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Robinson do Futuro
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Robinson do Futuro

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Primeiro podcast transmitido do Futuro para o Glorioso Passado

Primeiro podcast transmitido do Futuro para o Glorioso Passado

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Ninguém se Importa! - RdF Voltando em Breve

O Robinson do Futuro está em Fase de Reconstrução. Todos os episódios das temporadas lançadas até agora foram arquivados e estará eternamente disponível para os assinantes. Ainda em março, será lançada a pré-temporada em multimídia, aqui no nosso feed RSS, mas também no Instagram, no TikTok e no Youtube. Fiquem atentos nas redes sociais! Agora estaremos atualizando frequentemente, diferentemente do PASSADO. Por enquanto, deixo uma musiquinha no feed para que não fique vazio. Um Abraço Futurístico e até breve! --- Send in a voice message: https://anchor.fm/robinson-do-futuro/message
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Ep. 11 - O pior parque de diversão do mundo (3ª temporada)

Este episódio é um oferecimento da BELÍSSIMA E INSUPERÁVEL @promobitoficial. A produção do episódio foi feita por Igor Jesus e Morgana Moraes. A capa é de Morgana Moraes. As letras do Robinson você encontra aqui. Considere ser nosso apoiador para perpetuar nosso projeto clicando aqui e buscando nossas plataformas de apoio.
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Ep. 10 - Macacofonia (3ª temporada)

Este episódio é um oferecimento da BELÍSSIMA E INSUPERÁVEL @promobitoficial. A produção do episódio foi feita por Igor Jesus e Morgana Moraes. A capa é de Morgana Moraes. As letras do Robinson você encontra aqui. Considere ser nosso apoiador pra perpetuar o projeto clicando aqui e buscando nossas plataformas de apoio.
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Ep. 09 - Acabado (3ª temporada)

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Ep. 08 - A lenda de Isoldo (3ª temporada)

Este episódio é um oferecimento da BELÍSSIMA E INSUPERÁVEL @promobitoficial. A produção do episódio foi feita por Igor Jesus e Morgana Moraes. A capa é de Morgana Moraes. As letras do Robinson você encontra aqui. Considere ser nosso apoiador pra perpetuar o projeto clicando aqui e buscando nossas plataformas de apoio. Siga nas redes sociais e nos envie mensagem pelo Instagram, Telegram e Twitter. Um abraço e até o próximo episódio. Letra: Nasce um niilista Desde criança eu fui aprendendo Que se eu observasse as coisa acontecendo E depois criasse uma noção de como as coisas são Eu teria mais controle sobre as situação E assim fui formando essa forma de ilusão Que se eu calculasse bem todas minha decisão Me sentiria melhor, com bem menos frustração Entendi que cada ação leva a uma reação Pois é, mas a armadilha é essa E no dia-a-dia por capricho ou por pressa Eu fui esquecendo que não sou senhor do mundo Que não estive no controle ao menos um segundo E percebendo, devo admitir Que senti tremenda vontade de desistir Fui sendo tomado por profunda apatia Ao ver que meu esforço não me dava garantias Que o tempo todo tudo tá se transformando E que eu não sou o centro nem parte de um grande plano E foi emergindo aquele saber profundo Que eu vou morrer assim como todo mundo E que não existe uma só realidade Que não há bondade, que não há maldade Que minha saudade era só ressentimento Que nada existia para além desse momento E minhas expectativas eram imaginação Misturada com desejos, afetos e emoção Que eu era uma bola de feno daquelas de faroeste Ia sendo soprado pro lado que o vento desse E até hoje eu não acredito Quanto tempo eu permaneci iludido Crendo no mito nefasto da felicidade A tranquilidade é o custo da verdade uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu Não posso mais uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu Viver em paz Minha visão de mundo foi manipulada E depois de tanto aprendizado eu não sei de nada Minhas referências foram todas todas destruídas Minhas preferências são essencialmente falsas, iludidas Minha identidade não é de verdade Eu não sou ninguém e se sou alguém é apenas por vaidade Me pego pensando na proposta de Camus Porque subir com a pedra se eu já posso desistir Isoldo veio cobrar seu soldo Isoldo, seu soldo
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Ep. 07 - Retrospectiva 2029 (3ª temporada)

