Movimento Pró-Futuro
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Movimento Pró-Futuro

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O PodCast Movimento Pró-Futuro é dedicado pra todas as habilidades que um profissional deve ter além do empreendedorismo. Acredito que o empreendedorismo é fundamental, mas não é o suficiente no mundo atual. Um profissional do futuro deve entender de administração, fazer planejamento, traçar estratégias, usar a tecnologia, gerir pessoas, conhecer seu mercado, usar a informação como ativo estratégico, estar antenado nas novidades e inovações. Pra isso, montei o projeto e o podcast é meu canal semanal para falar sobre estes temas e trazer especialistas para contar sua jornada neste mundo novo e desafiador.

O PodCast Movimento Pró-Futuro é dedicado pra todas as habilidades que um profissional deve ter além do empreendedorismo. Acredito que o empreendedorismo é fundamental, mas não é o suficiente no mundo atual. Um profissional do futuro deve entender de administração, fazer planejamento, traçar estratégias, usar a tecnologia, gerir pessoas, conhecer seu mercado, usar a informação como ativo estratégico, estar antenado nas novidades e inovações. Pra isso, montei o projeto e o podcast é meu canal semanal para falar sobre estes temas e trazer especialistas para contar sua jornada neste mundo novo e desafiador.

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Episódio #040 - Colonizadores do Futuro - Bruno Siedel

Neste segundo episódio dos Colonizadores do Futuro eu entrevisto o Bruno Siedel. Esse cara que engana, parecendo comportado na foto, na verdade é um dos meus malucos favoritos. A palestra dele veio logo antes da minha no Day After Tomorrow e o nível subiu demais, tanto que me deu vontade de sair correndo pra não passar vergonha depois do show que o cara deu. A visão dele sobre o futuro é super otimista e eu gosto de gente otimista. Acredito que o futuro, no curto, médio e longo prazo será construído por otimistas.bruno-e-hugo Nosso papo começou falando sobre a revolução na educação que o Bruno está desenvolvendo no seu projeto na Zoonk, mas depois passou por tudo, organização da sociedade, economia, cidades redondas, política, enfim... o futuro que o Bruno quer colonizar é fantástico e o nosso papo não poderia ter sido diferente. A Zoonk é um projeto super inovador na área de educação. Eles pretendem gamificar o processo de aprendizagem implementando trilhas do conhecimento com base nos interesses das crianças. O game serve de pano de fundo para uma estratégia de deixar o ensino algo divertido, como ele deveria ser mesmo. Seguem abaixo os links dos projetos do Bruno. Espero que vocês se divirtam tando quanto eu ouvindo este podcast! ZOONK The Venus Project
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Episódio #040 - Colonizadores do Futuro - Bruno Siedel

Neste segundo episódio dos Colonizadores do Futuro eu entrevisto o Bruno Siedel. Esse cara que engana, parecendo comportado na foto, na verdade é um dos meus malucos favoritos. A palestra dele veio logo antes da minha no Day After Tomorrow e o nível subiu demais, tanto que me deu vontade de sair correndo pra não passar vergonha depois do show que o cara deu. A visão dele sobre o futuro é super otimista e eu gosto de gente otimista. Acredito que o futuro, no curto, médio e longo prazo será construído por otimistas.bruno-e-hugo Nosso papo começou falando sobre a revolução na educação que o Bruno está desenvolvendo no seu projeto na Zoonk, mas depois passou por tudo, organização da sociedade, economia, cidades redondas, política, enfim... o futuro que o Bruno quer colonizar é fantástico e o nosso papo não poderia ter sido diferente. A Zoonk é um projeto super inovador na área de educação. Eles pretendem gamificar o processo de aprendizagem implementando trilhas do conhecimento com base nos interesses das crianças. O game serve de pano de fundo para uma estratégia de deixar o ensino algo divertido, como ele deveria ser mesmo. Seguem abaixo os links dos projetos do Bruno. Espero que vocês se divirtam tando quanto eu ouvindo este podcast! ZOONK The Venus Project
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Episódio #039 - Colonizadores do Futuro - Jacques Barcia

Passei um daqueles finais de semana que marcam a sua vida recentemente em Porto Alegre. Fui convidado para ser um dos palestrantes no evento Day After Tomorrow, organizado pelo pessoal da Aerolito/Perestroika. A ideia do evento era reunir o pessoal que fez o curso de futurismo Friends of Tomorrow para palestrar e apresentar o formato de um novo projeto desta turma, o Tomorrow X. O que aconteceu foi uma reunião de malucos de todo o Brasil para falar de seus projetos e visões de futuro. Um encontro de gente que vê o mundo com uma sensibilidade nova, um olhar novo sobre um futuro que me faz cada dia mais otimista. O último palestrante foi o Jacques Barcia, que apresentou o conceito de Colonizarmos o Futuro, lutando pelos ideais que acreditamos. O futuro não pode nos ser entregue, ele deve ser conquistado e desbravado. Eu gostei tanto do conceito que resolvi fazer uma série de podcasts contando as histórias destas novos Colonizadores que eu conheci. Pra começar, não poderia escolher alguém melhor que o próprio Jacques um Futurista, de carteirinha e tudo, membro do Association of Professional Futurists http://apf.org/ Mestrando em Design onde estuda ligação do Futurismo e da Ficção Científica como ferramentas de design, consultor de tendências no Porto Digital de Recife - http://www.portodigital.org/ e professor no CESAR - Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife. Um cara marcado pelo "What if" o "e se" na visão sobre as coisas. Nosso papo durou mais de uma hora, mas mesmo assim deixou aquele gostinho que quero mais. Falamos sobre visões diferentes de se encarar o futuro e o futuro do trabalho. Tenho certeza que vocês também vão curtir o papo! Abaixo destaco alguns dos insights do Jacques, seus contatos e o link para algumas das referências que ele fez para quem quiser se aprofundar. Sacadas do Jacques: Como consultor de tendências, eu não olho para tendências, por quê elas são o passado, baseadas numa série histórica. Tendência é um tipo de fenômeno cultural que pode apontar algo para até 5 anos. Eu busco sinais fracos. Colonizar o futuro é lutar contra os futuros que lhe foram entregues, ou futuros que foram usados. Contatos do Jacques Barcia: Jacques.barcia@portodigital.org Dream Machines Futures Studio jacques@dreammachinefuturing.com Referências: William Gibson http://www.williamgibsonbooks.com/ Jason Silva http://thisisjasonsilva.com/ Silvio Meira http://boletim.de/ Sinais Fracos: https://www.linkedin.com/pulse/futuro-e-interpreta%C3%A7%C3%A3o-de-sinais-parte-3-fracos-bernardo-de-aguiar Institute for the Future http://www.iftf.org/home/ Jeremy Rifkin http://www.foet.org/JeremyRifkin.htm Burning Man http://burningman.org/ The Venus Project https://www.thevenusproject.com/
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Episódio #039 - Colonizadores do Futuro - Jacques Barcia

