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Homenagem do Verso da Prosa ao amigo e professor Bruno Curcino
Episode in
Verso da Prosa
Nota: uma celebração em forma de Jazz para o amigo que tanto amou esse ritmo feito de resistência e poesia assim como ele próprio era feito. “A love supreme” – 1964 – John Coltrane (com McCoy Tyner, Jimmy Garrison e Elvin Jones).
Sobre um amor supremo
Fiquei muito tempo pensando no que escrever para meu amigo que se foi tão cedo. Concluí, não sem alguma dúvida, que 45 literários anos só poderiam ser vistos sob a perspectiva do culto máximo desse professor, filho, irmão, amigo, companheiro, namorado e tantas outras coisas que não cabem nas palavras: a Literatura. Personagem errático e fabuloso dentro de um conto do Cervantes. Sensível como um Samsa. Agreste como um Fabiano nas agruras de uma vida de securas. Combativo como um apanhador num campo vasto de centeio. Menino como um verso do Manoel de Barros no sítio do Lobato. Poético como um parágrafo de Clarice ou como um enigma insolúvel de Drummond. Rosa do povo vivendo o sentimento do mundo. Foi Quintana e foi Bilac nas suas simplicidades herméticas. Foi um Nassar navegando os Cânticos mais profundos da sua própria alma. Um Pound antenado na poesia do mundo. Um Brecht esperançoso por uma mudança que ainda não veio. Um Policarpo com o dedo em riste para um Brasil de sonho e delírio. Um contorcionista sentado numa cadeira como um pícaro do Suassuna. Um ouvido agudo para o Jazz cortante narrado por Cortázar. Uma pessoa de profundidades insondáveis, só compreendido mesmo pela Pessoa que se quebrou em muitos, que foi Bernardo, Álvaro, Ricardo… Para entendê-lo, talvez, só o voo de um Corvo chamado Poe. Enfim, foi um dândi sem sê-lo, foi dissimuladamente Wilde e tropicalmente Saramago. Byron de Azevedo das madrugadas desassossegadas. Borges e Coralina dos dias. Whitman das liberdades. Olhou ternamente – como Raquel, Carolina e João Cabral – o destino dos miseráveis. Perdeu-se casmurro na estrada de Kerouac. Flanou à brasileira como Baudelaire. Bradou feito um Leminski caipira dos Matos. Foi por vezes leve como Cecília. Foi Bandeira do velho Graça. Foi Amado e amou a vida e foi espancado por ela como João do Rio, Lima Barreto e João Antônio, foi flor e foi belo, foi cometa e rocha. Foi paradoxalmente vivo na morte. Foi tragicomicamente muitos. Macunaimou. Vida longa ao legado etéreo e às memórias póstumas de Bruno Curcino. Vida longa à Literatura. Até o último suspiro transformado em prosa e verso.
Com admiração, respeito e amizade,
Estéfani Martins por Verso da Prosa.
P.S.: caro irmão, você ainda vai tornar-se Literatura.
05:34
P2016-009-B – “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos (Parte 2 de 2)
Episode in
Verso da Prosa
Ficha técnica – “Vidas secas” – 1938 – Graciliano Ramos.
(Parte 2)
P2016-009-B
Edição
73ª edição. Editora Record.
Apresentação, produção e edição
Luciene Teixeira.
Leobaldo Prado.
Estéfani Martins.
Convidados especiais
Bruno Curcino, professor de Literatura.
Cirlei Garcia, professora de Literatura.
Presenças ilustres
Laura, Júlia, Larissa e Monique.
Músicas
1 – Baiano e os Novos Caetanos – “Volume 1” – 1974 – “Folia de Reis”.
2 – Fim de feira – “A revolução dos pebas” – 2008 – “Estradas e Retirantes”.
3 – Antônio Nóbrega – “Madeira Que Cupim Não Rói / A Pancada do Ganza 2” – 1997 – “Madeira que cupim não rói”.
4 – Raimundo Sodré – “A massa” – 1980 – “A massa”.
5 – Pifarinha – “Do coco ao barroco” – 2008 – “O Sertão da farinha podre”.
6 – Sergio Sampaio – “Eu quero é botar meu bloco na rua” – 1973 – “Eu quero é botar meu bloco na rua”.
7 – Caçapa – “Elefantes da rus nova” – 2011 – “Rojão Nº 1”.
8 – O Rappa – “Lado B Lado A” – 1996 – “O homem amarelo”.
9 – Orquestra Armorial – “Gavião” – 1976 – “Aboio esporiado”.
10 – Lula Côrtes e Zé Ramalho – “Paêbiru” – 1975 – “Não existe molhado igual ao pranto”.
11 – Maria Bethânia – “A força que nunca seca” – 1999 – “A força que nunca seca”.
12 – Comadre Florzinha – “Comadre Florzinha” – 1999 – “Angicos”.
13 – Fim de feira – “A revolução dos Pebas” – 2008 – “Estradas e retirantes”.
14 – Ednardo – “Ednardo” – 1979 – “Enquanto engoma a calça”.
15 – Quarteto Novo – “Quarteto novo” – 1967 – “Canta Maria”.
16 – Baiano e os Novos Caetanos – “Volume 1” – 1974 – “Urubu tá com raiva do boi”.
Referências teóricas
1 – Graciliano Ramos
Falo somente com o que falo:
com as mesmas vinte palavras
girando ao redor do sol
que as limpa do que não é faca:
de toda uma crosta viscosa,
resto de janta abaianada,
que fica na lâmina e cega
seu gosto da cicatriz clara.
Falo somente do que falo:
do seco e de suas paisagens,
Nordestes, debaixo de um sol
ali do mais quente vinagre:
que reduz tudo ao espinhaço,
cresta o simplesmente folhagem,
folha prolixa, folharada,
onde possa esconder-se na fraude.
Falo somente por quem falo:
por quem existe nesses climas
condicionados pelo sol,
pelo gavião e outras rapinas:
e onde estão os solos inertes
de tantas condições caatinga
em que só cabe cultivar
o que é sinônimo da míngua.
Falo somente para quem falo:
quem padece sono de morto
e precisa um despertador
acre, como o sol sobre o olho:
que é quando o sol é estridente,
a contrapelo, imperioso,
e bate nas pálpebras como
se bate numa porta a socos. (João de Cabral de Melo Neto)
2 – “Morte e vida severina” – 1967 – João Cabral de Melo Neto.
3 – “Zezinho, o dono da porquinha preta” – 1981 – Jair Vitória.
4 – “Os dez mandamentos” – 1956 – Cecil B. DeMille.
5 – “Os pássaros feridos” – 1983 – Daryl Durke.
6 – “Sissi, a imperatriz” – 1956 – Ernst Marischka.