Este episódio é um oferecimento da BELÍSSIMA E INSUPERÁVEL @promobitoficial. A produção do episódio foi feita por Igor Jesus e Morgana Moraes. A capa é de Morgana Moraes. As letras do Robinson você encontra aqui. Considere ser nosso apoiador pra perpetuar o projeto clicando aqui e buscando nossas plataformas de apoio. Siga nas redes sociais e nos envie mensagem pelo Instagram, Telegram e Twitter. Um abraço e até o próximo episódio. Letra: Jogo dos Bichos Na ponta da cidade o macaco abriu o casaco Na ponta da cidade o macaco abriu o casaco Tirou uma AR-15 e deu 10 tiro pro alto Falou que o macaco é novo dono do pedaço O macaco é amigo do ratinho extremista O macaco é amigo do ratinho extremista Que coleciona arma e tem bandeira nazista O ratinho é patriota e apoia as milícias Macaco fez acordo de distribuição com o gato Macaco fez acordo de distribuição com o gato Ta vendendo gasolina, água, gás, TV a cabo E ai do animal que for comprar em outro bairro Macaco tá cobrando segurança e pedágio Macaco tá cobrando segurança e pedágio Pra proteger o comércio do risco anunciado De ser assaltado por amigos do macaco Macaco é parceiro do buldogue da polícia M acaco é parceiro do buldogue da polícia Tem acesso ao armamento e também à munição Do lote irrastreável guardado no batalhão Quem guarda a fazenda do macaco é o cavalo Quem guarda a fazenda do macaco é o cavalo Que ajuda o macaco a lavar grana do tráfico No final de semana mata um gado pro churrasco Mas o melhor amigo do macaco é o grilo Mas o melhor amigo do macaco é o grilo Que se apossa de terreno do Estado e bem tranquilo Dá lucro pro macaco poder só andar no estilo O porco muito esperto foi procurar o macaco O porco muito esperto foi procurar o macaco Falou que esse ano ele vai sair candidato Prometeu defender os interesses do macaco O Leão paraguaio faz negócio com o macaco O Leão paraguaio faz negócio com o macaco Leão trabalha exclusivamente com tabaco E deixa com o macaco o transporte do cigarro O macaco e o pavão se tornaram muito amigos O macaco e o pavão se tornaram muito amigos Macaco dá ao pavão os furos de homicídios E o programa policial do pavão tá conhecido Macaco conseguiu ligação com o Hipopótamo Macaco conseguiu ligação com o Hipopótamo Ele vende um pozinho escasso e exótico A bicharada enlouquece no pó do Hipopótamo Assim o jogo dos bichos já tá prontinho pra começar E quem dá as regras do jogo é o Gambá militar
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Ep. 06 - Come-chão (3ª temporada)

