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Rádio Companhia
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O podcast que respeita a sua inteligência – e alimenta o seu amor pelos livros. Quinzenalmente, às quartas-feiras, autores, editores e convidados especiais trazem histórias e conversas sobre lançamentos, bastidores e grandes temas da literatura. Um espaço para quem quer estar mais perto do universo dos livros da Companhia e fazer parte de uma comunidade de leitores apaixonados.

O podcast que respeita a sua inteligência – e alimenta o seu amor pelos livros. Quinzenalmente, às quartas-feiras, autores, editores e convidados especiais trazem histórias e conversas sobre lançamentos, bastidores e grandes temas da literatura. Um espaço para quem quer estar mais perto do universo dos livros da Companhia e fazer parte de uma comunidade de leitores apaixonados.

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Na companhia de Janaina Abílio

“É quase como voltar para casa”, um livro avassalador sobre o peso das ausências, é o primeiro romance da escritora Janaina Abílio publicado pela Companhia das Letras.  Neste episódio mais curto do podcast, Stéphanie Roque está na companhia dela. Janaina conta sobre seu processo de escrita – que é “ancorado” em seu corpo, considerado por ela “um canal para o texto acontecer". Ela também reflete sobre os motivos que a levam à escrita e responde a perguntas rápidas que revelam sobre sua personalidade a partir de referências literárias. Confira os livros mencionados neste episódio: Amada – Toni Morrison É quase como voltar para casa – Janaina Abílio  Mamãe & eu & mamãe – Maya Angelou O caderno rosa de Lori Lamby – Hilda Hilst
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Família em perspectiva, com Eliana Alves Cruz e Juliana Leite

O que se herda e o que se transforma quando o assunto é família? Essa pergunta é o ponto de partida deste episódio da Rádio Companhia. O podcast recebe duas romancistas contemporâneas, que escrevem sobre as relações entre família, memória e pertencimento.  Eliana Alves Cruz é autora de “Meridiana” – livro sobre uma família negra que ascende socialmente e descobre que subir também pode significar se adaptar, se enquadrar e negociar quem se é.  Juliana Leite é autora de “Humanos exemplares” – obra que conta a história de uma mulher centenária que vive sozinha. É um romance sobre gerações familiares, deslocamentos, envelhecimento e, sobretudo, amor.  A apresentação é de Stéphanie Roque.  Confira os livros mencionados neste episódio: Amigo e amiga: curso de silêncio de 2004 – Maria Gabriela Llansol Coisa de gente branca – Langston Hughes Espírito da intimidade – Sobonfu Somé Humanos exemplares – Juliana Leite Identidade – Nella Larsen Iniciantes – Raymond Carver Irmãs do Atlântico – Ynaê Lopes dos Santos Literatura negra: uma poética de nossa afro-brasilidade – Conceição Evaristo Meridiana – Eliana Alves Cruz Minha história – Michelle Obama Por que amamos – Renato Noguera Recitatif – Toni Morrison Solitária – Eliana Alves Cruz Sustentar a nota – David Remnick
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Na companhia de Fabiane Guimarães

“A linguagem dos desastres”, lançado em abril pela Alfaguara, é o terceiro romance de Fabiane Guimarães publicado pelo grupo Companhia das Letras. A autora de “Apague a luz se for chorar” e “Como se fosse um monstro” conta, agora, a história de Catarina – que, em meio ao colapso ambiental, a laços familiares frágeis e a uma amizade perigosa, tenta decifrar as ruínas e encontrar sentido usando o tarô como uma forma de linguagem.  Neste episódio mais curto do podcast, Fabiane conta sobre o processo de escrita do romance e participa de um jogo rápido de perguntas e respostas sobre suas referências literárias. Confira os livros e as obras mencionados neste episódio:  Adriana Lisboa (obra) Alice Monroe (obra) Alice Ruiz (poema) Ana Maria Gonçalves (obra) Apague a luz se for chorar – Fabiane Guimarães Como se fosse um monstro – Fabiane Guimarães Esaú e Jacó – Machado de Assis Harry Potter – J.K. Rowling Isabel Allende (obra) Jennifer Egan (obra) A linguagem dos desastres – Fabiane Guimarães Machado de Assis (obra) Memorial de Aires – Machado de Assis Orgulho e preconceito – Jane Austen Sally Rooney (obra) Viva o povo brasileiro – João Ubaldo Ribeiro
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Por trás da escrita, com Marília Garcia e Roberto Taddei

