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Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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C. H. Spurgeon nos leva a refletir sobre as maravilhas do amor de Deus. Destacando versículos bíblicos para cada dia do ano, Spurgeon os comenta de modo piedoso, submisso e encorajador, oferecendo-nos a nutrição que a nossa alma necessita.
C. H. Spurgeon nos leva a refletir sobre as maravilhas do amor de Deus. Destacando versículos bíblicos para cada dia do ano, Spurgeon os comenta de modo piedoso, submisso e encorajador, oferecendo-nos a nutrição que a nossa alma necessita.
29 de fevereiro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
Episode in
Devocional Diário CHARLES SPURGEON
"Com benignidade te atraí." Jeremias 31.3
A lei e o juízo são utilizados para nos trazerem a Cristo, mas a vitória final é conseguida pela benignidade. O filho pródigo se dispôs e retornou à casa de seu pai motivado por um sentimento de necessidade. O pai o viu à grande distância e correu ao seu encontro. Os últimos passos do pródigo em direção à casa do pai foram dados com o calor do beijo ainda em seu rosto e com a música de boas-vindas ainda ressoando aos seus ouvidos.
O Senhor veio à porta e bateu com a mão de ferro da Lei; a porta balançou e tremeu em suas dobradiças. O homem amontoou contra a porta todos os móveis que pôde achar, pois dizia: "Não admitirei o Homem". O Senhor foi embora, mas retornou e, com sua mão suave, marcada pelos cravos, bateu novamente, com gentileza e ternura. Desta vez, a porta não balançou e, embora pareça estranho, se abriu. No interior, prostrado de joelhos, o anfitrião, anteriormente indisposto, foi encontrado regozijando-se por receber seu convidado. "Entre, entre. Você bateu de tal modo, que meu coração foi atraído. Não posso nem pensar sobre a sua mão ferida marcando de sangue a minha porta e você indo embora, sem hospedagem. Eu me rendo, eu me rendo. Você conquistou o meu coração". Deste modo, em todos os casos, a benignidade se mostra vencedora. Aquilo que Moisés com as tábuas de pedra nunca pôde realizar, o Senhor Jesus o faz com suas mãos traspassadas. Assim é a doutrina do chamado irresistível. A minha experiência é esta? Eu posso dizer: "Ele me atraiu, e eu O segui, alegre por atender à voz divina". Assim, que Ele continue a me atrair até ao dia em que me assente para as Bodas do Cordeiro.
A lei e terrores apenas o fardo concedem, Por todo o tempo em que se sucedem.
Mas, comprado por sangue, um senso de perdão Dissolverá o mais duro coração!
02:49
16 de fevereiro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
Episode in
Devocional Diário CHARLES SPURGEON
Eu te ajudo, diz o SENHOR. (Isaías 41.14)
Neste dia, ouçamos o Senhor Jesus falando a cada um de nós: "Eu ajudo você. Ajudá-lo é fácil para mim. Pense no que já fiz. Não o ajudei? Ora, eu o comprei com o meu sangue. Morri por você. Se já fiz as coisas maiores, não farei as menores? Falar com você é somente uma das menores coisas que posso fazer. Já fiz muito e ainda farei mais. Antes de o mundo existir, eu lhe escolhi. Fiz uma aliança em seu benefício. Por causa de você, deixei de lado a minha glória e me tornei homem. Dei a minha vida por você. E, se fiz tudo isso, certamente o ajudarei agora. Eu lhe darei aquilo que já conquistei por você. Se você precisasse de ajuda milhares de vezes, Eu a daria. Você pouco necessita em comparação com o que estou disposto a dar. Necessitar significa muito para você; dar não é difícil para mim. Ajudá-Lo? Não tema! Se houvesse uma formiga à porta de seu celeiro pedindo ajuda, não lhe arruinaria dar-lhe um punhado de seu trigo. Você não passa de um inseto à porta de minha infinita suficiência. Eu o ajudarei".
Ó minha alma, isto não é o suficiente? Você precisa de mais força do que a onipotência da Trindade? Quer mais sabedoria do que a do Pai, mais amor do que o revelado pelo Filho e mais poder do que o manifestado nas influências do Espírito Santo? Traga até aqui a sua jarra vazia! Certamente esta fonte a encherá. Não perca tempo, junte suas necessidades e traga-as até aqui - seu vazio, suas tristezas, suas deficiências. Veja, este rio de Deus tem abundância para você. O que mais você pode desejar? Prossiga, minha alma, na força que tem. O Deus eterno é o seu ajudador!
Não temas: Estou contigo; Oh, não te deixes desanimar! Sou o teu Deus; e só por isso, Eu continuo a te ajudar!
02:39
16 de janeiro - Devocional Dia?rio CHARLES SPURGEON
Episode in
Devocional Diário CHARLES SPURGEON
http://voltemosaoevangelho.com/blog/2015/12/devocional-charles-spurgeon
Eu te ajudo, diz o SENHOR. (Isaías 41.14)
Neste dia, ouçamos o Senhor Jesus falando a cada um de nós: "Eu ajudo você. Ajudá-lo é fácil para mim. Pense no que já fiz. Não o ajudei? Ora, eu o comprei com o meu sangue. Morri por você. Se já fiz as coisas maiores, não farei as menores? Falar com você é somente uma das menores coisas que posso fazer. Já fiz muito e ainda farei mais. Antes de o mundo existir, eu lhe escolhi. Fiz uma aliança em seu benefício. Por causa de você, deixei de lado a minha glória e me tornei homem. Dei a minha vida por você. E, se fiz tudo isso, certamente o ajudarei agora. Eu lhe darei aquilo que já conquistei por você. Se você precisasse de ajuda milhares de vezes, Eu a daria. Você pouco necessita em comparação com o que estou disposto a dar. Necessitar significa muito para você; dar não é difícil para mim. Ajudá-Lo? Não tema! Se houvesse uma formiga à porta de seu celeiro pedindo ajuda, não lhe arruinaria dar-lhe um punhado de seu trigo. Você não passa de um inseto à porta de minha infinita suficiência. Eu o ajudarei".
