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#57 [Em Off] Visualmente #25 – Design do interiorrr
Episode in
degêcast
Olá, seja muito bem-vindo e muito bem-vinda ao último Degêcast do ano!
Gente, o que foi 2018, não é mesmo? Que correria maluca! E mais uma vez o ano escorreu por nossos dedos e vai continuar nos acompanhando em 2019.
Não sei se foi assim pra você, mas está sendo assim pra gente, do Degêcast. Muitos projetos de 2019 com continuidade em 2019. Mas e as novidades?
Degêcast iniciará 2019 com novidades também! Ainda não podemos adiantar, pois está tudo no âmbito das ideias e planejamento, mas com certeza podemos dizer que estamos nos mexendo para trazer coisas novas pra você! O que não mudará, com certeza, é o compromisso com a relevância e a qualidade do conteúdo que produzimos!
E o episódio? É sobre design do interior?
Nesse último episódio do ano, publicamos uma reprise do Visualmente #25, onde o Alberto G. P. Oliveira e o Giba foram até o podcast da rede do Anticast para falar sobre design do interior com o Rafael Ancara e o Almir Mirabeau. Muitos causos e curiosidades sobre capinar tipografia e quarar materiais gráficos no varal.
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Degêcast, abreviação abrasileirada de Design Gráfico, é um podcast desenvolvido por estudantes e professores do curso de Design Gráfico do Centro Universitário Barão de Mauá, em Ribeirão Preto – SP.
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01:50:07
#56 [Cá entre nós] Como criar um podcast e porquê #Degêcast 5 anos!
Episode in
degêcast
Fala, galera! Sejam muito bem-vindos e muito bem-vindas ao Degêcast. Diretamente dos estúdios do Centro Universitário Barão de Mauá (#sqn), em Ribeirão Preto – SP, eu sou Alberto G. P. Oliveira, e hoje estou acompanhado do meu caro colega Marcel Moreira, professor e coordenador de cursos de pós-graduação e o mais novo podcaster da cidade. Vamos dar as boas-vindas ao Publicast, o podcast dos cursos de comunicação da Estácio! Hoje nós fizemos um crossover: um mesmo episódio que será publicado pelos dois podcasts: tanto no Degêcast, quanto no Publicast, e vamos falar sobre como criar um podcast e porquê. Conheça o trabalho deles clicando aqui.
# Degêcast 5 anos!
Hoje também é um dia muito especial para nós: há exatamente 5 anos atrás, em 22 de novembro de 2013, publicávamos o primeiro episódio do Degêcast. Foi a primeira parte, de duas, do episódio piloto, em que cobrimos a realização da I Semana de Design da Barão. Eu, Alex Santana, Mariana Propheta e Caio Loss, entre diversas tentativas, formamos essa primeira equipe do Degêcast. Não tínhamos estrutura nem equipamento, mas entre trancos e barrancos gravamos e publicamos os primeiros episódios.
De lá pra cá muitas pessoas passaram pelo Degêcast: prof. Giba, responsável pelo nosso logo, Felipe Silva, Caio Martins, Lettícia Figueiredo, Emerson Stark… Atualmente, nossa equipe é formada por Murillo Fernandes, Tatiana Bagdonas – a estagiária que virou chefe – e uma menção honrosa a Alyson Ambrósio, que continuou editando os programas mesmo depois de formado.
Foram mais de 70 episódios, 20 mil downloads e dezenas de milhares de caracteres. Nem sei contar quantos convidados passaram por aqui compartilhando suas experiências com a gente! Experimentamos formatos novos, escrevemos artigos, produzimos conteúdo. Não é muito, é verdade. Tem podcasts com menos tempo que a gente e que já publicou mais episódios e que tem um alcance maior que o nosso. É um pequeno passo para o podcast, mas um grande passo para nós…
O objetivo do Degêcast sempre foi estimular os estudantes a conhecer mais, a ir além, a se aprofundar nos temas de seu interesse. Produzir conteúdo é também uma forma de se forçar a pesquisar e de procurar as melhores palavras pra contar pra todo mundo como esse assunto é legal e como ele pode mudar a sua vida!
Esse objetivo tenho certeza que cumprimos! A “sala de aula” de cada episódio do Degêcast tem alguns professores e centenas de estudantes. Ponto para a educação não formal!
Dia do podcast
No dia 21 de outubro, a podosfera brasileira comemora o Dia Nacional do Podcast. A data remete ao primeiro podcast tupiniquim publicado, o Digital Minds, de Danilo Medeiros. Queremos aproveitar a ocasião pra celebrar também essa mídia que a gente gosta tanto!
Podcasting significa enviar um arquivo de mídia por meio de um feed RSS. Esse tal de feed é uma tecnologia que permite que usuários assinem e recebem todo novo conteúdo publicado em um podcast, um jornal, um blog, um site… É tipo assinar o jornal e receber na porta da sua casa cada nova edição publicada, só que é de graça e digital.
O termo foi cunhado em 2004 pelo então VJ da MTV Adam Cury e faz uma menção ao iPod, ao mesmo tempo que é um acrônimo para personal on demand, pessoal e sob demanda. Nós já falamos em detalhe sobre as origens do podcast e suas principais características e vantagens no artigo do episódio #39.
PodPesquisa 2018
Realizada pela Associação Brasileira de Podcasters, a ABPod, a PodPesquisa 2018 é a maior e principal pesquisa sobre a mídia podcast do Brasil, talvez do mundo. É um questionário que foi respondido por quase 23 mil pessoas e traz dados interessantíssimos sobre ouvintes e produtores de podcast no Brasil: gênero, faixa etária, renda mensal, grau de retenção, nível de engajamento, hábitos de consumo de podcast, entre muitos outros.
Vou citar alguns que chamaram mais minha atenção.
92% dos respondentes ouvem podcasts pelo celular. Claro, é muito mais prático! Tá tudo no seu bolso! Eu mesmo baixo os programas e monto uma playlist pra ir escutando ao longo dos dias. Com certeza podcast hoje é minha principal fonte de informação.
O tempo médio ideal de duração de cada episódio é de 1h a 2h, sendo que entre 30 e 60 min. também é uma boa pedida. Mesmo os episódios mais longos retém a atenção dos ouvintes: mais de 90% dos respondentes ouvem todos os episódios até o fim. Eu, inclusive! Já perdi as contas, mas hoje assino cerca de 30 podcasts ou mais. Desses, acompanho regularmente uns 10. Estou exatamente na média, segundo o questionário, que é de 10 podcasts por pessoa.
Entre os respondentes, 1.405 declararam-se produtores de podcast. Mais da metade deles gasta no máximo até R$ 50 pra produzir seus programas. Fantástico, né? A TeiaCast, repositório de podcasts brasileiros mantida por Thiago Miro, do Mundo Podcast, conta hoje com 2.153 podcasts em sua base, sendo 1.730 ativos, ou seja, que publicaram pelo menos um episódio nos últimos 12 meses. É muito podcast nesse Brasilzão, gente!
Podcast, mídia livre
Sempre sonhei em fazer parte de um veículo independente de comunicação, que não tivesse amarras editoriais nem comerciais. Não vou entrar no mérito dessa discussão, que é bastante profunda, mas pra além de ingenuidades de um jovem idealista, o podcast me permite essa liberdade. Liberdade não só de expressão, mas de pautar temas que penso serem relevantes. Um espaço pra ter voz, pra dar voz a outros, pra ouvir e ser ouvido. Isso é muito importante! O podcast oferece tudo isso!
É diferente ter seu conteúdo em uma plataforma de terceiros, como YouTube e o próprio Facebook. O que você publica lá é deles. A qualquer momento pode “dar um ruim” danado e você perder acesso às suas produções. Não que eu ache que isso vá acontecer, pelo menos não tão cedo, mas é um risco que se corre quando utilizamos o espaço de outro alguém, certo? Com um feed e um site próprios, um podcaster não corre esse risco.
Como criar um podcast e porquê?
Vamos supor que, assim como eu, você gosta tanto de ouvir podcasts que algo em você te faz querer ter seu próprio programa. Isso é muito possível! Selecionei aqui algumas dicas pra você dar os pontapés iniciais.
Primeiro, é importante você definir a temática, o formato e a linguagem que você quer pro seu podcast. Vou linkar aqui o canvas para podcast, adaptado pela Kell Bonassoli, que pode te ajudar bastante com essas e outras definições iniciais.
Ter um site é opcional – basta ter o tal do feed – mas eu recomendo fortemente que você tenha um. Fica mais fácil pras pessoas encontrarem seu podcast por outras vias e você ganha um espaço extra pra alocar links, imagens e outros “anexos” ao seu programa em áudio. Soluções como o aplicativo Anchor permitem que você tenha um podcast, com feed, sem necessariamente ter um site.A melhor solução é usar o WordPress e instalar o plugin da Blubrry. Ele te ajuda a configurar seu feed e a se cadastrar nos principais repositórios de podcast, como o antigo iTunes, agora Apple Podcasts, Google Podcasts, Stitcher, YouTuner, até no recém-chegado Spotify Seu feed fica configurado bonitinho e padronizado, além de estar disponível em virtualmente todos os aplicativos para ouvir podcasts e de te oferecer gratuitamente estatísticas de download dos seus episódios.
Você também vai precisar de um lugar pra hospedar seus arquivos de áudio. Se seu podcast for predominantemente vocal, salve-os em formato MP3, com bitrate de 96 kbps. É suficiente pra ouvir com clareza e nitidez, e os arquivos não ficam tão grandes.
É importante que você se preocupe com a qualidade de captação do áudio. Não precisa começar já investindo nos melhores microfones, mas nitidez e clareza é sinal de respeito com seu ouvinte. Preocupe-se bastante com isso!
E pra concluir…
Fico feliz que tenhamos chegado até aqui. Estou falando tanto do Degêcast quanto do texto, que ficou longo (rs). Faço questão de te agradecer pela atenção dispensada e pelo apoio! O Degêcast – e qualquer outro projeto de publicação – não é nada sem seu ouvinte, sem seu leitor. Tudo que fazemos é pra trazer pra você bons conteúdos, pontos-de-vista interessantes sobre temas relevantes, de forma divertida e informativa. Dá trabalho, mas a gente se diverte – e muito!
Como sempre, finalizo pedindo seu feedback. Como você conheceu o Degêcast? Qual seu episódio preferido? Tem vontade de começar seu próprio podcast? Quantos e quais podcasts você acompanha? Queremos muito saber o que você tem a dizer! Deixe um comentário aqui no post e vamos ampliar essa discussão.
E com isso, o Degêcast #56 fica por aqui. Obrigado pela sua companhia, um abraço, tchau, tchau!
Links citados
Degêcast #28 – Não sei programar, e agora? Usa o WordPress!
Página do projeto #FakeNão no Facebook e canal no Telegram
Entrevista com Danilo Medeiros, 1º podcaster do Brasil
Planejamento usando o Canvas para Podcast
Alô Ténica! #71 – Resultados da PodPesquisa 2018
Resultados da PodPesquisa 2018
Site do Publicast
Twitter do Marcel
Fanpage do Marcel
Twitter do Alberto
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Trilha sonora:
Dixie Doll, por Stephen Baird
Driving in my car, por Fedor Alekseev
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01:02:04
Degêcurta #05 – Plantão Degêcast informa
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Interrompemos nossa programação para avisar porque interrompemos nossa programação
E aí, sumido, tudo bem?
Você deve ter reparado que o Degêcast está meio fora de sintonia, né? Já faz quase um mês desde que lançamos nosso último episódio e até hoje nada de pingar novidade no nosso feed.
A verdade é que estamos sem editor! Nosso queridíssimo Alyson Ambrósio não está mais conosco por motivos de correria profissionais e estamos buscando uma forma de gravar sem precisar de edição. Não, não é loucura da nossa cabeça! Isso é possível!! rs
Recadinhos Degêcurta
Você sabe que o Degêcurta é o quadro de rapidinhas do Degêcast. Mas, aproveitando que temos sua preciosa atenção, vamos aproveitar para deixar alguns recadinhos:
Colabore com a campanha de lançamento da 4ª edição do RPHQ
Conheça os cursos de pós-graduação em comunicação da Barão
4ª RPQH: Causos do Chico Lorota
A campanha de lançamento da 4ª edição da revista de histórias em quadrinhos da RPHQ, com causos do Chico Lorota, ainda está no ar! Conheça o trabalho fantástico desses artistas e colabore com o projeto!