Como um leitor torna-se escritor? Ler é o começo de tudo, mas escrever nos coloca em outra posição. Para o tradutor, jornalista e escritor Roberto Taddei, “se narramos e escrevemos pouco, não vivemos à altura das nossas experiências”. Já a poeta e tradutora Marília Garcia fala que “escrever é olhar com as mãos” – um processo de criação que pode misturar sentidos e se inspirar em outras formas de arte. Neste episódio, Stéphanie Roque recebe os dois escritores – que também são professores – para uma conversa sobre esse ofício. Marília é autora do recente “Pensar com as mãos”, livro de ensaios sobre a escrita poética. Roberto é autor de “Ser Escritor”, lançado em abril pela Companhia das Letras.  Confira os livros e obras citados no episódio: A geração que esbanjou seus poetas – Roman Jakobson A história do amor – Nicole Krauss A música do mundo – Tarso de Melo A praia dos tasabis [diários da paternidade, 2018 - 2021] – Aníbal Cristobo A segunda morte – Roberto Taddei Câmera lenta – Marília Garcia Coworking e outros poemas – Heitor Ferraz Mello Expedição: nebulosa – Marília Garcia László Krasznahorkai (obra) Léxico familiar – Natalia Ginzburg Pensar com as mãos – Marília Garcia Ser escritor – Roberto Taddei Um Exu em Nova York – Cidinha da Silva
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Na companhia de Natércia Pontes

“Vida doçura” é o novo romance de Natércia Pontes, lançado em março pela Companhia das Letras. Autora de outros dois livros publicados pela editora, “Os tais caquinhos” e “Copacabana dreams”, ela agora escreve uma história de suspense em torno de duas personagens antagônicas, que se cruzam em uma trama comovente e tragicômica sobre luto, infância, memória e solidão. Natércia também conta sobre o processo rápido e doloroso de escrita de “Vida doçura", que envolveu a elaboração do luto de sua mãe após mais de três décadas. Além disso, ela fala sobre referências literárias marcantes da sua trajetória a partir de um jogo rápido de perguntas e respostas. Confira os livros e obras mencionados neste episódio: A empregada – Freida McFadden Arquivo das crianças perdidas – Valeria Luiselli Beginning middle end – Valeria Luiselli  Copacabana dreams – Natércia Pontes Ilhas suspensas – Fabiane Secches Meu ano de descanso e relaxamento – Ottessa Moshfegh Noite devorada – Mar Becker Oblómov – Ivan Gontcharóv Oração para desaparecer – Socorro Acioli Os tais caquinhos – Natércia Pontes Toda caixa preta é laranja – Jeovanna Vieira Vida doçura – Natércia Pontes
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Dostoiévski: da fama de difícil à viralização