Este episódio é um oferecimento da BELÍSSIMA E INSUPERÁVEL @promobitoficial. A produção do episódio foi feita por Igor Jesus e Morgana Moraes. A capa é de Morgana Moraes. As letras do Robinson você encontra aqui. Considere ser nosso apoiador pra perpetuar o projeto clicando aqui e buscando nossas plataformas de apoio. Siga nas redes sociais e nos envie mensagem pelo Instagram, Telegram e Twitter. Um abraço e até o próximo episódio. Letra: Eu preciso parar de coçar Os bafos quentes nos bueiros já escapavam na noite Quando o exército maléfico emergia pro açoite Das piscinas, banheiros, poças, pneus e mangues Se alastrando em sua ávida procura por sangue E pelos poros da cidade, suas janelas e frestas Infestaram os lares portando as suas moléstias E seus bicos agulhentos, sanguinários e potentes Sorveram nossos plasmas indiscriminadamente Mesmo à noite, ainda assim o calor me devora Por isso ao me cobrir deixo minhas pernas pra fora Pra que o sono seja plácido e os suores amenos O mosquito maldito não esperava por menos Ergueu seu voo bizarro na escuridão fervilhante Pra seus mil olhos terríveis, pouca luz era abundante Orientou seu voo caótico a meu pé descoberto Enquanto eu dormia profundamente boquiaberto Na manhã seguinte não me demorei a notar Quando a chanha pestilenta começou a coçar E eu cocei, cocei demais até não poder mais Mas em nada aplacou aquela coceira voraz Eu preciso parar de coçar a minha picadura Então fui me apercebendo, e me causou estranheza Que no lugar da picadura havia certa aspereza E a derme, antes macia, agora estava endurecida Protuperturbadamente quente doente e escurecida E enquanto aquele tom de cinza escuro aumentava A coceira insuportável na minha pele piorava E animada por irreprimível força interna A minha mão ia coçando pé, dedos, calcanhar e perna Pensamentos, sentimentos, tudo o que há em mim se entrega Pra essa tentação horrenda de manter o esfrega-esfrega E seu prazer doentio inundou minhas veias Enquanto a ferida aberta ficava cada vez mais feia Distraído na sanha hedônica de minha coceira Não me dei conta do avanço da pústula carniceira Quando olhei minhas pernas tinham aspecto esquisito Eu percebi que estava me transformando em um mosquito Eu preciso parar de coçar a minha picadura E um medo desvairado me emergiu das entranhas Ao me deparar com aquelas pernas pra lá de  estranhas Corri desesperadamente pra me olhar no espelho E enxerguei duas longas pernas cada com três joelhos A coceira mais intensa do que nunca se alçava A meu torso e meu corpo já inteiro coçava Minhas mãos frenéticas iam para trás e para frente roçando no meu couro cada vez mais rígido e quente Entumecido e enlouquecido de uma paixão delirante Eu fui sendo tomado por um calor sufocante E minha boca seca, cada vez mais sedenta Foi cedendo a uma vontade contumaz e virulenta Enquanto isso uma figura monstruosa me olhava Do outro lado do quarto apavorada e com raiva E outras mil surgiram, todas iguais a ela Eu aflito e agônico me joguei da janela Eu preciso sair pra caçar Pelas ruas pelas ruas Para me alimentar
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Cana (Música 3ª temporada)

Letra To sem grana pra beber cerveja Desce uma cana Que hoje eu talvez veja a grande imagem do meu drama O sangue envenenado dispõe De suas vantage Vou passar a noite inteira só pensando em sacanage Tendência alcoolista Quando sento na mesa Tiragostin suave Espetin de calabresa Perder a consciência Já está nos meus planos Desce logo latão Que hoje eu to salivando O decolonialismo demonstra com clareza Que o capitalismo criou-se na pobreza Na escravização dos povos africanos E na servidão dos povos americanos Amigo barista Traz um litro pepsi Pra ver se com ajuda A caranguejo desce Uma porção de farofa Outra de vinagrete Que cana quente é foda Tem gosto de gilete O que foi o nazismo no seu apogeu Se não colonialismo no território europeu O que os cara fizeram ali com o povo judeu O sul global do mundo mano também já sofreu To sem grana pra beber cerveja Desce uma cana Que hoje eu talvez veja a grande imagem do meu drama O sangue envenenado dispõe De suas vantage Vou passar a noite intera só pensando em sacanage A cana vai descendo A mente espairecendo E todo tipo de fuleragem Aparecendo Monogamia, Monocultura, Monoteísmo A Santíssima Trindade por trás do colonialismo O espetinho tá caro Só deu pra comprar um Calabresa borrachuda Que alegra o homem comum É aguardente entrando Na garganta travada E eu pensando em safadeza Na profunda madrugada To sem grana pra beber cerveja Desce uma cana Que hoje eu talvez veja a grande imagem do meu drama O sangue envenenado dispõe De suas vantage Vou passar a noite inteira  só pensando em sacanage Pólvora, boi, serra, plantation Elite Polystation Sonhando em ser Playstation Quando a marvada entra Arranha e me machuca Respeita num é bambu É cana de achugar To sem grana pra beber cerveja Desce uma cana Que hoje eu talvez veja a grande imagem do meu drama O sangue envenenado dispõe De suas vantage Vou passar a noite toda só pensando em sacanage
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Incongruente (Música 3ª temporada)