Indicações
1 – “Antônio Candido, leitor de Graciliano Ramos” – Luís Bueno de Camargo.
http://revistas.ufpr.br/letras/article/view/10944/10554
2 – “A arte de ter razão” – Arthur Schopenhauer.
https://kosmotheories.files.wordpress.com/2016/02/38-estrategias-para-vencer-qual-arthur-schopenhauer.pdf
3 – “Morte e vida severina” – 1967 – João Cabal de Melo Neto.
http://www.curso-objetivo.br/vestibular/obras_literarias/Joao_Cabral_Melo_Neto/morte_severina.pdf
http://cdnbi.tvescola.org.br/resources/VMSResources/contents/document/publications/1402921167454.pdf
4 – “Discurso sobre a servidão voluntária” – 1549 – Étienne de La Boétie.
5 – “Vidas secas” – 2015 – Eloar Guazelli e Arnaldo Branco.
http://www.record.com.br/images/livros/capitulo_gc2brr.pdf
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58:25
P2016-009-A – “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos (Parte 1 de 2)
Episode in
Verso da Prosa
Ficha técnica – “Vidas secas” – 1938 – Graciliano Ramos.
(Parte 1)
P2016-009-A
Edição
73ª edição. Editora Record.
Apresentação, produção e edição
Luciene Teixeira.
Leobaldo Prado.
Estéfani Martins.
Convidados especiais
Bruno Curcino, professor de Literatura.
Cirlei Garcia, professora de Literatura.
Presenças ilustres
Laura, Júlia, Larissa e Monique.
Músicas
1 – Maria Bethânia – “Maria Bethânia” – 1965 – “Carcará”.
2 – Cordel do Fogo Encantado – “Cordel do Fogo encantado” – 2001 – “Os Oim do Meu Amor”.
3 – Ednardo – “O romance do pavão mysteriozo” – 1974 – “A palo seco”.
4 – Sivuca – “Sivuca Sinfônico” – 2007 – “João e Maria”.
5 – Orquestra Armorial – “Gavião” – 1976 – “Aboio Esporiado”.
6 – Banda de Pau e corda – “Vivência(1973) e Redenção(1974)” – Série 2 em 1 – “A seca chegou”.
7 – Cabruêra – “Sons da Paraíba” – 2008 – “Chuva Chovendo”.
8 – Orquestra de Cordas Dedilhadas de Pernambuco – 1984 – “Terra Nova”.
9 – Luiz Gonzaga – Trila sonora do filme “Nordeste sangrento”, inspirado no livro “Os sertões” de Euclides da Cunha – 1963 – “Nordeste Sangrento”.
10 – Fim de feira – “A revolução dos pebas” – 2008 – “Estradas e Retirantes”.
11 – Infierno – “Infierno” – 2001 – “Construção”.
12 – Dibigode – “Naturais e idênticos ao natural” – 2010 – “Desfiladeiro”.
13 – Orquestra de Cordas dedilhadas de Pernambuco – 1984 – “Lamento nordestino”.
14 – Trilha sonora do filme “Baile Perfumado” – 1996 – “Salustiano Song” (instrumental).
15 – Lenine – “Falange Canibal” -2002 – “O silêncio das estrelas”.
16 – Alceu Valença e Geraldo Azevedo – “Quadrafônico” – 1972 – “Novena”.
17 – Zé Ramalho – “A peleja do Diabo com o dono do céu” – 1979 – “Admirável gado novo”.
Textos adicionais
Texto introdutório – “Sobre a secura da vida e do governo” – autoria e locução – Leobaldo Prado.
Referências teóricas
1 – “Caetés” – Graciliano Ramos.
2 – Sobre os relatórios de Graciliano Ramos quando prefeito de Palmeira dos índios.
http://www.revistadehistoria.com.br/secao/conteudo-complementar/relatorio-da-prefeitura-municipal-de-palmeira-dos-indios-1930
3 – “Memórias do cárcere” – Graciliano Ramos.
4 – Antônio Candido – Sobre os 75 anos de “Angústia” de Graciliano Ramos.
https://www.youtube.com/watch?v=p3r-dY-0Ows
5 – “A peste” – Camus (Trad. Graciliano Ramos).
http://graciliano.com.br/site/obra/a-peste-1950/
6 – Fiodor Mikhailovich Dostoievski.
http://educacao.uol.com.br/biografias/fiodor-dostoievski.htm
7 – “Bagaceira” – José Américo de Almeida.
8 – “Rebeldes primitivos” – Eric Hobsbawn.
9 – Sobre o cangaço
http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/fascinantes-facinoras
http://revistacult.uol.com.br/home/2011/08/o-gangster-do-sertao-2/
http://revistacult.uol.com.br/home/2012/04/livro-traz-fotos-ineditas-de-lampiao-e-seu-bando/
http://revistacult.uol.com.br/home/2011/02/visoes-originais-sobre-o-cangaco/
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742003000200012
http://www.direitoeliberalismo.org/hobsbawm-cangaco-e-metodo-historico/
10 – “Era dos extremos” – Eric Hobsbawn.
11 – “Tronco do Ipê” – 1871 – José de Alencar.
12 – “O sertanejo” – 1875 – José de Alencar.
13 – “O gaúcho” – 1870 – José de Alencar.
14 – “Jeca Tatu” – Monteiro Lobato.
15 – “O quinze” – Raquel de Queirós.
16 – “Menino de engenho” – José Lins do Rego.
17 – “Casa de pensão” – Aluísio de Azevedo.
18 – “A cidade e as serras” – Eça de Queirós.
19 – “Civilização” – Eça de Queirós.
Observação importante
Por questões técnicas, temporais, emocionais, tântricas e tecnológicas, o programa sobre “A cidade e as serras” será publicado nas próximas semanas. Enfim, mentimos. Mentimos fragorosamente. Todavia, Picasso nos ensina e abre a possibilidade de um perdão para nós quando afirma que “a arte não é a verdade. A arte é uma mentira que nos ensina a compreender a verdade.”.
Indicações
As indicações estarão na parte 2 deste programa.
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55:15
P2016-008B – “Iracema”, de José de Alencar (Parte 2 de 2)
Episode in
Verso da Prosa
Ficha técnica – “Iracema” ou “Iracema, lenda do Ceará” – 1865 – José de Alencar.
(Parte 2)
P2016-008-B
Edição de referência
Várias edições.
Apresentação, produção e edição
Luciene Teixeira.
Leobaldo Prado.
Estéfani Martins.
Convidados
Bruno Curcino, professor de Literatura.
Cirlei Garcia, professora de Literatura.
Leda Costa, professora de Redação.
Músicas
1 – Jethro Tull – “Stand up” – 1969 – “Bourée”.
https://www.youtube.com/watch?v=N2RNe2jwHE0
2 – Heitor Villa-Lobos – 1930-45 – “Bachianas Brasileiras – No. 7 Complete”.
https://www.youtube.com/watch?v=fiID-gjFDhg
3 – Wolfgang Amadeus Mozart – “Lacrimosa” (“Dies irae” – Missa do requiem).
https://www.youtube.com/watch?v=k1-TrAvp_xs
4 – G.F. Handel – 1739 – “Concerto Grosso Op. 6, No. 1 in G major” – Neville Marriner.
https://www.youtube.com/watch?v=sAvFbMCpGDo
5 – Ennio Morricone – “Once Upon A Time In America” Soundtrack – “Soundtrack suite”.
https://www.youtube.com/watch?v=LaZFLkR6fVU
6 – Chico Buarque – “As cidades” – 1998 – “Iracema voou”.
https://www.youtube.com/watch?v=6O-sJPa1gvQ
Referências teóricas
1 – “Ubirajara” – 1754 – José de Alencar.