Pós Barão em Comunicação
Além do curso presencial de pós-graduação em Design Gráfico e Interfaces Digitais, a Barão está lançando três novos cursos de pós-graduação na área de Comunicação: MBA em Comunicação e Mídias Digitais, MBA em Comunicação Empresarial e MBA em Comunicação e Marketing. Acesse o site e conheça a programação dos cursos!
Aguarde!
Mas fique tranquilo, pois tão logo acertemos o novo processo de gravação, retomaremos com nossa programação semanal regular. Sentimos muito pela ausência e agradecemos sua companhia!
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07:29
#55[Agenda] RPHQ lançamento da 4° edição
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O que é o selo RPHQ?
Uma figura cativa de matuto do interior paulista, um roteirista renomado, uma contador e “desenhador” de histórias que é professor universitário e apaixonado pelo que faz e um coletivo de ilustradores, você imagina onde isso vai dar?
Foi assim que surgiu a 4° edição da RPHQ – Ribeirão Preto em Quadrinho – uma revista em quadrinhos independente, “nascida e criada” em Ribeirão Preto, cidade há cerca de 390 km da capital paulista.
Carregando o título “Causos do Chico Lorota” o novo quadrinho buscou um dos personagens mais queridos da região para transformar em quadrinho. Chico Lorota, é um personagem fictício criado pelo artista Roberto Edson que retrata um caipira clássico, daqueles matuto “até os dentes”, famoso aqui pelas bandas do interior paulista por contar de causos que ele jura ser verdade.
A obra será uma coletânea de causos que carregará o selo alternativo RPHQ e contará com 14 histórias em quadrinhos, dois causos ilustrados e um bônus de entrevistas com os autores, em 40 páginas coloridas em papel de qualidade e muita inspiração.
Colecionando outras 3 edições, uma grafic novel e um cordel em quadrinho, o selo RPHQ já reuniu mais de 70 designers, redatores, roteiristas, quadrinhistas e ilustradores da cidade. Além disso, o selo realiza eventos gratuitos para novos talentos buscando estimular e valorizar as produções do interior paulista.
“Das cinco publicações do selo RPHQ – Ribeirão Preto em Quadrinhos, três foram indicadas ao troféu HQ Mix (o prêmio mais importante para os quadrinhos no Brasil). Todas as nossas publicações abrem espaço para a produção alternativa e não perdem de vista a valorização da diversidade e de nosso patrimônio cultural de forma contundente, mas também encantadora.”
Texto extraído do Catarse.me/chicolorota
Financiamento coletivo no panorama independente de publicações.
Na ultima quarta (08), o roteirista Gerson Teixeira, o ilustrador Saulo Michelin e nosso já de casa (aqui também ilustrador) Alex Soares, conversaram com o Degêcast para lançar o financiamento coletivo cartase.me/chicolorota.
Um financiamento coletivo, grosso modo, consiste na obtenção de financiamento de um projeto através da compra de cotas, em dinheiro, por pessoas físicas que se identificam com a proposta do projeto.
Esse sistema de financiamento possibilitou a execução de diversas produções independentes e acesso a novos conteúdos. Criou-se uma nova forma de consumo de forma bilateral, coletiva e principalmente fora do eixo das grandes empresas.
O catarse da RPHQ ficará ativo de 08 de agosto à 22 de setembro com a meta de 11.850 reais. Esse valor é a meta inicial que supri somente os custos de produção dos quadrinhos. Caso extrapole a meta, os valores serão divido entre os participante do projeto.
Por que financiar um quadrinho do selo RPHQ?
Boa qualidade gráfica
Conteúdo de alta qualidade
Conta histórias divertidas
Fortalece culturas locais
Oferece entretenimento
Dá oportunidade e visibilidade para artistas e criativos locais
Fortalecem da cultura das HQ’s
Produção genuína de Ribeirão Preto
Produção genuína do interior paulista
Fortalece, aumenta e difunde as produções do interior
Além da produção de altíssima qualidade, os financiamentos coletivos são responsáveis por emplacar diversos artistas e criativos, além disso, os financiamentos coletivos apoiam causas muito mais do que projetos.
E no episódio de hoje…
Conversamos com os queridos Gerson Teixeira, roteirista do projeto, Saulo Michelin e Alex Soares (brother da casa), ilustradores, sobre a história do selo RPHQ, idealização do projeto, quadrinhos anteriores com menção honrosa para o Vinil e Cordeiro de Sá citados e parte fundamental do projeto.
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55:48
#54 [Em Off] Copa do Mundo FIFA Rússia 2018
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degêcast
Bem amigos do Degêcast, mais uma Copa do Mundo!!!
Ahn? Quê? Copa? Degêcast?
Estão preparados para conteúdo surpresa? Nas férias? Esse é o nosso [Em Off]. Um episódio surpresa sobre qualquer coisa, fora da nossa pauta ordinária, mas divertido e informativo. O formato surgiu da necessidade de juntar os designer tudo para falar da vida, cotidiano, atualidades, novidades e acontecimentos que são imperdíveis e merecem ser comentados pelos nossos especialistas do rolê.
No episódio de hoje, o Alberto G.P. Oliveira, o (já de casa) Alex Soares e o dono do nosso fã clube Marcel Moreira (de casa também) se juntaram para falar sobre a Copa do Mundo FIFA Rússia 2018. O papo foi sobre acompanhar a Copa por streaming e aplicativos, as polêmicas do VAR, não ter mais time bobo, escalações dos sonhos, voltar a ter fé na seleção (#sqn), grandes jogadores, grandes fiascos (7×1 pago parcelado já esse ano), Tite, Neymar cai cai (só cai?), Jesus que não marca gol (acabou a fé mesmo), o declínio do tique-taca, entre muitas outras coisas.
Entre no nosso perfil do Instagram e veja as seleções escaladas pelos nossos craques!
Links Importantes
Quanto cada seleção receberá de premiação na Copa do Mundo 2018
O duelo: Brasileiros vs. “Estrangeiros” nas escalações da seleção brasileira
180 milhões de técnicos 1: escale a seleção brasileira na Copa 2018 com os 23 convocados pelo Tite
180 milhões de técnicos 2: escale a melhor seleção brasileira de todos os tempos
180 milhões de técnicos 3: escale a seleção com os melhores da Copa na Rússia 2018
Seleção oficial da Copa do Mundo FIFA 2018 eleita pelos fãs
Melhores jogadores da Copa 2018 segundos as estatísticas da Folha de São Paulo
Pior seleção da Copa do Mundo Rússia 2018
Estatísticas do VAR na Copa 2018
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01:53:25
#53 [Brainstorm] Bitcoin, criptomoedas e blockchain com Gustavo Faria do Cocatech
Episode in
degêcast
Fala galera, sejam muito bem-vindos e muito bem-vindas ao Degêcast! Não, essa não é a transcrição de áudio do nosso episódio. Isso é um papo sobre bitcoin, criptomoedas e blockchain.
Aos mais desavisados, em maio o Degêcast foi atacado por coletores do minecraft mineradores de criptomoedas, o que gerou uma série de pequenos problemas no site.
Um belo dia, na véspera de subir o episódio #50 especial sobre a abertura do IxDA em Ribeirão Preto, descobrimos que alguns dos nossos episódios haviam sumido. Mas claramente esse não foi nosso único problema: nossas senhas foram bloqueadas, então não conseguíamos acessar o site, não entendíamos o que estava acontecendo e tudo demorou muito pra se resolver.
As informações iam e vinham, ora era bug de sistemas, ora era ataque ao servidor e tudo sempre no campo do “achismo”. Finalmente conseguimos o diagnóstico de que nossa plataforma havia sofrido um ataque de mineradores de criptomoedas e nós ficamos tipo: “Whaaaaat?”
Foi aí que um mundo de possibilidades se abriu bem diante dos nossos olhos. Tivemos que lidar com todos os transtornos da invasão e de perder parte do nosso conteúdo. Sim, perdemos cinco episódios completos e não, não tínhamos um plano de backups muito bom. Aliás, não tínhamos nenhum backup oficial.
Nossa recuperação foi feita na raça mesmo, com resgate de caches e as coisas que guardamos nos backups extra oficiais. Mas isso é papo pra outra hora.
Pois bem, nosso editorial hoje veio conversar um pouco sobre o acontecimento e principalmente fazer pequenos alertas. Não, não somos contra a mineração e nem é nosso intuito pregar a palavra do anti-novidade.
Você sabe o que é o bitcoin? E blockchains? Sabia que existem várias criptomoedas? Pois é, nós sabíamos muito pouco sobre isso e além das dúvidas sobre a origem e desenvolvimento, ficamos completamente no escuro sobre o funcionamento delas. E é claro que isso virou pauta!
Além de ficarmos envolvidos nesse mundo pelo fascínio que ele provoca também descobrimos algumas coisas interessantes e vamos dividir com vocês.
Bitcoins, criptomoedas e blockchains
Pra quem está se perguntando o que é tudo isso, calma! Vamos por partes.
Criptomoedas são um tipo de moeda virtual, descentralizada e que usam a tecnologia blockchains para validar as transações feitas.
Blockchains, simploriamente, são uma espécie de livro de registro de dados operando em redes ponto-a-ponto (aquele tipo de rede que cada computador ligado é um servidor e um usuário comum) compartilhando e recebendo informações. Ela foi criada com a finalidade de ser uma medida de segurança e de ser descentralizada, operando globalmente. E por fim, o Bitcoin é um tipo de moeda criptografada que surgiu em 2009 e hoje é com certeza a mais famosa delas.
Esse novo sistema financeiro mudou a forma de comercializar na internet e tem se tornado um constante em negócios no mundo.
E no episódio de hoje…
A Tati Bagdonas e o Alberto G. P. Oliveira conversaram com o Gustavo Faria do Cocatech sobre Bitcoin, criptomoedas e blockchain. Falamos sobre a história e evolução do que pode ser o futuro do sistema financeiro mundial. Dá logo o play e saiba tudo sobre a moeda virtual queridinha da cibercultura.
Links Importantissímos
Cocatech
Hackeando o Bitcoin (Cocatech)
Por que usar bitcoins
Crash dos bitcoins
Dinheiro com tecnologia de fonte aberta
Liberdade para transações financeiras com internet
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01:06:04
#52 [Brainstorm] Tipografia com Andrea Kulpas
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O que é tipografia?
Segundo o dicionário Michaelis, “tipografia é a arte e a técnica de compor e imprimir com uso de tipos”. A palavra de origem grega (typos = forma e grapheins = escrita) se refere ao “conjunto de procedimentos artísticos e técnicos que abrangem as diversas etapas da produção gráfica (desde a criação dos caracteres até a impressão e acabamento).”
A história da tipografia inicia no século XV com a criação da prensa móvel por Johannes Gutenberg. Tendo a necessidade de tornar o método de impressão mais simples e viável em larga escala, Gutenberg desenvolveu os tipos móveis feitos em paralelepípedos de metal, cuja face apresentava o caractere “esculpido” em relevo.
Dessa forma, ele poderia criar os textos com esses pequenos caracteres e reutilizar os tipos (nome correto para os paralelepípedos) numa nova produção. Esse foi o método utilizado pela imprensa tradicional até medos dos anos 80 quando as produções se tornaram digitais.
Mas a tipografia imprime mais do que apenas caracteres no papel. Ela também é responsável pelo estilo, impacto, peso e presença que um texto exprime com as letras. Com serifa, sans serif, cursivas, display, romanas, são várias as características que classificam e compõem uma fonte.
É Tipografia, não, é lettering!
A tipografia enquanto estudo da formação dos tipos comumente desperta interesse nos calígrafos, designers e entusiastas do ramo. Tal recurso é muito utilizado na criação de branding, identidade visual, projetos publicitários etc. Mas qual a diferença entre lettering e tipografia e quando usamos cada um deles?
Basicamente, além da definição já tratada acima, a tipografia é um conjunto de tipos ou família tipográfica, como por exemplo a Helvetica. É também o estudo de como as letras interagem numa superfície, ou seja, a combinação e disposição dos tipos.
A escolha do tipo, cores, diagramação etc é o que define o caráter e estilo de um projeto, bem como é ele quem colabora para experiência positiva de um leitor, por exemplo.