Ó minha alma, isto não é o suficiente? Você precisa de mais força do que a onipotência da Trindade? Quer mais sabedoria do que a do Pai, mais amor do que o revelado pelo Filho e mais poder do que o manifestado nas influências do Espírito Santo? Traga até aqui a sua jarra vazia! Certamente esta fonte a encherá. Não perca tempo, junte suas necessidades e traga-as até aqui - seu vazio, suas tristezas, suas deficiências. Veja, este rio de Deus tem abundância para você. O que mais você pode desejar? Prossiga, minha alma, na força que tem. O Deus eterno é o seu ajudador!
Não temas: Estou contigo; Oh, não te deixes desanimar! Sou o teu Deus; e só por isso, Eu continuo a te ajudar!
02:45
30 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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Devocional Diário CHARLES SPURGEON
30 de Outubro
Louvar-te-ei, SENHOR. (Salmos 9.1)
O louvor deve sempre acompanhar a oração respondida, assim como a névoa de gratidão terrena se levanta quando os raios de amor do sol celestial esquentam o solo. O Senhor tem sido gracioso para você, inclinando os ouvidos à voz do seu clamor? Então, louve-O enquanto você viver. Não deixe de louvar Aquele que tem respondido à sua súplica e satisfeito o desejo do seu coração. Ficar em silêncio a respeito das misericórdias de Deus significa incorrer no erro de ingratidão. Equivale a agir de modo tão desprezível como o fizeram os nove leprosos que, depois de curados da lepra, não retornaram para agradecer ao Senhor que lhes dera saúde completa.
O louvor, assim como a oração, é um dos mais nobres meios de promovermos o crescimento da vida espiritual. Ajuda-nos a remover os fardos, exercitar a esperança e aumentar a fé. O louvor é um exercício saudável e fortificante que renova o pulso do crente e o prepara para novos empreendimentos no serviço de seu Senhor. Bendizer a Deus pelas misericórdias recebidas é também o meio de beneficiar nossos semelhantes; "Os humildes o ouvirão e se alegrarão" (Salmos 34.2). Outros, que têm passado por circunstâncias semelhantes, receberão consolo, quando dissermos: "Engrandecei o SENHOR comigo, e todos, à uma, lhe exaltemos o nome... Clamou este aflito, e o SENHOR o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações" (Salmos 34.3,6). Corações desanimados serão fortalecidos, e os crentes abatidos serão vivificados quando ouvirem nossas canções de libertação (Salmos 32.7). Serão repreendidas as dúvidas e medos deles, conforme ensinamos e admoestamos uns aos outros "com salmos, e hinos, e cânticos espírituais" (Colossenses 3.16). Eles também "cantarão os caminhos do SENHOR" (Salmos 138.5) quando nos ouvirem engrandecer o santo nome dele. Louvar é a mais santa das obrigações cristãs. Os anjos não oram, mas não cessam de louvar tanto de dia quanto de noite; e os remidos, usando vestiduras brancas, com folhas de palmeiras nas mãos, nunca se cansão de cantar a nova canção: "Digno é o Cordeiro" (Apocalipse 5.12).
02:51
3 de novembro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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Devocional Diário CHARLES SPURGEON
As orações são instantaneamente observadas no céu. No momento em que Saulo começou a orar, o Senhor o ouviu. Isto traz descanso à alma atribulada que ora. Freqüentemente, uma pessoa aflita e triste dobra os joelhos, mas pode expressar o seu lamento apenas na linguagem de suspiros e lágrimas. Contudo, esse gemido tem feito todas as harpas do céu vibrarem em músicas. Essas lágrimas são apanhadas por Deus e entesouradas no céu. "Recolheste as minhas lágrimas no teu odre" (Salmos 56.8) implica que são apanhadas enquanto fluem. O suplicante cujos temores obstruem as palavras será entendido pelo Altíssimo. O suplicante pode tão-somente erguer os olhos embaçados, mas oração é o cair de uma lágrima. As lágrimas são diamantes do céu, e os suspiros, parte da música da corte de Jeová. Elas são contadas juntamente com as mais sublimes melodias que chegam à Majestade, no céu. Não pense que a sua oração, embora seja fraca ou inconstante, será desconsiderada. A escada de Jacó é alta, mas a nossa oração subirá as suas voltas cintilantes e repousará sobre o Anjo da aliança. Nosso Deus não somente ouve a oração, mas tem prazer em ouvi-la. Ele "não se esquece do clamor dos aflitos" (Salmos 9.12). É verdade que Deus não atenta a olhos altivos e palavras imponentes; não leva em conta a pompa e o esplendor de reis. Deus não ouve o volume da música marcial. Ele não atenta ao triunfo e arrogância dos homens. Mas, onde houver um coração repleto de tristeza, lábios tremendo com agonia, um profundo gemido ou suspiros de arrependimento, ali o coração de Jeová estará. Ele registra isso no livro de recordações. Ele coloca as nossas orações, como folhas de rosas, entre as páginas de seu livro de lembranças, e, quando o livro for aberto, no final, exalará uma preciosa fragrância. A fé não pede sinal dos céus, Para mostrar que a oração foi ouvida, Nosso Sacerdote está em seu lugar santo, E do trono da graça, ela é respondida.
