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Conversa de Câmara - Música clássica como você nun
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Conversa de Câmara - Música clássica como você nun

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O melhor podcast sobre música clássica do Brasil! Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada.

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O melhor podcast sobre música clássica do Brasil! Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada.

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Beethoven e a Fantasia Coral: a obra que antecipou a nona sinfonia e mudou a música para sempre

A Fantasia Coral de Beethoven é uma daquelas peças que parecem ter nascido de um lampejo cósmico. Um piano solitário, uma orquestra que entra devagar, vozes que começam tímidas e de repente tomam o mundo. No palco, a sensação é de que a própria história da música está se reorganizando diante dos nossos ouvidos. Você vai ouvir como Beethoven concebeu essa obra em um momento de ousadia total. Ele reuniu piano, orquestra, solistas e coro — uma mistura tão improvável que, na época, soou quase como ficção científica. O resultado é uma espécie de “ensaio geral” da Nona Sinfonia: melodias que apontam para o futuro, ideias revolucionárias e uma mensagem que ainda ecoa hoje. Vamos explorar cada movimento. O início Adagio, misterioso e quase improvisado, parece um pensamento que Beethoven joga no ar para ver onde pousa. Depois, o Finale explode como um laboratório sonoro, cheio de variações e diálogos entre instrumentos, até que o coro surge para costurar tudo com uma poesia que celebra a arte, a beleza e a união humana. A Fantasia Coral é mais que música: é um manifesto sonoro. É Beethoven dizendo ao mundo que a arte existe para elevar, conectar e transformar. No episódio, você vai entender por que essa obra continua sendo uma das joias mais intrigantes da música clássica — e por que ela ainda inspira músicos, filósofos, cientistas e sonhadores. Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan. #FantasiaCoral #Beethoven #PianoEOquestra #MúsicaClássica #HistóriaDaMúsica #PodcastDeMúsica #NonaSinfonia #AnáliseMusical #BeethovenObras #CompositoresClássicos #PianoCoral #OrquestraECoro #PodcastClássico
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Jean Sibelius: Sinfonia nº 2 ! Tire suas conclusões...

Imagine um compositor caminhando em meio a florestas nevadas, ouvindo o vento bater nos pinheiros como se fossem tubos de um órgão cósmico. Essa imagem quase cinematográfica é um bom convite para entrar no mundo de Jean Sibelius. Hoje mergulhamos na Sinfonia nº 2, uma obra que muitos chamam de “a sinfonia da independência finlandesa”, ainda que o próprio compositor desse risada dessa classificação mais tarde. O curioso é que cada audição parece revelar uma história secreta escondida nas cordas e nos metais. Sibelius compôs a Segunda em 1901 e 1902, numa época em que a Finlândia vivia tensões políticas fortes sob domínio do Império Russo. A verdade é que o compositor não escreveu a obra como manifesto político. Ele estava descansando na Itália, cercado de sol, paisagens mediterrâneas e cadernos rabiscados com esboços. Ainda assim, o público finlandês escutou algo profundo ali: um espírito de resistência, um sentimento de afirmação nacional. Com o passar do tempo, a própria história se encarregou de fundir obra e país. Aquela sinfonia passou a ser tratada quase como um símbolo, mesmo que, para Sibelius, a música fosse mais abstrata e menos panfletária. Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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Copa do Mundo de compositores de música clássica