Passei um daqueles finais de semana que marcam a sua vida recentemente em Porto Alegre. Fui convidado para ser um dos palestrantes no evento Day After Tomorrow, organizado pelo pessoal da Aerolito/Perestroika. A ideia do evento era reunir o pessoal que fez o curso de futurismo Friends of Tomorrow para palestrar e apresentar o formato de um novo projeto desta turma, o Tomorrow X. O que aconteceu foi uma reunião de malucos de todo o Brasil para falar de seus projetos e visões de futuro. Um encontro de gente que vê o mundo com uma sensibilidade nova, um olhar novo sobre um futuro que me faz cada dia mais otimista. O último palestrante foi o Jacques Barcia, que apresentou o conceito de Colonizarmos o Futuro, lutando pelos ideais que acreditamos. O futuro não pode nos ser entregue, ele deve ser conquistado e desbravado. Eu gostei tanto do conceito que resolvi fazer uma série de podcasts contando as histórias destas novos Colonizadores que eu conheci. Pra começar, não poderia escolher alguém melhor que o próprio Jacques um Futurista, de carteirinha e tudo, membro do Association of Professional Futurists http://apf.org/ Mestrando em Design onde estuda ligação do Futurismo e da Ficção Científica como ferramentas de design, consultor de tendências no Porto Digital de Recife - http://www.portodigital.org/ e professor no CESAR - Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife. Um cara marcado pelo "What if" o "e se" na visão sobre as coisas. Nosso papo durou mais de uma hora, mas mesmo assim deixou aquele gostinho que quero mais. Falamos sobre visões diferentes de se encarar o futuro e o futuro do trabalho. Tenho certeza que vocês também vão curtir o papo! Abaixo destaco alguns dos insights do Jacques, seus contatos e o link para algumas das referências que ele fez para quem quiser se aprofundar. Sacadas do Jacques: Como consultor de tendências, eu não olho para tendências, por quê elas são o passado, baseadas numa série histórica. Tendência é um tipo de fenômeno cultural que pode apontar algo para até 5 anos. Eu busco sinais fracos. Colonizar o futuro é lutar contra os futuros que lhe foram entregues, ou futuros que foram usados. Contatos do Jacques Barcia: Jacques.barcia@portodigital.org Dream Machines Futures Studio jacques@dreammachinefuturing.com Referências: William Gibson http://www.williamgibsonbooks.com/ Jason Silva http://thisisjasonsilva.com/ Silvio Meira http://boletim.de/ Sinais Fracos: https://www.linkedin.com/pulse/futuro-e-interpreta%C3%A7%C3%A3o-de-sinais-parte-3-fracos-bernardo-de-aguiar Institute for the Future http://www.iftf.org/home/ Jeremy Rifkin http://www.foet.org/JeremyRifkin.htm Burning Man http://burningman.org/ The Venus Project https://www.thevenusproject.com/
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Episódio #038 - FEX Future Explorers

É muito raro acontecer o que aconteceu comigo e com o Kaio Serrati, da Lab Fazedores. Nos dois tivemos o privilégio de estar juntos para fazer uma entrevista que com certeza marcou as nossas vidas. Tenho certeza de que ouvir a história do pessoal da F.E.X. - Future Explorers também marcará a sua. O projeto deles muda a educação no Brasil e ela com certeza nunca mais será a mesma. Todos nós passamos pela escola, todos passamos pelo modelo industrial que marca a educação desde o século 18. Mas, o mundo mudou, mudou muito e a escola quase nada. Mas, a mudança é inevitável. Se você quer entender como essa mudança é possível e já está acontecendo, você precisa escutar este podcast. Se você acredita que o mundo precisa mudar e que o caminho para que isso aconteça é pela escola, então você precisa escutar este podcast. Se você crê, assim como eu, que o futuro do Brasil e do mundo está na mão das crianças de hoje e que elas serão fonte de uma revolução como nunca vimos antes, então você precisa ouvir esse podcast. whatsapp-image-2016-10-23-at-23-07-58 Vou deixar a coisa simples. Ouça esse podcast e se prepare para uma revolução. O Bruno Macedo e o Paulo Renan começaram o um movimento sensacional, disruptivo e poderoso. Conheça, se empolgue, curta a revolução que está começando com esses meninos fantásticos! Mais sobre a F.E.X. em: http://ofuturodascoisas.com/fex-de-volta-do-futuro-trazendo-uma-solucao-na-bagagem/ Websérie Coin 36, desenvolvida por um dos estudantes e citada no papo: https://www.youtube.com/watch?v=yAojn57Ame0&index=4&list=PLSZqojIHdkM-LCVut3i6JIUU9DREDUCxd
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Episódio #037 - Organizações Exponenciais - Parte Final