02:53
2 de novembro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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Devocional Diário CHARLES SPURGEON
2 de Novembro. Eu, o SENHOR, não mudo. (Malaquias 3.6)
E bom para nós que, em meio a toda a instabilidade da vida, existe Alguém que não pode ser afetado pelas mudanças. Alguém cujo coração nunca se altera e em cuja de face não há rugas. Todas as outras coisas têm mudado. O próprio sol, no passar dos séculos, tem diminuído o seu esplendor. O mundo está envelhecendo. O enrolamento dos vestidos desgastados já começou. A terra e os céus terão de passar em breve. Eles perecerão e ficarão velhos, como uma roupa, mas existe Alguém que possui a imortalidade, cujos anos não têm fim, e em cuja pessoa não existe qualquer mudança. O marinheiro sente deleite quando, depois de haver estado no mar durante muitos dias, caminha novamente sobre a terra firme. Isto é semelhante à satisfação de um crente que, em meio a todas as mudanças desta vida turbulenta, deposita a sua confiança nesta verdade: "Eu, o SENHOR, não mudo". A estabilidade que tem o barco quando este, em fim, chega ao porto é como aquela que a esperança do crente proporciona-lhe quando ela fixa-se nesta verdade gloriosa. Em Deus, "não pode existir variação ou sombra de mudança" (Tiago 1.17). Os atributos de Deus no passado são os mesmos hoje. Seu poder, sabedoria, justiça e verdade são todos imutáveis. Ele sempre tem sido o refúgio e fortaleza de seu povo no dia da tribulação (ver Naum 1.7). Deus ainda é o auxílio seguro dos seus servos. Ele é imutável em seu amor. Deus tem amado o seu povo "com amor eterno" (Jeremias 31.3). Ele o ama agora com tanto amor como sempre o amou. Quando todas as coisas terrenas forem liquidadas, no último conflito, o amor dele ainda vestirá "o orvalho da tua mocidade" (Salmos 110.3 ARC). Preciosa é a certeza de que Deus não muda! A roda da providência gira, mas seu eixo é amor eterno. Morte e mudança estão sempre ocupadas, O homem enfraquece, e a idade avança; M as a misericórdia de Deus está presente; E sua sabedoria, e seu amor sempre nos alcança!
02:50
1 de novembro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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Devocional Diário CHARLES SPURGEON
1 de Novembro. A igreja que está em tua casa. (Filemom 2)
Existe uma igreja em sua casa? Os pais, filhos, amigos, empregados são todos membros dessa igreja? Ou alguns ainda permanecem não-convertidos? Como um pai se alegraria intensamente e os olhos de uma mãe se encheriam de lágrimas santas, se todas as pessoas de sua casa fossem salvas, desde o mais novo ao mais velho. Oremos por esta grande misericórdia, até que Senhor a conceda para nós. Talvez o maior de todos os desejos de Filemom era que toda a sua família fosse salva. Todavia, esse desejo não lhe foi dado completamente, a princípio. Filemom tinha um servo ímpio, Onésimo, que, cometendo um delito contra seu senhor, fugiu de seu serviço. Mas as orações de Filemom acompanharam o servo; e, como Deus o quis, Onésimo foi levado a ouvir a pregação de Paulo. O coração dele foi transformado; ele retornou a Filemom, não somente para ser um servo fiel, mas também um irmão amado, sendo assim adicionado outro membro à igreja na casa de Filemom. Existe ainda algum membro da família não-convertido e distante do lar? Faça súplicas especiais em favor dele, a fim de que retorne ao lar, alegrando todos os corações com as boas novas a respeito do que a graça de Deus realizou! Há alguma pessoa não convertida, presente no lar, hoje? Oh! que ela seja alvo dessas súplicas! Se existe uma igreja em sua casa, coloque
ª em ordem. Realize as atividades comuns da vida com santidade, diligência, bondade e sinceridade. No entanto, uma igreja envolve mais do que apenas as atividades normais da família. Neste caso, o culto familiar tem de ser mais dedicado e sincero. O amor entre os membros da família tem de ser mais intenso e firme, e a conduta fora do lar tem de ser mais santificada e semelhante à de Cristo. Não precisamos temer que a pequenez de nosso número nos removerá da lista de igrejas, pois o Espírito Santo inscreveu, neste caso, a igreja formada por uma família no memorial inspirado. Como igreja, aproximemo-nos ao grande Cabeça da única igreja, e peçamos-Lhe graça para brilhar diante dos homens para a glória do nome dele.