Imagina só: a música clássica resolveu entrar em campo. Não é metáfora, não — é literalmente uma Copa do Mundo dos Compositores. O Conversa de Câmara abriu as portas do estádio, afinou a orquestra e convocou uma seleção histórica para disputar a glória eterna. Cada grupo está montado, cada maestro se posicionou, e as bandeirinhas já tremulam anunciando uma disputa que promete virar clássico instantâneo. Grupo A Ludwig van Beethoven 🇩🇪 Heitor Villa-Lobos 🇧🇷 Igor Stravinsky 🇷🇺 Claude Debussy 🇫🇷 Grupo B Wolfgang Amadeus Mozart 🇦🇹 Hector Berlioz 🇫🇷 Felix Mendelssohn 🇩🇪 Agustín Barrios Mangoré 🇵🇾 Grupo C Franz Schubert 🇦🇹 Robert Schumann 🇩🇪 Dmitri Shostakovich 🇷🇺 Aaron Copland 🇺🇸 Grupo D Pyotr Ilyich Tchaikovsky 🇷🇺 Johann Sebastian Bach 🇩🇪 Antonín Dvořák 🇨🇿 Edvard Grieg 🇳🇴 Grupo E Gustav Mahler 🇦🇹 Frédéric Chopin 🇵🇱 Modest Mussorgsky 🇷🇺 George Gershwin 🇺🇸 Grupo F Nikolai Rimsky-Korsakov 🇷🇺 Francisco Tárrega 🇪🇸 Richard Wagner 🇩🇪 Antonio Vivaldi 🇮🇹 Grupo G Sergei Rachmaninoff 🇷🇺 Johannes Brahms 🇩🇪 Béla Bartók 🇭🇺 Joseph Haydn 🇦🇹 Grupo H Gustav Holst 🇬🇧 Franz Liszt 🇭🇺 Maurice Ravel 🇫🇷 Giuseppe Verdi 🇮🇹 Agora a pergunta que paira no ar, vibrando como um tremolo de cordas antes do clímax: quem será o grande vencedor deste torneio? Prepare o coração — e os fones — porque essa disputa promete. Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada com participção de Thiago Takeshi Venancio Ywata e Eduardo Barreto. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan. #Beethoven #VillaLobos #Debussy #Stravinsky #Mozart #Berlioz #Mendelssohn #Barrios #Schubert #Schumann #Shostakovich #Copland #Tchaikovsky #Bach #Dvorak #Grieg #Mahler #Chopin #Mussorgsky #Gershwin #RimskyKorsakov #Tarrega #Wagner #Vivaldi #Rachmaninoff #Brahms #Bartok #Haydn #Holst #Liszt #Ravel #Verdi #ConversaDeCamara #PodcastDeMusicaClassica #CopaDoMundoDosCompositores #HistoriaDaMusica #CompositoresClassicos #MusicaErudita #Orquestra #TorneioMusical #ClassicosUniversais #CampeonatoMusical
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Steve Reich e sua máquina sonora chamada Sextet

Bem-vindo a mais um Conversa de Câmara, o espaço onde mergulhamos em grandes obras da música contemporânea. Hoje, a peça é “Sextet”, composta por Steve Reich — um dos nomes mais influentes do minimalismo americano, ao lado de Philip Glass e Terry Riley. Reich nasceu em 1936, em Nova York, e revolucionou a música do século XX ao criar obras baseadas em repetição, ritmo e sutis transformações harmônicas. Ele buscava algo quase hipnótico — uma música que muda pouco a pouco, sem que a gente perceba exatamente quando tudo se transformou. “Sextet” foi escrita em 1985 para quatro percussionistas e dois tecladistas — ou seja, seis músicos no total — e estreou no Centre Pompidou, em Paris. A peça tem cinco movimentos tocados sem pausa, formando uma estrutura em arco: rápido, moderado, lento, moderado, rápido — A-B-C-B-A. Cada movimento se liga ao outro não só pelo ritmo, mas também por uma lógica harmônica que se reflete como um espelho. Vamos ouvir a gravação do Yale Percussion Group e comentar juntos alguns momentos-chave. Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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Béla Bartók se despediu da vida com seu Concerto para Piano nº 3