Já o lettering é uma combinação específica de tipos (uma palavra, sigla, etc) trabalhados com uma única função, utilização e finalidade. O lettering também se diferencia da tipografia no quesito método.
Enquanto a tipografia é um estudo, o lettering é muitas vezes feito à mão livre, sem o rigor da técnica, importância da tipografia, composição tipográfica e hierarquização visual
A tipografia é a cara da linguagem
A frase acima é a epígrafe do livro “Pensar com tipos“, de Ellen Lupton. É uma obra excelente pra quem quer começar a se aprofundar no estudo e no entendimento sobre tipografia.
Uma forma bem simples de determinar a importância da escolha da tipografia para um texto é a dessa imagem:
“Eu sempre encontrarei você” (tradução livre)
Sim, tipos são importantes para creditar e validar uma ideia. Mais que isso, a experiência do usuário está conectada diretamente à tipografia. Como observamos na imagem acima, a freae “I’ll always find you” – Eu sempre encontrarei você – muda completamente de contextos em cada uma das fontes escolhidas pelo autor. Isso porque a escolha tipo + cor em cada um dos exemplos foi apropriado para a mensagem que o autor pretendia passar.
Na primeira frase, a fonte cursiva tem o potencial de remeter ao leitor que isso é uma mensagem de amor, de alguém apaixonado, provavelmente escrito por uma mulher na esperança de dizer ao seu amado que não importa tempo, distância ou situação, ela sempre o encontrará.
Já na segunda imagem, a cor vermelha, acompanhada de uma fonte que parece ser escrita livremente a mão, com respingos que remetem a sangue tornam a mensagem diferente: Não adianta se esconder, fugir ou correr eu sempre vou encontrar você. Provavelmente por algum assassino maluco tal qual nos filmes de terror.
Tipografia e hierarquização visual
Além da tipografia, a hierarquização visual é outro fator muito importante na escolha e seleção de uma tipografia. Observe a imagem:
A imagem acima gera algum esforço focal da parte o leitor, já que sua estrutura imprime ao menos três frases diferentes na mesma imagem. E uma cadência pelo uso de diferentes tamanhos da tipografia, sendo que num tamanho menor, a frase que salta aos olhos é “respostas não existem”. Se ampliada:
Quando ampliada, a frase é “Fui atrás de respostas e a única que encontrei foi que não existem respostas prontas”. A ideia do autor provavelmente e propositadamente era fazer essa brincadeira visual e tipográfica com seu leito.
Outro bom exemplo é:
Como podemos observar, nosso primeiro impacto é ler a primeira frase, que foi escrita em uma tipografia grande, espessa, pesada, a qual cria impacto no texto, chamando a atenção do leitor para aquele foco de atenção. Na sequência o tipo mais fino, em tamanho convencional oferece ao leitor a ideia de menor “importância”, já que concentrou toda sua atenção na primeira imagem. Já as letras miúdas parecem não ser importantes, mas ainda é parte da frase.
É papel da tipografia, aliada à composição e à hierarquização, proporcionar essas impressões ao leitor. Por isso são criadas famílias tipográficas com variações como bold (negrito), extrabold, itálica, etc. Cada uma delas oferece uma condição para quem lê.
E no episódio de hoje…
No episódio de hoje o papo foi com a especialista em tipografia Andrea Kulpas. Conversamos sobre sua pós-graduação em tipografia na Universidad de Buenos Aires (UBA), sobre tipografia, criações, inspirações e sobre suas referências visuais em design tipográfico. Ela também falou sobre suas experiências profissionais, sobre alguns eventos e parcerias, cursos e workshop e sobre seus projetos pessoais.
Links Importantes
Sobre Andrea Kulpas
Conheça a UBA
TED Talk Matthews Carter
Sobre Matthews Carter
História da tipografia gótica (muito interessante)
Tipografia geral
Famílias tipográficas
Anatomia das letras
Créditos
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01:04:45
#51[Brainstorm] – Profissão designer UX/UI
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Design UX/UI, design de interação e design de interface
Bastante difundido nos últimos anos, design UX/UI é o termo sinônimo de Design de interface do usuário e design de experiência do usuário respectivamente. Além disso, os termos também se referem à área de atuação dos profissionais que desenvolvem produtos/serviços colocando as necessidades dos usuários ao centro do problema, de forma a atendê-las, oferecendo uma boa vivência a ele.
Muito mais do que criar apenas produtos, o tão comentado UI/UX, pretende impactar o produto/serviço com um todo.
Segundo Silvio França, “um produto na verdade é um avatar de um serviço, o produto sozinho não existe. Para a experiência ser completa ele precisa de um serviço que o acompanhe”.
Assim, o design de interfaces, precisa entender o contexto de aplicação do produto, o mercado que o acompanha, as experiências e expectativas dos usuários e principalmente como esse produto pode ser uma experiência boa ao usuário.
Clareando, ainda segundo o profissional Silvio França, o design de interação ou designer UX/UI é o responsável por entender e agrupar os processos completos melhorando a usabilidade do cliente para aquele determinado produto. Explicando cada um deles:
Design de interação = UX designer ou designer de produto
UX = experiência de uso ou experiência de usuário: é a visão macro do projeto, o UX possui uma característica funcional e “pensa” o projeto em toda a jornada de uso do produto, desde a descoberta do produto pelo usuário até o mesmo alcançar o objetivo.
UI = experiência de interface: essa é a parte visual do produto ou acabamento do produto. Ele é responsável pelos estudos de cores, tipografia, imagens escolhidas para que esse obtenha o maior impacto positivo possível no produto final.
Aos que acreditam que essa técnica é super-recente, nos anos 70 e 80 ela já era aplicada por empresas como Apple para identificar o que os usuários da empresa almejavam. Fora isso, em uma pesquisa rápida pela internet é possível encontrar vasta bibliografia, estudos de caso, livros, artigos com reflexões profundas sobre a importância de colocar o usuário como protagonista na construção do produto/serviço. Isso melhora a experiência do cliente e melhora os retornos das empresas.
Priorizar o cliente, apesar de não ser um discurso novo, está de roupagem nova por dois motivos. O primeiro deles interage com o fato de o consumidor estar cada vez mais exigente, mais especializado e mais singular. Ao passo que a evolução dos estudos sociais empregados às tecnologias tem avançado também. Por fim, essas técnicas se refinaram ao longo do tempo e ganharam nomes mais apropriados a modalidade.
E no episódio de hoje…
O Alberto G. P. Oliveira recebeu o design de interfaces Silvio França para falar sobre UI/UX e sobre o papel do design de interfaces. Silvio contou ainda um pouco sobre sua trajetória profissional e sobre a diferença de atuação de cada uma dessas áreas.
Links importantes para quem quer saber mais…
O que as pessoas esperam do futuro do design de interface e Design UX/UI
O que é, o que come e onde vive o Design UX/UI
Aplicações do design de interfaces
O UI e sua experiência
Design UX/UI – o que é isso?
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59:28
#50 [Brainstorm] Abertura IxDA-RP
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Associação de designers de interação inicia representação em Ribeirão Preto e região (IxDA-RP)
Na última terça-feira, 24, aconteceu na Escola Immaginare a abertura do IxDA-RP, capítulo de Ribeirão Preto e região. IxDA, Interaction Design Association, é um coletivo que reúne mais de 100 mil profissionais em mais de 200 grupos espalhados pelo mundo, para pensar design e discutir design de interação – agora também no interior do Brasil.
O evento
Para compor o evento de abertura do IxDA-RP foram convidados o designer da startup iClinic Renato Degiovani, o professor da Barão de Mauá e idealizador do podcast Degêcast Alberto G. P. Oliveira e o diretor e administrador de negócios da Evolua Thiago Fernandes. O bate papo foi conduzido pelos designers Silvio França e Alex Soares, que também é professor da Immaginare.
O evento contou com um público seleto, desde designers e estudantes até empresários que buscavam informações para entender melhor o que é design e design de interação.
“A idéia do IxDA-RP é justamente movimentar a nossa comunidade [designers] e torná-la relevante na região.” – Silvio França
O lançamento do IxDA-RP começou com a apresentação dos convidados e seguiu com a discussão sobre design de interação, suas modalidades e aplicações. Na sequência, as considerações foram sobre o porquê do evento acontecer no interior o estado de São Paulo, sobre a diferença de perfil das empresas e startups no interior e na capital e sobre o fato de algumas agências de comunicação já incluírem design de interface no seu dia-a-dia. O diálogo se estendeu aos participantes, que tiraram dúvidas e colaboraram com o debate.
Designers, uni-vos!
Ao fim, os convidados e ouvintes refletiram sobre o que é inovação e sobre seu papel na sociedade contemporânea. A ideia é que haja mais envolvimentos como esse a fim de fortalecer, organizar e estabelecer o design na sociedade como uma profissão relevante e forte no mercado.
“Nós, designers, devemos nos unir e nos posicionar melhor no mercado. Parte da desvalorização de nossa profissão está também em nossa falta de habilidade em demonstrar o verdadeiro valor do nosso trabalho. Os maiores interessados somos nós mesmos, e o mercado só tem a ganhar com essa valorização do design, que conforme discutimos, tem muito a contribuir com a sociedade. O IxDA-RP tem papel importante nesse sentido.” – Alberto G. P. Oliveira
E no episódio de hoje…
Fomos até a Immaginare e gravamos na íntegra o evento de abertura do capítulo Ribeirão Preto e região do IxDA. O que é design de interação, mercado de design no interior, a importância da valorização do design, o que é inovação e muito mais você confere no episódio de hoje. Tá esperando o que? Aperta o play e confere o que rolou no lançamento do IxDA-RP!
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01:50:57
#49 [Agenda] IxDA-RP: Design de interação no interior
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Saiba mais sobre o lançamento do IxDA-RP, capítulo de Ribeirão Preto da Interaction Design Association, com a temática design de interação no interior.
É o evento no qual será lançado o capítulo de Ribeirão Preto e região da associação dos designers de interação. Fundada em 2003, a Interaction Design Association (IxDA) reúne mais de 100.000 profissionais em mais de 200 grupos locais espalhados pelo mundo e o mais novo deles será aberto em Ribeirão. o/
Para começar em grande estilo, convidamos três profissionais com experiências distintas para falarem sobre “O Design de Interação no Interior”.
Renato Degiovani
Renato é designer na iClinic, uma startup de gestão na saúde que ajuda mais de 7 mil profissionais em 22 países. Ele vai compartilhar sua vivência nas áreas de design de experiência, interfaces, serviços e gerenciamento de times ágeis de um produto e serviço utilizado por médicos em todo o mundo.
Alberto G. P. Oliveira
Mestre em Imagem e Som, pesquisa e trabalha com mobilidade e educação desde 2008. Professor nas áreas de design, jornalismo e marketing e coordenador de cursos de pós-graduação presenciais e EAD nas áreas de design e comunicação. Produtor do Degêcast, podcast sobre design.
Thiago Fernandes
Thiago é diretor de negócios da Evolua, empresa com mais de 1500 escolas licenciadas no modelos SAAS. Ele tem a experiência de quem reconhece no design uma chave para a inovação e desenvolvimento de novos produtos.
E no episódio de hoje…
O Alberto G. P. Oliveira recebeu Alex Soares, Gabriela Batarra e Luana Mantovanini para falar sobre o mercado de design de interação em Ribeirão Preto. Além, é claro, de divulgar o evento de lançamento do IxDA-RP. Tudo isso e muito mais você confere ouvindo esse podcast que ficou sensacional. Dá logo o play e aproveite!
Links importantíssimos
Inscreva-se e participe: http://bit.ly/ixda_rp
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/209525962971400/
Créditos
Trilha sonora por Kolic.
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40:49
#48 [Cá entre Nós] Notícias do mundo Design
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Reflexão, inspiração e notícias do mundo Design
Refletir as notícias do mundo Design. A amplitude do mundo design já é conhecida por muitos. As várias faces da profissão e dos profissionais criativos permeiam o entretenimento, marketing, publicidade, entre tantos outros campos. Não raro esbarramos nos encantamentos criativos que inspiram e tornam nosso banco mental de referências cada vez maiores.
No quesito inspiração, são vastos os sites, blog e plataformas especializadas que fazem curadoria de trabalhos bem executados e porque não,inspiradores. É o caso do jovem estudante Jordan River-Low, que expôs um belo projeto gráfico editorial na já conhecida plataforma Behance.
