava e olhava para cruz assim que pecado. É assim que a vida cristã deve ser.
53:10
55:35
Um Desafio para o Cristão Convicto
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
Um Desafio para o Cristão Convicto
01:00:30
Graça Teimosa
Episode in
Conferências do Ministério Fiel
O grande sábio do evangelicalismo J. I. Packer disse o seguinte: “Não existe outra necessidade no meio evangelho do que entender o que é de fato a graça de Deus”. É comum pensarmos que a salvação vem de Deus, mas costumamos achar que depois disso tudo depende de nós mesmos. Paulo diz que a graça é relacionada à pessoa de Cristo. Somo levados ao próprio evangelho. A Graça de Deus também nos leva a negar as paixões mundanas. A graça que nos traz salvação também é uma graça que nos treina. A graça não só apareceu, mas permaneceu conosco. A conversão não é o final dela, mas o começo.
1. Deus revela o inimigo pela graça teimosa
Você já percebeu como você percebe as áreas que você precisa mudar? Como você chega à conclusão de que precisa mudar algo? A graça nos educa para vencermos as paixões mundanas. À parte da graça, vamos gastar nosso tempo buscando a razão pela qual fazemos certas coisas, mas fora do nosso próprio coração. A gente não vai ver o verdadeiro problema. A graça nos faz ver além de nossos próprios membros e habilidades. Não temos dificuldade de encontrar o pecado na vida dos outros.
2. Deus nos treina a lutar pacientemente pela graça teimosa
A graça não é igual a um professor substituto, mas é algo que está conosco todos os dias. A graça fica com você durante sua vida inteira. É uma educadora permanente, que está lá todos os dias. A graça nos educa na arte de viver. Ele não só aparece, mas ela chega como um treinador pronto para trabalhar. Ela tem o apito, a prancheta e está pronta para nos treinar.
3. Graça teimosa não é uma coisa que você guarda para si
A graça não deve ser guardada para você mesmo. Você a leva às pessoas. Quão frequentemente você aponta esta realidade às pessoas? Devemos ensinar isso a quem está em nossa volta. Não devemos desviar a graça, mas propagá-la. Traga o evangelho para dentro da comunhão com as outras pessoas. Lembre a si mesmo daquilo que Cristo já fez por você, à medida que você se volta ás áreas que precisam de mudança.
59:56
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