2 – “Guarani” – 1857 – José de Alencar.
3 – As cartas de José de Alencar e os escravagismo.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0810200808.htm
http://www.uesc.br/revistas/eidea/revistas/revista7/eid&a_n7_12_mirian.pdf
4 – “Uraguai” – 1769 – Basílio da Gama.
5 – “Caramuru” – 1781 – Santa Rita Durão.
6 – “Por que ler os clássicos?” – 1991 – Ítalo Calvino.
7 – “Questões de Literatura e de Estética” – 1924-41 – Mikhail Bakhtin.
8 – “Mito e história em Iracema: a recepção crítica mais recente” – 2007 – Vagner Camilo.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-33002007000200014
9 – “Geografia da fome” – 1946 – Josué de Castro.
Indicações
1 – “Coisas de índio: versão infantil” – 2002 – Daniel Munduruku.
http://danielmunduruku.blogspot.com.br/
2 – “Ana Terra” – “Continente” – 1949 – “O tempo e o vento” – Érico Veríssimo.
3 – “Dos canibais” – 1580 – Michel de Montaigne.
http://www.ufscar.br/~igor/wp-content/uploads/mont.pdf
4 – “A inconstância da alma selvagem” – 2002 – Eduardo Viveiros de Castro.
http://www.antropologia.com.br/comu/colab/c13-release_vcastro.pdf
5 – “Macunaíma” – 1928 – Mário de Andrade.
6 – “Alabama Monroe” – 2012 – Felix Van Groeningen.
7 – “História da Literatura Brasileira” – Ferdinand Denis.
http://200.17.141.110/senalic/I_senalic/textos_completos/Sara_Rog%E9ria_Santos_Barbosa.pdf
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55:08
P2016-008A – “Iracema”, de José de Alencar (Parte 1 de 2)
Episode in
Verso da Prosa
Ficha técnica – “Iracema” ou “Iracema, lenda do Ceará” – 1865 – José de Alencar.
(Parte 1)
P2016-008-A
Edição de referência
Várias edições.
Apresentação, produção e edição
Luciene Teixeira.
Leobaldo Prado.
Estéfani Martins.
Convidados
Bruno Curcino, professor de Literatura.
Cirlei Garcia, professora de Literatura.
Leda Costa, professora de Redação.
Músicas
1 – Ennio Morriconne – “The Mission” – 1986 – Tema principal.
2 – James Newton Howard – 2006 – “Blood Diamond”.
3 – Heitor Villa Lobos – 1917 – “Uirapuru”.
4 – James Horner – “Braveheart” soundtrack – 1995 – “For the love of a princess”.
5 – James Horner – “Avatar” soundtrack – 2009 – “Becoming one of the people”.
6 – Os Tápes – “O canto da gente” – 1975 – “Dança da Lagoa do Sol”.
7 – Jacob Reuven – Mandolin with Raanana Symphonette Orchestra – 2013 – “Fado instrumental”.
8 – Yanni & Enya – “Dances with wolves” soundtrack – 1990 – “Dances with wolves”.
9 – Sepultura – “No coração dos deuses” – 1999 – “O Desconhecido”.
https://www.youtube.com/watch?v=WVLx7wFppaU
10 – Sepultura – “No coração dos deuses” – 1999 – “Gibão de couro”.
11 – Sepultura – “No coração dos deuses” – 1999 – “Índios”.
12 – Alberto Iglesias – “The kite runner” soundtrack – 2007 – “Kite shop”.
Referências teóricas
1 – “Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens” – 1754 – Jean-Jacques Rousseau.
2 – “Tal é o livro do Sr. José de Alencar, fruto do estudo e da meditação, escrito com sentimento e consciência… Há de viver este livro, tem em si as forças que resistem ao tempo, e dão plena fiança do futuro… Espera-se dele outros poemas em prosa. Poema lhe chamamos a este, sem curar de saber se é antes uma lenda, se um romance: o futuro chamar-lhe-á obra-prima.” – 1866 – Machado de Assis (Diário do Rio de Janeiro).
3 – “O cortiço” – 1890 – Aluísio de Azevedo.
4 – “Cidade e as Serras” – 1901 – Eça de Queirós.
5 – “Helena” – 1876 – Machado de Assis.
6 – “Iaiá Garcia” – 1878 – Machado de Assis.
7 – “Sonhos d’Ouro” – 1872 – José de Alencar. (“Benção paterna”, introdução sobre a própria obra, mas também das intenções literárias do autor.)
8 – “Til” – 1872 – José de Alencar.
9 – “Formação da literatura brasileira” – 1975 – Antônio Candido.
10 – “O povo que chupa o caju, a manga, o cambucá e a jabuticaba pode falar uma língua com igual pronúncia e o mesmo espírito do povo que sorve o figo, a pera, o damasco e a nêspera?” – José de Alencar.
11 – “O conhecimento da língua indígena é o melhor critério para a nacionalidade da literatura. Ele nos dá não só o verdadeiro estilo, como as imagens poéticas do selvagem, os modos de seu pensamento, as tendências de seu espírito, e até as menores particularidades de sua vida. É nessa fonte que deve beber o poeta brasileiro é dela que há de sair o verdadeiro poema nacional, tal como eu o imagino.” – José de Alencar.
12 – “O guarani” – 1857 – José de Alencar.
13 – “Ubirajara” – 1874 – José de Alencar.
14 – “Olhar 43” – “Revoluções por minuto” – 1985 – RPM.
https://www.youtube.com/watch?v=Xin46vgD8p4
15 – “Senhora” – 1875 – José de Alencar.
16 – “Lucíola” – 1862 – José de Alencar.
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50:12
P2016-007-B – “O Cortiço”, de Aloísio Azevedo (Parte 2)
Episode in
Verso da Prosa
Ficha técnica – “O cortiço” – 1890 – Aluísio de Azevedo (Parte 2)
P2016-007-B
Edição
1ª edição. Editora Ateliê.
Apresentação, produção e edição
Luciene Teixeira.
Leobaldo Prado.
Estéfani Martins.
Convidado especial
Bruno Curcino, professor de Literatura.
Flávia Motta, professora de Língua Portuguesa.