O trabalho consiste em uma releitura de grandes trabalhos editoriais onde ele aplica técnicas que permitem a transição de uma caderno para outro somente com as cores. Em geral, o formato é bem similar aos jornais comuns como o the guardian, mas, com uma espécie de máscara colorida nas imagens, ele cria um “ambiente” e um contexto que definem aquele caderno.
Outro caso, ainda no ramo conceitual, é a construção de logos de Kareem Magdi, que usa grids para criar animais e outras formas a fim de identificar uma marca.
Já no ramo das ilustrações, Ryogo Toyoda criou incríveis ilustrações 3d que são especiais pelo estilo próprio. Uma mistura agradável de cultura pop, elementos cybers, toy art, cores berrantes e crítica a certo padrões e parâmetros, as ilustrações parecem mais sets de brinquedos montados do que ilustrações propriamente ditos.
Sobre tipos e ressignificação
No mundo dos tipos, a grande novidade do mês foi a Netflix Sans. Devido a necessidade de contenção de gastos da empresa queridinhas dos maratoneiros, a empresa resolveu parar de pagar direitos autorais das fontes que usavam e criaram seu próprio conjunto de tipos. Agregando elementos da própria identidade visual da empresa, a fonte tem pequenos detalhes que a tornam especial.
No contexto reflexivo, o design Camilo Belchior em seu texto “RESSIGNIFICAÇÃO, UMA POSSÍVEL ESTRATÉGIA PARA A SUSTENTABILIDADE NO SÉCULO XXI” traz a tona algumas verdades complexas e relevantes para todo design.
Inicialmente o autor comenta sobre o consumo desenfreado de produtos que nem sempre precisamos e sobre as motivações que nos levam a isso. Um pouco mais a frente ele explora a necessidade do consumo sustentável e o papel do design em produzir produtos sustentáveis. Posteriormente ele indica que ressignificar produtos,pode ser uma saída e uma alternativa para solucionar o problema.
Com isso o autor reflete sobre pequenos passos necessários para o bom desenvolvimento dos profissionais das áreas criativas ressaltando a necessidade iminente de tornar o mundo sustentável, é função do design unir o visual ao funcional.
É nessa amplitude de circunstâncias que os profissionais criativos sempre estiveram à frente de seu tempo, mostrando e comprovando que a essência dessa área não é somente vulgar, mas que podemos/somos capazes de tornar o mundo a nossa volta próspero. Cada um, ao seu modo, dentro das bagagens e vivências, se posicionam e comunicam ao mundo as novas necessidades.
E no episódio de hoje….
Essa semana a Tati e Alberto comentaram algumas das notícias mais quentes do mundo Design. Falamos sobre inspirações em ilustração e grid, sobre o tipo Netflix Sans, sobre inspiração em design editorial e uma profunda reflexão sobre design, ressignificação e sustentabilidade.
Créditos
Trilha sonora:
– Dixie Doll, por Stephen Baird
– Driving in my car, por Fedor Alekseev
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44:02
#47 [Brainstorm] Inovação com Clayton Guimarães
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“A inovacão é o que distingue um líder de um seguidor”
Steve Jobs
Inovação, segundo o dicionário Michaelis, é uma palavra latina derivado de innovatio e consiste no “ato ou efeito de inovar, tudo o que é novidade, coisa nova”. Esse ato de criar é algo inerente e oriundo à natureza humana. Mas inovação tem um sentido muito mais amplo do que somente algo novo.
Inovar está ligado à mudança de um processo, método, ideia ou objetivo, com a quebra de paradigma, que leva à evolução ou revolução. Inovar também tem relação íntima com a economia e com o impacto que essa mudança causa na sociedade.
Inovar vai além de criar algo. É também fazer com que essa inovação seja aceita, que facilite, que melhore ou que beneficie as pessoas como um todo. Percebemos isso quando pensamos nas grandes inovações que mudaram a sociedade.
Pense na criação da roda. Quase todos os meios de locomoção estão atrelados a uma roda. Sua bicicleta, os carros, ônibus e até mesmo aviões possuem rodas. A roda não caiu no gosto “popular” por sua estrutura ou beleza, mas por facilitar o transporte de maiores quantidades de carga de uma única vez, entre outros benefícios.
Além da roda outras tecnologias foram inventadas ou dominadas e hoje fazem parte do nosso cotidiano, como medicações, a manipulação do fogo e a agropecuária.
Outras chegaram para modificar profundamente a sociedade, como as mídias sociais, que trouxeram consigo novas formas de interação entre as pessoas. A internet trouxe novos métodos de busca de informações. Quem nunca “deu um Google”? A nuvem, os pen drives, HD’s e SSD’s para armazenamento de dados virtuais
Mas inovar é “fruto do seu tempo”, e é aí que a palavra ganha força e significado nos dias de hoje. Temos atualmente inovações diárias, e elas são responsáveis por “lançar” novas profissões, novos veículos de mídia, novas formas de estudo e até mesmo novos conceitos devido a quebras de paradigmas.
Junto a isso também foram criados novos modelos de negócios viáveis principalmente para o público que ele atinge e novas ferramentas que ajudam e corroboram com esse novo contexto, como é o caso do design thinking e o design research.
Por essas e outras o Degêcast listou as inovações mais relevantes dos últimos tempos em categorias.
Inovação em Meios de Comunicação
Escrita
Redes sociais
Telefone
Rádio
Smartphones
Degêcast !!! hahaha
Menção honrosa vai para:
Prensa móvel
Streaming
Modificadores de Sociedade
Roda
Energia elétrica e a lâmpada
Irrigação / agricultura
Domínio do fogo
Bússola/Astronomia/Navegação
Máquinas a vapor
Menção Honrosa vai para:
Motores a explosão
Papel moeda
Saúde e correlatos
Penicilina
Projeto Genoma (mapeamento do DNA e intervenção genética)
Lentes de aumento
Raio X
Exames laboratoriais
Menção Honrosa vai para:
Aparelhos portáteis (bombas de infusão, medidores de pressão e de glicemia)
Psicologia e psiquiatria moderna
Avanços tecnológicos
Zepelin / Avião / Submarino / Foguetes (domínio da terra, ares e mares)
Energia nuclear?!?
Carros elétricos
Energia eólica
Satélites
Menção Honrosa vai para:
aplicativos de transporte
carros autônomos
Tecnologias, avanços, modificadores de sociedade, meios de comunicações, inovações e muito mais:
Internet
Computadores
IA e Aprendizagem de Máquina
Banda larga
Algoritmos
Microprocessadores
Menção Honrosa vai para:
Ferramentas de busca
Impressão 3D
Criptografia (analógica e digital)
Armazenamento (pendrive, SSD, nuvem)
E no episódio de hoje…
O Alberto G. P. Oliveira conversou com o Clayton Guimarães, do Sevna Startups, aceleradora de Ribeirão Preto, sobre inovações, startups, sua trajetória como empreendedor e inovador na vida e no interior paulista. Isso e muito mais você confere nesse episódio recheado de boas idéias!
Links Importantissímos:
Supera Parque: Parque de inovação e tecnologia de Riberão Preto
Sevna Startups
Founder Institute
Meu carro é um Monstro
Créditos
Trilha sonora por
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56:31
#46 [Agenda] – Realidade Virtual e o “Jogador n°1”
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Realidade virtual (VR) e o “Jogador n° 1”
Você deve estar se perguntando a relação entre realidade virtual (VR) e “Jogador n° 1”. Com estreia no dia 29 de março, o filme foi baseado em um livro homônimo de Ernest Cline. O diretor escolhido para tornar esse hype da cultura pop em filme foi ninguém menos que Steven Spielberg. O cineasta acumula em seu currículo filmes incríveis, como os queridinhos E.T. – o extraterrestre, Jurassic Park e Tubarão, entre muitos outros.
O filme “Jogador n° 1” conta a história de Wade, um adolescente de 2044 que entre conflitos e guerras, problemas sociais e a maravilha da puberdade, conserta equipamentos eletrônicos que encontra nas ruas para poder participar de uma plataforma chamada OASIS.
OASIS é uma plataforma de jogos online onde as pessoas podem assumir diversos avatares (como em Second Life), jogar, conversar ou até mesmo estudar. História a dentro, o ponto interessante aqui é o conceito de VR, equipamento usado para simular realidade, em que vida real e virtual se mesclam, trazendo a tona os possíveis transtornos disso.
O consagrado seriado “Black Mirror” lançou recentemente em sua nova temporada o episódio “USS Callister”, que é uma mistura de realidade virtual, realidade aumentada e imersão. Numa proposta mais mórbida do que em “Jogador n° 1”, o episódio conta a história de um desenvolvedor que recria um jogo ao velho estilo “Star Trek”, ultrarrealista e com personagens que são “reais” – clones virtuais, na verdade – já que ele usa o DNA de pessoas para criar digitalmente os personagens do jogo.
Em ambos, a realidade virtual, realidade aumentada e outras realidades são colocadas como protagonistas da situação. Há o apontamento dos problemas que podem ser originados pelo uso e dissociação da realidade virtual e da “realidade real”. Se você quer saber um pouco mais sobre o assunto, acesse o episódio “#25 – Realidade virtual: o design no País das Maravilhas” do Degêcast, em que falamos bastante sobre realidades virtuais.
Mas e no mundo real?
Deixando de lado a ficção, a realidade virtual ou VR hoje tem se apoiado no mundo corporativo, empreendedor e educacional. Há quem esteja engajado em produzir realidades virtuais para treinar pessoas profissionalmente, como é o caso dos simuladores de direção do Detran e dos simuladores de aeronaves em combate, geralmente vistos em treinamentos militares.
Outras áreas que vêm requisitando a VR são a arquitetura, o jornalismo, a medicina, museus e até mesmo a psicologia. Apesar do investimento ser alto, a realidade virtual promete reduzir os custos dos projetos no caso da arquitetura, diminuir os risco físicos de exposição do médico e do paciente nas áreas médicas e de psicologia, pode tornar um museu mais atrativo e imersivo, entre outros benefícios.
Obviamente, a VR ainda é muito acessada e usada no mundo dos games, onde a imaginação é livre e as experiências estão cada vez mais reais e imersivas. Além disso, a viabilidade de comprar esses produtos foi bastante facilitada nos últimos meses, bem como os lançamentos constantes de jogos em realidade virtual.
E no episódio de hoje…
A Tati Bagdonas e o Alberto G. P. Oliveira receberam o Alexandre Calil, que trouxe pra gente a divulgação do espaço Arcade VR idealizado por ele, falou um pouco sobre a tecnologia de realidade virtual, convidou todo mundo pro Meetup que ele está organizando e muito mais. Conta pra gente sua experiência com VR. Não esqueça de se inscrever no Meetup e aproveitar!
Links Importantes:
Sobre realidade virtual: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2015/09/o-que-e-realidade-virtual-entenda-melhor-como-funciona-a-tecnologia.html
Trailer do filme “Jogador n°1”: https://www.youtube.com/watch?v=ahbq2ZaiHwU
Sobre o “Jogador n°1”: http://www.imdb.com/title/tt1677720/?ref_=nv_sr_1
Grupos que administrados pelo Alexandre Calil:
VIRTUAL REALITY: https://www.facebook.com/groups/virtualrealitys/
SteamVR: https://www.facebook.com/groups/htcvive/
VR & AR – Software only: https://www.facebook.com/groups/vrswonly/
Brasil VR: https://www.facebook.com/groups/1650527338500274/
Playstation VR: https://www.facebook.com/groups/playstationvr/
San Francisco Virtual Reality SFVR: https://www.facebook.com/groups/sfvrtech/
Página Arcade VR:
https://www.facebook.com/vrxpbrasil/
Link do Meetup para cadastro:
https://www.meetup.com/pt-BR/RPRVBrasil/
O evento Suíço:
https://worldvrforum.com/
https://worldvrforum.com/speaker/alexandre-calil-s-silva/
Créditos
Trilha sonora por Kolic.
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44:12
#45 [Brainstorm] Design e Cinema com Alex Soares
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Design e cinema: o que fazem os designers nas produções cinematográficas?