Hoje, no Conversa de Câmara, vamos conhecer uma das obras mais emocionantes do século XX — o Concerto para Piano nº 3, de Béla Bartók. Mais do que uma composição, este concerto é um testamento de amor: foi escrito como presente de aniversário para sua esposa, Ditta, enquanto o compositor lutava contra os estágios finais da leucemia. Bartók estava fraco, internado em Nova York, e mesmo assim seguiu escrevendo. Ele conseguiu finalizar toda a partitura, faltando apenas a orquestração dos últimos 17 compassos — concluída mais tarde por seu amigo e aluno Tibor Serly. O resultado é uma obra profundamente humana, que mostra um lado mais sereno e luminoso do compositor, contrastando com a energia rústica e agressiva de seus concertos anteriores. 🎹 Primeiro movimento – Allegretto O concerto começa com leveza e equilíbrio. O piano desenha melodias suaves sobre uma orquestração transparente. É uma música que parece respirar — com ecos das danças folclóricas húngaras, mas tratadas com delicadeza e humor. Nada é forçado: é como se Bartók dissesse que a beleza pode existir mesmo nos momentos mais difíceis. 🌙 Segundo movimento – Adagio religioso Aqui, entramos em um espaço de calma e introspecção. O piano soa quase como um cântico, e a orquestra responde com uma ternura quase espiritual. No meio do movimento, Bartók nos leva para a natureza — ouvimos pássaros, o vento, o silêncio. Ele recria musicalmente o som da vida, como se buscasse consolo no mundo natural. Há uma citação velada de Beethoven, de seu quarteto “Cântico de Agradecimento a Deus de um Convalescente”. Beethoven se recuperou de sua doença; Bartók, infelizmente, não. 🔥 Terceiro movimento – Allegro vivace O final é cheio de energia e vitalidade. O piano e a orquestra brincam em um rondó, trocando temas e contrapontos com alegria. Há humor, há vida — uma explosão de cores, ritmos e movimento. E ao mesmo tempo, uma leve melancolia escondida entre as notas, como uma despedida serena. Bartók parece nos deixar uma mensagem: a arte é a forma mais pura de continuar vivo. O Concerto para Piano nº 3 é, portanto, mais do que música. É uma carta de amor, uma oração e uma despedida — escrita por um homem que encontrou paz na própria criação. 🎧 #Bartok, #PianoConcerto3, #ConversaDeCamara, #MusicaClassica, #PodcastDeMusica, #BelaBartok, #ConcertoParaPiano, #MusicaHúngara, #HistoriaDaMusica, #AnaliseMusical, #ClassicosDoSeculoXX, #DittaBartok, #GyorgySandor, #EugeneOrmandy, #PhiladelphiaOrchestra, #MusicaDeCamara, #PodcastCultural, #MusicaComHistoria Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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É bom o Quarteto de Cordas nº 1 em Lá maior do Alexander Borodin?

Hoje vamos falar sobre um compositor muito especial: Alexander Borodin e seu Quarteto de Cordas nº 1 em Lá maior. Borodin (1833–1887) foi um homem de dois mundos: químico de profissão e compositor nas horas vagas. Mesmo com pouco tempo dedicado à música, deixou uma obra pequena, mas marcante. Ele escreveu duas sinfonias, duas óperas e dois quartetos de cordas que consolidaram sua reputação como um dos grandes nomes do chamado “Grupo dos Cinco”, também conhecido como o “Punhado Poderoso” de compositores russos que, em São Petersburgo, buscavam criar uma música autenticamente nacional, independente da tradição germânica dominante. O Quarteto nº 1 em Lá maior foi escrito entre 1874 e 1879, período em que Borodin também trabalhava em sua ópera Príncipe Igor. Ele compôs a peça de maneira intermitente ao longo de cinco anos, até publicá-la em 1879 com uma dedicatória a Nadezhda Rimskaya-Korsakova, esposa de seu amigo e colega Rimsky-Korsakov. A estreia, porém, só aconteceu em 1880. O quarteto recebeu destaque já em sua época. Um crítico chegou a chamá-lo de “a primeira grande peça de música de câmara da Rússia”, um título que demonstra sua importância inovadora. Apesar disso, com o passar do tempo, ele acabou ofuscado pelo mais famoso Quarteto nº 2, especialmente no Ocidente. Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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Michael Praetorius entre a renascença e o barroco com Terpsichore

Hoje vamos viajar até o início do século XVII para conhecer um dos nomes mais fascinantes da música da Renascença e do início do Barroco: Michael Praetorius. Nascido em 1571, na Alemanha, Praetorius era filho de um pastor luterano e carregava originalmente o nome Michael Schultze. Mas, como era costume na época, ele latinizou o sobrenome para Praetorius – o que soava muito mais elegante no meio acadêmico e musical. Foi organista, maestro, compositor e também um verdadeiro enciclopedista da música. Seu tratado Syntagma Musicum, por exemplo, é uma das fontes mais ricas que temos sobre a prática musical e os instrumentos da sua época. Mas entre suas inúmeras composições sacras, voltadas sobretudo para a tradição protestante, existe uma obra que escapou do ambiente da igreja e se tornou até hoje a mais conhecida de seu catálogo: a coleção Terpsichore, publicada em 1612. Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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Franz Liszt e a densa Sinfonia de Dante