Letra Eu to precisando urgente ir no médico To pensando várias coisa, várias coisa sem nexo Como é que eu lembro de ser amnésico Será que cheiro verde é um tempero sinestésico (iê) Mulher Maravilha assisto ou injeto Uma casa no espaço não tem chão e nem teto Não se nota o amarelo quando tá tudo escuro Se eu habito no presente porque que sou do Futuro? Quem sou eu pra querer iê Falar de ser livre iê Senhor do destino iê Por nada controlado Não há jeito (não há) De não ser ser influenciado Até o mesmo o ar iê Foi condicionado iê O que que acontece alguém diz por favor Quando um embaixador entra num elevador Meu videocassete vou ter que excluir Muito avarento não aceita DVD Hoje precisei trocar lâmpada em casa Não dá mais a luz deve tá na menopausa A vida é pura mudança, não existe padrão Padre Marcelo Rossi é a única exceção As pessoas são nutriente dos edifícios É difícil ou não conhecer um Larisso Compromisso meu com os meus irmão To com pé no chão se pá Não falta disposição pra tankar Como eu me livro de um livro Tem quantos quilo um esquilo Se eu to com a mira no Miro Eu me retiro ou atiro Em pirulito eu não piro O melhor chico é o liro Apesar do biroliro Os corona nem me viro Confesso votei no Ciro... Confesso votei no Ciro… Confesso votei no Ciro… Confesso votei no Ciro… (Votei, votei nele) Calibre 12 pra cima da tropa Toma trator se vocês não querem a rosa -------------------------------------------
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Detetive's Odyssey (Música 3ª temporada)

Letra Resoluta na conduta de seu caso aberto A detetive analisa suas pista bem de perto Empolgada e intrigada em seu novo projeto Ela pensa tensa embaixo de um ventilador de teto O remetente realmente  era bem discreto Apontou só suficiente pra o caminho correto O pequeno severo silente, sacro e secreto Vertera Robinson em seu nome predileto Filho de Robin, tipo assim, parcerin do batmorcego Cê entende, nego? Ela desvendou de pronto E foi ao encontro de sua próxima pista Direto no ponto, na lojinha de revista Em quadrin, sim, Logo lá estavela De frente pra uma tela na parede Com uma imagem do Robin em que ele dizia assim em letras garrafazes Pasmem “Holy Father, Batman” Isso subiu pra mente dela E como quem não quer nada Olhou pela janela do lugar escuro e mofado E no poste ao lado estava pregado Um panfleto velho e amarelado Dizendo “Pai Ricardo de Oxossi - Pai de Santo Trago o que for procurado Prevejo o futuro e leio o passado Agende uma consulta, marque uma escuta Não chegue atrasado - pagamento adiantado” E ela pensou, só pode ser isso, é um recado do universo Eu confesso é muita coincidência mas isso é ciência Isso é probabilidade Qual a chance disso acontecer na realidade? Ligou marcou e cortou a cidade Enfim a detetive sentia estar mais próxima à verdade Ao chegar ao seu destino em seu mocassim feminino a implacável detetive teve um susto repentino Ao ter uma impressão suave, mas ainda bastante grave De que antes ali já estivera, noutro tempo, noutra era, talvez Mas que seu futuro encontro já houvera outra vez Entrando no espaço esotérico de Pai Ricardo Repleto dos mais variados objetos por todo lado Figuras de múltiplas culturas a ela alheias Imagens, mensagens, flores de várias cores, candeias A penumbra enevoada de cheiro adocicado Foi deixando o corpo da detetive pesado E num lapso rápido do outro lado da sala Pai Ricardo emerge como que do nada e fala Sei da tua busca Sei dos teus anseios Sei onde queres chegar E sei teus meios Sei do que dizes para ti mesma E sei que mentes Sei que o que procura não está no presente O que não sei, porém, de sua caricata figura É se estás mesmo pronta pra encontrar o que procuras E do interior da carne das paredes as vozes disseram Será que você quer encarar Os efeitos dessa decisão? Digo que é talvez seja melhor parar Sua busca pelo Robinson (x2) Pondo as mãos nas orelhas sem aguentar mais A detetive disse que sim, que era capaz Me dê logo a minha resposta e me deixe em paz Mas é claro, é só me adiantar os 50 reais E assim o fez Barganhando com sua lucidez O pai de santo branco com altivez Transformou em sim qualquer talvez E profetizou como da última vez Quem procuras está na mais elevada E famigerada das montanhas da cidade O mistério que trazes no coração No morro do careca acharás tua solução
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To Ficando Velho (Música da 3ª temporada)