Termino neste episódio do podcast o resumo do livro Organizações Exponenciais. Posso dizer sem receio que este livro marca a história da literatura de administração do século XXI. Os conceitos, ideias e modelos propostos pelo Salim Ismael mudaram radicalmente a minha forma de ver os modelos de negócio. Me sinto com um senso de responsabilidade de promover e implementar muitas das ideias que o autor descreve no livro e não é atoa que reservei 3 episódios do podcast para tentar resumir este livro. Encontre mais informações em: www.movimentoprofuturo.com.br mande seus comentários para: marcelo@movimentoprofuturo.com.br
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Episódio #036 - Organizações Exponenciais - Parte 2

Nesta segunda etapa do Podcast sobre o livro Organizações Exponenciais do Salim Ismael eu entro afundo nas habilidades internas que empresas precisam desenvolver para fazer com todo o potencial das habilidades externas floresçam. O Salim coloca de forma muito clara como as empresas precisam ser ágeis, fluidas, com baixíssima ou nenhuma hierarquia para conseguirem competir nesta nova era. As habilidades são: Interface - Como a empresa se comunica com clientes, parceiros e ecosistema para aprender rápido, ganhar escala e dinamismo. Dashboards - Ferramentas de Monitoramento do Desempenho Experimentação - O tanto que a sua organização está aberta para o erro e aprendizado Autonomia - As equipes possuem autonomia de verdade para tomada de decisão ou apenas de juntam e depois pedem benção? Social - Quais tecnologias estão propiciando a conexão entre as pessoas do ambiente de trabalho e comunidades externas? http://movimentoprofuturo.com.br/2016/09/19/organizacoes-exponenciais-parte-2/
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Episódio #035 - Organizações Exponenciais - Parte 1

Eu gosto de pensar que o grande benefício de ser livros é que você pode ver o mundo com os olhos de outra pessoa. No caso do livro Organizações Exponenciais do Salim Ismael, não só você enxerga o mundo com os olhos dele, mas você também passa a ver o mundo com outros olhos. Para um administrador como eu, ter acesso a um livro que quebra com todos os paradigmas que aprendi na faculdade, que revoluciona a forma de pensar, organizar e gerir uma empresa como ele provoca é simplesmente fantástico. As organizações do futuro, aquela que realmente irão mudar o mundo serão exponenciais e é sobre isso que falarei e escreverei nestes próximos episódios do podcast do Movimento Pró-Futuro. Os ensinamentos deste livro estão intimamente ligados à todas as tecnologias e inovações que já falei nos episódios passados. Entender as organizações do futuro te prepara para ser um profissional do futuro. Neste primeiro episódio do podcast sobre o livro vou narrar os primeiros conceitos de uma organização exponencial. Apesar de gostar de resumos, este é um livro que eu recomendo que seja lido, na integra, com tempo, fazendo anotações e pesquisas. É a forma com que eu li o livro, tenho um caderno de anotações só pra ele e milhares de links de empresas e outros livros que preciso ler. Bom, vamos lá!
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Episódio #034 - Energia Solar é melhor que o Tesouro Nacional

O Projeto Movimento Pró-Futuro sempre me deixa conectado com várias iniciativas interessantes. Toda semana eu estudo sobre novas tecnologias e projetos interessantes ou tenho o privilégio de conhecer gente fantástica e seus projetos que prometem mudar o mundo. Nesta semana não foi diferente, conversei um tempão com o Eduardo Moreira, um empreendedor que está desenvolvendo sua Startup, a LuzLeve, no mercado de energia solar. Ele e eu temos uma visão de que esta não é apenas uma tecnologia que faz sentido explorar comercialmente, ela é uma revolução que faz sentido perseguir por que está conectada com um sentido maior para a vida. O Eduardo explica com muita facilidade como o investimento em energia solar pode ser um investimento melhor até que o Tesouro Nacional. É incrível pensar desta forma por que muitas pessoas sequer procuram saber por achar que é algo complexo ou que não trará retorno. No podcast discutimos a legislação brasileira e europeia e os benefícios do modelo alemão, sobre como a legislação brasileira já permite muitos benefícios e qual é a melhor forma de explorar isso. Além disso, falamos bastante sobre uma visão de futuro onde a energia será de graça e abundante, em linha com todo o pensamento do Peter Diamandis em seu livro Abundância. Eduardo Moreira 61 9 9977-7219 eduardo.moreira@luzleve.com.br
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Episódio #33 - Adeus Uber, Adeus Táxi

A chegada dos carros autônomos é inevitável, mas a coisa parece que acelerou este mês de Agosto. Uma série de notícias importantes saíram sobre o tema elas sinalizam que a mudança está por vir mais cedo que imaginamos. Neste episódio do podcast do Movimento Pró-Futuro vou me aprofundar nestas mudanças e dar um cenário mais preciso so bre como a tecnologia está evoluindo. A chegada do carro autônomo mudará radicalmente a forma como organizamos a sociedade, na verdade, tudo que altera a nossa forma de movimento altera radicalmente a sociedade. Ford, quando lançou seu famoso modelo T, todos na cor preta, fez com que toda a cidade fosse repensada. Tente pensar nas distâncias que atravessamos todos os dias de carro, nada disso era possível antes do carro, viagens eram longas, as cidades eram menores e o tempo para fazer as coisas era outro. Hoje vivemos em cidades que foram construídas e pensadas para o modelo de carro atual. Temos prédios inteiros de estacionamento, modelos de negócio que dependem de carros, tais como os supermercados, Outlets e Mc Donald´s drive-throughs. O Uber já mudou radicalmente o cenário do transporte, não é atoa que a empresa está avaliada em 68 bilhões de dólares. Muitos pensam que ela quer acabar com os táxis, mas esta é uma visão míope do potencial da empresa. Ela quer revolucionar a nossa forma de se locomover, portanto, seu principal concorrente não são os táxis, mas sim o seu carro. Ela quer que você não precise ter um carro e isso já está acontecendo. Eu conheço muita gente que já abandonou ou vendeu seus carros para andar apenas de Uber e conheço provavelmente o triplo de gente que está fazendo essa conta. A empresa nuTonomy lançou este mês o primeiro serviço de táxi autônomo na Cingapura. O serviço ainda é limitado, restrito à uma área específica da cidade e disponível apenas para um grupo pequeno de usuários que estão testando o serviço gratuitamente. Mas, a coisa começou; O CEO da Ford anunciou que terá uma linha de produção de carros autônomos até 2021, ou seja os caras que inventaram o primeiro carro popular, são a primeira grande empresa do mercado automotivo a dar uma data para o lançamento de uma linha de produção de carros autônomos; Em 2017 a Airbus promete entregar o primeiro táxi autônomo voador; Uber inicia teste de carro autônomo em Pittsburgh. Linha do Tempo com a evolução de todas as marcas. Veremos a partir de agora cada vez mais notícias sobre este tema, acredito que esta inovação chegará mais rápido do que nunca agora que várias grandes marcas do setor automotivo estão nesta corrida. O futuro promete grandes mudanças e vejo todas elas com grande otimismo. Quero ver este mundo onde o transporte seja fácil, barato, distribuído e principalmente, sem engarrafamentos.
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Episódio #032 - R$ 1.000,00 pra todo mundo - Renda Básica Universal