Hoje vamos mergulhar na Sinfonia de Dante, uma das obras mais visionárias e, ao mesmo tempo, desafiadoras de Franz Liszt. A estreia aconteceu em 7 de novembro de 1857, no Teatro Real de Dresden, sob regência do próprio Liszt. A recepção? Digamos… nem todos estavam preparados para tanta ousadia. Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan. Tudo começou lá em 1837, quando Liszt estava curtindo a paisagem do Lago de Como ao lado de sua companheira Marie d’Agoult. Entre um passeio e outro, ele mergulhou na leitura da Divina Comédia de Dante Alighieri. Foi aí que nasceu a ideia de transformar esse épico literário em música – mas não apenas música: Liszt queria juntar som, poesia e até artes visuais. Teve até planos malucos, como projetar imagens em lanterna mágica durante o concerto e usar uma máquina de vento experimental para simular as rajadas do Inferno. Isso em 1850 e poucos! Visionário demais, né? Em 1855, ele escreveu para o amigo e futuro genro, Richard Wagner, contando sobre a obra que estava compondo. A ideia era uma sinfonia em três movimentos: Inferno, Purgatório e Paraíso. Só que Wagner deu aquele pitaco clássico: disse que o Paraíso não podia ser representado em música. Liszt até aceitou o conselho – meio a contragosto – e deixou o último movimento em aberto, reduzindo-o a um coro feminino com trechos do Magnificat. A estreia rolou em 7 de novembro de 1857, no Teatro Real de Dresden, com o próprio Liszt regendo. E olha… foi um fiasco! Faltou ensaio, a imprensa caiu matando e até amigos próximos ficaram com o pé atrás. Mas a obra sobreviveu ao tempo e hoje é considerada uma das mais ousadas tentativas de unir literatura e música no século XIX.
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Rudepoema: o incendiário encontro entre Villa-Lobos e Arthur Rubinstein

Villa-Lobos e Rubinstein se conheceram no Rio de Janeiro em 1918, quando Rubinstein esteve em turnê pelo Brasil. O pianista polonês, já renomado internacionalmente, ficou impressionado com a ousadia e a originalidade das composições de Villa-Lobos. Rubinstein descreveu Villa-Lobos como um gênio "selvagem, original, sem medo de arriscar", e se tornou um de seus maiores defensores fora do Brasil. A amizade foi tão intensa que Rubinstein passou a divulgar a música de Villa-Lobos em seus concertos pela Europa e pelos Estados Unidos. Ele tocava frequentemente peças curtas, como os Prole do Bebê e os Choros, ajudando a projetar o nome do brasileiro no circuito internacional. Entre 1921 e 1926, Villa-Lobos começou a escrever o Rudepoema inspirado em Rubinstein. Não era apenas uma dedicatória, mas um verdadeiro retrato musical da personalidade do pianista. O próprio Villa-Lobos disse que queria “transcrever mecanicamente” a alma de Rubinstein, como se fosse uma fotografia íntima em música. Em 1927, Rubinstein estreou o Rudepoema em Paris. Foi um marco: além de reforçar a reputação de Rubinstein como intérprete moderno e ousado, consolidou Villa-Lobos como um compositor que podia dialogar de igual para igual com as vanguardas europeias. Rubinstein permaneceu amigo e admirador de Villa-Lobos por toda a vida. Graças a esse apoio, muitas das obras do compositor brasileiro chegaram a um público internacional que talvez demorasse muito mais a conhecê-lo. Esse encontro foi decisivo. Sem Rubinstein, Villa-Lobos talvez tivesse demorado muito mais para ser reconhecido fora do Brasil. E sem Villa-Lobos, Rubinstein não teria em seu repertório um dos retratos musicais mais ousados já escritos para um pianista. Suposta divisão da música: 00:00 Intro00:37 Interludio 101:08 Tema arpegiado01:39 Tema escalas ascendentes02:22 Tema acordes03:21 Interludio 203:40 Tema carnaval 04:07 Tema virtuoso 104:36 Interludio 304:47 Tema 3 vs 205:11 Tema angustia 06:08 Puente 107:20 Tema incógnitas 07:58 Tema staccato08:27 Puente 209:10 Tema melancólico 09:35 Interludio 409:52 Tema melancolico 210:17 Tema grandioso 10:55 Tema baile español 11:31 Variación Tema español 12:30 Tema emocional 14:30 Interludio 5 15:20 Tema misterio 16:40 Interludio 616:53 Tema virtuoso 217:31 CodaApresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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As lindas Rapsódias Suecas de Hugo Alfvén