Músicas
1 – Chico Science, Fred 04, Lucio Maia e Paulo Rafael – “Baile perfumado” – 1996 – “Sangue de Bairro” (Instrumental).
https://www.youtube.com/watch?v=tXcvkf1wHn0
2 – O Rappa – “Rappa mundi” – 1996 – “Miséria SA”.
https://www.youtube.com/watch?v=HGx9ODpgGS0
3 – Walter Wanderley – “Batucada” – 1967 – “Batucada”.
https://www.youtube.com/watch?v=Yi_GLawUB6I
4 – Mutantes – “Jardim elétrico” – 1971 – “Portugal de navio”.
https://www.youtube.com/watch?v=zNXrd4oqQfc
5 – Monbojó – “Homem-Espuma” – 2006 – “Realismo convincente”.
https://www.youtube.com/watch?v=ovIJnmlj-tk
6 – Chico Buarque – “Chico de Buarque de Hollanda” – 1966 – “A Rita”.
https://www.youtube.com/watch?v=xP_2lD8-6Yc
https://www.youtube.com/watch?v=abWIYLl0Bzg
7 – Oliveira e seus Black Boys – “Em novas travessuras musicais” – 1962 – “Moeda quebrada”.
7 e meio – Pedro Rocha – “CEP 20000” – 2000 – “Fado de fada”.
https://www.youtube.com/watch?v=KWKe4ntmFv8
8 – Itamar Assumpção – “Bicho de 7 cabeças Vol. II” – 1994 – “Tristes trópicos”.
https://www.youtube.com/watch?v=jh-HWGecr20
9 – Paulinho Moska – “Pensar é fazer a música” – 1995 – “Espaço Liso (o fado)”.
https://www.youtube.com/watch?v=1FX3lc2h6S0
10 – Mundo Livre SA – “Bit-Carnaval na obra” – 1998 – “Negócio do Brasil”.
https://www.youtube.com/watch?v=_7p8kPqDAI4
11 – Teresa Cristina, Jussara Silveira e Rita Ribeiro – “Três meninas do Brasil” – 2009 – “Deixa a gira gira”.
https://www.youtube.com/watch?v=pBswXtzEXfs
12 – Porcas Borboletas – “Porcas Borboletas” – 2013 – “Todo mundo tá pensando em sexo”.
https://www.youtube.com/watch?v=AJ3aMilGFOM
13 – Móveis Coloniais de Acaju – “C_mpl_te” – 2009 – “Bem natural”.
https://www.youtube.com/watch?v=GYA0LnR2eUE
14 – João do Morro – “Do morro ao asfalto” – 2009 – “Lado B do Jornalista”.
https://www.youtube.com/watch?v=b7lcwZsgkI0
15 – Maquinado – “Mundialmente anônimo – O magnético sangramento da existência” – 2010 – “Tropeços tropicais”.
https://www.youtube.com/watch?v=hJ2SO6HJHyc
16 – Jorge Mautner – “Jorge Mautner” – 1974 – “Maracatu atômico”.
https://www.youtube.com/watch?v=Tltdwkhiz-U
17 – Jards Macalé – “O q faço é música” – 1998 – “Coração do Brasil”.
https://www.youtube.com/watch?v=V5X6fVq_wRM
18 – Riachão, Batatinha e Ederaldo Gentil – “A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes” – “Sambas da Bahia” – 2001 – “Sofrer é natural”.
https://www.youtube.com/watch?v=xU10DtqJPmA
Textos adicionais
Texto introdutório – “Eu sou cortiço” – autoria e locução – Estéfani Martins.
Referências teóricas
1 – Sobre os romances de Émile Zola.
http://www.lpm.com.br/site/default.asp?TroncoID=805134&SecaoID=948848&SubsecaoID=0&Template=../livros/layout_autor.asp&AutorID=646081
2 – Sobre Sigmund Freud.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sigmund_Freud
3 – Sobre o pensamento de Mikhail Bakhtin.
http://www.ufjf.br/locus/files/2010/02/111.pdf
4 – Sobre Augusto dos Anjos.
http://educacao.globo.com/literatura/assunto/autores/augusto-dos-anjos.html
5 – Nelson Rodrigues – 1993 – “À sombra das chuteiras imortais”.
http://www.portalconservador.com/livros/Nelson-Rodrigues-A-Sombra-Das-Chuteiras-Imortais.pdf
http://www.releituras.com/nelsonr_viralatas.asp
Indicações
– “O cortiço” – 1978 – filme – dir. Francisco Ramalho Jr.
https://www.youtube.com/watch?v=MuLRAz79-rc
– “A ralé brasileira, quem é e como vive” – 2009 – Jessé Souza.
http://sia.fead.br/informativo/passados/001/html/pdf/002_a_rale.pdf
– João do Rio – crônicas e outros escritos.
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000039.pdf
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bi000185.pdf
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000064.pdf
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000134.pdf
http://www.biblio.com.br/defaultz.asp?link=http://www.biblio.com.br/conteudo/PauloBarreto/contosgeral.htm
http://www.joaodorio.com/site/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=23&Itemid=48
– “O grande Gatsby” – 1925 – Scott Fitzgerald
http://cabana-on.com/Ler/wp-content/uploads/2013/07/F.-Scott-Fitzgerald-O-Grande-Gatsby.pdf
http://www.estantevirtual.com.br/titulo/o-grande-gatsby
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Créditos da imagem.
Foto de Augusto Malta, de 1906, mostra um dos malvistos e depois demantelados cortiços do centro do Rio
http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/dossie_faces_da_pobreza_todos_pobres_mas_nem_todos_iguais.html
55:35
P2016-007-A – “O Cortiço”, de Aloísio Azevedo (Parte 1)
Episode in
Verso da Prosa
Ficha técnica – “O cortiço” – 1890 – Aluísio de Azevedo (Parte 1)
P2016-007-A
Edição
1ª edição. Editora Ateliê.
Apresentação, produção e edição
Luciene Teixeira.
Leobaldo Prado.
Estéfani Martins.
Convidados especiais
Bruno Curcino, professor de Literatura.
Flávia Motta, professora de Língua Portuguesa.
Músicas
1 – The Who – “Who’s next” – 1971 – “Baba O’Riley”.
https://www.youtube.com/watch?v=gY5rztWa1TM
2 – Leonard Cohen – “Popular problems” – 2014 – “My oh My”.
https://www.youtube.com/watch?v=YsvD1HRjyC4
3 – Amalia Rodrigues – “Fados Classicos” – 2013 – “Povo que lavas no rio”.
https://www.youtube.com/watch?v=xqac-VfmflE
4 – John Jorgenson – “Jazz Manouche Vol. 3” – 2007 – “F.A. Swing Alt”
https://www.youtube.com/watch?v=VTgByGpzs10
5 – Henri Crolla – “Jazz Manouche Vol. 3” – 2007 – “Minor Swing”.
https://www.youtube.com/watch?v=DII0Z6fDrEE
6 – Criolo – “Nó na orelha” – 2011 – “Linha de Frente”.
https://www.youtube.com/watch?v=6HXhflx-hl4
7 – Carlos Gardel – 1935 – “Por una cabeza”.
https://www.youtube.com/watch?v=Gcxv7i02lXc
https://www.youtube.com/watch?v=F2zTd_YwTvo
8 – Compay Segundo – “Grande êxitos” – 2000 – “Filiberto”.