03:02
31 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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Devocional Diário CHARLES SPURGEON
31 de Outubro. Renova dentro de mim um espírito inabalável. (Salmos 51.10)
Um crente que caiu em pecado, se há resquício de vida nele, gemerá por restauração. Esta restauração exige a mesma atividade da graça manifestada na conversão. Naquela ocasião, precisávamos de arrependimento; na restauração, o arrependimento certamente é necessário. Na conversão, precisávamos de fé, a fim de que pudéssemos ir a Cristo; na restauração, somente a mesma fé pode nos trazer de volta ao Senhor Jesus. Na conversão, queríamos uma palavra do Altíssimo, dos lábios do Amado, para acabar com nossos temores; logo descobriremos que, estando agora sob o sentimento de pecado presente, precisamos da mesma palavra. Nenhum homem pode ser renovado sem uma manifestação do poder do Espírito Santo, uma manifestação tão verdadeira e autêntica como a que ele teve na conversão, porque a renovação é uma obra poderosa, e a carne e o sangue estão tão envolvidos agora como sempre estiveram. Ó Crente, permita que sua fraqueza pessoal seja um argumento para fazê-lo orar sinceramente a seu Deus, suplicando-Lhe ajuda. Lembre-se: quando Davi se sentiu incapaz, ele não cruzou os braços nem calou a boca; ao invés disto dirigiu-se apressadamente ao trono da graça e clamou: "Renova dentro de mim um espírito inabalável" (Salmos 51.10). Não permita que lhe faça dormir, a doutrina que afirma ser você, desamparado, incapaz de agir; mas, faça com que este versículo se tome um lema a impulsioná-lo, com extraordinária prontidão, a buscar o grande Ajudador de Israel. "Senhor, renova dentro de mim um espírito inabalável". Aquele que ora sinceramente a Deus, pedindo-Lhe que faça isso, provará sua honestidade por utilizar os meios pelos quais Deus age. Gaste muito tempo em oração. Viva na Palavra de Deus. Mortifique as concupiscência que o afastam do Senhor. Tenha o cuidado de manter-se em vigilância contra futuras manifestações do pecado. Assente-se à beira do caminho e prepare-se para quando o Senhor Jesus passar. Reconheça que todo o poder tem de vir do Senhor Jesus; não cesse de clamar: "Renova dentro de mim um espírito inabalável".
03:03
29 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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Devocional Diário CHARLES SPURGEON
29 de Outubro. Vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus. (Mateus 6.9)
Esta oração começa onde toda oração verdadeira deve começar -com o espírito de adoção: "Pai nosso". Não haverá qualquer oração aceitável, enquanto não dissermos: "Levantarme-ei, e irei ter com o meu Pai" (Lucas 15.18). Este espírito de filho logo percebe a grandeza do Pai, "nos céus", e ascende em piedosa adoração: "Santificado seja o teu nome" (Mateus 6.9). A criança balbuciando: "Aba, Pai" torna-se um anjo clamando: "Santo, Santo, Santo". Há um único passo da adoração arrebatadora ao espírito missionário ardente, o qual é um renovo infalível do amor filial e adoração reverente. "Venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu" (v. 10). Em seguida, temos a sincera expressão de dependência de Deus: "O pão nosso de cada dia dá-nos hoje" (v. 11). Depois, iluminado pelo Espírito Santo, o crente que ora descobre que não é somente dependente, mas também pecador, por isso, ele implora à misericórdia "Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores" (v.12). O homem que está realmente perdoado se mostra ansioso por não ofender a Deus novamente. Possuir a justificação nos leva a um intenso desejo por santificação. "Perdoa-nos as nossas dívidas" (v. 12) -isto é justificação. "Não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal" (v. 13) -isto é santificação em suas formas negativa e positiva. Sendo perdoado, tendo a justiça de Cristo imputada e estando consciente de sua aceitação diante de Deus, o crente suplica humildemente em favor de sua perseverança: "Não nos deixes cair em tentação" (v. 13). Como resultado de tudo isso, surge um louvor triunfante: "Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!" (v. 13). Regozijamo-nos com o fato de que nosso Rei governa em providência e reinará em graça, desde o rio até aos confins da terra, e seu domínio não terá fim. Assim, este breve modelo de oração conduz a alma do senso de adoção à comunhão com o nosso Senhor, que reina. Senhor, ensina-nos a orar assim.
03:01
28 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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Devocional Diário CHARLES SPURGEON
Versículo do dia: Não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi. (João 15.19)
Nestas palavras, encontramos graça distinguidora e consideração discriminadora, pois algumas pessoas são feitas objetos especiais das afeições de Deus. Não tenha medo de se firmar nesta sublime doutrina da eleição. Quando sua mente estiver sobrecarregada e oprimida, você perceberá que esta verdade é um frasco de calmante. Aqueles que duvidam das doutrinas da graça ou rejeitam-nas perdem ricos cachos de uvas; perdem os vinhos bem clarificados ou as mais ricas gloseimas. Não existe em Gileade bálsamo comparável a esta bênção. Se o mel do qual Jônatas se alimentou fez os seus olhos brilharem, ao ser apenas tocado, este é o mel que iluminará nosso coração para amar e aprender os mistérios do reino de Deus. Coma e não se preocupe em ficar cheio demais. Alimente-se continuamente, sem temor, desta iguaria especial. O alimento da mesa do Rei não prejudicará os súditos dele. Deseje ter uma mente dilatada para que compreenda mais e mais o amor eterno, permanente e discriminador de Deus. Quando você houver atingindo as alturas da eleição, demore-se em refletir sobre a doutrina irmã da eleição -a aliança da graça. Os compromissos da aliança da graça são as estupendas muralhas de rocha por trás das quais estamos abrigados. Os compromissos da aliança da graça, juntamente com o Fiador, o Senhor Jesus, são o lugar tranquilo para repouso de espíritos temerosos. Teu juramento, teu pacto, teu sangue, sustenta-me na enchente assoladora; e quando cede cada amparo terreal, Esta tranquilidade é minha força, meu suporte celestial. Se Jesus encarregou-se de trazer-me à glória; o Pai prometeu que me daria ao Filho como parte da infinita recompensa do penoso trabalho de sua alma; então, até que Deus se torne infiel ou o Senhor Jesus deixe de ser a verdade, a minha alma está em segurança. Após haver dançado perante a arca da aliança, Davi disse a Mical que a eleição o fez agir daquele modo. Venha, ó minha alma, exulte e alegre-se diante do Deus da graça.