Hugo Alfvén (1872–1960) foi um compositor, maestro, violinista e pintor sueco, considerado uma das figuras mais importantes da música sueca no fim do período romântico Nascido em Estocolmo, estudou no Conservatório de Stockholm (1887–1891) e atuou como violinista na Ópera Real ⁠— carreira que abandonou para se dedicar à composição De 1910 a 1939, foi diretor musical da Universidade de Uppsala e conduziu o famoso coro masculino Orphei Drängar, influenciando fortemente a música coral sueca Suas obras são frequentemente inspiradas em paisagens e músicas folclóricas da Suécia, mesclando o estilo centro-europeu com a tradição local . As “Swedish Rhapsodies” (Rapsódias Suecas) 1. Swedish Rhapsody No. 1 – Midsommarvaka 2. Swedish Rhapsody No. 2 – Uppsala-Rapsodi 3. Swedish Rhapsody No. 3 – Dala-Rhapsodien (Rapsódia da Dalarna) Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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E não é que encontraram o perdido Concerto para Violoncelo nº 1 de Joseph Haydn ?

O Concerto para Violoncelo nº 1 em Dó Maior é hoje uma das obras mais queridas do repertório para o instrumento, equilibrando elegância clássica e desafio técnico. Sua redescoberta em 1961 não apenas devolveu aos músicos e ao público uma peça-prima esquecida, mas também revelou um lado de Joseph Haydn como compositor jovem, já plenamente capaz de criar música de impacto duradouro. A obra permanece como um marco na história do violoncelo, tanto pelo seu papel no desenvolvimento do concerto clássico quanto pela forma como coloca o intérprete no centro do palco, explorando ao máximo sua habilidade e expressividade. Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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Sinfonia Italiana, de Felix Mendelssohn, era italiana mesmo?

No outono de 1830, Mendelssohn, então com 21 anos, visita a Itália, destino tão almejado por muitos viajantes alemães. Lá fica dez meses e conhece várias cidades – Milão, Florença e Nápoles, entre outras. Mas sua base é Roma e é num quarto ensolarado que dá para a Piazza di Spagna que escreve a maior parte de sua Sinfonia nº 4, a Italiana. A obra é um hino de louvor à terra onde os limoeiros florescem, onde o clima é mais ameno e as pessoas mais tolerantes. Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan. #SinfoniaItaliana #FelixMendelssohn #Mendelssohn #MusicaClassica #ObraOrquestral #Orquestra #MusicaSinfonica #CompositorAlemao #MusicaDoSeculoXIX #PhilharmonicSociety #EstreiaEmLondres #MusicaRomantica #SemanaSantaEmRoma #Saltarello #Tarantela #DancasNapolitanas #HistoriaDaMusica #PodcastDeMusica #PodcastDeMusicaClassica #AnaliseMusical #HistoriaDasSinfoniass #MusicaErudita #RepertorioClassico #ObrasDeMendelssohn #MusicaInstrumental #PodcastCultural #PodcastEducativo
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Primeiro (e único) Concerto para Piano de Robert Schumann

O Concerto para Piano em Lá menor, Op. 54 de Robert Schumann possui três movimentos tocados sem pausas entre si (attacca), formando uma estrutura contínua. Os tempos de cada movimento variam um pouco de acordo com a gravação, mas geralmente seguem este padrão aproximado:A estreia do primeiro movimento ( Phantasie ) ocorreu em 13 de agosto de 1841 no Gewandhaus em Leipzig, com Clara Schumann como solista. A versão completa em três movimentos foi estreada em Dresden em 4 de dezembro de 1845, novamente com Clara Schumann e o maestro Ferdinand Hiller, que a dedicou , como maestro. Menos de um mês depois, em 1º de janeiro de 1846, o concerto foi apresentado em Leipzig, sob a regência de Felix Mendelssohn . Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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Alexander Glazunov, com The Kremlin , e despedida de Ozzy Osbourne

Composta em 1890, The Kremlin, Op. 30, é uma peça sinfônica de Alexander Glazunov que mistura música e patriotismo de forma grandiosa. Inspirado pela imponência arquitetônica e histórica do Kremlin de Moscou, Glazunov transforma o símbolo máximo do poder russo em uma narrativa sonora vibrante e cinematográfica. A obra é construída em forma de poema sinfônico, com seções contrastantes que evocam o passado czarista, os rituais religiosos e a majestade do império russo. Glazunov, herdeiro da tradição de Rimsky-Korsakov e Borodin, demonstra aqui seu domínio da orquestração e do lirismo romântico. The Kremlin não é apenas uma homenagem ao monumento, mas uma tentativa de capturar a alma da Rússia em música. É um exemplo do esforço dos compositores russos da época em criar uma identidade musical nacional — e Glazunov o faz com brilho, imponência e emoção. E demos nosso adeus ao grande Ozzy Osbourne; #ozzy #ozzyosbourne Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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Já ouviu a Sinfonia nº 3 de George Enescu? NÃO???????????