Você sabe a relação entre design e cinema? Já imaginou onde as linhas se cruzam? Você pode não ser um cinéfilo de plantão, nem ser o maior amante da sétima arte, mas é fato que o cinema cria, recria e transborda sensações ímpares pelo telão. Muito além da “arte imita e vida”, o cinema traz em si novas dimensões, universos que nunca vimos, um passado desconhecido aos olhos humanos, a beleza de lugares que não habitamos, enfim, uma mundo mágico.
Quem nunca saiu da sala de cinema querendo que aquela história tivesse acontecido consigo mesmo? Quem nunca ficou fascinado com aquele universo especialmente criado para abrigar um personagem?
Para que todo esse universo aconteça e exista, existem milhares de pessoas trabalhando, inclusive designers, criando e inspirando cada detalhe. Tudo começa com uma ideia que se torna um rabisco, que vira um painel semântico, se transforma em adaptação e que é recriado até chegar às telas de cinema.
Cada detalhe, cada tecido e textura, cada maquiagem e cabelo, cada processo é pensado e analisado com cuidado, unindo as partes e tornando-as um bloco conciso e coerente. O colunista da revista Zupi, Alex Soares, explora isso em seu texto intitulado “Painéis Semânticos em Hollywood”.
Neste artigo Alex fala sobre o processo de criação e ainda cita peculiaridades sobre algumas das produções mais queridas dos estúdios Pixar, ilustrando a importância e necessidade desse processo criativo.
Design e cinema: a construção visual x funcional
Em outro texto publicado na mesma revista, “A importância do design no cinema” Alex ressalta a importância que o design tem em qualificar e desenvolver a relação “visual x funcional”. Ele aborda a necessidade de tornar os filmes “palatáveis” ao público, sem prejudicar a funcionalidade e a finalidade do projeto.
E se você acha que o papel do design se restringe a painéis semânticos e à relação “visual x funcional”, ledo engano. As adaptações também são parte importante do cinema e o design é um dos colaboradores desse processo.
No texto “Utilizando o design nas adaptações para o cinema” Alex Soares ressalta, por exemplo, como foi importante para os estúdios Disney tornar os contos dos irmãos Grimm apropriados para crianças. A curiosidade tange o fato de os contos dos Irmãos serem sangrentos e da competência dos estúdios em conseguir manter o teor moralizante dos contos sem a estética aterrorizante.
Além dessas funções, designers são responsáveis por outras tantas funções nas produções cinematográficas, como por exemplo gestão de projetos, efeitos especiais e CDI, animação, criação de personagens… a lista é longa.
Um designer gráfico por vocação é um comunicador. Portanto, toda sua capacidade técnica está relacionada e empregada nisso. E afinal, o que é o cinema senão uma comunicação produzida em 35mm e reproduzido em tela de 5 x 12m?
E no episódio de hoje…
Conversamos com o Alex Soares, parceiro velho de guerra aqui no Degêcast, sobre Design e Cinema. Abordamos as possibilidades de atuação de um designer em produções cinematográficas, demos nossos pitacos sobre o Oscar 2018 e sobre algumas curiosidades “hollywoodianas”. Não perca esse papo super gostoso! Dá logo o play e conta pra gente quais outras áreas de atuação você sabe que um designer pode executar!
Links Importantissímos:
Utilizando o design nas adaptações para o cinema
A importância do design no cinema
Sobre construção de ideias: https://zupi.com.br/paineis-semanticos-em-hollywood/
Sobre as indicações do Oscar 2018: https://omelete.com.br/filmes/noticia/oscar-2018-conheca-os-indicados/
Sobre a necessidade de mudanças em Hollywood ou o ano da militância: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/apos-tantas-promessas-de-diversidade-no-oscar-o-que-mudara-em-hollywood.ghtml
Créditos
Trilha sonora por Daniel Piquê (em ordem de aparição):
– The short of Nutcase
– Croak
– Colic
Todas faixas do álbum Boo! (baixe o álbum completo clicando aqui)
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01:01:20
#34 [Cá entre Nós] Degêspectiva 2017: o que aconteceu esse ano?
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Lá se foram 365 dias. Que tal uma Degêspectiva 2017?
Por isso, preparamos nossa Degêspectiva 2017. Ouvimos ao longo desse ano…
Primeiro episódio do ano: #23 – Mãe, preciso fazer uma Pós?
Último episódio 1º semestre: #30 – Ilustração e autodidatismo com Anebarone
Primeiro episódio 2º semestre: #31 [Agenda] Marketing de conteúdo com Wagner Martins
Último episódio do ano: #34 [Brainstorm] Marketing Digital com a Conext
Tudo o que abordamos e convidados especiais que abrilhantaram nossos episódios
Temas: Pós-graduação, Realidade virtual e realidade aumentada, Semana de Tecnologia, Portfólio, WordPress, Big data, Marketing de conteúdo, Design e programação, Lançamento do Gas, Cultura pop, HackRibeirão 2017, Design editorial, Design thinking e mentorias, Dia do podcast, Adobe CC 2018, Freelancers, Como cobrar, Banco de imagens e Marketing digital
Convidados: Paulo Nabas, Giba, Bruno Marques, Alexandre Calil, Denise Arruda, Debora Diniz, Milton Cesar, Alex Soares e Paula Russo, Marcel Moreira, Claudia de Oliveira, Anebarone, Wagner Martins (Mr. Manson), Jessie Zanelato (PodProgramar), Eduardo Cicconi, Clayton Xavier, Luciana Hashiba, Nerdebates (Amalio Damas, Andre Cruz, Pablo Lopes), Nexos Gestão Pública (Gabriel Britto, João Pedro de Oliveira, Renan Rocha e Victor Jorge), Farofa (Bia Amorim, Fran Micheli e Tais Navarro), Daniel Takaki, Rafael Daron, Allan Nogueira e Lula Amaral, Andre Nery, Jessie Caruzo e Neto Costa
Artigos produzidos por alunos que publicamos…
A internet é incompetente. E a culpa é de quem? – Tatiana Bagdonas
A importância do designer no meio empresarial – Matheus Baldochi
Snapchat: a rede instantânea e divertida – Murillo Fernandes
Discurso de ódio e intolerância nas redes sociais – Vanessa Luz
Além disso, o Degê se tornou semanal no segundo semestre. Essa foi nossa maior batalha, nossa maior experiência, nosso maior limite vencido e executamos com muita vontade, garra e persistência. Porque – acreditem – não é fácil os bastidores de um podcast semanal! Nós iniciamos essa incrível empreitada com o episódio #31 [Agenda], e como já estávamos no clima de aperfeiçoamento, em outubro decidimos incluir nos episódios semanais um texto editorial para acompanhar.
Também dividimos nossos episódios em quadros. São eles:
[Brainstorm]: quadro de entrevistas que traz o melhor e mais atual conteúdo sobre um tema específico. É nesse quadro que discutimos e apresentemos tudo o que há de mais novo, necessário e “cabeçudo” para profissionais e estudantes de design, tecnologias e entusiastas.
[Agenda]: quadro que acompanha o movimento de eventos, cursos e workshops em Ribeirão. Sempre que podemos, vamos in-loco cobrir o evento e trazer todas as informações e entrevistas possíveis.
[Degeek]: Nosso quadro em parceria com o Nerdebates, oferece o melhor e mais engajado conteúdo de cultura pop. Esse quadro mescla tópicos e temas da vida acadêmica a tão querida cultura popular. Nossos parceiros Amálio Damas, Pablo Lopes e André Cruz tornam nosso papo brilhante! Acreditem: eles são o Google da cultura pop!
[Cá entre nós]: O quadro amorzinho, de nós para vocês, comenta atualidades, tópicos recentes e informações sobre todos os tipos de assuntos. Esse é nosso episódio reflexivo, para que possamos nos aproximar ainda mais de vocês de maneira leve e desimpedida! É aqui também que colocamos nossas dicas sobre tudo: livros, séries, filmes, sites, aplicativos, enfim, tudo que for valioso. Fiquem ligados.
E não existe Degêspectiva 2017 se não tiver lista dos melhores do ano, né?!? Então, fizemos nossas listas dos queridinhos da Tati e do Alberto, e o Top 10 dos ouvintes no ano de 2017 e o Top 10 de todos os tempos.
Top 5 Degêspectiva – Tati (sem ordem, mas, pelo amor nas causas!)
#25 – Realidade virtual: o design no País das Maravilhas
#34 [Brainstorm] Marketing Digital com a Conext
#30 – Ilustração e autodidatismo com Anebarone
#31 [Agenda] Marketing de conteúdo com Wagner Martins
#31 [Degeek] Vamos “nerdebater” cultura pop?
Top 5 Degêspectiva – Alberto (ordem decrescente)
05. #31 [Agenda] Lançamento do laboratório de inovação Gas
04. #33 [Brainstorm] Ser freelancer ou não ser?
03. #32 [Degeek] Coisas que amamos odiar
02. #32 [Brainstorm] Design Editorial da Farofa Magazine
01. #33 [Cá entre Nós] Precificação de projetos: como cobrar em design?
Top 10 Degêspectiva 2017 – ouvintes (ordem decrescente)
10. #31 [Brainstorm] Programação e design com Jessi Zanelato
09. #31 [Agenda] Marketing de conteúdo com Wagner Martins
08. #26 – I Semana Integrada de Tecnologia Barão de Mauá
07. #24 – Querida, aumentei a realidade!
06. #27 – Behance Portfolio Reviews
05. #23 – Mãe, preciso fazer uma Pós?
04. #28 – Não sei programar, e agora? Usa o WordPress!
03. #29 – Big data e audiovisual: o caso Netflix
02. #25 – Realidade virtual: o design no País das Maravilhas
01. #30 – Ilustração e autodidatismo com Anebarone
Top 10 Degêspectiva de todos os tempos – ouvintes (ordem decrescente)
10. #21 – Serviços gráficos
09. #30 – Ilustração e autodidatismo com Anebarone
08. #18 – Estilos de Design: Parte
07. #02 – Os 10 pecados do novo designer [parte 1]
06. #00 – Episódio Piloto (PodTeste) Parte 1/2 – I Semana do Design Gráfico Barão de Mauá
05. #16 – Desenvolvimento para web
04. #12 – Quero desenhar… e agora?
03. #15 – Trilha sonora
02. #13 – Designer de agência
01. #00 – Episódio Piloto (PodTeste) Parte 2/2 – Daniel Piquê, Gustavo Del Vechio e Flávio Novi
Aquela mensagem bonita de final de ano que a gente respeita
Para finalizar essa Degêspectiva 2017 não podemos deixar de agradecer imensamente:
Ao Alberto G. P. Oliveira pelos ensinamentos diários, pela chatice que nos torna melhores a cada dia e a cada episódio, além da força e da parceria contínua.
Ao Alyson Ambrósio, nosso querido e sofredor editor, que tá sempre no gargalo, mas executa a tarefa com maestria e deixa nossos programas ainda mais incríveis.
Ao Emerson Stark, responsável pela criação e visual do Degêcast, sempre produzindo maravilhosas vitrines repletas de bom humor e reflexão.
À Lettícia Figueiredo, nossa mídias sociais e editorial, que agarra essa barra que é fazer o Degê com muito carinho.
À Tatiana Bagdonas, nossa redatora, produtora e mídias sociais, que chegou depois e sentou na janelinha, que assumiu o Degêcast como se fosse seu, que dá sangue sempre e é parceira pra todas as horas.
Aos nossos querido ouvintes o nosso agradecimento pela audiência, por cada download, cada feedback, cada assinatura na newsletter, cada compartilhamento e principalmente por possibilitar que isso seja possível, que esse conteúdo produzido, arquitetado, trabalhado e suado chegue até você e possa fazer alguma diferença.
Nosso muito obrigado por esse ano maluco de tão incrível em que aprendemos muito, criamos muito, curtimos muito e trabalhamos muito! Vocês são especiais e a razão para que a cada quinta feira, às 23h59, nossos esforços estejam todos voltados pra publicação de um novo episódio.
Que esse natal seja especial, caro ouvinte, que a paz e todos os clichês que essa época exige atinjam suas vidas positivamente e que em 2018, apesar de todos os 7×1 que vivemos em 2017, as esperanças se renovem para que possamos continuar de onde paramos, sem certeza alguma, mas com a alma limpa, capaz de aguentar tudo de novo. Que você encerre esse ano de forma excelente e que 2018 venha com ótimas oportunidades!
Aquele abraço enorme e até fevereiro!