https://www.youtube.com/watch?v=AamnZE_ZmvU
9 – Sérgio Assad e Odair Assad – “Heitor Villa-Lobos – Obra completa para violão” – 1978 – “Schottisch-choro – Suite popular brasileira”.
https://www.youtube.com/watch?v=ePOu_qLIpM0
10 – Nick Cave – “The boatman’s call” – 1997 – “People ain’t no good”.
https://www.youtube.com/watch?v=rn-wrPf5Ls0
11 – Biréli Lagrène – “Gypsy project” – 2002 – “Les yeux noirs”.
https://www.youtube.com/watch?v=jPdPumKvLeE
12 – “Tchavolo Schmitt” – “Jazz Manouche Vol. 3” – 2007 – “All Of Me”.
https://www.youtube.com/watch?v=7_JdgdlzGzY
13 – Almir Sater – “Instrumental dois” – 1995 – “Mazurca-Choro”.
https://www.youtube.com/watch?v=gvGu9K8ldRY
14 – Johnny Cash – “American IV: The Man Comes Around” – 2001 – “Personal Jesus”.
https://www.youtube.com/watch?v=jQcNiD0Z3MU
15 – Arnaldo Batista – “Loki” – 1974 – “Cê tá pensando que eu sou Loki”.
https://www.youtube.com/watch?v=leq_tbo6ihA
16 – Astor Piazzolla – “Cuatro Estaciones Porteñas” – 1965 – “Verano Porteño”.
https://www.youtube.com/watch?v=fTov8vGvR3o
17 – The Rolling Stones – “12×5” – 1964 – “Time is on my side”.
https://www.youtube.com/watch?v=dt4YeJlAyqY
18 – Compay Segundo – “Grande êxitos” – 2000 – “Pobre Corazon”.
https://www.youtube.com/watch?v=92i3T4gX1ZE
20 – Marisa Monte – “Mais” – 1991 – “Ensaboa”.
https://www.youtube.com/watch?v=T7hZubKODwI
Textos adicionais
Texto introdutório – “Cortiço: uma leitura aromática” – autoria e locução – Leobaldo Prado.
Referências teóricas
1 – Uma visão oportuna sobre o Realismo/Naturalismo no Brasil.
http://paulofranchetti.blogspot.com.br/2013/06/naturalismo-no-brasil.html
2 – “Germinal” – 1885 – Emile Zola.
3 – Sobre o New Jornalism.
http://www.qualquer.org/gonzo/monogonzo/monogonzo02.html
http://www.qualquer.org/gonzo/monogonzo/monogonzo05.html
4 – “A sangue frio” – 1966 – Trumam Capote
5 – Sobre Hunter Thompson.
http://www.lpm.com.br/site/default.asp?TroncoID=805134&SecaoID=948848&SubsecaoID=0&Template=../livros/layout_autor.asp&AutorID=745470
http://www.qualquer.org/gonzo/monogonzo/monogonzo06.html
6 – Sobre Aluísio de Azevedo.
http://educacao.uol.com.br/biografias/aluisio-azevedo.htm
http://www.academia.org.br/academicos/aluisio-azevedo/biografia
7 – Sobre Artur de Azevedo.
http://www.academia.org.br/academicos/artur-azevedo/biografia
8 – Sobre Júlio Ribeiro.
http://educacao.uol.com.br/biografias/julio-ribeiro.htm
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000112.pdf
9 – “O mulato” – 1881 – Aluísio de Azevedo.
http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/o_mulato.pdf
10 – Sobre o Naturalismo.
http://www.literaturaeshow.com.br/search/label/NATURALISMO
11 – Sobre Gustave Courbet.
http://educacao.uol.com.br/biografias/courbet.jhtm
http://www.gustavecourbet.org/the-complete-works.html
12 – Sobre Quentin Tarantino.
http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-15570/filmografia/
13 – Sobre Lars Von Trier.
http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-656/
14 – “Iracema” – 1865 – José de Alencar.
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000136.pdf
15 – Carta de Pero Vaz de Caminha.
http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/carta.pdf
16 – Diário do Beagle de Charles Darwin (1831-36).
http://www.casadaciencia.ufrj.br/caminhosdedarwin/downloads/diario_darwin_rio.pdf
Indicações
As indicações estarão na parte 2 deste programa.
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Créditos da imagem.
Portinari, Cândido Torquato (1903-1962) pintor modernista brasileiro – 1944 – óleo sobre tela – Retirantes
01:00:43
P2016-006-B – “O santo e a porca”, de Ariano Suassuna (Parte 2)
Episode in
Verso da Prosa
Ficha técnica – “O santo e a porca” – 1957 (1974) – Ariano Suassuna.
(Parte 2)
P2016-006-B
Edição
3ª edição. Editora José Olympio.
Apresentadores
Leobaldo Prado.
Estéfani Martins.
Debatedores
Cirlei Garcia, professora de Literatura.
Luciene Teixeira, professora de Literatura e Redação.
Músicas
1 – Zé Ramalho – “A peleja do diabo com o dono do céu” – 1979 – “Agônico”.
2 – Quinteto Armorial – – “Do romance ao galope nordestino” – 1974 – “Revoada”.
3 – Quinteto Violado – “Raízes nordestinas” – 1999 – “Pipoquinha”.
4 – Quinteto Violado – “Raízes nordestinas” – 1999 – “Coco”.
5 – Pifarinha – “Do coco ao barroco” – 2008 – “Comendo com Farinha”.
6 – Pastoril e Coco de roda (Tibau do Sul-RN) – “Coco de roda” – SD – Dente de ouro”.
7 – Quinteto Violado – “Raízes nordestinas” – 1999 – “Bambelô”.
8 –Alceu Valença – “Molhado de Suor” – 1974 – “Molhado de Suor”.
9 – Matuto Moderno – “Festeiro” – 2002 – “Recortado queima bucha”.
10 – Chico Science e Nação Zumbi – “Baile perfumado” – 1997 – “Chico Rural”.
11 – Siba – “Siba e Fuloresta do Samba” – 2002 – “Vale do Jucá”.
12 – Siba – “Siba e Fuloresta do Samba” – 2002 – “Canoa Furada”.
13 – Quarteto de Olinda – “Quarteto de Olinda” – 2009 – “Xinxim no Xenhenhen”.
14 – Quarteto de Olinda – “Quarteto de Olinda” – 2009 – “Forró pé de uva”.
15 – Chico Science e Nação Zumbi – “Baile perfumado” – 1997 – “Baile Catingoso”.
16 – Orquestra Armorial – “Gavião” – 1976 – “Chegança”.
17 – Sivuca e Orquestra Sinfônica da Paraíba – “Sivuca Sinfônico” – 2003 – “Feira De Mangaio”
18 – Sivuca e Orquestra Sinfônica da Paraíba – “Sivuca Sinfônico” – 2003 – “Rapsódia Gonzaguiana”.