A Sinfonia nº 3 de George Enescu é uma obra-prima pouco conhecida, mas de imensa profundidade emocional e invenção técnica. Em vez de seguir modelos tradicionais, ela apresenta um arco dramático e filosófico: da escuridão e da violência (primeiro movimento), passando pela inquietação (segundo movimento), até alcançar a paz e o consolo (terceiro movimento). A sinfonia é também um retrato da alma romena — não por meio de citações folclóricas óbvias, mas pela integração orgânica do espírito e da sonoridade do leste europeu com as técnicas da música moderna. É um testamento da genialidade de Enescu, que merece ser mais amplamente reconhecido como um dos grandes sinfonistas do século XX. .Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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Bora ouvir as duas peças Cydalise et le Chèvre-pied, de Gabriel Pierné?

No episódio de hoje, vamos mergulhar em um universo mágico, mitológico e absolutamente encantador da música francesa do início do século XX. Prepare-se para conhecer – ou redescobrir – as duas suítes extraídas do balé Cydalise et le Chèvre-pied, compostas por Gabriel Pierné. Com uma escrita orquestral rica e colorida, essas obras nos transportam para uma paisagem habitada por ninfas, sátiros e deuses da natureza, misturando lirismo, humor e uma leveza quase encantatória. Vamos analisar cada suíte como um todo, explorando os gestos musicais, a atmosfera impressionista e os detalhes tímbricos que fazem dessa obra uma joia rara do repertório sinfônico francês. Fique com a gente e descubra como Pierné transforma mitologia em música com graça e sofisticação. .Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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Suíte Inglesa nº 3, de Johann Sebastian Bach

Apesar do nome, Bach nunca foi à Inglaterra — e, sinceramente, duvido que tomasse chá às 5. O nome “inglesa” veio depois, talvez por causa de algum nobre britânico misterioso que recebeu a dedicatória. Ou talvez porque... sei lá, “suíte alemã” não soava chique o suficiente. A suíte começa com um Prelúdio cheio de energia, como se dissesse: “Atenção, senhores! A dança vai começar!”. É rápido, ornamentado, e exige que os dedos do cravista estejam mais aquecidos que café no fogão. E então... entram as danças barrocas: A Allemande, cheia de elegância; A Courante, saltitante, quase uma corrida leve; A Sarabande, mais introspectiva — tipo aquela hora da festa em que todo mundo fica sentimental; Depois vem a Double, uma variação mais enfeitada da Sarabande; As Gavottes I e II, que são tipo o biscoito de polvilho da corte: crocantes, leves e ninguém consegue ouvir só uma; E por fim, a Gigue — que fecha com chave de ouro, em ritmo acelerado, como se Bach dissesse: “Pode aplaudir, agora acabou mesmo!”. .Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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Suíte Inglesa nº 3, de Johann Sebastian Bach

O Prelúdio da Suíte Inglesa nº 3, de Bach, parece um Concerto Grosso italiano: começa por um motivo simples que leva a um crescendo “orquestral”. Segue-se uma passagem durante a qual dois instrumentos solo “dançam” um em torno do outro. A alternância solo/orquestra determina a clara estrutura desse movimento. As danças que se seguem são baseadas mais no estilo francês. A Sarabanda é uma obra-prima absoluta, “de comovente beleza”, afirma o cravista Pierre Hantaï. Duas Gavotas muito contrastantes são decididamente francesas. A primeira tem um motivo de tambor; a segunda é uma Musette, uma dança pastoral simples muito usada por compositores franceses. O final traz a assinatura de Bach: uma Giga que é também uma acrobática fuga em três partes. .Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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Suíte Francesa nº 5 de Johann Sebastian Bach é mesmo francesa?