02:57
27 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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Devocional Diário CHARLES SPURGEON
27 de Outubro. Fiel é esta palavra. (2 Timóteo 2.11)
Paulo fez quatro destas afirmações -"Fiel é esta palavra". A primeira ocorre em 1 Timóteo 1.15: "Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores”. A segunda ocorre em 1Timóteo 4.8, 9: "A piedade para tudo é proveitosa, porque tem a promessa da vida que agora é e da que há de ser. Fiel é esta palavra e digna de inteira aceitação". A terceira ocorre em 2 Timóteo 2.11. A quarta afirmação se encontra em Tito 3.8: "Fiel é esta palavra ... para que os que têm crido em Deus sejam solícitos na prática de boas obras". Podemos estabelecer uma conexão entre estas afirmações de fidelidade. A primeira estabelece a graça gratuita de Deus como o fundamento de nossa eterna salvação, ao mostrar-nos a missão do Grande Redentor. A segunda revela os dois tipos de bênçãos que obtemos por meio desta salvação - as bênçãos temporais e as eternas. A terceira afirmação nos mostra um dos deveres aos quais, como povo escolhido, somos chamados. Somos ordenados a sofrer por Cristo, com a promessa de que, "se sofremos, também com ele reinaremos". A quarta afirmação nos revela a forma ativa do serviço cristão, ordenando a praticarmos com diligência boas obras. Assim temos a raiz da salvação na graça gratuita; depois, os privilégios desta salvação na vida que agora é, e naquela por vir; e também temos os dois grandes ramos do sofrer com Cristo e servir com Cristo, carregados com frutos do Espírito. Entesoure estas afirmações. Permita que se tornem as diretrizes de sua vida, seu consolo e sua instrução. O apóstolo dos gentios comprovou que elas eram fiéis, e continuam sendo. Nenhuma palavra deixará de se cumprir. Todas elas são dignas de aceitação. Devemos aceitá-las agora e provar sua fidelidade. Que estas quatro afirmativas sejam gravadas nos quatro cantos de nossa casa.
02:46
26 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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Devocional Diário CHARLES SPURGEON
26 de outubro. Esperastes o muito, e eis que veio a ser pouco, e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu com um assopro o dissipei. Por quê? -diz o SENHOR dos Exércitos; por causa da minha casa, que permanece em ruínas, ao passo que cada um de vós corre por causa de sua própria casa. (Ageu 1.9)
Muitos crentes limitam suas contribuições à igreja e aos esforços missionários, chamando essa limitação de boa economia. Eles nem imaginam que estão empobrecendo a si mesmos. A desculpa deles é que têm de cuidar de sua própria família, esquecendo, porém, que negligenciar a casa de Deus é a maneira segura de trazer ruína para seus próprios lares. Em sua providência, Deus tem um método pelo qual pode abençoar nossos esforços, além das expectativas, ou de frustrar nossos planos, a ponto de confundir-nos e desanimar-nos. Com um giro de sua mão, Ele pode guiar nosso barco num canal vantajoso ou encalhá-lo em escassez e bancarrota. As Escrituras ensinam que o Senhor enriquece os liberais e deixa os mesquinhos descobrirem que o reter conduz à pobreza. Numa ampla esfera de observação, tenho visto que os crentes mais generosos sempre têm sido os mais felizes e, invariavelmente, os mais prósperos. Os homens confiam aos bons administradores mais e mais quantias de dinheiro, e assim faz o Senhor. Ele dá em abundância aos que contribuem a mãos-cheias. Onde a riqueza não é guardada, o Senhor transforma o pouco em muito através do contentamento que o coração santificado sente, em proporção à dedicação com a qual o dízimo foi dado ao Senhor. O egoísmo olha inicialmente para sua própria casa, mas a piedade busca em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça (ver Mateus 6.33). Todavia, a longo prazo, o egoísmo se torna perda, e a piedade, grande lucro. Precisamos de fé para agirmos com mãos abertas em relação a nosso Deus; Ele, por sua vez, merece esta maneira de agir. Tudo que podemos fazer é um reconhecimento muito pobre de nossa surpreendente obrigação com a sua bondade!