Já pensou em receber R$ 1.000,00 todo mês sem precisar fazer nada por isso? Sem precisar trabalhar, ir a escola, prestar qualquer serviço? Receber R$ 1.000,00 apenas por existir? Esta é a ideia por trás dos projetos de Renda Básica Universal (RBU), ou em inglês para quem quiser pesquisar, Universal Basic Income (UBI). Todas as tecnologias que eu venho descrevendo nos últimos podcasts impactam o futuro de forma surpreendente, mas até agora eu não tinha abordado a consequência deste impacto. Lógico, sempre falo sobre encontrarmos nosso real propósito, acredito firmemente que o ser humano não veio ao mundo para trabalhar, ele veio para construir e modificar a realidade com base nos seus credos, sonhos e propósitos, mas o mundo não é assim. O mundo é repleto de pessoas que estão nos seus empregos mecânicos, repetitivos, que inevitavelmente serão substituído por máquinas ou softwares. Ou seja, muito do que vemos como trabalho hoje, amanhã não será realizado por humanos. Se pensarmos apenas na impressão 3D como modelo de ruptura já começamos a perceber o enorme impacto da tecnologia. Pense que você sozinho conseguir desenhar e produzir em casa um brinquedo para o seu filho, talvez até mesmo inspirado por um desenho que ele mesmo tenha feito. Parece um futuro interessante e legal, certo? Porém, pare para pensar no impacto deste processo. Se você produz seu próprio brinquedo, toda a industria de brinquedos passa a não fazer sentido. Nesta industria existem designers, marketeiros, empresas de logística, lojas, vendedores, toda a uma infraestrutura que só existe e faz sentido por que você gera demanda por brinquedos. Produzindo o próprio, todo o resto perde sentido. Lados positivos e negativos da tecnologia e na oferta de trabalho. Tudo possui dois lados, perdedores e ganhadores. Com impressão 3D veremos uma explosão na criatividade do ser humano, mas muitas pessoas perderão seus empregos simplesmente por que muito da demanda de trabalho que existe deixará de existir. Sobre o tema do trabalho sendo substituído por máquinas, precisamos pensar que este fenômeno provoca como consequência que muitas pessoas ficarão sem empregos e fará com que a demanda geral da economia caia. Hoje não temos mais problemas de oferta, podemos dizer que já estamos vivendo no mundo da pós-escassez, porém como fazer se esta produtividade não está se transformando em renda maior para a população. Não sou defensor da ideia do "almoço grátis", mas penso que mais importante do que um "almoço grátis" e termos a noção de a mudança ocorre numa velocidade maior que a capacidade da população de adequar e ela é pela primeira vez geral a abrangente. As mudanças tecnológicas do passado, como a revolução do campo e da industria foram ocorrendo lentamente e com nichos específicos da população. A robótica e a inteligência artificial impactarão a sociedade como um todo, rapidamente. A pessoas contrárias a ideia da RBU dizem que o papel do governo não deve ser o de garantir renda para todos, mas sim garantir a todos a proteção contra a fome, falta de saúde, frio, e nunca uma substituto para o trabalho. Além disso, argumentam que ao dar este substituto ao trabalho as pessoas não irão valorizar o trabalho pelo seu valor real, ou seja, de que o trabalho engrandece o homem, por sua capacidade de se manter e proteger a família. Por fim, argumentam que as evoluções tecnológicas sempre ocorreram e que a humanidade sempre se adaptou a elas. Por que desta vez seria diferente? O que vocês pensam sobre este assunto? Gostariam de receber dinheiro por nada? O que faria com este dinheiro? Gastaria com besteira? Montariam uma banda? Passariam o dia surfando? Virariam empreendedores ou passariam o dia jogando vídeo game? Eu acredito que o ser humano veio ao mundo com uma missão e esta missão é inevitável em nossa natureza. Sempre que não estamos no caminho desta missão, estamos sofrendo. Talvez a RBU seja uma chance para que todos corram atrás desta missão. O que você pensa?
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Episódio #031 - A Educação do Futuro