Em 2025, a edição da Penguin do livro “Noites brancas", escrito por Fiódor Dostoiévski em 1848, teve um aumento de vendas de 168% em relação ao ano anterior – um efeito da viralização da obra no TikTok. Na rede social, a fama de difícil do escritor russo não impediu que jovens fizessem resenhas, performances e leituras dramáticas da obra.  Dostoiévski, autor de clássicos como “Crime e castigo” e “Os irmãos Karamázov”, é conhecido por abordar contradições humanas profundas, com uma complexidade filosófica e psicológica ímpar.  Para entender como suas obras se reinventam conforme o tempo passa, a Rádio Companhia recebe Cecília Rosas, tradutora do russo, professora e pesquisadora, e Raquel Toledo, gerente editorial da Cosac, mestre em literatura russa, editora e crítica literária. A apresentação é de Stéphanie Roque.  Confira os livros mencionados neste episódio: A dócil – Fiódor Dostoiévski A queda do céu – Bruce Albert e Davi Kopenawa A sociedade da neve – Pablo Vierci Crime e castigo – Fiódor Dostoiévski Dostoiévski escrevia mal? – Fátima Bianchi Ferida – Oksana Vassiákina Mandíbula – Mónica Ojeda Memórias de subsolo – Fiódor Dostoiévski No mar – Toine Heijmans Noites brancas – Fiódor Dostoiévski O adversário – Emmanuel Carrère O crocodilo – Fiódor Dostoiévski O diabo – Marina Tsvetáieva O duplo – Fiódor Dostoiévski O idiota – Fiódor Dostoiévski O sonho de um homem ridículo – Fiódor Dostoiévski Os demônios – Fiódor Dostoiévski Os irmãos Karamázov – Fiódor Dostoiévski Voladoras – Mónica Ojeda Xamãs elétricos na festa do sol – Mónica Ojeda
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Na companhia de Fabiane Secches

“Ilhas suspensas” é o romance de estreia da tradutora, pesquisadora e escritora Fabiane Secches. Neste episódio mais curto do podcast, Stéphanie Roque está na companhia dela, que conta sobre esse lançamento da Companhia das Letras – um livro sobre lutos e recomeços, que mistura ensaio e ficção.  Fabiane também fala sobre seu processo de escrita e reflete sobre os motivos que a levaram a escrever “Ilhas suspensas”. E, por fim, ela participa de um jogo rápido de perguntas e respostas que revelam sobre sua personalidade e suas preferências literárias. Confira os livros e obras mencionados neste episódio:  A corneta – Leonora Carrington A mais recôndita memória dos homens – Mohamed Mbougar Sarr Annie Ernaux (obra) Ilhas suspensas – Fabiane Secches Madame Bovary – Gustave Flaubert Monstros – Claire Dederer O livro das semelhanças – Ana Martins Marques
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Oito décadas de Patti Smith – e contando

Ao longo de uma década, Patti Smith dedicou-se a escrever sobre as oito que já viveu.  Em “Pão dos Anjos”, lançado em março pela Companhia das Letras, a escritora, compositora e cantora fala sobre sua infância humilde, saúde frágil e natureza imaginativa. Ela também conta dos seus primeiros contatos com a arte e da trajetória que a levou à consagração artística.  No livro mais pessoal que já escreveu, Patti Smith descreve momentos de vulnerabilidade, relata os anos que passou longe dos holofotes com a família e fala sobre o luto que sucedeu diversas perdas, como a do marido, Fred “Sonic” Smith.  Nesta homenagem à artista, a Rádio Companhia recebe a escritora Aline Bei e o jornalista, músico, editor e escritor Cadão Volpato. A apresentação é de Stéphanie Roque.  Confira os livros mencionados neste episódio: As pequenas virtudes – Natalia Ginzburg À sombra dos viadutos em flor – Cadão Volpato As vozes da noite – Natalia Ginzburg Caro Michele – Natalia Ginzburg Devoção – Patti Smith Enterrem seus mortos – Ana Paula Maia Lázár – Nelio Biedermann Linha M – Patti Smith Manoel de Barros (obra) Notícias do trânsito – Cadão Volpato O peso do pássaro morto – Aline Bei Pão dos anjos – Patti Smith Pequena coreografia do adeus – Aline Bei Só garotos – Patti Smith Space invaders – Nona Fernández  Sustentar a nota – David Remnick  Uma delicada coleção de ausências – Aline Bei
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Na companhia de Diogo Bercito