Créditos
Trilha sonora:
– Dixie Doll, por Stephen Baird
– Driving in my car, por Fedor Alekseev
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01:04:24
#34 [Brainstorm] Marketing Digital com a Conext
Episode in
degêcast
“Do Chef à Mesa” e o marketing digital
Você conhece o perfil Do Chef à Mesa? Essa empresa de marketing digital é uma das gratas supresas do interior paulista. Se você mora em Ribeirão Preto nem imagina como esse site pode facilitar seu dia-dia na hora de buscar um bom restaurante.
O site e as mídias sociais são guiados pelo casal fofíssimo Jessie Caruzo e Neto Costa, que se uniram na faculdade por pequenas afinidades. A melhor delas culminou no “Do Chef à Mesa”, que faz alusão ao caminho que um bom prato percorre até o consumidor final.
“Para nós, dividir bons momentos ao redor de uma mesa não tem preço.
Foi então, em uma dessas conversas rotineiras sobre o que nos deixava feliz, que percebemos como seria bacana compartilhar algumas dessas nossas experiências com ainda mais gente!
Sabemos que cada prato tem uma história, cada lugar tem sua essência,
e que muitas pessoas se envolveram para servir o que chega até a nossa mesa.”
A ideia era compartilhar com amigos e familiares as experiências gastronômicas dos dois em restaurantes e bares de Ribeirão Preto, mas acabou virando uma oportunidade para empreender.
A Jessie e o Neto são formados em administração e viram a oportunidade de iniciar o próprio negócio fazendo resenhas de comidas em restaurante por meio das mídias sociais com belas fotos, descrição sucinta do prato e o valor da iguaria. Daí pra frente eles cativaram mais de 100 mil pessoas e fizeram disso sua profissão.
Hoje, além da conta do Instagram, os dois estão no Facebook e com o site homônimo. Além disso, o “Do Chef à Mesa” abriu as portas para eles na área de marketing digital por meio da Conext Mídia, uma empresa de gestão de mídias sociais.
A Conext nasceu pela demanda crescente de pessoas que queriam o serviço deles para gerir e orientar as mídias sociais das empresas, não somente no ramo da gastronomia, seja produzindo conteúdo ou definindo uma estratégia de visibilidade para seus clientes.
Mas o que é gestão de mídias digitais e porque investir?
Aos que não se familiarizaram com o termo, marketing digital é um conjunto de ações em comunicação, feito por meio de meios digitais, que geram visibilidade, relevância, personalidade e promoção de uma marca, produto ou serviço.
Não passamos um dia sequer sem passar os olhos pelas redes sociais. Seja pelo Instagram, Facebook, Twitter, Snapchat ou YouTube, os brasileiros gastam em média 650 horas por mês em redes sociais, segundo o jornal “O Globo”.
O mesmo jornal veiculou que a estimativa de gastos publicitários em redes sociais sejam de 50 bilhões de dólares em 2018 no mundo todo. Um aumento de 20% no investimento comparado ao ano anterior, apenas 1% a menos que o valor injetado em jornais tradicional.
Isso porque as redes sociais passaram a fazer parte da vida e do cotidiano das pessoas no mundo todo. Sendo assim, as redes sociais são onde todos que querem ver e ser vistos devem estar. O mundo corporativo descobriu que, muito além da propaganda tradicional, gerar conteúdo demonstrando utilização e ou funcionamento do produto que se deseja comercializar funciona e gera mais interações se comparado aos veículos tradicionais.
Investir em mídias sociais melhora a visibilidade, é um investimento flexível, traz resultados rapidamente, facilita a visualizações de medida de impacto e principalmente te possibilita atingir diversos públicos.
E assim, a demanda para organização, planejamento e funcionamento das redes sociais se tornou uma necessidade dentro das empresas, consequentemente a demanda de especialistas da área também cresceu.
Qual é o tipo de profissional, quais aspectos são considerados para marketing digital e o que esperar em 2018?
O profissional da área deve saber analisar dados em grande volume e extrair informações que possam ajudar a desenvolver uma estratégia para o cliente. É preciso saber manipular e executar planilhas de Excel, ter agilidade, ter um olhar apurado para as mudanças e apesar de haver cursos livres e superiores em marketing com foco em marketing digital, qualquer profissional pode trabalhar nessa área, desde que atenda as necessidades.
Os principais aspectos considerados para dar volume e peso a uma marca é saber o perfil do cliente, perfil do público consumidor do produto, orçamento que a empresa dispõe e colher o maior numero de informações possíveis que colaborem para uma estratégia de sucesso. Além disso, a linguagem, tanto escrita como visual, empregada nas diversas mídias sociais deve mudar para atender ao público consumidor de cada uma das redes.
Já para o ano de 2018 as apostas estão nas famigeradas ferramentas de análise de dados aliadas a novas tecnologias, como deep learning, que tornarão ainda mais fácil o acesso e a análise dos dados. O investimento das redes em streaming e lives se tornarão um poderoso atrativo, a produção de conteúdo e os influenciadores digitais entrarão numa era de maturidade e seguem as produções originais ainda em alta.
E no episódio de hoje…
O Alberto G. P. Oliveira e a Tatiana Bagdonas receberam o Neto Costa e a Jessie Caruzo, do “Do Chef à Mesa” e da “Conext Mídia”, pra falar um pouco sobre marketing digital, sobre a trajetória deles, o surgimento das duas empresas, sobre estratégias de marketing, e claro, sobre baunilha de Madagascar.
Corre dar o play e curta essa papo show com esses dois ases do marketing digital!
Links Importantes…
Site Do Chef à Mesa: http://www.dochefamesa.com.br
Instagram Do Chef à Mesa: http://instagram.com/dochefamesa
Facebook Do Chef à Mesa: http://facebook.com/dochefamesa
Site Conext Mídia: http://www.conextmidia.com
Sobre tempos gasto pelos brasileiros nas mídias sociais : http://blogs.oglobo.globo.com/nas-redes/post/brasileiros-gastam-650-horas-por-mes-em-redes-sociais-567026.htm
Sobre investimentos em publicidade para o ano de 2018: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/publicidade-nas-redes-sociais-chegara-us-50-bi-em-2019-diz-relatorio-20591662
Vale a pena investir em mídias sociais : https://canaltech.com.br/redes-sociais/Por-que-vale-a-pena-investir-em-redes-sociais/
Tendências 2018 para mídias sociais : http://blog.locaweb.com.br/artigos/tendencias-em-marketing-digital-para-2018/
Por que investir em mídias digitais: http://ecommerce.uol.com.br/impulso-digital/temas/midia-paga/midia-paga-online-por-que-voce-deve-investir-nela.html
Créditos
Trilha sonora por Daniel Piquê (em ordem de aparição):
– The short of Nutcase
– Croak
– Colic
Todas faixas do álbum Boo! (baixe o álbum completo clicando aqui)
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01:08:16
#33 [Agenda] Banco de imagens: como criar conteúdo?
Episode in
degêcast
O que é uma banco de imagens?
Quem já fez uma produção como freela possivelmente usou um banco de imagens. Muito consumidos pelo mercado publicitário e editorial, os bancos de imagens são alimentados diariamente por usuários que produzem as peças gráficas que compõem o acervo.
Bancos de imagens são plataformas virtuais que disponibilizam ao usuário o direito de utilização e reprodução de algumas imagens, vetores e vídeos, entre outros ativos, por meio da compra desses produtos. As imagens não podem ser baixadas ou copiadas dentro do banco já que são protegidas por rígidos sistemas de segurança e só podem ser utilizadas de acordo com regulamentação do próprio site.
Com os grandes desafios enfrentados hoje devido à baixa do mercado e altas taxas de desemprego, produzir conteúdo para bancos de imagens tem sido uma opção válida e até rentável para freelancers, dependendo da quantidade da quantidade de imagens colocadas na plataforma, quantidade de downloads obtidos, etc.
Os rendimentos a longo prazo são bons e há quem viva disso. As formas de cobrança são via pacotes em que o usuário compra uma cota e tem direito a baixar uma quantidade de imagens por mês, e cada imagem baixada rende alguns centavos para o contribuidor. Quanto maior a quantidade de imagens que o contribuidor colocar no acervo, maior é o rendimento. Outra forma é a compra de uma única imagem. Nesse caso, o custo será maior e renderá mais dinheiro ao contribuidor.
Como funciona o banco de imagens?
Como dissemos anteriormente, um banco de imagens é uma plataforma virtual de armazenamento, segurança e venda de direito à reprodução de uma imagem produzida por contribuidores, especializados ou não. Existem dois grupos principais que utilizam bancos de imagem: os compradores e os contribuidores.
Contribuidores são aqueles que produzem as imagens e as disponibilizam na plataforma. Em geral eles são fotógrafos, profissionais da área de publicidade, design gráfico, entre outros. Esses contribuidores submetem as produções ao banco escolhido para aprovação. É necessário cumprir diversos requisitos para incluir uma imagem em um banco como, por exemplo, qualidade, tipo de uso e principalmente as licenças e autorizações de veiculação de imagem para casos em que aparecem pessoas nas imagens.
Já os consumidores, em geral, são designers, publicitários, mercado editorial, profissionais de marketing e mídias sociais, do mundo corporativo, produtores de conteúdo para blogs, entre outros.
Como produzir conteúdo para banco de imagens?
Apesar dos rigorosos procedimentos que as plataformas exigem do contribuidor, qualquer um pode submeter uma imagem, que pode ser produzida utilizando diversos tipos de equipamentos, sejam câmeras fotográficas de altíssima qualidade ou até mesmo smartphones.
A dica valiosa aqui é conhecer um pouco sobre fotografia, ilustração vetorial e produção de vídeos, analisar o nicho que você deseja produzir e pensar em:
Qualidade
Pense sempre na qualidade das imagens que você estiver produzindo. Visualize o enquadramento, plano de fundo, captura e, principalmente, pense com antecedência na narrativa da imagem. Assim você consegue otimizar a quantidade de cliques e principalmente a quantidade de imagens boas para enviar às plataformas. Além disso, quando você demonstra domínio do que faz, fica mais fácil vender e angariar novos clientes nesses canais.
Saiba quem é o seu público e o que ele deseja
Você não precisa fotografar e filmar tudo, tampouco fazer diversos estilos de vetores. O que você precisa é conhecer o seu público e investir em um nicho. Você pode escolher trabalhar com vários tipos ou mais de um estilo, mas quando você conhece seu público ou o nicho para o qual você está produzindo fica muito mais fácil acertar o clique.
Siga tendências
Busque referências, selecione temas que estão em alta na internet e nas mídias sociais e produza em cima disso. Parece bobagem, mas a maior queixa dos consumidores de bancos é não ter imagens relacionadas às tendências e fatos que estão acontecendo no momento. Portanto, fique sempre atento!
Valorize o clássico
Sim, clássicos se vendem. Seja genérico na medida certa e tudo dará certo. Aposte em fotos trending topics, mas produza imagens generalistas, como crianças felizes, famílias, animais, entre tantas outras. As imagens e vídeos genéricas não tem prazo de validade, logo são um bom investimento.
Use luz natural
Além de ser muito mais bonita, a luz natural te priva de alguns gastos com iluminação, que no início são altos. As imagens de luz natural são muito bem aceitas e tem uma narrativa feliz e despojada. Se esse for o seu nicho, use-a sem moderação.
Pense como um documentarista
Pense nas suas imagens com singularidade. Naquele momento único, observe atentamente cada movimento e abrace a diversidade. Nunca se esqueça de que as imagens representam algo real, por isso dê esse tom às suas imagens.
Busque referências e esteja atento à demanda
Nunca deixe de se inspirar em outros trabalhos, filmes, documentários, séries, etc. As referências que você agrega ao seu trabalho são também uma forte construção para o mesmo. Fique atento também às demandas sugeridas pelos próprios bancos, eles sabem o que as pessoas estão buscando e querem que você produza isso.
Como funcionam as licenças da imagem?
Existem diversos tipos de imagens e consequentemente de licenças de uso. As mais comuns são:
Royalty Free (RF)
Nesse modelo a taxa de download é única e o comprador tem a permissão para usar quantas vezes quiser. É importante seguir e respeitar os termos de uso do contrato estabelecido pelo banco. Os custos são baixos, existe flexibilidade de uso e também são muito procuradas pelos consumidores.