A educação está mudando radicalmente. Só de pensar na forma como eu consumia conteúdo na época que eu estava na escola para como é hoje já é possível ver mudanças muito fortes. Na minha época e novidade era a internet. Lembro de fazer redações e projetos sobre o assunto e de usar o antigo Netscape Navigator e o Altavista para navegar nos poucos sites que existiam na época. Hoje navegar na internet não é mais novidade, pensar que os nossos filhos terão acesso a qualquer informação na palma da sua mão, por meio de um smartphone ou tablet já não é mais pensar no futuro. A educação mudará e neste episódio do podcast do Movimento Pró-Futuro falo sobre algumas das tendências que mais me chamaram a atenção. http://envisioning.io/education/ Dos processo em andamento, a Gamificação da aprendizagem é pra mim uma das principais mudanças. Jogos marcaram a minha vida, eu decidi ser administrador e especializado em Business Intelligence por conta de jogos. Confesso que aprendi mais sobre história jogando Civilization com o meu primo do que na sala de aula. O processo de gamificação não apenas gera competição, ele é capaz de gerar interesse genuíno e esta é uma tendência que não irá apenas afetar a educação, ela afetará vários aspectos da nossa vida no futuro. A Forbes lançou uma lista de inovações no mundo da Tecnologia da Educação que você precisa conhecer. Eu destaco aqui seis delas: Udemy: Um "marketplace" onde você pode construir suas próprias aulas sobre qualquer tema e vendê-lo na internet. DonorsChoose: Um "Crowdfunding" especializado em projetos voltados para educação publica dos Estados Unidos. Penso que seria uma excelente ideia para o Brasil ter algo assim. Cousera: Pra mim o maior exemplo de MOOC - Massive Open Online Course, Cursos On-line Abertos e Massivos. Plataformas como o Coursera possuem parcerias com as maiores faculdades do mundo para divulgar seus cursos gratuitos on-line. Kramer: Uma plataforma que conecta via Wifi qualquer forma de interação digital. ExecOnline: Cursos online específicos para o público de negócios. Blinklearning: Plataforma onde professores podem montar os próprio livros textos digitais com base em conteúdo da internet atual e conteúdo já elaborado pelas grandes editoras. A Edtech tecnologia para educação promete crescer muito nos próximos anos. Existe um concurso acontecendo neste momento sobre o assunto e projetos do mundo inteiro podem participar. Basta entrar no site do Global Edtech Awards. Existe prêmio de $30,000 (Trinta mil Dólares) para o ganhador, além do acesso a investidores em Israel, Nova York, Londres, Barcelona e Bogotá. Em Brasília chegou recentemente a escola Super Geeks que ensina programação para crianças por meio de jogos. Ser autodidata é uma das principais necessidades de um profissional do futuro. Ser capaz de aprender e reaprender continuamente. A educação do futuro ou o futuro da educação mostra como a tecnologia está promovendo exatamente isso, plataformas que facilitem o acesso à informação cabe a nós fazer com que tudo isso faça sentido em nossas vidas. Links do Podcast: http://littlebits.cc/
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Episódio #030 - Quanto Vale uma Ideia

É inevitável, todo o trabalho será um dia automatizado e realizado ou por um robô ou por um software e eles os farão muito melhor do que realizamos hoje, afinal, dotados de inteligência artificial, não sofrerão da nossa "burrice natural". Muita gente se preocupa com isso, mas eu não. Sou otimista em relação ao futuro, principalmente por que acredito que as novas tecnologias permitirão que os seres humanos sejam cada vez mais, humanos. Analisando as últimas novidades já podemos começar a observar que os seres humanos não foram feitos para trabalhar, basta ver o fenômeno que o Pokemon GO se tornou. Não são apenas crianças e adolescentes atrás dos bichinhos, são famílias inteiras, adultos, nos EUA já existem os "Pokewalks" onde várias pessoas combinam na internet de se encontrar num parque para caminhar e capturar Pokemons. As pessoas se cansam e ficam estressadas no trabalho, mas ficam felizes e empolgadas com a simples busca de bichos virtuais. O que isso lhe diz sobre a nossa verdadeira natureza? Penso então, o que nos restará fazer no futuro e acredito que a resposta está em ter ideias. As ideias surgem da nossa habilidade singular de unir conceitos, percepções, tecnologias, conhecimentos e paixões para fazer algo. Acredito que o sentido da nossa vida é perseguir estas ideias, afinal se elas fazem sentido para você, se elas te motivam, te tiram o sono, então é por que são importantes. Não temos como saber se elas darão certo, se serão um sucesso, mas sem arriscar, nada sai do papel. Indo até por um lado filosófico, se pensarmos que cada um tem um propósito na vida, como saber o que ele é se não perseguimos as nossas intuições, desejos e ideias? Se não tivermos que nos preocupar com trabalho, teremos mais tempo para fazer isso acontecer. Teremos mais tempo para tirar ideias das nossas cabeças e corações e colocá-las para ação. Voltando para o presente, onde ainda temos que trabalhar, tirar ideias do papel é a questão mais difícil. É neste ponto que a maioria das pessoas desiste de suas ideias. Para elas saírem do papel é necessário dedicar tempo, esforço e dinheiro. Muitas vezes este investimento é alto demais, demanda que você saia do seu trabalho ou que precise encontrar um investidor. Muitos empreendedores vivem naquela correria, "vendendo o almoço para comprar o jantar". Mas, isso não precisa mais ser assim. Atualmente existem ferramentas que permitem que você apresente a sua ideia para o mundo e se o mundo gostar dela, você recebe dinheiro. Não precisa nem ser uma ideia, se você é um artista, um músico ou simplesmente tem um projeto e precisa de apoio para continuar na sua jornada, você pode pedir ajuda nestes portais e as pessoas, se gostarem, investirão em você. No podcast eu apresento alguns cases interessantes sobre este movimento. Se você tem uma ideia ou se quer poder dedicar mais tempo para aquilo que acredita e tem medo que não irá sobreviver, este medo acabou. A não ser é claro que você tenha uma má ideia... Seguem links importantes para entender e interagir mais com este mundo que eu destaco no podcast: KickStarter Amazon Lista de Crowdfunding no Brasil Juntos.com.vc Kickante Catarse Benfeitoria Partio Patreon
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Episódio #029 - Visões de Futuro - Microsoft