02:45
25 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
Episode in
Devocional Diário CHARLES SPURGEON
25 de outubro. Por causa da verdade que permanece em nós e conosco estará para sempre. (2 João 2)
Se a verdade de Deus recebe entrada no coração do homem e o subjuga a si mesma, nenhum poder, humano ou infernal, será capaz de expulsá-la. Nós a recebemos não como um simples convidado, e sim como o dono da casa -esta é uma das necessidades do crente. Os que sentem o poder vital do evangelho e conhecem o poder do Espírito Santo quando abre, aplica e sela a Palavra do Senhor, logo serão quebrantados, em vez de sentirem desejo de abandonar o evangelho de sua salvação. Incontáveis misericórdias estão envolvidas na certeza de que a verdade estará para sempre conosco; esta certeza será nosso amparo na vida, nosso conforto na morte, nossa canção de ascensão, nossa glória eterna. Este é um privilégio do crente; sem a certeza da presença da verdade nossa fé seria de pouco valor. Quando amadurecemos, deixamos algumas verdades para trás, visto que elas eram apenas rudimentos e lições para iniciantes. Mas não devemos agir assim para com a verdade de Deus. Embora a Palavra de Deus seja alimento agradável para os bebês, ela é, no sentido mais elevado, carne para os adultos. A verdade de que somos pecadores é dolorosa para nós; todavia, esta verdade nos humilha e nos torna vigilantes. A verdade mais bendita, de que todo o que crê no Senhor Jesus será salvo, permanece conosco como nossa alegria e esperança. Os motivos e fundamentos para crermos são agora mais fortes e mais numerosos do que antes; e temos razão para esperar que isso seja realmente assim, até que na morte abracemos o Senhor. Somos constrangidos a exercer o nosso amor onde o amor da verdade permanente for encontrado. Nenhum período curto pode conter nossa graciosa harmonia; ampla como a eleição da graça deve ser nossa comunhão de coração. Muito erro pode estar mesclado com a verdade recebida. Lutemos contra o erro, mas continuemos a amar os irmãos por causa da medida de verdade que percebemos neles. Acima de tudo, amemos e propaguemos, nós mesmos, a verdade!
02:54
24 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
Episode in
Devocional Diário CHARLES SPURGEON
24 de outubro. Avigoram-se as árvores do SENHOR. (Salmos 104.16)
Sem a seiva, uma árvore não pode florescer, nem mesmo existir. Vitalidade é essencial para o crente. Tem de existir vida - um princípio vital infundido em nós por Deus, o Espírito Santo. A simples confissão de ser crente é apenas uma coisa mortal. Ternos de ser cheios com o Espírito da vida divina. Esta vida é misteriosa. Nós não compreendemos a circulação da seiva, por meio de qual força ela sobe, e por meio de qual poder ela desce novamente. Assim, a vida dentro de nós é um mistério sagrado. A regeneração é realizada pelo Espírito Santo, quando Ele entra em um homem e se torna a sua vida. Em seguida, esta vida divina, em um crente, se alimenta da carne e do sangue de Cristo, e, deste modo, ela é mantida por alimento divino. Mas, de onde ela vem e para onde vai, quem pode explicar? Que coisa secreta é a seiva! As raízes se aprofundam no solo, porém não podemos vê-las expirando os diversos gases e transformando o mineral em vegetal. Esta obra é realizada embaixo, ocultamente. Nossa raiz é o Senhor Jesus, e nossa vida está escondida nEle. Este é o segredo do Senhor. A fonte primária da vida cristã é tão secreta quanto a própria vida. Quão permanentemente ativa é a seiva no cedro! No crente, a vida divina é sempre cheia de energia -nem sempre em frutificação, mas em operações internas. As virtudes do crente não estão sempre em atividade, mas a sua vida nunca para de palpitar no íntimo. O crente não está sempre trabalhando para Deus; o seu coração, porém, está sempre vivendo nEle. Assim como a seiva se manifesta na produção da folhagem e dos frutos da árvore, assim também acontece com todo verdadeiro crente saudável. A graça divina no crente se manifesta externamente em seu falar e seu andar diário. Se você conversar com esse tipo de crente, logo o ouvirá falando sobre Jesus. Se você observar as ações dele, perceberá que ele tem estado com Jesus. Esse crente tem muita seiva em sua alma, seiva que encherá com vida o seu falar e a sua conduta.
03:03
23 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
Episode in
Devocional Diário CHARLES SPURGEON
23 de Outubro. Quereis também vós... retirar-vos? (João 6.67)
Muitos têm abandonado a Cristo, não mais andam com Ele. Mas, que razão têm eles para esta mudança? Há algum motivo no passado? Jesus não se tem comprovado como todo-suficiente? Ele roga a você nesta manhã: "Tenho eu sido... um deserto?" (Jeremias 2.31.) Quando a sua alma confiou de maneira simples em Jesus, você se sentiu confuso em algum momento? Até agora você não descobriu que o seu Senhor tem sido um amigo compassivo e generoso? A fé simples nEle ainda não lhe deu toda a paz que seu espírito poderia desejar? Você pode sonhar como um amigo melhor do que Jesus lhe tem sido? Então, não troque o antigo e experimentado pelo novo e falso. Quanto ao presente, pode este motivá-lo a abandonar a Cristo? Quando somos afligidos por este mundo e por tribulações severas na igreja, descobrimos que é uma bênção poder reclinar a cabeça no seio de nosso Senhor. Este é o gozo que temos hoje – estamos salvos em Cristo. Se este gozo nos satisfaz, por que pensamos em mudar? Quem troca ouro por escória? Não deixaremos nosso Senhor, enquanto não aparecer um amor mais resplandecente. Uma vez que isto nunca acontecerá, nos apegaremos ao Senhor Jesus com vigor imortal e gravaremos o nome dele como selo em nossos braços. Quanto ao futuro, você pode sugerir algo que pode surgir e fazer com que seja necessário desertar ou revoltar-se contra o velho estandarte, a fim de servir outro capitão? Não cremos nisto. Se a vida é longa, Ele não muda. Se somos pobres, o que é melhor do que ter a Cristo, que pode nos tornar ricos? Quando estamos doentes, o que mais necessitamos além de Jesus cuidando de nós? Quando morrermos, não está escrito "que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Romanos 8.38-39)? Dizemos juntamente com Pedro: "Senhor, para quem iremos?" (João 6.68).