Letra: Tá me dando um desgosto olhar no espelho Tô parecendo cada vez mais o meu joelho Porra até na minha orelha ta nascendo pelo To começando a achar que to ficando velho Eu queria não ligar mas eu não consigo Não adianta nem tentar me dar conselho Já nasceu cabelo até nos meus pés To começando a achar que to ficando velho Não importa o que eu faça To ficando velho Cada dia que passa Eu fico mais velho O metabolismo baixa Enquanto eu fico velho Doido é quem se agacha Quando se é velho Admito ficar velho até que bom Você vai desenvolvendo o seu dom De saber tranquilamente afinar seu tom Muito da memória RAM se torna ROM Meu pé tá criando calo, minhas costa doendo Esqueço muito do que falo, durmo se to lendo To acordando com os galo, com um sono tremendo Mas não consigo voltar a dormir nem fudendo Não importa o que eu faça To ficando velho Cada dia que passa Eu fico mais velho O metabolismo baixa Enquanto eu fico velho Doido é quem se agacha Quando se é velho Eu acordo cansado Eu vou dormir cansado Preocupação a bessa Com uns boleto bolado Meu cabelo caindo Chamo minha namorada Mor vamo no cinema To com duas entrada Admito ficar velho até que bom Você vai desenvolvendo o seu dom De saber tranquilamente afinar seu tom Muito da memória RAM se torna ROM Eu queria não ligar mas eu não consigo Não adianta nem tentar me dar conselho Ja nasceu cabelo branco até nos meus pentelho To começando a achar que to ficando velho
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Ep. 05 - Cana (3ª temporada)

Este episódio é SIM, SIM ELE É, ISTO MESMO um oferecimento da graciosa e suculenta PROMOBIT. Acessem o site dos cara que é garantimento e baixam o app. Letra: Cana To sem grana pra beber cerveja Desce uma cana Que hoje eu talvez veja a grande imagem do meu drama O sangue envenenado dispõe De suas vantage Vou passar a noite inteira só pensando em sacanage Tendência alcoolista Quando sento na mesa Tiragostin suave Espetin de calabresa Perder a consciência Já está nos meus planos Desce logo latão Que hoje eu to salivando O decolonialismo demonstra com clareza Que o capitalismo criou-se na pobreza Na escravização dos povos africanos E na servidão dos povos americanos Amigo barista Traz um litro pepsi Pra ver se com ajuda A caranguejo desce Uma porção de farofa Outra de vinagrete Que cana quente é foda Tem gosto de gilete O que foi o nazismo no seu apogeu Se não colonialismo no território europeu O que os cara fizeram ali com o povo judeu O sul global do mundo mano também já sofreu To sem grana pra beber cerveja Desce uma cana Que hoje eu talvez veja a grande imagem do meu drama O sangue envenenado dispõe De suas vantage Vou passar a noite intera só pensando em sacanage A cana vai descendo A mente espairecendo E todo tipo de fuleragem Aparecendo Monogamia, Monocultura, Monoteísmo A Santíssima Trindade por trás do colonialismo O espetinho tá caro Só deu pra comprar um Calabresa borrachuda Que alegra o homem comum É aguardente entrando Na garganta travada E eu pensando em safadeza Na profunda madrugada To sem grana pra beber cerveja Desce uma cana Que hoje eu talvez veja a grande imagem do meu drama O sangue envenenado dispõe De suas vantage Vou passar a noite inteira  só pensando em sacanage Pólvora, boi, serra, plantation Elite Polystation Sonhando em ser Playstation Quando a marvada entra Arranha e me machuca Respeita num é bambu É cana de aSUGAR To sem grana pra beber cerveja Desce uma cana Que hoje eu talvez veja a grande imagem do meu drama O sangue envenenado dispõe De suas vantage Vou passar a noite toda só pensando em sacanage
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Ep. 04 - Pepsiman (3ª temporada)