19 – Orquestra Armorial – “Gavião” – 1976 – “Aboio Esporiado”.
20 – Cabruera – “Cabruêra” – 2002 – “Forro Esferografico”.
21 – Cordel do fogo encantado – “Cordel do fogo encantado” – 2001 – “Ai Se Sesse”.
Referências teóricas
1 – Vídeos do Benjamim Abraão sobre o bando de Lampião.
http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/um_sertanejo_das_arabias.html
https://www.youtube.com/watch?v=fBR9wPp5gt8
2 – Gil Vicente.
http://www.virtual.ufc.br/solar/aula_link/llpt/I_a_P/Literatura_PortuguesaI/aula_02-2133/04.html
3 – O personagem pícaro.
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/letronica/article/view/7845/6483
4 – “Clara dos Anjos” – 1922 (1948) – Lima Barreto.
5 – “O estrangeiro” – 1942 – Albert Camus.
6 – Literatura do absurdo.
http://obenedito.com.br/escritores-absurdo/
7 – Existencialismo.
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/filosofia/existencialismo.htm
8 – “A metamorfose” – 1915 – Franz Kafka.
Indicações
1 – “Do romance ao galope nordestino” – 1974 – Quinteto Armorial.
https://www.youtube.com/watch?v=wDC2TJRpF_0
2 – Aula espetáculo de Ariano Suassuna sobre as raízes populares da cultura brasileira.
https://www.youtube.com/watch?v=iuoaixwaq6w
3 – “Quanto mais quente melhor” – 1959 – Billy Wilder.
https://www.youtube.com/watch?v=NwT6D9Bm-lU
4 – “O estrangeiro” – 1942 – Albert Camus.
5 – “Aulularia ou a comédia da panela” – 194-191 a.C. – Plauto.
6 – “O avarento” – 1668 – Molière.
7 – “O mercador de Veneza” – c. 1596 – Shakespeare.
8 – “O conto de Natal” – 1843 – Charles Dickens.
9 – “Morte e vida Severina” – 1967 – João Cabral de Melo Neto.
Quadro – Pergunte à Literatura.
Ana Elisa Mageste – O conhecimento é tão massificante quanto a ignorância?
VdaP – Não, porque “quem aumenta a sabedoria, aumenta a dor.” Eclesiástico (livro do Antigo Testamento, 1,18, citado por Giordano Bruno (filósofo italiano, 1548-1600) e “a ignorância é um mal invencível.” (Sofócles, autor trágico grego – 496-406 a.C. em “Fragmentos”, 838).
Imagem – informações e créditos
Portinari, Cândido Torquato (1903-1962) pintor modernista brasileiro – 1954 – Vaqueiros do Nordeste (Cenas Brasileiras).
Outras considerações:
– Peça teatral. Gênero dramático. Comédia.
– É uma das tramas paralelas na adaptação para televisão da obra também de Ariano Suassuna: “O auto da compadecida”.
– Foi adaptada para o teatro e para televisão. No último caso, no programa Brava Gente da Rede Globo em 2000.
– A obra “O santo e a porca” é livremente inspirada na peça “Aulularia”, escrita no século II a.C., também conhecida como Comédia da Panela, do escritor romano Plauto, ou seja, dialoga com a cultura clássica europeia, além de evidentemente, em função do tema da avareza, ser de alguma forma influenciado pela peça “O avarento” de Moliére, que também baseou-se na peça de Plauto para escrever sua própria obra.
– O Movimento Armorial foi uma iniciativa artística cujo objetivo seria criar uma arte erudita a partir de elementos da cultura popular do Nordeste Brasileiro. O fundador foi Ariano Suassuna. O movimento armorial mobiliza expressões artísticas como: música, dança, literatura, artes plásticas, teatro, cinema, arquitetura, etc. Essa corrente artística foi consagrada e deflagrada no dia 18 de outubro de 1970 na Igreja de S. Pedro dos Clérigos. Marca o início do movimento também uma mostra de artes plásticas e a apresentação da Orquestra Armorial de Câmara, regida pelo maestro Cussy de Almeida. Essa concepção estética é especialmente marcada pelo amálgama que ela representa entre a cultura clássica e medieval europeia e a cultura popular brasileira, em especial, a nordestina. Diferente do Tropicalismo, não é um processo antropofágico de assimilação, mas sim um reencontro entre duas culturas que nasceram em um mesmo berço e que dividiram em um tempo remoto e impreciso as mesmas motivações.
“A Arte Armorial Brasileira é aquela que tem como traço comum principal a ligação com o espírito mágico dos ‘folhetos’ do Romanceiro Popular do Nordeste (Literatura de Cordel), com a Música de viola, rabeca ou pífano que acompanha seus ‘cantares’, e com a Xilogravura que ilustra suas capas, assim como com o espírito e a forma das Artes e espetáculos populares com esse mesmo Romanceiro relacionados.” (Ariano Suassuna, 1975)
Muito ligado à cultura brasileira, em especial, à literatura de cordel do Nordeste. São expressões importantes Balé Armorial do Nordeste, a Orquestra Armorial de Câmara, a Orquestra Romançal e o Quinteto Armorial.
O Movimento Armorial era num só tempo erudito e popular, universal e local, internacional e brasileiro, desconhecido e conhecido, etc.
O termo “armorial”, do francês “armorial” derivado do latim “armare”, tem em língua portuguesa valor substantivo e adjetivo, originalmente referentes ao universo da heráldica, dos brasões, etc. Graças ao movimento criado por Suassuna, ganhou outro valor adjetivo associado à cultura intrinsecamente brasileira e nordestina e num mesmo tempo ibérica e, porque não, universal.
http://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/9879/9879_2.PDF
– Primeiro disco do Quinteto Armorial, lançado em 1974 com o evocativo nome “Do romance ao galope nordestino”. Foi lançado pelo selo independente do importante pesquisador musical Marcus Pereira.
Revoada (Antônio José Madureira) 00:00
Romance da Bela Infanta* (Romance ibérico do século XVI, recriado por Antônio José Madureira) 03:43
Mourão (Guerra Peixe) 05:36
Toada e Desafio (Capiba) 07:27
Ponteio Acutilado (Antônio Carlos Nóbrega de Almeida) 11:53
Repente (Antônio José Madureira) 16:25
Toré (Antônio José Madureira) 21:01
Excelência (Tema nordestino de canto fúnebre, recriado por Antônio José Madureira) 24:01
Bendito (Egildo Vieira) 27:03
Toada e Dobrado de Cavalhada (Antônio José Madureira) 31:27
Romance de Minervina* (Romance nordestino, provavelmente do século XIX, recriado por Antônio José Madureira) 36:19
Rasga (Antônio Carlos Nóbrega de Almeida) 37:52
Trecho presente no disco em questão sobre a música concebida pelo próprio grupo:
“Foram os compositores armoriais que revalorizaram o pífano, a viola sertaneja, a guitarra ibérica, a rabeca e o marimbau nordestino, estranho e belo instrumento, de som áspero e monocórdio, lembrando – como a rabeca também – os instrumentos hindus ou árabes, estes últimos de presença tão marcante no nordeste, por causa da nossa herança ibérica.