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22 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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22 de Outubro. Eu de mim mesmo os amarei. (Oséias 14.4)
Esta sentença é um corpo de divindade em miniatura. Aquele que entende o significado desta afirmação é um teólogo e aquele que pode mergulhar na plenitude desta sentença é um verdadeiro mestre em Israel. Esta sentença é uma síntese da gloriosa mensagem de salvação que nos foi dada em Cristo Jesus, nosso Redentor. O âmago desta sentença está nas palavras "de mim mesmo". Esta é a maneira apropriada, gloriosa e divina pela qual o amor flui do céu à terra. É um amor espontâneo, manifestando-se para com aqueles que não o merecem, não o compraram, não procuraram por ele. Esta é realmente a única maneira como Deus pode nos amar. O texto é um golpe mortal para todos os tipos de aptidões: "Eu de mim mesmo os amarei". Ora, se houvesse em nós alguma aptidão necessária, então, Deus não nos amaria de Si mesmoi no mínimo, isto seria uma redução da generosidade deste amor. Mas a verdade permanece: "Eu de mim mesmo os amarei". Nós lamentamos: "Senhor, meu coração é tão endurecido". Ele responde: "Eu de mim mesmo os amarei". Nós dizemos: "Mas não sinto necessidade de Cristo como gostaria de sentir. Não sinto aquele quebrantamento da parte do Espírito Santo, o quebrantamento que eu deveria desejar". E Ele responde: "Eu não amarei vocês porque sentem sua necessidade. "Eu de mim mesmo os amarei". A aliança da graça não impõe condições. Sem qualquer merecimento, podemos nos aventurar na promessa de Deus, feita para nós em Cristo Jesus: "Quem nele crê não é julgado" (João 3.18). Somos abençoados por sabermos que a graça de Deus é espontânea para conosco a todo o momento, sem a necessidade de preparações, adequações, dinheiro ou preço! De fato, este versículo foi escrito especialmente para tais pessoas. "Curarei a sua infidelidade, eu de mim mesmo os amarei" (Oséias 14.4). Ó pecador, a generosidade desta promessa certamente quebrantará o seu coração, e você retornará, e procurará a face de seu ofendido Pai
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21 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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21 de outubro.O amor de Cristo nos constrange. (2 Coríntios 5.14)
Quanto você deve ao meu Senhor? Quanto Ele já fez por você? Perdoou os seus pecados? Ele o vestiu com um manto de justiça? Colocou os seus pés sobre a rocha? Ele tem estabelecido os seus caminhos? Preparou o céu para você? Preparou você para o céu? Escreveu o seu nome no Livro da Vida? Jesus lhe tem dado bênçãos incontáveis? Ele tem acumulado para você um estoque de misericórdias, que olhos não têm visto e sobre as quais ouvidos não têm ouvido (ver 1Coríntios 2.9)? Então, faça por Jesus alguma coisa digna do amor dele. Não dê ao Redentor que morreu urna mera oferta verbal. Como você se sentirá, quando seu Senhor vier e você tiver de confessar que não fez nada por Ele, exceto manter fechado o seu amor, tal como um poço estagnado, deixando de jorrá-lo em favor dos pobres e da obra dele? Afaste esse tipo de amor! O que os homens pensam de um amor que não se expressa em ações? Ora, eles dizem: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto" (Provérbios 27.5). Quem aceitará um amor tão fraco, que não impulsiona você a um pequeno ato de renúncia, generosidade, altruísmo ou zelo? Pense em como Ele o amou a ponto de entregar-se a Si mesmo por você! Conhece o poder desse amor? Então, permita que ele seja, para a sua alma, como um vento forte e impetuoso que remove as nuvens de seu mundanismo e dissipa a névoa de seu pecado. Que as palavras: "Por amor a Cristo" sejam a língua de fogo que se acomodará sobre você. Que elas sejam o êxtase divino, a inspiração celeste para erguê-lo da terra, o Espírito Divino que o tornará ousado como o leão e esperto como a águia, no serviço de seu Senhor. O amor deve outorgar asas aos pés que servem ao Senhor e forças aos braços que trabalham por Ele. Tendo os olhos fixos em Deus, com uma perseverança inabalável, resolutos a honrá-Lo com uma determinação de que não nos desviaremos, e avançando com um ardor que nunca cansará, manifestemos os constrangimentos do amor de nosso Senhor. Que Ele nos atraia ao céu.