Uma habilidade fundamental para o profissional do futuro é monitorar as tendências das inovações tecnológicas. As inovações apontam os caminhos que a humanidade irá trilhar, basta olhar para o passado para perceber que as novidades de ontem, são o normal de hoje. Portanto, se você quer entender o amanhã, entenda o que está acontecendo agora e tente prever como estas mudanças podem te impactar. Esta habilidade lhe dará visões sobre o futuro e você estará melhor preparado para quando elas chegarem. Neste podcast eu detalho as visões sobre o futuro que a Microsoft faz por meio do seu projeto "Productivity Future Visions". Analisando a empresa fica muito interessante ver um projeto como este por que ele mostra a visão que ela tem sobre o futuro e tudo que eles estão realizando hoje para chegar naquele futuro idealizado. Uma visão clara sobre os caminhos que devem ser seguidos dão um novo senso de propósito para quem trabalha na organização. Dar senso de propósito é um dos principais desafios para as empresas do futuro. As novas gerações estão muito mais interessadas em propósito do que em remuneração. Acredito que o futuro do trabalho está intimamente ligado ao propósito de cada um. As empresas do futuro serão aquelas que tenham um propósito claro e que permitam que as pessoas persigam seus propósitos dentro dela. Nas previsões que a Microsoft faz, eles detalham 4 grandes pilares da inovação tecnológica: 1. A colaboração - teremos um futuro onde a tecnologia facilitará cada vez mais a colaboração entre as pessoas. Já vemos isso hoje com tecnologias como o Whatsapp, Slack e várias ferramentas para gestão de espaços de trabalho. 2. Inteligência - Trabalharemos cada vez mais com informações, mas não da forma que existe hoje. A informação será cada vez mais integrada para as nossas necessidades imediatas e principalmente, ela será relevante, por que teremos mais poder de curadoria sobre a informação que chega até nós. 3. Natural - O futuro permitirá a interação com a tecnologia de forma mais natural. Hoje ainda precisamos de coisas, tais como um notebook, uma tela de computador, um smartphone ou um tablet para interagir com a tecnologia. Amanhã faremos isso com praticamente qualquer coisa. Será simples projetar uma tela na parede com tecnologias de realidade misturada como o HoloLens da Microsoft ou com o Magic Leap. Além disso, as telas estarão em todos os lugares e será muito simples "migrar" de uma para a outra e todo o seu trabalho simples ir atrás de você. 4. Mobilidade - este é um conceito chave para o futuro. A mobilidade da informação mudou radicalmente com o smartphone e tablets, mas isso mudará rapidamente quando o acesso à informação se espalhar para diversas "telas". Num futuro bem próximo, teremos telas gigantes, reais ou não, onde iremos trabalhar de forma colaborativa. Esta mobilidade do trabalho e das interações mudará a lógica do espaço de trabalho, dos escritórios e consequentemente na forma como organizamos a sociedade.
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Episódio #028 - Meu colega de trabalho, o robô

Uma das principais tendências do futuro é a robotização ou automação do trabalho. É normal pensar em fábricas rodando apenas por robôs, afinal este tipo de imagem já faz parte do cotidiano e é bem explorada por vários filmes. Porém, existe um outro tipo de automatização do trabalho, provavelmente muito mais poderoso e rápido e que já está acontecendo é a que ocorre por meio de softwares inteligentes. Estes softwares, funcionam como robôs e fazem parte de uma nova industria chamada RPA - Robotic Process Automation, em português Automação de Processos Robóticos. Recentemente eu conheci uma empresa do vale do silício, a Automation Anywhere (Automação em qualquer lugar) que está desenvolvendo robôs para este tipo de aplicação, o RPA. A promessa do seu CEO é que eles serão nos próximos 4-5 anos o maior empregador do planeta, porém sem ter empregados. Assim como o Uber é a maior empresa de transportes, sem possuir veículos e o AirBnB a maior rede hoteleira sem possuir um único quarto próprio. Seus empregados serão robôs que passam a substituir o trabalho humano computacional que hoje é realizados dia-a-dia. Os robôs são softwares que podem ser instalados em qualquer computador ou servidor e que podem ser programados para realizar qualquer tarefa repetitiva para o qual ele for treinado. Eles podem trabalhar com dados estruturados (bancos de dados) ou dados não-estruturados, tais como textos, e-mails e até imagens. Além disso, eles podem ser programados para aprender com as informações que estão tratando e darem respostas diferentes com base no que estão trabalho. Para exemplificar, imagine que em uma empresa existe um grupo de analistas que todos os dias extraem informações dos sistemas da empresa para gerar relatórios e análises de vendas. Todos os dias eles processam informações, jogam elas num excel, montam tabelas e gráficos. Todos os dias, o mesmo trabalho repetitivo, com variações com base no período do mês ou se existe uma necessidade especial de análise. Tudo isso pode ser automatizado por um robô da Automation Anywhere. Este time inteiro pode ser substituído por robôs que trabalharão nos finais de semana, a noite, sem descansar, sem tomar cafezinho, sem precisar de espaço para relaxar e principalmente, sem reclamar da vida, da novela ou política. Aqui entra em tema polêmico, o que estes humanos irão fazer então? Ficarão sem empregos? Minha resposta é sim. No futuro, cada dia mais próximo, deixaremos de ter atividades automáticas, faremos aquilo que somos melhores, trabalharemos com aquilo que realmente nos desperta paixão, aquilo que nos move e gera curiosidade. Os trabalho atuais, como o descrito acima, ocorre no mundo inteiro, em bancos, seguradoras, empresas de telecomunicações, montadoras, um monte de gente trabalhando com informação de forma repetitiva e robótica. Acredito num futuro onde a robótica tomará seu lugar merecido e nós teremos tempo para ser cada vez mais humanos. https://www.automationanywhere.com/
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Episódio #027 - Openbazaar