Right Managed (RM)
Em português significa direitos controlados, ou seja, essa licença é destinada àqueles que desejam materiais exclusivos. São imagens com produção de qualidade e custo superior e funciona como uma “locação” do seu direito de uso. Os valores são variáveis e também funcionam como um sistema on demand em que o cliente informa parâmetros ao site. São incluídos também o tipo de uso dessa imagem, categorias a que ela pertence, etc.
Direitos autorais
Essa é a proteção legal do autor de um trabalho criativo, que garante o uso exclusivo de exibição, veiculação, reprodução, distribuição e exploração financeira. Direitos autorais são protegidos por lei e privam o uso dessa imagem caso não haja permissão expressa do contribuidor.
Em quais sites posso vender minhas imagens?
Existe uma infinidade de plataformas de banco de imagens. As mais conhecidas são:
Adobe Stock: https://stock.adobe.com/br/
Shutterstock: https://www.shutterstock.com/
Dreamstime: https://www.dreamstime.com/
Fotolia: https://br.fotolia.com/bluevertigo
iStock: https://www.istockphoto.com/br
Cada uma possui uma forma de contrato, algumas com upload free, outras com limite de envio. Algumas oferecem mais vantagens que outras, dependendo do seu estilo, e o melhor é que você pode colocar as mesmas imagens em mais de uma plataforma.
Além dos bancos mais famosos existem ainda aqueles que são especializados, como StockFood, um banco para quem trabalha com gastronomia e afins; Solutions, para quem trabalha com fotografias aéreas e muitas outras. O Brasil também possui alguns sites, como Easypix e Imagem Brasil.
Dicas
Sempre que submeter uma fotografia com pessoas, lembre-se da autorização do(s) modelo(s) ou model release. Quando submeter uma imagem a uma plataforma ela passará por avaliação antes de serem publicadas. Imagens com problemas na iluminação, nitidez, poeira, ruído, desajustes de cores, entre outros, possivelmente não serão aceitas. Fique atento e seja criterioso com o seu trabalho. Caso elas não sejam aceitas, não desanime e aprenda com isso.
Quando for produzir, pense nas suas imagens como um comprador. Pense no ângulo e no enquadramento cuidadosamente. Para ajudar, pense nas palavras-chaves e descrições da sua produção. Lembre-se que a definição da palavra-chave e possíveis usos são a forma como o comprador irá pesquisar nos mecanismos de busca.
Por fim, fique atento ao calendário.Isso porque datas comemorativas, como dia das mães, dia dos namorados, natal e outros geram campanhas publicitárias e são os momentos em que os consumidores mais buscam imagens.
E no episódio de hoje…
Links importantíssimos
Curso “Produção de conteúdo para banco de imagens”: https://goo.gl/egjq73
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1744087799230744
E-book “O guia supremo para começar a vender suas fotos na internet“, do André Nery: http://bit.ly/2jGmxph
O curso
Voltado para profissionais, fotógrafos, jornalistas, publicitários, videomakers, ilustradores 2D e 3D e também para os amantes da fotografia, o curso facilita o conhecimento dos métodos de envio para bancos de imagens e escolha de arquivos para venda. Confira o conteúdo programático:
Aula 1
O que é ‘Stock Images’;
Tipos de conteúdo para ‘Stock Images’;
Qual a função de um banco de imagens: quando usar?
Opções de bancos de imagens;
Conteúdo exclusivo e não exclusivo;
Propriedade intelectual, direitos autorais e marcas dentro do conteúdo;
Cadastro na Shutterstock;
Aula 2
Ganhos: ‘contributor’ e ‘referred’;
Visão do contribuidor: o que e em que pensar quando for produzir;
Imagens comerciais X editoriais;
Primeiro envio;
Regulamento de envio;
Aula 3
Análise da qualidade do arquivo (fotos);
Inclusão de metadados: Adobe Bridge (título, descrição, keywords);
Motivos de rejeição de imagens;
Aula 4
Prática: produção de conteúdo, edição, inclusão de metadados na plataforma e upload.
Material didático criado especificamente para o curso, com base fornecida pela Shutterstock e com possibilidade real de ganhos diretos após a aceitação na plataforma dos bancos de imagens
Quando: 05, 07, 12 e 14 de dezembro, das 19h às 22h
Onde: Laboratório de inovação GAS, na unidade Itatiaia da Barão, que fica na Avenida Itatiaia, 1176
Custo: R$ 300,00
INSCREVA-SE! https://goo.gl/egjq73 (VAGAS LIMITADAS)
Obs.: todos os participantes terão direito a receber um kit de brindes Shutterstock na primeira aula. Serão duas opções de kits:
Kit 1: Pendrive, pano de limpeza para lente, adesivo;
Kit 2: Alça de câmera, pano de limpeza para lente, adesivo;
Mande um e-mail para o prof. Paulo Nabas dizendo que ouviu falar do curso no Degêcast e ganhe um kit extra!
Por que fazer o curso?
Professor: Paulo Eduardo Canedo Nabas
Publicitário com pós-graduação em Design Gráfico. Docente do Centro Universitário Barão de Mauá desde 2007 e colaborador da empresa Shutterstock desde 2013.
Atuou como diretor de arte em diversas agências de publicidade de Ribeirão Preto entre 2000 e 2004 ano em que ingressou como designer e coordenador de criação na empresa Ouro Fino Saúde Animal. Um profissional que transformou seu hobby em fotografia em trabalho e desde então não parou mais de fotografar.
Degê Indica
Série American Gods: https://omelete.uol.com.br/series-tv/american-gods/criticas/?key=128783
Curso de fotografia da USP Ribeirão: http://www.prefeiturarp.usp.br/cultura/AC01oficinas.html
Micro Stocker: software para gerenciamento de suas imagens em diferentes bancos
Smarter Time: app multiplataforma de controle de tempo e atividades <https://www.smartertime.com/>
Créditos
Trilha sonora por Kolic.
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53:01
#33 [Cá entre Nós] Precificação de projetos: como cobrar em design?
Episode in
degêcast
Precificação da sua hora de trabalho
Precificação é uma das dúvidas mais comuns entre os freelancers, ou profissionais autônomos. Colocar preço na produção é com certeza uma tarefa complexa por vários motivos. Muito disso acontece porque não temos uma educação financeira adequada. A realidade do brasileiro quanto a ser freelancer surge da necessidade e não como uma escolha prioritária. No ano de 2015, cerca de 30% dos brasileiros desempregados se tornaram freelancers para controlar o orçamento.
Todavia, para obter o valor da sua hora trabalhada é necessário saber se seus valores são compatíveis com o mercado. Dissolva os custos de equipamentos, softwares, gastos com habitação, energia, entre outros. Um erro bastante comum dos freelas iniciantes é fazer a precificação apenas do custo da mão de obra e deixar de lado esses outros gastos. Ou mesmo não incluir no cálculo custos básicos, como aluguel e taxas administrativas.
Além disso, é importante refletir sobre o tipo de cliente que você está atendendo. Ao cobrar um trabalho é importante levar em consideração quem é o seu cliente, a verba disponível que esse cliente tem para esse trabalho, o tipo de trabalho que você irá executar, o quantidade de modificações e principalmente o prazo de realização.
É certo que você precisa cobrar um valor que seja justo pra você. Mas e se seu cliente for alguém que acabou de começar uma startup? Ou mesmo outro profissional autônomo? Esse cliente ainda não tem dinheiro girando na empresa e provavelmente está injetando do próprio bolso. E se o seu cliente for o maior comerciante da sua cidade? Esses clientes maiores tem dinheiro para investir em projetos de design, já os menores não.
Lembre-se também de cobrar a mais por projetos desinteressantes. Mas lembre-se também de ser generoso com o cliente que te trouxer o “projeto da sua vida”. Projetos prazerosos são mais fáceis de executar, enquanto os projetos chatos te fazem procrastinar mais. O mesmo é válido para projetos com muitas modificações ou prazos curtíssimos.
Então, como precificar?
Basicamente, para a precificação da sua hora de trabalho, a conta é feita de trás pra frente, com perguntas simples: “Quanto quero ganhar por mês?”, seguida de “Quantos dias quero trabalhar por semana?” e “Quantas horas quero trabalhar por dia?”.
Em seguida precisamos estabelecer como cobrar. A fórmula Degêcast leva em consideração os seguinte custos:
Despesas: tudo aquilo que você gasta, como internet, telefone, aluguel, taxas de condomínio, água, gás, etc.
Custos: equipamentos, softwares, atualizações, banco de imagens, etc.
Taxas e Lucro: quantidade que você estabelecerá como lucro, entre 10% a 15%, taxas administrativas, prospecção, margens de segurança, etc.
Após responder a essas três perguntas e definir suas despesas, custos e taxas, começaremos a estabelecer os valores da sua hora trabalhada e posteriormente quanto você deve cobrar por um projeto. A conta é bem simples veja o cálculo:
Independente das inúmeras possibilidades, ambos os formatos te garantem o mínimo que deve ser cobrado em um freela. E para aqueles que acharam complicado o cálculo a boa notícia é que existem calculadoras online que fazem isso por você!
E no episódio de hoje:
E no Cá entre nós de hoje, o Alberto G. P. Oliveira e Tatiana Bagdonas contaram como precificar seus projetos de design. Sabe aquela dúvida cruel de como colocar valor no seu trabalho? Agora é a hora de sanar todas elas e aprender de uma vez por todas como ser justo com você e com os seus clientes. Além disso, eles falaram sobre:
Tabela da Adegraf: quais os problemas e onde eles acertam?
Ser justo consigo ou com seu cliente? Seja justo com os dois!
Calculadoras online: as mais legais encontradas nas interwebs
Dicas facilitadoras para freelas espertos
Links importantes sobre precificação e vida de freela:
Calculadora Básica: https://www.99freelas.com.br/apps/calculadora-freelancer
Calculadora descritiva: https://projetos.entreoutros.com/minhahora/
Calculadora para atuantes de longa data: http://thenuschool.com/how-much/
ZeroPaper – app gratuito de gestão financeira voltado para freela (iOS): https://itunes.apple.com/br/app/zeropaper/id892377391?l=pt&mt=8
ZeroPaper – app gratuito de gestão financeira voltado para freela (Android): https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.zeropaper.app
FreeConferenceCall.com – conferência por celular: https://www.freeconferencecall.com/apps?country_code=br&locale=pt
Tabela Adegraf:http://www.linharesdesign.com.br/blog/tabela-adegraf-2016-2018/
Dicas dos degês!
Guia do freela do Carreirasolo.org: http://carreirasolo.org/category/guia-do-freela
Podcasts FalaFreela e Sala101
Top Tracker – app gratuito de rastreamento de tempo para freelas: https://www.toptal.com/tracker/
Paymo – app de gerência de projetos para freelas: https://www.paymoapp.com/
Wunderlist – app multiplataforma de lista de tarefas: https://www.wunderlist.com/pt/
Créditos
Trilha sonora:
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O post #33 [Cá entre Nós] Precificação de projetos: como cobrar em design? apareceu primeiro em Degêcast.
53:07
#33 [Brainstorm] Ser freelancer ou não ser?
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Freelancer, perfil profissional e crescimento da profissão
Ser freelancer foi a escolha de 33% das pessoas desempregadas no ano de 2015 no Brasil. Com as altas taxas de desemprego, ser freela foi a alternativa de milhares de pessoas, principalmente das áreas de tecnologia, para driblar a falta de dinheiro.
Segundo o site Aparelho Elétrico, 48,5% desses trabalhadores tem entre 25 e 35 anos e 32,9% estão no estado de São Paulo. Dentre eles, 34,4% usam transporte público como principal meio de tranporte. 35% são designers gráficos, 29% programadores web e 16% são criadores de conteúdo. Além disso, 43% despendem tempo integral nessa função contra 39,3% que se dedicam apenas nas horas livres e 17,7% que dedicam somente meio período.
A renda de freelancers variam entre R$ 1.000,00 e R$ 2,500,00 por mês, e a grande motivação para essas pessoas é a flexibilidade de horários. Outros ainda apontam os ganhos, autonomia e independência geográfica como relevância. Mas nem tudo são flores no mundo dos “jobs”, termo utilizado para designar projetos em execução. Mais de 50% desse freelas possuem outras formas de renda, como empregos tradicionais e investimentos.