“A solidão das aranhas” é o primeiro livro escrito pelo jornalista e escritor Diogo Bercito lançado pela Companhia das Letras. Neste episódio mais curto do podcast, Stéphanie Roque está na companhia dele, que conta sobre esse romance sensível e sutil sobre perdas.  Bercito também fala sobre seu processo de escrita e reflete sobre os porquês que o levam a escrever. E, por fim, ele participa de um jogo rápido de perguntas e respostas que revelam sobre sua personalidade e suas preferências literárias. Confira os livros e obras mencionados neste episódio:  A solidão das aranhas – Diogo Bercito Chiquinha Gonzaga: Uma história de vida – Edinha Diniz À procura do tempo perdido – Marcel Proust Me chame pelo seu nome – André Aciman O problema dos três corpos – Cixin Liu O Senhor dos Anéis (trilogia) – J. R. R. Tolkien
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O corpo da mulher e o poder de retomar a narrativa

Na França, Gisèle Pelicot mostrou que “a vergonha precisa mudar de lado” ao escrever a autobiografia “Um Hino à Vida”, na qual narra a descoberta dos abusos sistemáticos aos quais foi submetida pelo marido e mais de 50 outros homens durante uma década. Já os Estados Unidos é o cenário de “Garota de Ninguém”, a autobiografia de Virginia Roberts Giuffre – uma das principais mulheres a denunciar o esquema de abuso sexual infantil e tráfico humano operado pelo financista americano Jeffrey Epstein. Na Noruega, o romance “Nada Nasce ao Luar”, de Torborg Nedreeas, é narrado por uma mulher que resolve contar do relacionamento conturbado que viveu com seu professor aos 17 anos.  Os três lançamentos da Companhia das Letras têm o corpo feminino como centro: um corpo que é violado e objetificado, mas do qual as mulheres se reapropriam ao contar suas histórias e nomear seus algozes. O episódio discute o tema e faz pontes com a realidade brasileira com a jornalista Cristina Fibe e a socióloga Flavia Rios. A apresentação é de Stéphanie Roque.  Confira os livros e obras mencionados neste episódio:  As estruturas elementares da violência - Rita Segato Estela sem Deus - Jeferson Tenório Eu nunca mais vou te chamar de pai - Caroline Darian Garota de ninguém - Virginia Roberts Giuffre João de Deus: O abuso da fé - Cristina Fibe Mata doce - Luciany Aparecida Missoula - Jon Krakauer Nada nasce ao luar - Torborg Nedreaas Pela bandeira do paraíso - Jon Krakauer Por um feminismo afro-latino americano - Lélia González (org. Flávia Rios e Márcia Lima) Triste tigre - Neige Sinno Trilogia de Copenhagen - Tove Ditlevsen Um hino à vida - Gisèle Pelicot
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[EXTRA EM VÍDEO] Mano a Mano, o livro: uma conversa com Mano Brown e Semayat Oliveira

“Mano a Mano” se tornou um marco na cena cultural brasileira. Conduzido por Mano Brown e Semayat Oliveira, o podcast original do Spotify se consolidou como uma referência, levando ao ar entrevistas antológicas com grandes nomes do pensamento social, da política, da comunicação, das artes, da música e do esporte, como Marina Silva, Sueli Carneiro, Glória Maria, Conceição Evaristo, Emicida e Ronaldo Fenômeno. Agora, a Companhia das Letras eterniza essas conversas com a publicação de um livro que reúne vinte entrevistas e trechos selecionados de todas as personalidades que passaram pelas quatro primeiras temporadas do programa. Para celebrar o lançamento do livro “Mano a Mano”, disponibilizamos, em vídeo, o bate-papo entre os apresentadores Mano Brown e Semayat Oliveira sobre os caminhos, histórias e bastidores ao redor do podcast e da publicação. O evento aconteceu no dia 13 de novembro de 2025, com mediação de Fernando Baldraia, editor da Companhia das Letras, no Sesc 14 Bis, em São Paulo. Acompanhe no vídeo! “Mano a Mano” já está disponível em edição física limitada e e-book. Garanta o seu exemplar: https://www.amazon.com.br/Mano-Edi%C3%A7%C3%A3o-exclusiva-Brown/dp/8535942351/?&tag=companhiadasl-20  Captação e edição: Diogo de Nazaré
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As narradoras #7 – Águas profundas: Montserrat Roig e Tove Ditlevsen