Muitas das novas tecnologias que estão surgindo prometem mudar o mundo, mas raramente isso realmente acontece. Porém, acredito que estamos pra ver uma grande mudança ocorrer, uma mudança maior que a própria internet com a ascensão das criptomoedas ou moedas digitais, tais como o Bitcoin. Um exemplo desta mudança é o OpenBazaar, uma plataforma livre de comércio que funciona inteiramente com Bitcoin e é gratuita, ou seja, você não paga pelo uso da plataforma. O princípio das moedas digitais, tais como o Bitcoin é que elas funcionam como dinheiro vivo, que você pode utilizar para pagar por produtos e serviços sem se identificar e sem que haja intermediários. Todo o processo ocorre por meio de uma infraestrutura em rede chamada Blockchain que permite que as transações sejam validadas e guardadas, garantindo sua validade e segurança. https://youtu.be/Xz3UaCk577I O Bitcoin é a moeda utilizada para compra e venda dentro do OpenBazaar, lá você encontrará vendedores do mundo inteiro, vendendo o que quiserem, sem restrições. Além disso, sem ter que pagar comissões pelas vendas para o site, para bandeiras de cartões de crédito ou bancos. Muitos criticam este tipo de projeto por que acaba favorecendo o comércio de produtos ilícitos, tais como drogas, armas e outros. Mas, penso que se existe um mercado para estes itens, ele ocorre independente da plataforma, portanto, a culpa não pode cair nela. Este tipo de plataforma tende a crescer conforme mais pessoas usem as moedas digitais, assim como ocorreu com a internet. É inevitável que o modelo atual de troca passará por mudanças muito grandes, forçando a sociedade inteira a repensar no funcionamento do mercado financeiro atual. https://youtu.be/nuRgHbTU9pk O podcast que fiz sobre o assunto aprofunda neste tema tão inovador e controverso. Penso que é fundamental para um profissional do futuro compreender este tipo de mudança na relação entre as pessoas. As compras, as formas que transacionamos valor mudará para o meio digital, isso é inevitável e como isso ocorrerá afetará a todos.
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Episódio #026 - Entrevista Nimbus - Incubadora É A Primeira Garagem

Antes de conhecer melhor o mundo de startups eu sempre tive curiosidade de saber como seria fazer parte de uma incubadora. Tive o prazer de entrevistar o pessoal da Casulo do Uniceub, mas a curiosidade de conhecer uma empresa incubada e conversar sobre a experiência permanecia. Então, em um evento de Startups, tive a sorte de conhecer o pessoal da Nimbus e seus projetos fantásticos e resolvi esse problema. Espero que esse podcast faça o mesmo por você. Nimbus TI A Nimbus é uma empresa de desenvolvimento incubada na Casulo. Eles já desenvolveram projetos de todos os tipos, apps para concessionárias, soluções para o Tesouro Nacional, Exército e Aeronáutica. Já desenvolveram um hardware com tecnologia de localização que só não decolou por problemas de infraestrutura e capacidade industrial brasileira. Atualmente, o projeto mais interessante é um "uber" das experiências, o Insidr. A ideia é simples e me conquistou na hora. Pense em algo que você gosta de fazer por lazer, como andar de bicicleta, surfar, fazer uma trilha ou em algo que você conheça super bem, como a arquitetura de Brasília. Agora pense que alguém possa gostar de fazer essas coisas com você ou queira ter acesso ao seu conhecimento e esta disposto a pagar por isso. Essa é a proposta do Insidr, colocar quem conhece com quem quer vivenciar. Insidr - http://www.insidr.city/ Conheça em mais detalhes essa ideia e várias outras sacadas que rolaram neste podcast sensacional seguem algumas pérolas que selecionei: - Um dia eu estava no escritório e nem veio uma dúvida. Eu olhei o lugar que eu estava e não enxerguei meu futuro ali. (na IBM); - Larguei o emprego e comecei a bater ponto no Frans Café. Chegava de manhã cedinho, trabalhava o dia inteiro e no final de dia dava tchau pras meninas "nos vemos amanhã denovo"; - Nosso público (na solução Insidr) não quer viajar para comprar, quer viajar para experimentar, viajar pra viver! - Criamos o Uber das experiencias; - Conhecer os lugares e viveciar as experiencias com o auxílio de outras pessoas é como ver e viver aquela experiência de uma forma totalmente diferente. A outra pessoa complementa o seu olhar, assim como ler um livro novamente em várias fases diferentes da vida; - a Incubação dá a primeira garagem pra quem não tem a primeira garagem; - A incubadora é um ponto de troca de informações e um excelente acesso à tudo que está acontecendo na universidade, além disso é lá que brotam os talentos! - Outra vantagem da incubação é o acesso aos treinamentos. Capacitação é algo que o empreendedor tem que ter; - A incubadora é a ponte entre as empresas e o mercado. Quando uma empresa quer o apoio da universidade para algo, normalmente as empresas da incubadora ajudam ou prestam o serviço. - Quando você entende o problema do outro você gera empatia e quando você tá trabalhando por empatia, você fica muito mais motivado para fazer as coisas. Por que no final, quando estamos trabalhando desta forma, estamos tentando ser útil para alguém. - O futuro do trabalho é resolver o problema de verdade de alguém e fazer isso junto com outras pessoas; - Não existe mais "work/life balance", por que isso aqui é uma extensão do que nos somos; - O que tira o seu sono? Construir uma coisa que as pessoas não vão usar, isso me tira o meu sono.
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Episódio #025 - Perestroika - Meus Amigos Do Futuro