Os músicos do Quinteto Armorial poderiam ter partido em busca de dois caminhos fáceis: limitar-se, por um lado, à boa execução convencional da Música europeia, tradicional ou ‘de vanguarda’, e procurar, por outro lado, o fácil sucesso popular, tocando, à sua maneira, ‘baiões’ comerciais. Não o quiseram. Convencidos de que a criação é muito mais importante do que a execução, preferiram a tarefa mais dura, mais ingrata, mais difícil e mais séria: a procura de uma composição nordestina renovadora, de uma Música erudita brasileira de raízes populares, de um som brasileiro, criado para um conjunto de câmera, apto a tocar a Música europeia, é claro – principalmente a ibérica mais antiga, tão importante para nós – mas principalmente apto a expressar o que a Cultura brasileira tem de singular, de próprio e de não europeu.”
01:05:29
P2016-006-A – “O santo e a porca”, de Ariano Suassuna (parte 1)
Episode in
Verso da Prosa
Ficha técnica – “O santo e a porca” – 1957 (1974) – Ariano Suassuna.
(Parte 1)
P2016-006-A
Edição
3ª edição. Editora José Olympio.
Apresentadores
Leobaldo Prado.
Estéfani Martins.
Debatedores
Cirlei Garcia, professora de Literatura.
Luciene Teixeira, professora de Literatura e Redação.
Músicas
1 – Elomar – “Cantoria 1” – 1984 – “Desafio do auto da Catingueira”.
2 – Carlos Malta & Pife Muderno – “Carlos Malta & Pife Muderno” – 1999 – “O Trem”.
3 – Pifarinha – “De coco ao Barroco” – 2008 – “Lasqueira para João e Maria”.
4 – Banda de Pau e Corda – “Redenção” – 1974 – “Caminhada”.
5 – Quinteto da Paraíba – “Armorial e Piazzolla” – 1994 – “Galope” (Clóvis Pereira).
6 – Carlos Malta & Pife Muderno – “Carlos Malta & Pife Muderno” – 1999 – “Tudo azul”.
7 – Cordel do fogo encantado – “Cordel do fogo encantado” – 2001 – “Os oim do meu amor”.
8 – Chico Science e Nação Zumbi – “Afrociberdelia” – 1996 – “Baião ambiental”.
9 – Banda de Pífanos de Caruaru – “Banda de Pífanos de Caruaru” – 1976 – “Lundu” (Maracatu).
10 – Sivuca e Orquestra Sinfônica da Paraíba – “Sivuca Sinfônico” – 2003 – “João e Maria”.
11 – Lenine – “Olho De Peixe” -1993 -2 – “O último pôr do Sol”.
12 – Xangai – “Cantoria I” – 1984 – “Cantiga de amigo”.
13 – Trio nordestino – “Os rouxinhos da Bahia” – 2001 – “Chinelo de Rosinha”.
14 – Mestre Ambrósio – “Terceiro samba” – 2001 – “Carneirinho”.
15 – Matuto Moderno – “Festeiro” – 2002 – “Curva de rio”.
16 – Orquestra Armorial – “Gavião” – 1976 – “Chegança”.
17 – Caju e Castanha – “Andando de coletivo” – 2002 – “Porfia”.
18 – Banda de Pífanos de Caruaru – “No século XXI, no Pátio do Forró” – 2003 – “Canto da Ema”.
19 – Fim de Feira – “A revolução dos Pebas” – 2008 – “Pernambucana”.
Referências teóricas
1 – “Cultura Popular na Idade Média: o contexto de François Rabelais” – 1965 – Mikhail Bakhtin.
2 – “Aulularia ou a comédia da panela” – 194-191 a.C. – Plauto.
3 – “O avarento” – 1668 – Molière.
4 – “O mercador de Veneza” – c. 1596 – Shakespeare.
5 – “Vidas secas” – 1938 – Graciliano Ramos.
6 – “O auto da compadecida” – 1955 – Ariano Suassuna.
7 – “O sertãomundo de Suassuna” – 2003 – documentário – Douglas Machado.
https://www.youtube.com/watch?v=Xgfu4eDuzE0
8 – “Manifesto antropofágico” – 1928 – Oswald de Andrade.
http://www.ufrgs.br/cdrom/oandrade/oandrade.pdf
9 – “Raízes do Brasil” – 1936 – Sérgio Buarque de Holanda.
10 – “Arte poética” – entre 335 a.C. e 323 a.C. – Aristóteles
11 – “Édipo rei” – c. 427 a.C. – Sófocles.
12 – “A necessidade da arte” – 1987 – Ernest Fischer
13 – “Desejo de matar” (Charles Bronson) – 1974 – Michael Winner.
14 – “O nome da rosa” – 1980 – Umberto Eco.
15 – “Monty Python em Busca do Cálice Sagrado” – 1975 – Terry Gilliam e Terry Jones.
16 – “A vida de Brian” – 1979 – Terry Jones.
17 – “O grande mentecapto” – 1979 – Fernando Sabino.
Indicações
As indicações estarão na parte 2 deste programa.
Quadro – Pergunte à Literatura.
Este quadro estará na parte 2 deste programa.
57:46
P2016-005 – “Clara dos Anjos”, de Lima Barreto
Episode in
Verso da Prosa
Ficha técnica – “Clara dos Anjos” – 1922 (1948) – Lima Barreto
P2016-005
Edição
13ª edição. Editora Ática.
Apresentadores
Leobaldo Prado.
Estéfani Martins.
Debatedores
Bruno Curcino, professor de Literatura.
José Ricardo, professor de Literatura.
Luciene Teixeira, professora de Literatura e Redação.
Músicas
1 – Elza Soares – “Do Cóccix até o pescoço” – 2002 – “A carne”.
2 – Clementina de Jesus – “Clementina e convidados” – 1979 – “Na linha do mar”.
3 – Altamiro Carrilho, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, Luiz Otávio Braga e Jorginho do Pandeiro – “Princípios do choro 2” – 2002 – “Se querem eu choro”.
4 – Teresa Cristina – “A música de Paulinho da Viola” – 2002 – “Choro negro”.
5 – Déo Rian – “Noites cariocas” – 1976 – “Noites Cariocas”.
6 – Orlandivo – “Orlandivo com João Donato” – 1977 – “Tudo joia”.
7 – Moacir Santos – “Coisas” – 1965 – “Coisa Nº 1”.
8 – Antônio Carlos e Jocafi – “Minhas razões/Conclusão” – 1972 – “Minhas razões”.
9 – Tony Bizarro – “Nesse inverno” – 1977 – “Não pode”.
10 – Jorge Ben e Toquinho – “Que maravilha/Carolina Carol Bela” – 1975 – “Carolina Bela”.
11 – Tom Zé – “Estudando o samba” – 1976 – “Tô”.