No sétimo e último episódio de “As narradoras”, te convidamos a conhecer as obras de Tove Ditlevsen e Montserrat Roig. Duas autoras intensas e densas, que deixaram marcas na literatura com a força do relato dos seus livros e transformaram suas próprias experiências e contextos históricos em narrativa. A dinamarquesa Tove se tornou conhecida mundialmente pela “Trilogia de Copenhagen”, em que narra sua infância, juventude e o período marcado pela dependência química. Já Montserrat, escritora catalã, publicou romances e reportagens que registram a vida política e social da Catalunha do século XX. Entre eles, “O tempo das cerejas”, lançado no Brasil em 2025. Com participações da escritora Simone AZ e da psicanalista e autora Vera Iaconelli. Obras citadas no episódio: Trilogia de Copenhagen, de Tove Ditlevsen (trad. por Heloisa Jahn e Kristin Lie Garrubo) O tempo das cerejas, de Montserrat Roig (trad. por be rgb e Meritxell Hernando Marsal) Dakota Blues, de Simone AZ Análise, de Vera Iaconelli Um quarto todo seu, de Virginia Woolf Este episódio teve apoio do Institut Ramon Llull, instituição pública responsável por promover a língua e cultura catalã internacionalmente.
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As narradoras #6 – Agentes duplas: Natalia Ginzburg e Toni Morrison

Editar um livro é um privilégio para quem ama literatura, mas também uma grande responsabilidade. Um trabalho que é capaz de transformar a cena literária de uma época. No sexto episódio de “As narradoras”, Stéphanie Roque conta a história de duas mulheres que viveram uma vida dupla: Natalia Ginzburg e Toni Morrison. Ambas escreveram obras fundamentais e, ao mesmo tempo, trabalharam nos bastidores para que outras vozes chegassem aos leitores. Ginzburg, autora de “Léxico familiar” e “As pequenas virtudes”, foi peça-chave da editora Einaudi no pós-guerra italiano. Já Morrison, Nobel de Literatura, editou livros por mais de quinze anos na Random House, abrindo espaço para autores negros e mudando para sempre o mercado editorial norte-americano. Com participação de Alice Sant’Anna, editora e poeta, e Luciany Aparecida, escritora, pesquisadora e professora. Obras citadas no episódio: As pequenas virtudes, de Natalia Ginzburg (trad. Maurício Santana Dias) Caro Michele, de Natalia Ginzburg (trad. Homero Freitas de Andrade ) Léxico familiar, de Natalia Ginzburg (trad. Homero Freitas de Andrade ) O caminho da cidade, de Natalia Ginzburg (trad. Anna Alba Caruso) Amada, de Toni Morrison (trad. José Rubens Siqueira) O olho mais azul, de Toni Morrison (trad. Manoel Paulo Ferreira) A fonte da autoestima, de Toni Morrison (trad. Odorico Leal) Corregidora, de Gayl Jones (trad. Nina Rizzi) Mata doce, de Luciany Aparecida Contemporary African Literature, organizado por Toni Morrison The Black Book, organizado por Toni Morrison Toni at Random, de Dana Williams
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As narradoras #5 – Eu preciso destas palavras: Carolina Maria de Jesus e Maura Lopes Cançado