Fazer um curso na Perestroika é uma experiência que não pode ser contada, precisa ser vivida. Por isso, não vou descrever como foi passar duas semanas com esses caras, não vou falar sobre tudo que eles fizeram com a minha cabeça, nem vou contar sobre as amizades que fiz lá e como estamos planejando mudar o mundo. Mas, vou deixar o link deles abaixo pra vocês procurarem. Só posso deixar um spoiler... vai ser sensacional! www.perestroika.com,br Peço apenas que vocês escutem o podcast e tenham um pouquinho da experiência que eu tive de estar em contato com pessoas que realmente estão impactando uma geração, que realmente vêem o mundo com outros olhos e que mais do que tudo, inspiram. Seguem abaixo algumas das sacadas deste podcast onde falamos sobre a origem da Peres e sobre visão do futuro do trabalho. - Começamos a Perestroika sem as amarras dos cursos tradicionais, um movimento até meio irresponsável, mas essencialmente desapegado, livre. Aprendizagem e diversão podiam andar juntos. - A Aeroli.to é um laboratório de inovação e tecnologia. - Eu sabia jogar polo e fazer site e foi por isso que larguei o colégio. - A riqueza do nosso grupo é a heterogeneidade, somos todos muito diferentes com formações e pensamentos diferentes, se complementando. - As informações que importam sobre as pessoas não são encontradas num currículo, num formato careta. Eu tinha as dúvidas certas no momento certo. - O futuro do trabalho vai ser mais voltado para suas habilidades, skills, do que realmente voltado para empregos. - Num futuro sem intermediários, qual é realmente o teu diferencial? Tua essência? - O processo de automação pode ser libertador. Existe atividades que precisam ser feitas, mas que podem ser automatizadas e que hoje exigem um ser humano que acaba ficando preso naquela atividade. Basta pensar na revolução da tecnologia no campo. - Blockchain pode ser a infraestrutura base para repensarmos até as formas atuais de governo. - O medo só se instaura nos processos de mudanças se formos plateia. Não seja plateia, conheça as mudanças, seja agente de mudança. - Uma esperança para o futuro próximo é que fique mais clara a diferença entre educação e aprendizado. Hoje em dia é muito mais fácil você se focar em aprender constantemente e isso não está preso às noções tradicionais de educação. - Como previsão de longo prazo, vejo que o futuro será muito melhor do que é hoje. Simples e otimista assim. - A empatia é uma tecnologia exponencial que vai impactar no futuro emergente e no pós-emergente (mais de 5 anos), a lógica da abundância será muito mais presente. Quando a gente troca com as pessoas a gente não tá dividindo a gente está multiplicando. - O big data e as novas estratégias de IOT mudam radicalmente a forma como tomamos decisões, desde como a pessoa se alimenta até como a cidade é gerida.
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Episódio #024 - Entrevista André Terra - Startups De Brasíia - Parte 2

Nesta segunda parte da entrevista com André continuamos a nossa jornada em conhecer mais sobre os detalhes da sua startup e experiências nos EUA. Além disso, entramos nas mudanças que o André está vendo no ecossistema de Startups de Brasília. Muita coisa mudou desde que ele começou e o cenário se mostra cada dia mais interessante e dinâmico. Abaixo estão alguns dos insights do André deste episódio: - Cuidado com investidores que querem logo transformar sua empresa em SA. Tenha certeza que ele realmente irá investir e o que ele traz pro jogo. - Tenha um especialista junto com você se for abrir empresa fora do país! Você pode cair em bi-tributação, pagando impostos aqui e lá. - Meus 8 meses lá no Vale do Silício valeram mais que toda a gradução em ciência da computação da UNB, lá é tipo o Fantástico Mundo do Bob. - O Vale do Silício é tipo um Ovo, parece com Brasília neste sentido. Todo mundo se conhece e você não consegue ficar lá muito tempo se não tiver o perfil do lugar. - O americano, diferente do Brasileiro, vai logo ao ponto e é direto. O brasileiro acaba cansando muito o investidor com todas as suas explicações. - O hoje do mercado de startups de Brasília, mostra que o amanhã da cidade será muito positivo. Bons ventos virão! - A pessoa não precisa ser empresária para ser empreendedora, isso é totalmente errado. - Ter um objetivo e se dedicar a este objetivo é ser empreendedor e isso não depende de se ter ou não uma empresa.
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Episódio #023 - Paco Ragageles - Campus Party

A Campus Party é atualmente o maior evento mundial de inovação, ciências, games, criatividade e tecnologia. É um espaço onde se encontram pessoas de todos os tipos e interesses, mas um em comum, o fascínio pela modernidade, pelo espírito de querer fazer algo diferente. Na Campus o pessoal chega armado de barraca e passa a semana imerso em demonstrações de produtos, palestras, hackatons, mentorias para startups, etc. Neste podcast eu tive o prazer de entrevistar o Paco Ragageles, um dos fundadores da Campus Party, um evento que começou na Espanha e hoje já ocorre em mais de 13 países. O Paco conta como ele começou esta história, lá em 1997, nos primórdios da internet e como hoje a Campus se tornou um hub importantíssimo de difusão de novas tecnologias e modelos mentais. http://brasil.campus-party.org/ Para mim, a parte mais importante da entrevista foi entender a visão do Paco sobre o futuro do trabalho. Tenho certeza que assim como eu, vocês também ficarão surpresos com as previsões que ele faz. Estamos entrando em uma fase da história da humanidade que promete muitas mudanças. Seguem abaixo alguns dos principais insights do Paco ao longo da entrevista: - Desde pequeno eu era fascinado com tecnologia e eu era visto pelos outros como um bicho maluco, estranho dos demais da época. - Em 97 quando começamos a Campus na Espanha ninguém acreditava naquilo. Tudo mundo dizia que estávamos malucos com aquele projeto. - Se tens paixão e lutas o suficiente, encontrarás as pessoas que acreditam em ti. - Uma das missões principais da Campus é ser a ponta da lança para muitas inovações, tecnologias e modelos mentais. - Estamos chegando num momento em que qualquer trabalho realizado pelo homem poderá ser realizado por uma máquina ou por um software, melhor do que um ser humano. - O problema não é saber a percentagem de trabalho humano que será automatizada o problema é saber quando, por que 100% será automatizado. - Na constituição brasileira existe a proteção ao direito pelo trabalho, mas quando não existirem trabalhos, do que vamos viver? - Se não temos que estudar para aprender uma profissão, para quê ir para escola? Vamos para escola para aprender a ser feliz. - Estamos enganados pelo nosso modelo de sociedade, onde o direito fundamental é o trabalho. Não, o direito fundamental é ser feliz. - Suíça e Canadá estão estudando modelos de remuneração para a população só por ser cidadão do país. Este é um movimento para garantir uma renda mínima para as pessoas que estão cada vez mais sendo substituídas pela automação dos trabalhos. - Num futuro podemos ver novos impostos taxando um "extra-lucro" advindo da automação do trabalho. Este lucro adicional será redistribuído para as pessoas que agora ficaram sem aqueles empregos. - Nos próximos 10 anos, no mínimo 30% da população não vai ter empregos.
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