Hoje vamos fazer uma viagem no tempo com trilha sonora de ninguém menos que Johann Sebastian Bach, esse mestre barroco que entendia tudo de música, matemática e, surpreendentemente, também de dança! Mas calma... não é a dança do TikTok. Estamos falando das danças elegantes do século XVIII, que ele transformou em suítes incríveis. No episódio de hoje, a gente vai mergulhar na Suíte Francesa nº 5, BWV 816 A primeira música aqui é uma Allemande, mais rápida do que o habitual, como se Bach tivesse tomado um café a mais naquela manhã. Na sequência, temos: Courante: essa aqui é tipicamente francesa, com compasso ternário, cheia de passos leves e floreios melódicos. Sarabande: nobre e introspectiva, quase uma oração tocada com os dedos; Gavotte: animada, alegre, impossível de não imaginar gente dançando com vestidos rodados e casacas longas; Bourrée: ainda mais animada, quase uma continuação do clima da gavota; Loure: essa é uma das mais interessantes – uma dança menos comum, com ritmo elegante e um charme meio misterioso. Gigue: fecha a suíte como sempre: movimentada, vivaz e com aquele toque de virtuosismo que só Bach sabia dar. Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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Suíte Francesa nº 5, de Johann Sebastian Bach

Bach compôs as Suítes Francesas entre 1717 e 1720, quando estava a serviço do Príncipe Leopold de Anhalt, em Cöthen. Não há menção de “francesas” nos manuscritos. Bach as chamou simplesmente de Suites pour le clavecin (suítes para o cravo). O título Suítes Francesas aparece pela primeira vez em 1762, dez anos depois da morte de Bach. Muitos musicólogos tentaram determinar o que há de francês nestas suítes e a resposta é “muito pouco, quase nada”. .Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.
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ESPAÑOLES EN LOS 80`s En los años 1980 el rock español fue influenciado por el new wave y el punk, surgiendo un movimiento conocido como "La Movida madrileña"; este movimiento, en el que, a modo de cajón de sastre, se aglutinó a grupos no tan sólo madrileños, y no estrictamente ligados a el, se corresponde con un período de gran creatividad en la cultura popular española, a todos los niveles; mientras los grupos emergían sin cesar, y se prestaba atención, quizá por primera vez, a la escena underground, el fenómeno creativo se extendía también al cine, el cómic, la fotografía; así se relacionaron con el movimiento Cineastas como Pedro Almodóvar y fotógrafos como Alberto García-Alix. En el campo del cómic, publicaciones como Totem o Cimoc se hacían eco de la cultura del rock, potenciando su lado fantástico y onírico. La "Movida", fue muy promocionada por la administración local madrileña, en aquel momento regida por "el viejo profesor" Tierno Galván; es muy recordada su polémica frase al respecto a la apertura de un concierto; "¡Rockeros: el que no esté colocado, que se coloque... y al loro!"; asimismo se recuerda en relación a este período el programa dirigido por Lolo Rico "La Bola de Cristal", un espacio televisivo profundamente iconoclasta, vinculado a la cultura del momento y en el que aparecían haciendo cameos y celebradas actuaciones musicales artistas como Loquillo, Alaska o Juan Perro. Se pueden mencionar asimismo los locales de referencia de la "Movida", locales desaparecidos como el Rockola, o el todavía vigente "Penta", mencionado en la canción de Nacha Pop "Chica de ayer; el paso del tiempo ha acabado por mitificar estos puntos de reunión de la Movida Madrileña, y los ha hecho permanecer en la memoria colectiva como eternamente vinculados a la época que los vio nacer. Updated
La Gran Travesía Puedes hacerte con un ejemplar del libro La Gran Travesía del Rock en el siguiente enlace https://www.amazon.es/GRAN-TRAVES%C3%8DA-DEL-ROCK-autoestopista/dp/8419924938 El podcast La Gran Travesía es un recorrido exhaustivo por lo mejor de la Historia del Rock, en (casi) todos sus estilos, desde sus inicios en los años 50 hasta la actualidad. Más de 50.000 canciones y 3.000 horas de música Pop, Rock, Folk, Blues, Punk, Hard, Heavy, Country, Garaje... en más de 2.000 podcast con la Historia del Rock más completa. Puedes seguirnos también en nuestra Web https:radiofreerock.com Updated
Music Box Cada viernes y sábado en KISS FM, de 22 a 00, con Quique Tejada. Si te has perdido el programa o quieres volver a escucharlo, aquí lo tienes disponible. Updated
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