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20 de outubro | Devocioonal Diário CHARLES SPURGEON
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20 de outubro. Cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo. (Efésios 4.15)
Muitos crentes permanecem raquíticos e atrofiados nas coisas espirituais de forma que mostram a mesma aparência ano após ano. Não são manifestados neles, sentimentos avançados e refinados. Eles existem mas não crescem em tudo naquele que é a cabeça, Cristo. Todavia, devemos ficar contentes por estarmos na folha verde, quando podemos avançar à espiga e, eventualmente, ao grão maduro na espiga? Devemos nos satisfazer em crer em Cristo e dizer: "Estou seguro", sem desejarmos conhecer em nossa experiência mais da plenitude que podemos encontrar nEle? Isto não deve acontecer. Como bons comerciantes no mercado celestial, devemos anelar ser enriquecidos no conhecimento de Jesus. É muito bom conservarmos a vinha de outras pessoas, mas não podemos negligenciar nosso próprio crescimento e maturidade espiritual. Por que sempre tem de ser inverno em nosso coração? É verdade que precisamos ter o nosso tempo de semeadura, mas, oh! que tenhamos igualmente primavera e verão, que nos prometerão uma colheita antecipada! Se desejamos amadurecer na graça, temos de viver bem perto de Jesus -em sua presença -amadurecidos pela luz de seus sorrisos. Precisamos manter doce comunhão com Ele. Temos de nos aproximar de Jesus, como o fez o apóstolo João, e reclinarmos a cabeça no seio dele. Então, nos veremos avançando em santidade, amor, fé e esperança - sim, em todos os dons preciosos. Assim como o sol nasce primeiramente no topo das montanhas, envolvendo-os com a luz, e apresenta uma das visões mais encantadoras aos viajantes; assim é uma das mais deleitáveis contemplações observar o esplendor da luz do Espírito Santo na cabeça de um crente que tem crescido em estatura espiritual. Em semelhança aos imensos Alpes cobertos de neve, ele reflete os feixes de luz do Sol da Justiça, primeiramente entre os escolhidos. Depois, ele dissemina o resplendor da brilhante glória de Cristo para que todos a vejam, e vendo-a, tragam glória ao Pai que está nos céus.
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19 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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19 de Outubro. Crianças em Cristo. (1Coríntios 3.1)
Você está lamentando porque é muito fraco em sua vida espiritual? Está lamentando porque a sua fé é tão frágil e seu amor tão pequeno? Anime-se, pois você tem motivo de gratidão. Lembre-se: em algumas coisas você é igual ao crente mais forte e adulto. Você e ele foram comprados com o mesmo sangue. Você é um filho adotado de Deus assim como qualquer outro crente. Uma criança é um filho verdadeiro de seus pais, tal como um filho adulto. Você está completamente justificado em Cristo, pois a sua justificação não depende de graus. A sua pequena fé o tornou completamente puro. Assim como os crentes mais avançados, você tem direito às coisas preciosas da aliança, visto que o seu direito às misericórdias da aliança está fundamentado não em seu crescimento espiritual, e sim na própria aliança. Crente, a sua fé em Jesus não é a medida e sim a evidência de sua herança nEle. Você é tão rico quanto o mais rico, se não em prazer, em posse real. A estrela que menos brilha também está em órbita no céu. O raio mais tênue de luz também possui afinidade com o grande luzeiro do dia. No registro da família celestial, o menor e o maior estão inscritos pela mesma caneta. Você é tão querido ao seu Pai celestial como os mais nobres da família. O Senhor Jesus lhe demonstra ternura abundante. Você é semelhante a uma cana quebrada e qualquer mão menos cuidadosa que a do Maestro lhe esmagaria ou jogaria fora, mas Ele nunca "esmagará a cana quebrada" (Isaías 42.3). Um espírito mais rude diria: "Apague esta torcida fumegante. Ela enche a sala com um cheiro desagradável!" Em vez de ficar abatido por causa do que você é, deveria sentir-se triunfante em Cristo. Sou eu pequeno em Israel? Em Cristo, estou assentado nos lugares celestiais. Sou pobre na fé? Apesar disso, em Jesus sou herdeiro de todas as coisas. Embora não tenha nada de que me vangloriar, no que se refere a mim mesmo, eu me regozijarei no Senhor e me gloriarei no Deus da minha salvação.
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18 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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18 de Outubro. As tuas pegadas destilam fartura. (Salmos 65.11)
Muitas são as pegadas do Senhor que II destilam fartura", porém uma de suas pegadas especiais é a oração. Nenhum crente que gasta bastante tempo em oração terá necessidade de clamar: "Definho, definho, ai de mim!" (Isaías 24.16.) Almas famintas vivem distante do trono de misericórdia e se tornam semelhantes aos campos ressecados em tempo de estiagem. Prevalecer com Deus, em oração determinada, certamente nos tornará crentes fortes -se não felizes. O lugar mais próximo das portas do céu é o trono da graça celestial. Passe muito tempo sozinho com o Senhor Jesus, assim você terá muita segurança. Gaste pouco tempo em comunhão pessoal com o Senhor, e você terá uma fé superficial, defeituosa, com muitas dúvidas e temores, destituída da alegria do Senhor. A pegada da oração, que enriquece a alma, está disponível até para o mais frágil crente e não exige nenhuma realização nobre. Você não é convidado a vir porque é um santo superior, mas apenas por ser santo, é convidado gratuitamente. Querido leitor, assegure-se de estar frequentemente em devoção particular e comunhão com o Senhor Jesus. Gaste tempo de joelhos, pois foi assim que Elias lançou chuva sobre os campos famintos de Israel. Há outra pegada especial destilando fartura aos que nela andam: é o andar secreto de comunhão. Oh! Os prazeres do companheirismo com Jesus! As palavras da terra não podem descrever a santa calma de uma alma que se reclina sobre o seio de Jesus. Poucos crentes entendem isso. Vivem nos baixios e raramente sobem aos lugares elevados. Vivem no átrio exterior. Não entram no lugar santo. Eles não admitem o privilégio do sacerdócio. Contemplam o sacrifício à distância, mas não se assentam com o sacerdote para comer a gordura e se regozijar com o melhor da oferta queimada. Querido leitor, assente-se à sombra de Jesus. Suba àquela palmeira e pegue seus ramos. Permita que seu Amado seja a macieira entre as árvores do bosque, assim você se satisfará com tutano e gordura. Ó Senhor Jesus, visita-nos com a tua salvação.
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