Segurem seus chapéus porque um episódio novo acabou de cair nos seus peito. Mas falaí, foi POPAGANDA OU PROPAGANDA? Avalia o podcast aí, manda um reviewzinho pra nós, dá aquela votadinha, vai... te amo --------------------------------------------------- Este episódio é nada mais ou menos que um episódio da Promobit.
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Ep. 03 - Assim falou ZaraRobso (3ª temporada)

Esse episódio é nada mais nada menos que um oferecimento da magnânima, imensa e cheirosa PROMOBIT. Deixou pra comprar os presentes de Natal e Ano Novo de ultima hora? Cola lá na Promobit e garante um produtinho de qualidade, verificado e BARATIN. Letra 01: [DETETIVE'S ODYSSEY] Resoluta na conduta de seu caso aberto A detetive analisa suas pista bem de perto Empolgada e intrigada em seu novo projeto Ela pensa tensa embaixo de um ventilador de teto O remetente realmente  era bem discreto Apontou só suficiente pra o caminho correto O pequeno severo silente, sacro e secreto Vertera Robinson em seu nome predileto Filho de Robin, tipo assim, parcerin do batmorcego Cê entende, nego? Ela desvendou de pronto E foi ao encontro de sua próxima pista Direto no ponto, na lojinha de revista Em quadrin, sim, Logo lá estavela De frente pra uma tela na parede Com uma imagem do Robin em que ele dizia assim em letras garrafazes Pasmem “Holy Father, Batman” Isso subiu pra mente dela E como quem não quer nada Olhou pela janela do lugar escuro e mofado E no poste ao lado estava pregado Um panfleto velho e amarelado Dizendo “Pai Ricardo de Oxossi - Pai de Santo Trago o que for procurado Prevejo o futuro e leio o passado Agende uma consulta, marque uma escuta Não chegue atrasado - pagamento adiantado” E ela pensou, só pode ser isso, é um recado do universo Eu confesso é muita coincidência mas isso é ciência Isso é probabilidade Qual a chance disso acontecer na realidade? Ligou marcou e cortou a cidade Enfim a detetive sentia estar mais próxima à verdade Ao chegar ao seu destino em seu mocassim feminino a implacável detetive teve um susto repentino Ao ter uma impressão suave, mas ainda bastante grave De que antes ali já estivera, noutro tempo, noutra era, talvez Mas que seu futuro encontro já houvera outra vez Entrando no espaço esotérico de Pai Ricardo Repleto dos mais variados objetos por todo lado Figuras de múltiplas culturas a ela alheias Imagens, mensagens, flores de várias cores, candeias A penumbra enevoada de cheiro adocicado Foi deixando o corpo da detetive pesado E num lapso rápido do outro lado da sala Pai Ricardo emerge como que do nada e fala Sei da tua busca Sei dos teus anseios Sei onde queres chegar E sei teus meios Sei do que dizes para ti mesma E sei que mentes Sei que o que procura não está no presente O que não sei, porém, de sua caricata figura É se estás mesmo pronta pra encontrar o que procuras E do interior da carne das paredes as vozes disseram Será que você quer encarar Os efeitos dessa decisão? Digo que é talvez seja melhor parar Sua busca pelo Robinson (x2) Pondo as mãos nas orelhas sem aguentar mais A detetive disse que sim, que era capaz Me dê logo a minha resposta e me deixe em paz Mas é claro, é só me adiantar os 50 reais E assim o fez Barganhando com sua lucidez O pai de santo branco com altivez Transformou em sim qualquer talvez E profetizou como da última vez Quem procuras está na mais elevada E famigerada das montanhas da cidade O mistério que trazes no coração No morro do careca acharás tua solução Letra 02: [INCONGRUÊNCIA] https://www.letras.mus.br/robinson-do-futuro/incongruencia/
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Ep. 02 - Krisis de media ætatem (3ª temporada)