12 – Gerson King Combo – “Gerson King Combo” – 1977 – “Uma chance”.
13 – Jorge Ben – “África Brasil” – 1976 – “Ponta de lança africano” (Umbabarauma).
14 – Moacir Santos – “Coisas” – 1965 – “Coisa Nº 4”.
15 – Gilberto Gil e Jorge Ben – “Ogum Xango” – 1975 – “Nega”.
16 – Chico Buarque – “Chico Buarque de Holanda nº 4” – 1970 – “Gente Humilde”.
17 – Maurício Carrilho, Luciana Rabello, Celsinho Silva, João Lyra, Toninho Carrasqueira, Proveta – “Princípios do choro 1” – 2002 – “Penso em ti”.
18 – Elza Soares e Miltinho – “Elza Miltinho e Samba” – 1967 – “Com que roupa”.
19 – Lupicínio Rodrigues – “Minha história Vol.2” – 1945 – “Que baixo”.
20 – Cartola – “Cartola II” – 1976 – “O mundo é um moinho”.
21 – Toquinho e Vinicius – “São demais os perigos dessa vida” – 1972 – “Regra três”.
22 – Nina Simone – “I put spell on you” – 1965 – “Feelin’ good”.
23 – Jorge Bem – “Ben” – 1972 – “Que nega é essa”.
24 – Racionais MCs – “1000 trutas e 1000 tretas” – 2006 – “Negro drama”.
Referências teóricas
1 – “Formação da literatura brasileira” – Volume único – 1975 – Antônio Cândido.
2 – “Quadro sintético da literatura brasileira” – 1932 – Tristão de Ataíde (Alceu Amoroso Lima).
http://www.alcmeno.com/html/textos/texto03.PDF
3 – “Primo Basílio” – 1878 – Eça de Queirós.
4 – “O cortiço” – 1890 – Aluísio de Azevedo.
5 – “O homem” – 1887 – Aluísio de Azevedo.
6 – “Canção do exílio” – 1843 – Gonçalves Dias.
7 – “Histórias e sonhos” – 1920 – Lima Barreto.
8 – “Os bruzundangas” – 1922 – Lima Barreto.
Indicações
1 – “Black Boy” – 2009 – Richard Wright.
https://medium.com/brasil/311-p%C3%A1ginas-na-pele-de-um-negro-dd901b4dfab8#.mlns0ya2h
2 – “Hotel Ruanda” – 2004 – Terry George.
3 – “Mulheres – Retratos de Respeito, Amor-Próprio, Direitos e Dignidade” – 2015 – Carol Rossetti.
4 – “Pobre, mulata e mulher: a estigmatização de Clara dos Anjos” – Marcos Hidemi de Lima.
http://150.164.100.248/literafro/data1/autores/92/limabarretocritica2-2.pdf
5 – “Branqueamento, pobreza e higienização no Brasil” – Rodrigo Gomes.
http://www.literaturaeshow.com.br/2016/02/branqueamento-pobreza-e-higienizacao-no.html
6 – “Ave maria do morro” – 1942 – Herivelto Martins.
7 – “Chão de estrelas” – 1937 – Orestes Barbosa e Sílvio Caldas.
8 – “Gente Humilde” – 1971 – Garoto, Vinicius de Moraes e Chico Buarque.
9 – “O mundo é um moinho” – 1974 – Cartola.
10 – “What happened, Miss Simone?” – 2015 – Liz Garbus.
11 – “O presidente negro ou encontro das raças” – 1926 – Monteiro Lobato.
12 – “Quarto de despejo” – 1960 – Carolina Maria de Jesus.
Quadro – Pergunte à Literatura.
Excepcionalmente, neste episódio, a Literatura foi madrasta e não respondeu as perguntas de nossos ouvintes ou nós, como leitores, precisamos estar mais com ela.
01:29:16
P2016-004 – “Vermelho Amargo”, de Bartolomeu Campos de Queirós
Episode in
Verso da Prosa
Ficha técnica – “Vermelho amargo” – Bartolomeu Campos de Queirós
P2016-004
Edição
Editora Cosac Naify. Primeira edição.
Apresentadores
Leobaldo Prado.
Estéfani Martins.
Debatedores
Carla Damas, professora de Literatura e Redação.
Luciene Teixeira, professor de Literatura e Redação.
Músicas
1 – Michel Legrand – Trilha sonora do filme “Summer of ’42” (“Houve uma vez um verão”) – 2001 – Tema principal.
2- Baden Powell – “Pixinguinha 100 anos” – 1997 – “Naquele Tempo”.
3- Milton Nascimento – “Clube da esquina” – 1972 – “Cais”.
4 – Paco de Lucia – “Concerto de Aranjuez” (Joaquin Rodrigo) – 1991 – “Adagio”.
5 – Enrique Morente – Morente+Flamenco – 2010 – “Nana de la cebolla”
6 – Compay Segundo e Omara Portuondo – “Buena Vista Social Club” – 1997 – “Veinte anos”.
7 – Rubén González – “Chanchullo” – 2000 – “Quizás, quizás, quizás”.
8 – Gal Costa – “Gal e todo vapor” – 1971 – “Como 2 e 2”.
9 – Ney Matogrosso e Raphael Rabello – “À flor da pele” – 1990 – “As rosas não falam”.
10 – Milton Nascimento – “Clube da esquina” – 1972 – “Tudo o que você podia ser”.
11- Raphael Rabello – “Todos os tons” – 1992 – “Retrato em Branco e Preto”.
12 – Astor Piazzolla – “Obvilion” – 1999 – “Oblivion”.
13 – Gal Costa – “Gal e todo vapor” – 1971 – – “Vapor Barato”.
14 – The Beatles – “The Bealtes” (“White album”) – 1968 – “Mother nature’s son”.
15 – Tim Buckley – “The dream belongs to me” – 2004 – “Sing a song for you”.
16 – Sam Cooke – “Ain’t that good news” – 1964 – “A change is gonna come”.
Referências teóricas
1 – “O abraço” – Lygia Bojunga.
2 – “A farmácia de plantão” – Jacques Derrida.
3 – Entrevista com Bartolomeu Campos de Queirós – porta Uai Minas.
http://tvescola.mec.gov.br/tve/serie/salto/entrevista/bartolomeu-campos-de-queiros
4 – Programa Vereda Literária – Entrevista com Bartolomeu Campos de Queirós.
5 – “Menino do mato” – Manoel de Barros.
6 – “O estrangeiro” – Albert Camus.
Indicações
1 – “Pastoral americana” – Philip Roth.
2 – “Por parte de pai” – Bartolomeu Campos de Queirós.
3 – “Apanhador no campo de centeio” – J. D. Salinger.
4 – “Menino de engenho” – José Lins do Rego.
Quadro – Pergunte à Literatura.
Já não tão excepcionalmente, neste episódio, a Literatura foi madrasta mais uma vez e não respondeu as perguntas de nossos ouvintes ou nós, como leitores, precisamos estar mais amiúde com ela. Enfim, um dia, o quadro volta.
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