E quando quem escreve o diário nem sempre pôde escrever? No quinto episódio de “As narradoras”, abrimos os cadernos de duas autoras brasileiras fundamentais: Carolina Maria de Jesus e Maura Lopes Cançado. Em seus diários, páginas escritas em segredo, Carolina conta a vida na favela do Canindé, enquanto Maura registra a experiência da loucura e das internações psiquiátricas. Com participações de Fernanda Silva e Souza, editora na Companhia das Letras, da escritora Eliana Alves Cruz e da escritora e psiquiatra Natalia Timerman. Obras citadas no episódio: Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus Casa de alvenaria, de Carolina Maria de Jesus Hospício é Deus, de Maura Lopes Cançado O sofredor do ver, de Maura Lopes Cançado As pequenas chances, de Natalia Timerman Copo vazio, de Natalia Timerman
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As narradoras #4 - Laços de família: Yuko Tsushima e Doris Lessing

No quarto episódio de “As narradoras”, Stéphanie Roque apresenta duas autoras que fogem do óbvio ao escrever sobre família: a japonesa Yuko Tsushima e a inglesa Doris Lessing. As duas exploram o que muitas vezes permanece invisível: a experiência de ser mãe e o que acontece dentro das casas, na intimidade das famílias. Ambas construíram retratos de mulheres que enfrentam a culpa, o desejo e a busca por autonomia. Escritoras ousadas na literatura e na vida, que registraram formas singulares de maternidade. Com participações de Rita Kohl, tradutora de “Território da Luz”, e da escritora Aline Bei. Obras citadas no episódio: Território da luz, de Yuko Tsushima (trad. Rita Khol) As avós, de Doris Lessing (trad. Beth Vieira) Um casamento sem amor, de Doris Lessing (trad. Tati de Moraes) O caderno dourado, de Doris Lessing O quinto filho, de Doris Lessing Quarto 19, de Doris Lessing Em louvor da sombra, de Junichiro Tanizaki (trad. Leiko Gotoda) As abandonadoras, de Begoña Gómez Urzaiz (trad. Eliana Aguiar) Uma delicada coleção de ausências, de Aline Bei
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As narradoras #3 - As fabulosas vidas comuns: Alba de Céspedes e Gwendolyn Brooks

Nesse episódio de “As narradoras”, Stéphanie Roque apresenta a obra da norte-americana Gwendolyn Brooks e da ítalo-cubana Alba de Céspedes, duas observadoras do cotidiano. Ambas partem de pequenos gestos e cenas domésticas para revelar conflitos íntimos e tensões sociais. De Bronzeville, em Chicago, à Roma do pós-guerra, suas personagens são mulheres que enfrentam descobertas, rotinas e contradições. Com a participação da escritora Marcela Dantés, que comenta as obras de Alba e Gwendolyn e reflete sobre a relação entre vida, cotidiano e criação. Obras citadas no episódio: Vento vazio, de Marcela Dantés Caderno proibido, de Alba de Céspedes (trad. de Joana Angélica D´Ávila Melo) Na voz dela, de Alba de Céspedes (trad. de Joana Angélica D´Ávila Melo) Maud Martha, de Gwendolyn Brooks (trad. de floresta) Annie Allen, de Gwendolyn Brooks Report from part one, de Gwendolyn Brooks
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As narradoras #2 - Estranhas familiares: Leonora Carrington e Silvina Ocampo

Leonora Carrington e Silvina Ocampo cruzaram o real com o impossível. As duas criaram narrativas em que o ordinário se mistura ao fantástico. Suas obras abordam temas como desejo, morte, infância, sonho, loucura e liberdade, sempre cheias de muita imaginação. No segundo episódio de “As narradoras”, conhecemos as trajetórias dessas duas autoras do século XX, pioneiras e vanguardistas. Ouvimos ainda as escritoras contemporâneas Micheliny Verunschk e Socorro Acioli, que comentam as histórias de Leonora e Silvina e refletem sobre o realismo fantástico na literatura. Obras citadas no episódio: O som do rugido da onça, de Micheliny Verunschk A debutante, de Leonora Carrington A fúria, de Silvina Ocampo Caminhando com os mortos, de Micheliny Verunschk A corneta, de Leonora Carrington A cabeça do santo, de Socorro Acioli  Oração para desaparecer, de Socorro Acioli Cupom de desconto: Até o dia 17 de dezembro, o cupom RADIO10 dá desconto de 10% pros livros das catorze narradoras que são o tema desta série, na Amazon. É só usar o cupom RADIO10 na hora de comprar na Amazon.
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As narradoras #1 - As irmãs sisters: Hilda Hilst e Lygia Fagundes Telles