Além disso, lidar com a variação da renda mensal é a maior dificuldade dos freelancers, sendo citado por 28,7% das pessoas, seguido de disciplina e administração financeira. A grande maioria desses profissionais é graduado e captam clientes por meio de indicações. Foram 37,6% desses profissionais que disseram manter a carga horária equilibrada e 54,6% não tiram férias.
Do outro lado, algumas empresas tiveram que enxugar a estrutura ao máximo para permanecerem ativas no mercado. Empresas que contavam com até 10 funcionários hoje preferem contratar freelancers, já que pagar por projeto é menos oneroso para o empregador do que ter um profissional com carteira assinada.
Mitos e realidades da vida de freelancer
Mas aos que pensam que a vida de freela é simples e desimpedida, listamos alguns mitos da profissão:
1. “Freela acorda todos os dias ao meio dia”: Sim, você poderá organizar seus horários e fazer coisas dentro do seu próprio cronograma. Isso inclui acordar mais cedo ou mais tarde, dependendo do seu estilo. Mas há duas dicas valiosas: “cumpra seus prazos” e “atenda bem seus clientes”. Quando se está em um job, você é o atendimento ao cliente e empresas funcionam em horário comercial. Logo, mantenha-se disponível nesse período.
2. “Freelancer faz o que quiser, quando quiser”: Sim, você terá muito mais autonomia do que grande parte dos seus amigos que trabalham em empresas tradicionais. Mas, se você quiser dinheiro suficiente para viver, você precisará trabalhar as mesmas horas que em uma empresa ou até mais. A questão aqui não é trabalhar menos, é aproveitar melhor o seu tempo. Faça cronogramas e aproveite seu tempo da melhor forma possível.
3. “Freela nunca mais vai usar roupas sociais”: Se você for a uma reunião com o cliente de bermuda e chinelos, sua reputação ficará abalada. Sim, as empresas e pessoas que contratam seus serviços valorizam o código de vestimenta, portanto, você ainda poderá usar social em diversas ocasiões – ou pelo menos um casual elegante.
Crie o hábito de usar roupas e não pijamas enquanto trabalha. Esteja com boa aparência, você não sabe quando o cliente irá pedir uma conferência de última hora. Além disso, existem estudos que relatam que a produtividade melhora quando você tem bons hábitos no home office (escritório em casa).
4. Vida tranquila x Ganhos: se você acredita que ser freela é ganhar muito e trabalhar pouco, você está fora da realidade. Existe uma relação de proporção bastante complexa na vida de freela. Essa relação diz respeito a ganhos X vida tranquila. Quanto mais dinheiro você quer ganhar, mais terá que trabalhar, e quanto mais você trabalha, menos tranquila será a vida. Conseguiram entender o ciclo?
O ideal é trabalhar o suficiente para cobrir suas despesas. E, acredite, cortar gastos é mais fácil do que ganhar mais dinheiro. Não que você não possa querer ganhar mais ou fazer mais jobs para torrar seu dinheiro com algo legal. Tudo bem fazer isso, mas não está tudo bem se matar todos os meses para fazer “fortuna”.
6. Não ter chefe: esse é o maior mito do mundo dos freelas. Sim, você não tem aquela pessoa cobrando mil coisas antes das 9h, mas você tem sim seus clientes, que após a contratação serão sem dúvidas seus chefes naquele período. Você está suscetível a prazos, alterações e mudanças de planos o tempo todo, e clientes são muito exigentes. Ademais, o cliente não está preocupado com o seu desenvolvimento profissional, assim como um gestor deveria estar.
E no episódio de hoje…
Você já conhece o Brainstorm, nosso quadro de entrevistas. No episódio de hoje, recebemos Allan Nogueira, da An.Design, e Lula Amaral, da Krearis Design Studio, dois freelancers que atuam na área de design, mais especificamente em web design e criação de marcas, respectivamente. Além de conversar sobre as motivações, vantagens e desvantagens de ser um profissional autônomo, os dois dão dicas valiosas para quem quer começar uma carreira como freelancer. Aperte o play e confira!
Links Importantes:
Estatísticas sobre freelancers em 2015: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2015/12/quantidade-de-freelancers-e-cada-vez-maior-com-crise-e-o-desemprego.html
Infográfico sobre freelancers em 2017: http://aparelhoeletrico.com/geral/infografico-pesquisa-sobre-o-perfil-do-freelancer-no-brasil-2017/
Artigo sobre os mitos da vida de freela: http://www.vivendodefreela.com.br/mitos-sobre-vida-de-freelancer/
Créditos
Trilha sonora por Daniel Piquê (em ordem de aparição):
– The short of Nutcase
– Croak
– Colic
Todas faixas do álbum Boo! (baixe o álbum completo clicando aqui)
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O post #33 [Brainstorm] Ser freelancer ou não ser? apareceu primeiro em Degêcast.
01:10:49
#33[Cá entre nós]Dia do Podcast e Adobe CC 2018
Episode in
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Dia Nacional do Podcast
Em 21 de outubro é comemorado no Brasil o Dia Nacional do Podcast. Isso por que nessa data no ano de 2004, Danilo Medeiros do Digital Minds postou o primeiro podcast 100% brasileiro. As origens do podcast são do ano de 2003, quando Dave Winer criou um método para disponibilizar uma série de entrevista do jornalista Christopher Lyndon na internet. Posteriormente em 2004, Andam Curry desenvolveu uma forma de propagar esse arquivos de áudio através da RSS para o agregador iTunes através de um script de Kevin Marks. A partir daqui Habemus Podcasting.
Inúmeros são os temas, formas, estilos, pessoas, técnicas envolvidas para criar essa mídia. Podcast é uma mídia de transmissão de arquivos multimídia via internet, criado pelos usuários. São arquivos que os usuários podem expressar sua opiniões das mais diversas maneiras, podem criar programas sobre diversos temas, ou mesmo compartilhar lista e seleções de músicas.
O termo seria a junção de Ipod (dispositivo da Apple de reprodução de arquivos em mp3,) e broadcast, palavra em inglês que significa “transmissão” (de rádio). Os créditos para a criação deste conceito foram atribuídos ao ex-VJ da MTV Adam Curry. As publicações dos arquivos são feitas através do poscasting, um sistema padrão de feed RSS, o que permite o usuário acompanhar todas as atualizações.
Além disso, por ser uma mídia falada, tem a vantagem de você poder ouvir a qualquer momento e em qualquer lugar. Você pode baixar o arquivo e ouvir o podcast fazendo outras coisas simultaneamente. O arquivo pode ser baixado para o computador ou smartphone, para ouvir não é necessário estar conectado a internet, é possível ouvir o conteúdo de maneira offline.
Para que essa mídia exista são necessários alguns processos trabalhando conjuntamente. Da criação a publicação o podcasts apresenta determinadas características e provavelmente a mais interessante é que o podcast não precisa necessariamente de conhecimentos e técnicas avanças para existir, tão pouco grandes investimentos. Para produzir um podcast, em teoria é necessário apenas um computador com um microfone, fones de ouvido e uma placa de áudio de áudio com capacidade de gravação e reprodução de som. Com mais alguns conhecimentos específicos como tipo de arquivo de áudio, tamanho e formatos desses arquivos, compressão de arquivos e técnicas de edição, você terá um podcast todo seu.
Além dessas ferramentas também é necessário um local para hospedar o conteúdo produzido, um tema que você domine ou queira falar e um pouco de coragem para criar e publicar o seu primeiro podcast.
Por que ouvir um podcast no Dia Nacional do Podcast?
A primeira grande vantagem do podcast é a simplicidade. Ouvir um podcast te permite agregar conhecimento, cultura e conteúdo utilizando apenas a audição. Além disso, por ser uma mídia de áudio sua visão e funções motoras ficam livres dando a oportunidade de fazer mais qualquer outra coisa. Acreditem, lavar louça será uma experiencia grata enquanto você ouve um podcast.
A segunda grande vantagem do podcast é ser uma mídia on demande. Ela está a disposição no seu feed RSS aguardando o download. Ou caso esteja com internet a disposição, você poderá ouvir seu episódio favorito através dos diversos aplicativos como soundcloud, AQUELE QUE VAI SER NOSSO PARCEIRO E EU ESQUECI O NOME, pelo próprio site do conteúdo ou através de aplicativos pagos como Deezer e Spotfy. Ele poderá ser acessado pelo seu computador, consoles como Xbox One, Smartphone, iPod, tablets, iPad, entre outro.
A terceira vantagem é ser uma mídia independente e de nicho. Essas características fazem do podcast algo diferente e agradável ao ouvinte. Você escolhe o que ouvir por afinidade, por intimidade com o conteúdo abordado, por aproximação ou simplesmente por empatia. o que nos leva a nossa quarta vantagem.
O podcast é um mídia de intimidade, reflexão e pessoalidade. As coisas acontecem entre você e o podcaster praticamente dentro da sua cabeça. Você concorda, discorda, interioriza, conhece e principalmente reflete sobre o tema abordado. Além disso, inúmeros são os podcasts que abrigam grandes conhecedores de um assunto como história, política, games, cinema ou áreas mais especificas como, degêcast design gráfico, programação, arquitetura, empreendedorismo, etc.
A quinta vantagem é ser uma mídia de linguagem simples. Nada mais fácil do que ouvir alguém. Além de ser um das funções mais simples que um cérebro humano pode processar é algo familiar a que estamos acostumados. Existem várias outras vantagens pertinentes ao podcast e somente a experiência de consumir essa mídia lhe mostrará o quão grato isso pode ser.
Mesmo que não seja o Dia Nacional do Podcast, dê uma chance para essa mídia. Se não pelo motivos acima, simplesmente porque conhecimento nunca é demais e porque o novo é sempre bom. Se você já é um consumidor de podcast, ouça e compartilhe sempre que possível, traga seus amigos para as discussões geradas, para o conhecimento que está disponível e princialmente para algo que está sempre com cara de novo e agregando conteúdo de forma descomplicada independente.
E no episódio de hoje:
Essa semana tem quadro novo, o Cá entre nós é o quadro do Degêcast em que o Alberto G. P. Oliveira e a Tatiana Bagdonas conversam sobre atualidades, temas interessantes e dão opinião sobre a vida verdade e o universo muda td isso pq nao consegue né moises). No programa de estréia falamos sobre nada mais nada menos que Dia Nacional do Podcast, comemorado no ultimo dia 21 de outubro. Contamos um pouco da história do podcast no brasil, como essa mídia criou forma e sobre as vantagens de ouvir um podcast. Além disso, falamos sobre as novidades da Adobe CreativeClound e demos algumas dicas no sub quadro “Sem nome”. Dêem seus pitacos de nomes possíveis para o quadro de dicas do Cá entre Nós.
Compartilhe com a gente sua experiência com Podcast! Lembre-se sempre de nos dar o seu feedback, ele é muito importante para nós! Além disso, assine nossa Newsletter e receba nossa notificação antes de todo mundo. Curta e compartilhe nossas mídias sociais, elas são o nosso ponto de visibilidade. Indique o podcast a um amigo! Produzimos conteúdo original e compartilhamos com vocês todas as quintas-feiras, até às 23h59!
Links Importantes:
#DiadoPodcast
História do Podcast
CALEA Lei de Auxílio das Comunicações para a aplicação do Direito: https://cocatech.com.br/calea
Anticast – Podcast é a mídia que mais cresce nos EUA: http://anticast.com.br/2017/06/anticast/anticast-294-podcast-e-a-midia-que-mais-cresce-nos-eua-e-o-brasil/
O Nome do Vento (melhor livro que a gente respeita): https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Nome_do_Vento
Sobre Adobe Creative Clound 2018:
Redefining Modern Creativity with the Next Generation of Creative Cloud
https://www.adobe.com/br/creativecloud/plans.html
Podcasts citados:
CBN: http://cbn.globoradio.globo.com/servicos/podcast/PODCAST.htm
Projeto Humanos: https://www.projetohumanos.com.br/
Nexo Jornal: https://www.nexojornal.com.br/
Casos e Causos: https://mundopodcast.com.br/casosecausos/
Diário do Menestrel: https://mundopodcast.com.br/teiacast/storytelling/diario-do-menestrel/
Créditos
Trilha sonora por
Degêcast, abreviação abrasileirada de Design Gráfico, é um podcast desenvolvido por estudantes e professores do curso de Design Gráfico do Centro Universitário Barão de Mauá, em Ribeirão Preto – SP.
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