Esse episódio é um oferecimento de ninguém mais ninguém menos que a PROMOBIT, AMIGOS!!! Já baixou o app, meu burocrata? Letra: Tá me dando um desgosto olhar no espelho To parecendo cada vez mais o meu joelho Porra até na minha orelha ta nascendo pelo To começando a achar que to ficando velho Eu queria não ligar mas eu não consigo Não adianta nem tentar me dar conselho Ja nasceu cabelo até nos meus pés To começando a achar que to ficando velho Não importa o que eu faça To ficando velho Cada dia que passa Eu fico mais velho O metabolismo baixa Enquando eu fico velho Doido é quem se agacha Quando se é velho Admito ficar velho até que bom Você vai desenvolvendo o seu dom De saber tranquilamente afinar seu tom Muito da memória RAM se torna ROM Acordo cansado Vou dormir cansado Preocupação a bessa Com uns boleto bolado Meu cabelo caindo Chamo minha namorada Mor vamo no cinema To com duas entrada Meu pé tá criando calo, minhas costa doendo Esqueço muito do que falo, durmo se to lendo To acordando com os galo, com um sono tremendo Mas não consigo voltar a dormir nem fudendo Eu queria não ligar mas eu não consigo Não adianta nem tentar me dar conselho Ja nasceu cabelo branco até nos meus pentelho To começando a achar que to ficando velho
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Ep. 01 - Eterno Retorno (3ª Temporada)

E ESTÁ DE VOLTA DEPOIS DE UM SUMIÇO COLOSSAL ESSE PODCAST LONGO E REPLETO DE CONTEÚDO ORIGINAL, ISSO MESMO, O RESPONDENDO EM VOZ ALTA. Concomitante, está aqui mais um episódio do Robinson do Futuro.\r\n\n\r\n\r\n\nLetra da música: não tem música.\r\n\n\r\n\r\n\n\r\n\r\n
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Fracturado - Todas as Músicas da 2ª Temporada

Ordem das músicas: 1. Firmão 2. Cansado 3. Aperto 4. Bem Vindos 5. Robinson do Amanha 6. Batalha dos Afetos 2.0 P1 7. Batalha dos Afetos 2.0 P2 8. Batalha dos Afetos 2.0 P3 9. Batalha dos Afetos 2.0 P4 10. Tímido 11. Não é Justo 12. Homem Branco Vive 13. Robinson Perverso 14. Antidescarga 15. Itaipava de Madrugada 16. Monange
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Bararararom - Músicas do Café com Ansiedade

Café com Ansiedade – Episódio 03 Barararon Robinson, barararon Com a Ansiedade chegando no mesmo tom Eu sou o Robinson, barararon Com a Ansiedade chegando no mesmo tom (2x) Eu sei que tudo que eu falo quase sempre tem proposito Deposito de angustia esse é mesmo o meu dom Mas é que o som da minha astucia se apresenta na minucia De não ter objetivo no meu barararon Essa é a arte que faz parte de um cenário bem maior Que bate e rebate o Beat nos ouvidos da Fandom Na sua vida cê não ouviu de alguma boca algo melhor Que o chiclete que se repete nesse barararon Robinson, barararon Com a Ansiedade chegando no mesmo tom Robinson, barararon Com a Ansiedade chegando no mesmo tom (2x) Agora é serio que o mistério deste talento incomum É o impropério de criar um som sem critério nenhum Só espero que a música que gero reverbere nos Rogérios Lauras, Anas, Valérios, parques, praias, cemitérios Por todo canto do império, assim nos dois hemisférios Até pra quem acha que o macho da bactéria se chama bactério E quando eu lapido o minério pra dar aquele brilho Esse é o efeito deletério do meu RAP andarilho Tudo bem, não sei o que tô fazendo aqui Me convidaram pra fazer a introdução mas e ai? Qual o tema da canção? Qual o tema Ansiedade? Então Robinson a verdade é que não tem tema algum Mas isso é algo comum nas letras de hoje em dia Basta ter um refrão pegado a galera aprecia É só a gente falar varias coisas meio no Random e deixar soar o barararon barararon Robinson, barararon Com a Ansiedade chegando no mesmo tom Robinson, barararon Com a Ansiedade chegando no mesmo tom (2x)
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Meu Nome é Ansiedade - Músicas do Café com Ansiedade