Por mais de 50 anos, Lygia Fagundes Telles e Hilda Hilst foram amigas inseparáveis. Eram as “irmãs sisters”, como gostavam de se chamar. Fizeram o que duas amigas fazem normalmente: compartilharam o cotidiano dos dias, riram e sofreram juntas, fofocaram um pouco e se incentivaram. No primeiro episódio de “As narradoras”, contamos sobre uma das amizades mais férteis da literatura brasileira. A editora Stéphanie Roque narra o encontro entre essas duas autoras, suas trajetórias, afinidades e diferenças, e o modo como transformaram a vida uma da outra. Com depoimentos de Bruna Khalil Othero, Raquel Cozer e Lúcia Telles. Obras citadas no episódio: Tu não te moves de ti, de Hilda Hilst Cantares de perda e predileção, de Hilda Hilst O presidente pornô, de Bruna Kalil Othero Presságio - poemas primeiros, de Hilda Hilst As meninas, de Lygia Fagundes Telles Durante aquele estranho chá, de Lygia Fagundes Telles Conspiração de nuvens, de Lygia Fagundes Telles Ciranda de pedra, de Lygia Fagundes Telles Antes do baile verde, de Lygia Fagundes Telles Seminário dos ratos, de Lygia Fagundes Telles Disciplina do amor, de Lygia Fagundes Telles A obscena Senhora D, de Hilda Hilst Odes mínimas da morte, de Hilda Hilst Júbilo, memória, noviciado da paixão, de Hilda Hilst O caderno rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst As horas nuas, de Lygia Fagundes Telles Cupom de desconto: Até o dia 17 de dezembro, o cupom RADIO10 dá desconto de 10% pros livros das catorze narradoras que são o tema desta série, na Amazon. É só usar o cupom RADIO10 na hora de comprar na Amazon.
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[TRAILER] Ouça as narradoras

Vem aí “As Narradoras”, série especial da Rádio Companhia que apresenta a vida e a obra de 14 escritoras que marcaram a literatura do século XX. São sete episódios narrativos, sempre com uma dupla de autoras  — e comentários de escritoras contemporâneas.  Estreia em 12 de novembro, com novos episódios às quartas-feiras.
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Milton Hatoum e Carola Saavedra: literatura no fim (e no começo) do mundo

No episódio que encerra esta temporada, a Rádio Companhia convida dois grandes escritores contemporâneos para pensar o papel da literatura num mundo em colapso — e em constante recomeço. Milton Hatoum, recém-eleito para a Academia Brasileira de Letras, e Carola Saavedra, autora de O manto da noite, falam com Stephanie Roque sobre o poder transformador das histórias, o lugar da literatura diante das crises políticas e ambientais, e o que ainda pode nascer da palavra escrita. Uma conversa sobre fim, esperança e reinvenção. Obras citadas no episódio: - Nós, os do Makulusu, de José ​Luandino ​Vieira - Poesia Completa, de Murilo Mendes - Vítimas ​Perfeitas e a ​política ​do ​apelo, de Mohammed El-Kurd - Makunaimã – O mito através do tempo, de Taurepang, Macuxi, Wapichana, Marcelo Ariel, Mário de Andrade, Deborah Goldemberg, Theodor Koch-Grünberg, Iara Rennó - A insubmissa, de Cristina Peri Rossi - Eisejuaz , de Sarah ​Gallardo
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