Café com Ansiedade – Episódio 02 Meu Nome é Ansiedade Meu nome é ansiedade E eu tenho o meu próprio programa Sim eu sou a celebridade Que 2020 ama Dizem que tenho dificuldade Em conseguir lidar com a fama Mas seu papel é só levantar a mão O meu é segurar a Genkidama Falaram que eu não conseguiria Olha agora onde eu tô Alguns falam que eu sou vazia Mas só são cheios de cocô Reclamam de como eu trato o Amor-próprio E de fato o ódio que existe entre nós não é brinquedo Aqui no escritório é briga de território Isso não é nenhum segredo Não dá pra entender Porque que demorou esse tempão Não dá pra entender Pra eu ganhar a sua permissão Não dá pra entender Pra Hostear o meu próprio programa Não dá pra entender Robinson todo mundo me aclama Robinson você é burro Digo memo não sussurro Empurro, surro, dou murro De talento em Dom Casmurro Sua vida é entediante Não tem nada interessante É um discípulo de Kant Crítica à razão pedante É o arquétipo patético De um pré-diabético Estático diante Do meu ritmo frenético Estético, elétrico, inédito Mais que isso tudo métrico Meus versos são ecléticos Fáticos, fartos, proféticos Me fala Robinson na batida desse som Porque cê fica na sombra? É de se assombrar O tempo vai te cobrar Tá legal, tudo bem, vou dizer, vou falar Nunca sei se devo me decidir Qual caminho prosseguir A inércia catapulta meu destino Sou assim desde menino Penso demais Por tempo demais, vacilo demais Existo demais Eu quero te contar, Ansiedade Que talvez seja verdade tudo o que você falou Que eu tenho muita dificuldade Para com tranquilidade entender quem sou Sou uma pessoa ou um saco de batata? Nessa vida chata Pacata, sensata, sem sal, sem sonho e abstrata Que acata, que cata alegrias, que agride com agonias Que acolhe apatias encolhe a existência em pura monotonia Borrão indiferença um dia de outro dia No medo de viver a vida com autonomia Me sinto incapaz de tomar decisões Manter o tanto faz evita confusões Eu só desejo paz sem atribulações Quem se desresponsabiliza Se visibiliza perante as ações E fantasmas não deixam funções Me sinto incapaz de tomar decisões Manter o tanto faz evita confusões Eu só desejo paz sem atribulações Quem se desresponsabiliza Se visibiliza perante as ações E fantasmas não deixam funções
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Nunca Deixe de Acreditar - Músicas do Café com Ansiedade

Café com Ansiedade – Episódio 01 Nunca Deixe de Acreditar A vida é dura irmão Como caroço de feijão Que não cozinhou bem Veja bem quando alguém te mandar desistir Você precisa insistir, prosseguir Sem parar, pro seu sonho conseguir realizar Persistência é tudo o que há Entre você e seu sucesso Isso é um excesso de otimismo eu sei Mas pensar dessa forma te ajuda A se responsabilizar Pela sua própria vida Realizar o possível Esquecer o impossível Nivelar pelo seu nível Mas que verso horrível Inadmissível que a cabeça do Robinson me atrapalhe No meu Freestyle Não posso falhar, mas pensando bem talvez falhe Provavelmente falhe E me esmigalhe, me embaralhe Não posso errar nenhum detalhe Uma lição pra que você nunca se atrapalhe Baleia que se bronzeia talvez encalhe Faça o que é possível, nunca deixe de acreditar Faça o que é possível, nunca deixe de acreditar Faça o que é possível, nunca deixe de acreditar Faça o que é possível, nunca deixe de acreditar O que eu quero dizer, minha irmã Acompanha o meu verso Aqui não é visão errada É papo de progresso Se você confiar, sempre Desde o começo Pode ser que o seu Robinson Um dia vire do avesso Faça o que é possível, nunca deixe de acreditar Faça o que é possível, nunca deixe de acreditar.
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